Thales wagner martini rodrigues
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**Momentos**
Na vida passamos por varios momentos, momentos esses bons ou ruins, que de certa forma marcam em nossas vidas.
Mas o melhor momento da vida, é o agora, é o hoje.
Por isso faça do seu hoje e do seu agora o momento mais feliz de sua vida.
Francisco Eliezer Rodrigues (dignho)
Quando dois corações apaixonados se encontram......nada faz com q isso atrapalhem eles de se amar!
mickael jairo rodrigues
3 partes
Partes que te odeiam,
E também o amam.
Duas incansavelmente te buscam,
Enquanto que outra te exorta.
Amanheço você,
Me deito eu,
E a noite somos nós!
Um corpo que deseja ,
Um coração que anseia,
Uma mente que repele!!!
Respiro líquido,
Bebo ar,
E sou feita de ausência...
Sonho acordada,
Viajo dormindo,
E nunca estou.
Maria Luiza Rodrigues Martins
O que é pior: as ditaduras socialistas do mundo ou as ditaduras midiáticas e econômicas geradas por monstros como os EUA e alguns paises eeuropeus?
Cairbar Garcia Rodrigues
O bom escritor dificilmente terá maus leitores, assim como o verdadeiro poeta somente é percebido (há exceções) após sua morte.
Cairbar Garcia Rodrigues
Se algum dia me encontrarem caído, não me levantem. Não quero correr o risco de cair novamente.
Cairbar Garcia Rodrigues
Entre um home e uma mulher pode ser mais interessante uma amizade para sempre do que uma mera noite de sexo... sem menosprezar o sexo, claro.
Cairbar Garcia Rodrigues
Poemas não são feitos para serem entendidos. Isso é utopia. Basta aos poetas que seus poemas sejam sentidos.
Cairbar Garcia Rodrigues
O alheamento não é um imperativo dos isolacionistas, mas uma necessidade dos que não nascem para ser apenas mais um rês no rebanho,
Cairbar Garcia Rodrigues
Todas as coisas verdadeiras são conseguidas na infância ... mesmo aquela infância aos 60 anos de idade. Pois infância é o estado de espírito, onde nossa alma esta descansada e aquilo que amamos é para nós o nosso ar.
Wagner Martins
Ninguém está sozinho, quando o coração está acompanhado
Wagner Martins
Minha alma anda sempre alimentada depois que comecei a gostar de você. Você é alimento constante... mesmo quando não estou contigo, tua existência me alimenta
Wagner Martins
O que é o pensamento? Pensamento é coisa que está e não está, é coisa que é e que não é. É como fumaça que logo se dissipa, como diz o ditado, “amor é igual a fumaça, sufoca mais passa
Wagner Martins
pq ridiculas pessoas se esconde atraz de uma arma?
pq nao é homen nem animal o suficiente para dar a cara para bater.
lourivan rodrigues
me sinto preso a sua perfeiçao.e encontro liberdade em um beijo seu.pq o beijo nao e so uma faisca da paixa é o toque na alma de quem o intende.e é nesse toque que encontro liberdade de te diser que a maior distancia entre nossos coraçoe é em um abraço
LOURIVAN RODRIGUES DA LUZ
MINHA DEMÊNCIA
Não é fácil definir minha personalidade. Não a tenho. Um dia sou uma coisa (coisa literalmente); no outro dia sou outra. Vivo em constante metamorfose reversível, não como o personagem kafkiano que foi se transformando de gente em barata e nunca mais voltou a ser gente. Meu caso é diferente. Um dia me sinto muito gente, grande até. No outro me percebo como uma bosta fedorenta e desprezível. Tudo depende de como consigo aceitar ou não a loucura de um mundo formado por hipócritas, cretinos, violentos e, o que é pior, imbecis, já que, isso tudo somado, dá no que deu essa humanidade que integro, mas que abomino, desde que raríssimos são os que conseguem enxergar o óbvio. Quase todos são como vacas: seguem uns atrás dos outros, sem o cuidado de verem se quem lidera o rebanho tem capacidade para tanto. Mas o pior de tudo é que o mundo se divide em muitas boiadas, quase sempre comandadas por “touros” que se fazem senhores de todos, havendo mesmo aqueles que interferem nos destinos de quase todos os outros rebanhos. E os idiotas que vão atrás, por safadeza (os touros menores); preguiça mental, ou idiotia progressiva (os touros sem berros), sabem que não está bom, mas não se unem para tomar o comando para formar um sistema social onde todos comandem e ninguém mande, ou seja, onde cada um seja dono de si, respeitadas as individualidades para o bem-estar próprio de cada um ou do coletivo.
