Thales wagner martini rodrigues
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Quando dois corações apaixonados se encontram......nada faz com q isso atrapalhem eles de se amar!
mickael jairo rodrigues
3 partes
Partes que te odeiam,
E também o amam.
Duas incansavelmente te buscam,
Enquanto que outra te exorta.
Amanheço você,
Me deito eu,
E a noite somos nós!
Um corpo que deseja ,
Um coração que anseia,
Uma mente que repele!!!
Respiro líquido,
Bebo ar,
E sou feita de ausência...
Sonho acordada,
Viajo dormindo,
E nunca estou.
Maria Luiza Rodrigues Martins
O que é pior: as ditaduras socialistas do mundo ou as ditaduras midiáticas e econômicas geradas por monstros como os EUA e alguns paises eeuropeus?
Cairbar Garcia Rodrigues
O bom escritor dificilmente terá maus leitores, assim como o verdadeiro poeta somente é percebido (há exceções) após sua morte.
Cairbar Garcia Rodrigues
Se algum dia me encontrarem caído, não me levantem. Não quero correr o risco de cair novamente.
Cairbar Garcia Rodrigues
Entre um home e uma mulher pode ser mais interessante uma amizade para sempre do que uma mera noite de sexo... sem menosprezar o sexo, claro.
Cairbar Garcia Rodrigues
Poemas não são feitos para serem entendidos. Isso é utopia. Basta aos poetas que seus poemas sejam sentidos.
Cairbar Garcia Rodrigues
O alheamento não é um imperativo dos isolacionistas, mas uma necessidade dos que não nascem para ser apenas mais um rês no rebanho,
Cairbar Garcia Rodrigues
Todas as coisas verdadeiras são conseguidas na infância ... mesmo aquela infância aos 60 anos de idade. Pois infância é o estado de espírito, onde nossa alma esta descansada e aquilo que amamos é para nós o nosso ar.
Wagner Martins
Ninguém está sozinho, quando o coração está acompanhado
Wagner Martins
Minha alma anda sempre alimentada depois que comecei a gostar de você. Você é alimento constante... mesmo quando não estou contigo, tua existência me alimenta
Wagner Martins
O que é o pensamento? Pensamento é coisa que está e não está, é coisa que é e que não é. É como fumaça que logo se dissipa, como diz o ditado, “amor é igual a fumaça, sufoca mais passa
Wagner Martins
pq ridiculas pessoas se esconde atraz de uma arma?
pq nao é homen nem animal o suficiente para dar a cara para bater.
lourivan rodrigues
me sinto preso a sua perfeiçao.e encontro liberdade em um beijo seu.pq o beijo nao e so uma faisca da paixa é o toque na alma de quem o intende.e é nesse toque que encontro liberdade de te diser que a maior distancia entre nossos coraçoe é em um abraço
LOURIVAN RODRIGUES DA LUZ
Parti cedo do aconchego de casa. Fui percorrer minha caminhada em direção de algo que sempre buscava sem saber o que realmente queria e mais precisava.
Buscar a felicidade, amor, aventuras, prazer, amizades. Boas sementes deixei pelo rastro, mas tampouco acertei. Tantas humilhações passei, tantas decepções sofri, tantos erros cometi, tanto vivi em função do outro e não de mim para tanto tempo depois, perceber que o que eu mais queria era o aconchego e a simplicidade de casa com apenas uma diferença, a presença e o afago de Deus!!
Franciele Martini
Resumo: A Crise da Extensão Rural no Brasil
A crise da extensão rural no Brasil surgiu nos primeiros anos da década de 80 num período de abertura, onde não se tinha clareza da gravidade do que estava acontecendo. Com as eleições livres tinha-se no imaginário que as dificuldades seriam superadas, tudo isto logo depois de um período de regime militar.
Com o passar do tempo as instituições de extensão foram sofrendo com a falta de incentivo, cortes nos salários, mostrando um futuro incerto para a extensão rural, chegando a atitude de no final da década de 80 o governo cortar a verba que mantinha a extensão rural, proclamando o fim da Embrater.
Os extensionistas ficaram perplexos ao verem o que tinha acontecido, atribuindo a decisão governamental a um ato de perseguição política e ideológica esquerdista por não aceitar as práticas dos princípios da extensão rural.
A extensão rural sofreu profundas modificações principalmente no Norte e Nordeste, onde só alguns estados mantiveram incentivos a extensão rural; em melhor situação encontra-se as regiões Sul e Sudeste do Brasil.
Entre os fatores fundamentais da crise da extensão rural no Brasil temos a crise do Estado brasileiro que optou por um modelo desenvolvimentista que foi unido com a crise do capitalismo mundial, canalizando à adoção da alternativa neoliberal. Temos também a modernização da agricultura integralizada ao setor da indústria diminuindo a importância das instituições de extensão rural.
