Thales wagner martini rodrigues
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O entendimento humano está baseado nas informações
recebidas, assimiladas e aceitas como verdade. Devemos
também buscar as nossas verdades, através de reflexões
e conclusões. Após uma comparação devemos escolher
aquelas que iluminarão o nosso entendimento.
Lapalce Rodrigues.
O futuro está perto demais para que eu me preocupe com pequenas coisas.
Thales Guaracy
O homem só deixa de exister quando deixamos de criá-lo dentro de nós!
Walter Wagner
O inferno não são os outros, são a falta de autoconfiança e segurança em saber o que verdadeiramente somos e o que fazemos. O inferno é depararmos diante do espelho com um monstro e não permitir que brote um ser humano lindo, caso se perdoe, caso se prontifique e se permita a viver o Novo!!
Franciele Martini
O jovem tem todos os defeitos do adulto e mais um - O da imaturidade .
Nelson Rodrigues
O maior desafio em transformar algumas pessoas em líderes, é que antes se faz necessário “reacender e prevalecer” o “ser humano” que existe nestas pessoas, reforçando suas crenças nos mais valiosos princípios, para que estes se tornem mais solidificados e presentes no seu dia-a-dia.
Alfredo Martini Júnior
O modelo clássico e o modelo difusionista-inivador na extensão rural
No modelo clássico da Extensão Rural proposto pelos norte-americanos e usado no Brasil, constitui em um elo de ligação entre o povo rural e as estações experimentais, onde a extensão rural leva os novos conhecimentos aos produtores rurais que testam e a problematização volta para as estações experimentais para serem melhor estudadas.
Segundo Bordenave(1988), citado por Prado & Cruz(2004), o modelo clássico induz à convicção no pressuposto de que se os conhecimentos técnicos forem via extensionistas, colocados à disposição dos agricultores, este certamente, lograrão melhoras em seus níveis de conhecimento e habilidades e, conseqüentemente, em suas lides no meio rural. Como resultado teriam assegurado o aumento da produção e produtividade, a elevação da renda e, finalmente, o desenvolvimento rural e global, pela elevação de seus padrões sociais e educacionais e maior oferta de matérias-prima e alimentos a preços capazes de tornarem efetivas mesmo demandas de classes de menor poder aquisitivo.
O papel da agricultura dentro do Plano Diretor Qüinqüenal cria muitos atritos dentro da prática extensionista defendida por muitos, pois é colocado que a agricultura desempenha múltiplo papel no processo de desenvolvimento econômico, onde seria uma área fornecedora de matéria-prima, mantedora de divisas, contudo o mais intrigante estava na afirmação de que o êxodo rural deve acontecer de forma natural e planejada para suprir a mão-de-obra das grandes indústrias. Requeria da extensão rural agora um trabalho mais amplo que seria oferecer soluções para o setor industrial, mesmo que tivesse que realizar sacrifícios.
O pequeno agricultor é colocado agora como mero produtor em um sistema perverso e transitório, buscando a sua aniquilação, dentro da expansão do sistema capitalista.
O sistema capitalista penetra perversamente no meio agrário, buscando destruir pequenos agricultores que não o aceitasse em sua forma de imposição.
O modelo difusionista-inovador estruturava-se segundo a intenção primordial de oferecer subsídios sobre como maximizar a adoção de tecnologia.
Neste modelo observa-se a preocupação em reduzir o tempo de aceitação de uma nova tecnologia, realizando profundos estudos, melhorando o que podemos chamar de poder de persuasão, diminuindo as possibilidades de o agricultor rejeitar tal proposta.
A certeza da aceitação de uma nova tecnologia não implica necessariamente em benefícios para o agricultor e para sue meio social, tal empreendimento decidido apenas do lado da produção, poderá resultar em excesso de produtos no mercado, modificação de preços, depredação ambiental e o possível fracasso de muitos produtores, que optaram pela mesma tecnologia.
Segundo Prado & Cruz (2004) enquanto a teoria dos sistemas sociais parece tratar de fenômenos universais, a teoria difusionista foi edificada por sobre fortes bases de preconceito e autoritarismo, presumindo a discriminação social, a classificação hierárquica e conseqüentemente, a exploração entre povos, segundo o estágio de produção material.
Thales Pantaleão
O pensamento humano, ainda não está preparado para acei-
tar a JUSTIÇA ABSOLUTA. O germe desta JUSTIÇA, não encon
tra hoje, terreno fértil na mente dos homens. Os princí-
pios básicos e a essência desta JUSTIÇA, estão muito dis
tantes do entendimento atual da humanidade.
Lapalce Rodrigues.