Isto posto, e como muitos males já me vêm de longa data, desde quando eu mal sabia como escrever uma carta anônima, mas identificável, para a desejável mulher do vizinho, comecei agora, já não muito longe dos finalmente da meia-idade, a perceber que uma certa demência pode aniquilar-me, se eu continuar dando apalpadelas nas bundas flácidas, fedorentas e horríveis dos meios políticos e sociais do mundo e do meu próprio país.
Informar-me já não me atrai com nenhum prazer; me deplora, deprime, convulsiona. A mesmice é um óbice repelente às forças progressistas, e o conservadorismo travestido de liberalismo falseia desavergonhadamente as idéias de um futuro solidário, de uma justiça independente, nunca refém da libertinagem ideológica da ditadura capitalista, do elitismo oligárquico ou individualista que estraçalha os seres de menor força e destrói o planeta a uma velocidade vertiginosa.
Ler as desgraças do mundo é algo que vem de encontrar-me apático, abatido, sem mais vontade de lutar, desde que o mal do ter sempre venceu a dignidade do ser e, à medida que o homem evolui em ciências exatas, ou mais se enfronha nos terrenos das humanidades, mais carrasco ele se torna, porque, paradoxalmente, a sabedoria o torna mais senhor de si e de outrem, prevalecendo mais e mais a falta de escrúpulos, de sentimentos de justiça e de “vergonha na cara”.
Ver e ouvir um político de cargo de comando ou de Leis, ou qualquer outro cargo de alto, médio ou baixo escalão, ocupar postos ilegitimamente (pelo voto da ignorância, por enxertos de recursos corporativistas, pelo dom maldito da palavra, rica de retórica e paupérrima em sentimentos), tanto em meu país quanto em qualquer parte do mundo, chega a causar-me uma sensação de ódio mortal e a tirar-me muitos momentos de sono e de serenidade.
Passo horas a fio analisando injustiças, indiferenças com o terrível sofrimento de bilhões de pessoas subjugadas pelo neoliberalismo nefasto e dadivoso com a cruel macro-economia que destrói o bom senso, que afasta homens sem caráter e nenhum escrúpulo dos problemas que impingem dores inenarráveis aos pouco bafejados pela sorte, ou que não tiveram como alcançar o reino do roubo, da corrupção e da insensibilidade.
Passei muitos anos da minha vida sonhando que um dia eu não veria mais famintos, nem seres como eu vivendo pelas ruas, sem-educação, sem-teto, sem-terras, sem-respeito, sendo violentados em seus legítimos direitos, desde que nascidos seres vivos pensantes.
As classes mas abastadas dão as costas a esses humanos que povoam o mundo em condições piores do que vermes, pois vermes estão sempre em seus devidos lugares. Não lhes interessa, ou por imbecilidade ou por medo de que desiguais se tornem mais iguais, repartir conhecimentos, bens morais e materiais. Então se arvoram de donos do mundo e, embora vão servir de comida para os mesmos vermes que devorarão os miseráveis, ou virarem cinzas num forno crematório, sempre julgam que isso é algo que o dinheiro pode até minorar.
Tudo isto (poderia escrever mil páginas) embalado e, caprichosamente instalado em minha mente, me assusta e me dá sinais inequívocos de que não posso mais pensar. Minha impotência e minha insignificância ante os direitistas mal informados, sempre deu em nada, e agora, embora ainda precocemente, sinto que posso caminhar para uma demência incurável e ficar louco de vez.
Não posso mais tolerar o que vejo nem assimilar o que leio e ouço, sem que estremecimentos me abalem de maneira assustadora. Tenho medo de perder de vez a razão e sucumbir definitivamente.
Assim, é uma questão de lucidez para a sobrevivência o meu afastamento total e irrestrito dos problemas que minha incompetência não me permitem nem permitirão jamais resolver. As forças do mal já contaminaram, combaliram e aparvalharam os cérebros formados sob a égide da moderna barbárie do neoliberalismo.
Está aqui decretado o fim de um contestador, Nada impedindo que novos fatos positivos venham alterar esta minha decisão.
Cairbar Garcia Rodrigues
Parti cedo do aconchego de casa. Fui percorrer minha caminhada em direção de algo que sempre buscava sem saber o que realmente queria e mais precisava.
Buscar a felicidade, amor, aventuras, prazer, amizades. Boas sementes deixei pelo rastro, mas tampouco acertei. Tantas humilhações passei, tantas decepções sofri, tantos erros cometi, tanto vivi em função do outro e não de mim para tanto tempo depois, perceber que o que eu mais queria era o aconchego e a simplicidade de casa com apenas uma diferença, a presença e o afago de Deus!!
Franciele Martini