Com a crise o Brasil optou pelo sistema neoliberal que cortou muitos gastos do Estado e passou muitas das suas atribuições e obrigações para o setor privado e filantrópico.
A crise do Brasil é identificada como a sua origem no II PND, utilizando crédito exterior para sua implementação em uma taxa de juro que aumentou substancialmente, saltando a dúvida externa brasileira, obrigado ao Brasil dentro das políticas neoliberais a implantação do Estado mínimo e do Mercado Soberano.
A crise tem suas origens externas e internas, as decisões norte-americanas no final dos anos 70 trás consigo grandes conseqüências ao Brasil como o crescimento da dívida externa, elevação do preço da energia, ... e internamente foi feita reformas liberalizantes e privatizantes.
O Brasil passa por uma crise econômica política, ideológica e a crise do Estado, sendo chamada crise estrutural. A descentralização passou a ser discutida já que agora tínhamos o mercado aberto. Como motivo para estas medidas vemos a natureza puramente política destinada a enfraquecer o poder central, evitando a instalação novamente de um regime ditatorial, passando cada vez mais a ser discutida a descentralização dos serviços prestados pelo Estado, que com o processo de privatização foram passados à prestadoras de serviços ou outras empresas.
O governo Sarney iniciou o processo de extinção da extensão rural no Brasil cortando as verbas da antiga Embrater, que foi confirmado com o governo do Presidente Fernando Collor.
O crédito rural disponível aos agricultores foi reduzido substancialmente dificultando o trabalho dos extensionistas que tinha no crédito rural um recurso metodológico de trabalho. Com a dificuldade dos agricultores em conseguir crédito rural os extensionistas estavam incapazes de criar uma nova metodologia de trabalho, pois todas eram alicerçadas no financiamento rural, contudo é notório observar que não houve a completa extinção do crédito rural, mas foi priorizado as grandes culturas e monocultivos como a laranja, cana de açúcar, café entre outras, paralelamente incentivando a exportação e a industrialização.
Thales Pantaleão
O Poder da Persuasão na Extensão Rural
O extensionista ao comunicar-se com o agricultor procura persuadi-lo de forma a aceitar suas idéias e modificar sua forma de agir na agricultura, porém não procurando enganá-lo, mas ajudá-lo a resolver seus problemas e melhorar sua condição financeira. Contudo, não se deve colocar em plano onde o técnico é o detentor da sabedoria e o agricultor um ser ignorante e desprovido da capacidade intelectual, fazendo um processo autoritário, antidemocrático, em que prevalece absoluto o domínio do comunicador extensionista.
É muito difícil ou quase impossível retirar da oratória a persuasão, é uma coisa que naturalmente está intimamente ligada ao ato de se comunicar.
Mesmo que seja possível um discurso não-persuasivo, este não parece ser o caso da extensão rural, que tem como ação requerer mudanças, demanda a abdicação de valores culturais, de costumes, de saberes e a adesão a novas formas de produzir, de viver e de ser.
A sociedade brasileira trás em sua cultura marcas do sistema escravista onde se tinha uma forte hierarquização e poder autoritário, possivelmente efeitos de autoritarismo na extensão rural brasileira tenha suas raízes desta época que até hoje prevalece nas relações sociais no Brasil.
Contudo esta constatação que a prática extensionista possui uma persuasão autoritária represente um ponto positivo para as discussões sobre a redefinição do papel da extensão rural no Brasil.
Thales Pantaleão
O modelo clássico e o modelo difusionista-inivador na extensão rural
No modelo clássico da Extensão Rural proposto pelos norte-americanos e usado no Brasil, constitui em um elo de ligação entre o povo rural e as estações experimentais, onde a extensão rural leva os novos conhecimentos aos produtores rurais que testam e a problematização volta para as estações experimentais para serem melhor estudadas.
Segundo Bordenave(1988), citado por Prado & Cruz(2004), o modelo clássico induz à convicção no pressuposto de que se os conhecimentos técnicos forem via extensionistas, colocados à disposição dos agricultores, este certamente, lograrão melhoras em seus níveis de conhecimento e habilidades e, conseqüentemente, em suas lides no meio rural. Como resultado teriam assegurado o aumento da produção e produtividade, a elevação da renda e, finalmente, o desenvolvimento rural e global, pela elevação de seus padrões sociais e educacionais e maior oferta de matérias-prima e alimentos a preços capazes de tornarem efetivas mesmo demandas de classes de menor poder aquisitivo.
