Jorge Luis Borges

Jorge Francisco Isidoro Luis Borges Acevedo (Buenos Aires, Argentina; 24 de agosto de 1899 - Genebra, Suiça, 14 de junho de 1986). Escritor argentino.
1 - 25 do total de 34 pensamentos de Jorge Luis Borges

Parece-me fácil viver sem ódio, coisa que nunca senti, mas viver sem amor acho impossível.

Jorge Luis Borges

A esperança é o mais sórdido dos sentimentos.

Jorge Luis Borges

Sempre imaginei que o paraíso fosse uma espécie de livraria.

Jorge Luis Borges

Hoje não me alegram
as amendoeiras do horto.
Me lembro de ti.

Jorge Luis Borges

em vão espero
as desintegrações e os símbolos
que precedem ao sonho

Jorge Luis Borges

O casamento é um destino pobre para uma mulher.

Jorge Luis Borges

Sob a lua
a sombra que se alonga
é uma só.

Jorge Luis Borges

Sob o alpendre
o espelho copia
somente a lua.

Jorge Luis Borges

A velha mão
segue traçando versos
para o esquecimento.

Jorge Luis Borges

É um império
essa luz que se apaga
ou um vaga-lume?

Jorge Luis Borges

A lua nova.
Ela também a olha
de outra porta.

Jorge Luis Borges

No deserto
acontece a aurora.
Alguém o sabe.

Jorge Luis Borges

A vasta noite
não é agora outra coisa
se não fragrância.

Jorge Luis Borges

Longe um trinado.
O rouxinol não sabe
que te consola.

Jorge Luis Borges

Desde aquele dia
não movi as peças
no tabuleiro.

Jorge Luis Borges

Obscuramente
livros, lâminas, chaves
seguem minha sorte.

Jorge Luis Borges

Esta é a mão
que às vezes tocava
tua cabeleira.

Jorge Luis Borges

Disseram-me algo
a tarde e a montanha.
Já não lembro mais.

Jorge Luis Borges

aqui também essa desconhecida
e ansiosa e breve coisa
que é a vida

Jorge Luis Borges

O homem está morto.
A barba não sabe.
Crescem as unhas.

Jorge Luis Borges

É um império
essa luz que se apaga
ou um vaga-lume?

Jorge Luis Borges

Longe um trinado.
O rouxinol não sabe
que te consola.

Jorge Luis Borges

No deserto
acontece a aurora.
Alguém o sabe.

Jorge Luis Borges

Calam-se as cordas.
A música sabia
o que eu sinto.

Jorge Luis Borges

"Eu sempre achei que o paraiso era como uma livraria"

Jorge Luis Borges
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