eterna

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Se o amor for grande...
a espera não será eterna,
os problemas não serão dilemas,
e a distância será vencida.
Se a compreensão insistir,
as brigas fortalecerão-nos,
os fatos farão-nos rir,
e os diálogos marcarão-nos.
Se o respeito prevalecer,
os carinhos serão doces e suaves,
os beijos profundos e cheios de valor,
e os abraços calorosos e confortantes.
Se a confiança existir,
a dúvida se extinguirá,
as perguntas serão respondidas,
e as palavras poderão ser ditas.
Talvez não seja um amor eterno.
E não é um amor doentio,
Nem um amor ideal.
Mas um amor verdadeiro.
Aquele que vence as barreiras
Impostas pela vida e pelas ocasiões.
Aquele que não teme a escolha,
E faz a opção de simplesmente
Ser intensamente vivido.

desconhecido

...
Porque quem ama nunca sabe o que ama
Nem sabe porque ama, nem o que é amar
Amar é a eterna inocência,
E a única inocência, não pensar...

Fernando Pessoa

AMIGOS SÃO AGUELES QUE MARCA PRESENÇA NA HORA DO EM QUE PRECISAMOS E TEM A FORÇA DE ATRIBUIR TUDO AQUILO QUE PODE, AMIGOS SÃO OS QUE QUEREM O BEM E SABEM COMO AJUDAR SEM MACHUCAR O OUTRO ESSE AMIGO COM CERTAZA É UMA ESTRELA QUE BRILHA SEM PARAR.

WELLINGTOM LEANDRO

De repente o silencio
os pensamentos se misturam
a insegurança...o medo....
parecem flutuar no agora
tudo se perde...
o vazio constante
o peito apertado
a lagrima que insiste em cair
refletir...nada sentir
sentindo tudo
querendo fugir
Eu te amo pra sempre minha tia!!!

Celia Piovesan

Dedicado a uma flor..


Rose ve se me escuta.
Não existe neste mundo.
Mulher que faça comigo.
Que meche assim com meu ser.
Que me faz enlouquecer.
E me leva as alturas.
Me sinto ave no ar.
A deslizar pelo vento.
Sou passrinho a cantar.
Feliz em contentamento.
Por você me fiz poeta.
Beleza guardei pra ti.
Só você que me completa.
Só pra você eu nasci.
Rose ve se me escuta.
E me deixe te amar.
Este amor jamais tem fim..
E pra você vou guardar..

aut(denis)

Eterna dor



ARTHUR AZEVEDO





Já te esqueceram todos neste mundo. . .
Só eu, meu doce amor, só eu me lembro,
Daquela escura noite de setembro
Em que da cova te deixei no fundo.



Desde esse dia um látego iracundo
Açoitando-me está, membro por membro.
Por isso que de ti não me deslembro,
Nem com outra te meço ou te confundo.


Quando, entre os brancos mausoléus, perdido,
Vou chorar minha acerba desventura,
Eu tenho a sensação de haver morrido!


E até, meu doce amor, se me afigura,
Ao beijar o teu túmulo esquecido,
Que beijo a minha própria sepultura!

ARTHUR AZEVEDO