O papel da agricultura dentro do Plano Diretor Qüinqüenal cria muitos atritos dentro da prática extensionista defendida por muitos, pois é colocado que a agricultura desempenha múltiplo papel no processo de desenvolvimento econômico, onde seria uma área fornecedora de matéria-prima, mantedora de divisas, contudo o mais intrigante estava na afirmação de que o êxodo rural deve acontecer de forma natural e planejada para suprir a mão-de-obra das grandes indústrias. Requeria da extensão rural agora um trabalho mais amplo que seria oferecer soluções para o setor industrial, mesmo que tivesse que realizar sacrifícios.
O pequeno agricultor é colocado agora como mero produtor em um sistema perverso e transitório, buscando a sua aniquilação, dentro da expansão do sistema capitalista.
O sistema capitalista penetra perversamente no meio agrário, buscando destruir pequenos agricultores que não o aceitasse em sua forma de imposição.
O modelo difusionista-inovador estruturava-se segundo a intenção primordial de oferecer subsídios sobre como maximizar a adoção de tecnologia.
Neste modelo observa-se a preocupação em reduzir o tempo de aceitação de uma nova tecnologia, realizando profundos estudos, melhorando o que podemos chamar de poder de persuasão, diminuindo as possibilidades de o agricultor rejeitar tal proposta.
A certeza da aceitação de uma nova tecnologia não implica necessariamente em benefícios para o agricultor e para sue meio social, tal empreendimento decidido apenas do lado da produção, poderá resultar em excesso de produtos no mercado, modificação de preços, depredação ambiental e o possível fracasso de muitos produtores, que optaram pela mesma tecnologia.
Segundo Prado & Cruz (2004) enquanto a teoria dos sistemas sociais parece tratar de fenômenos universais, a teoria difusionista foi edificada por sobre fortes bases de preconceito e autoritarismo, presumindo a discriminação social, a classificação hierárquica e conseqüentemente, a exploração entre povos, segundo o estágio de produção material.
Thales Pantaleão
A Atuação de Rockefeller no Brasil
O trabalho extensionista reconhece os importantes serviços prestados por Nelson Rockefeller ao Brasil incentivando o crédito rural, como também financiando este crédito através de sua organização filantrópica sem fins lucrativos a AIA, contudo quais seriam as suas reais intenções no Brasil? O governo dos Estados Unidos tinha planejado de investir em países subdesenvolvidos sendo que grande parte destes recursos não foram transferidos de país para país, mas para organizações internacionais que atuavam nos países, conseguindo expandir os negócios norte-americanos, já que o governo Americano estava preocupado com o crescimento das correntes socialistas na América Latina, intervindo economicamente antes que estas se tornassem fortes.
Rockefeller buscou trabalhar também junto aos índios na intenção oportunista de extrair os minerais e recursos naturais que eram requeridos pela máquina de guerra americana. O seu sucesso na America Latina garantia a sua sustentação política em Washington.
A política conduzida por Getúlio Vargas ia de encontro as pretensões Americanas e de Rockefeller, fazendo com que fosse planejado estratégia para a saída de Vargas, implantando a política Americana no Brasil, entre as palavras de Vargas estava “ Não querem que o povo seja independente”.
Podemos colocar que Rockefeller foi uma pessoa que aproveitando da fragilidade política, financeira e tecnológica do Brasil interferiu em favor da política Americana, realizando levantamento de informações em terras brasileiras, incentivando a o posição aos nacionalistas, comprando terras estratégicas com riquezas minerais antes imagináveis. A sua habilidade política foi fundamental para o sucesso de suas investidas, abrindo caminho para os desejos norte-americanos e garantindo a sua estabilidade política perante o sistema mundial.
Os projetos da equipe da AIA comandada por Rockefeller eram criteriosamente planejados para ludibriarem os produtores rurais, criando uma armadilha só conhecida posteriormente após observações. A AIA incentivava a criação de frangos e Rockefeller tinha acordo com outra empresa também dele para produção de ração para frangos, incentivava o uso de agrotóxicos e ele mesmo produzia, incentivava a mecanização da agricultura que ele mesmo mediava a importação das máquinas para o Brasil, entre outras exploração planejadas por Rockefeller.
Thales Pantaleão
Análise da Década de 80 para a Extensão Rural Brasileira
A crise da extensão rural no Brasil surgiu nos primeiros anos da década de 80 num período de abertura, onde não se tinha clareza da gravidade do que estava acontecendo. Com as eleições livres tinha-se no imaginário que as dificuldades seriam superadas, tudo isto logo depois de um período de regime militar.
Com o passar do tempo as instituições de extensão foram sofrendo com a falta de incentivo, cortes nos salários, mostrando um futuro incerto para a extensão rural, chegando a atitude de no final da década de 80 o governo cortar a verba que mantinha a extensão rural, proclamando o fim da Embrater.
Os extensionistas ficaram perplexos ao verem o que tinha acontecido, atribuindo a decisão governamental a um ato de perseguição política e ideológica esquerdista por não aceitar as práticas dos princípios da extensão rural.
A extensão rural sofreu profundas modificações principalmente no Norte e Nordeste, onde só alguns estados mantiveram incentivos a extensão rural; em melhor situação encontra-se as regiões Sul e Sudeste do Brasil.
Entre os fatores fundamentais da crise da extensão rural no Brasil temos a crise do Estado brasileiro que optou por um modelo desenvolvimentista que foi unido com a crise do capitalismo mundial, canalizando à adoção da alternativa neoliberal. Temos também a modernização da agricultura integralizada ao setor da indústria diminuindo a importância das instituições de extensão rural.
Com a crise o Brasil optou pelo sistema neoliberal que cortou muitos gastos do Estado e passou muitas das suas atribuições e obrigações para o setor privado e filantrópico.
A crise do Brasil é identificada como a sua origem no II PND, utilizando crédito exterior para sua implementação em uma taxa de juro que aumentou substancialmente, saltando a dúvida externa brasileira, obrigado ao Brasil dentro das políticas neoliberais a implantação do Estado mínimo e do Mercado Soberano.
A crise tem suas origens externas e internas, as decisões norte-americanas no final dos anos 70 trás consigo grandes conseqüências ao Brasil como o crescimento da dívida externa, elevação do preço da energia, ... e internamente foi feita reformas liberalizantes e privatizantes.
O Brasil passa por uma crise econômica política, ideológica e a crise do Estado, sendo chamada crise estrutural. A descentralização passou a ser discutida já que agora tínhamos o mercado aberto. Como motivo para estas medidas vemos a natureza puramente política destinada a enfraquecer o poder central, evitando a instalação novamente de um regime ditatorial, passando cada vez mais a ser discutida a descentralização dos serviços prestados pelo Estado, que com o processo de privatização foram passados à prestadoras de serviços ou outras empresas.
O governo Sarney iniciou o processo de extinção da extensão rural no Brasil cortando as verbas da antiga Embrater, que foi confirmado com o governo do Presidente Fernando Collor.
O crédito rural disponível aos agricultores foi reduzido substancialmente dificultando o trabalho dos extensionistas que tinha no crédito rural um recurso metodológico de trabalho. Com a dificuldade dos agricultores em conseguir crédito rural os extensionistas estavam incapazes de criar uma nova metodologia de trabalho, pois todas eram alicerçadas no financiamento rural, contudo é notório observar que não houve a completa extinção do crédito rural, mas foi priorizado as grandes culturas e monocultivos como a laranja, cana de açúcar, café entre outras, paralelamente incentivando a exportação e a industrialização.
Thales Pantaleão
Eu não quero alguem que morra de amor por mim, só preciso de alguém que queira estar junto de mim, me abraçando. Não exijo que esse alguem me ame como eu amo, quero apenas que me ame como eu amo não me importo com que intensidade. Quero poder fechar os olhos e imaginar alguem e poder ter a certeza de que esse alguem também pensa em mim quando nao estou por perto.
juliana rodrigues
Permita-me que eu entre em teu dia com o intuito de lhe falar,
ainda que quase impossível,
a desesperança não faz parte do meu caminhar
A existência de aflorados desejos
me guiam, me dão asas para voar
Anos se passaram, me restam lembranças e fotos
Eis que restam são tão pouco
que fazem sentimentos à toa acabar
Os que me pertencem são contrapostos
são lindos, imensos, livres e generosos
Acalentam-me, embalam-me, resistem as desventuras da vida
Fortalecem-se como rochas, para dia qualquer a reciprocidade encontrar.
Eu hei de ter diante de meus olhos o brilho intenso do teu olhar
Eu hei de observar com carinho o contorno dos seus lábios
Eu hei de deslizar minhas mãos no desenho do seu rosto com apreço
Eu hei de ouvir sua voz sussurrar
Eu hei de ser um dia a inspiração da tua poesia
Eu hei de viver isso pelo menos um dia
Ainda que lhe falte a vontade de tudo isso vivenciar
Espero pelo dia em que possamos pertencer ao mesmo lugar
Ainda que minha vontade não pertença à minha condição
Exalo a essência que há em mim sem pretensão
Preservo-te em meu peito por onde quer que eu vá
No vento que perpassa meu corpo, na brisa do mar
Na folha da árvore, num pingo de chuva eu posso te encontrar,
Vivo a natureza da vida sem cessar
Dando asas aos sonhos mais brilhantes sem minha lucidez quelar.
Franciele Martini