O Poder da Persuasão na Extensão Rural
O extensionista ao comunicar-se com o agricultor procura persuadi-lo de forma a aceitar suas idéias e modificar sua forma de agir na agricultura, porém não procurando enganá-lo, mas ajudá-lo a resolver seus problemas e melhorar sua condição financeira. Contudo, não se deve colocar em plano onde o técnico é o detentor da sabedoria e o agricultor um ser ignorante e desprovido da capacidade intelectual, fazendo um processo autoritário, antidemocrático, em que prevalece absoluto o domínio do comunicador extensionista.
É muito difícil ou quase impossível retirar da oratória a persuasão, é uma coisa que naturalmente está intimamente ligada ao ato de se comunicar.
Mesmo que seja possível um discurso não-persuasivo, este não parece ser o caso da extensão rural, que tem como ação requerer mudanças, demanda a abdicação de valores culturais, de costumes, de saberes e a adesão a novas formas de produzir, de viver e de ser.
A sociedade brasileira trás em sua cultura marcas do sistema escravista onde se tinha uma forte hierarquização e poder autoritário, possivelmente efeitos de autoritarismo na extensão rural brasileira tenha suas raízes desta época que até hoje prevalece nas relações sociais no Brasil.
Contudo esta constatação que a prática extensionista possui uma persuasão autoritária represente um ponto positivo para as discussões sobre a redefinição do papel da extensão rural no Brasil.
Thales Pantaleão
O que é o pensamento? Pensamento é coisa que está e não está, é coisa que é e que não é. É como fumaça que logo se dissipa, como diz o ditado, “amor é igual a fumaça, sufoca mais passa
Wagner Martins
O que é pior: as ditaduras socialistas do mundo ou as ditaduras midiáticas e econômicas geradas por monstros como os EUA e alguns paises eeuropeus?
Cairbar Garcia Rodrigues
o que fazer?
tenho todos esses dias,sofrido,chorado,xingado...no fim nunca soube o que fazer,nunca soube como evitar tais sentimentos,ou deixar de sentir-los,foi quando finalmente eu vi:
Eu vi que deixar de sentir tais coisas seria o mesmo que estar morto,caminhando sobre a terra sem motivação alguma,porque sem os momentos triste,nunca saberíamos reconhecer os felizes,inimaginável seria o sabor de um beijo,ou incentiveis ficaríamos ao calor de um abraço.Sem os momentos tristes como reconheceríamos nosso verdadeiro amor?ou como saberíamos destingir os verdadeiros amigos de simples oportunistas?ou como saberíamos como é a brisa do mar em nosso rosto fazendo que nos esqueçamos tudo que estamos passando para aproveitar todo aquele,pequeno porem mágico,instante.
Sem o choro como saberíamos quem estaria la,naquele momento,para nos fazer rir e esquecer completamente como somos frageis?,ou como saberíamos que o amor de nossas vida estaria realmente connosco,mesmo que não em presença física,mas contemplando nossa grandeza ante as dificuldades do mundo,sem o choro como poderíamos nos,humildes seres humanos, saber o verdadeiro valor de um sorriso sincero?como seriamos felizes,quando nos foi tirado o "choro porque estou feliz"?
Não sei como responder tais perguntas,mas com a vida eu venho descobrindo que,mesmo tristes,infelizes ou insatisfeito com o que estamos passando sempre temos que agradecer por todos os momentos pois um dia podemos acordar com 60 anos sem mesmo termos vivido um só dia feliz,porque evitamos todos outros,e buscamos somente uma vida sem complicações!
thiago rodrigues
O rapaz na bolha masturbatória
Lembro que na adolescência eu queria ser escritor. Mandei carta pra meio mundo e anexava meus poemas e crônicas na tentativa de encontrar alguém que se sensibilizasse com a minha busca. Escrevi para Globo, para as editoras da época, para os escritores conhecidos, para revistas e jornais de circulação nacional e jornais de circulação local. Encontrei guarida nos jornais locais que publicaram alguns textos meus e também na Revista Nacional, onde tive a oportunidade de publicar ao lado de escritores como Joel Silveira, Leon Eliachar e outros não menos famosos. Motivo de orgulho para um camarada de apenas 16 anos e que ainda pensava que o comunismo era o jeito pra humanidade.
Eu queria ser um escritor famoso. Não consegui. Queria ser um jornalista influente. Não consegui. Sou uma pessoa que leva muito a sério o sentimento dos outros. Não se consegue fama respeitando ninguém. Os famosos sempre tiveram que passar por cima de alguém ou de alguma coisa. A escrita tem que desafiar, ofender; tem que instigar a revolução na consciência. Belas palavras não despertar mais do que singelas reflexões, aquele olhar perdido no espaço, mirando um lugar inexistente e sofrendo por bocas que nunca beijamos e corpos que nunca penetramos, nada mais do que isso.
Publiquei, no extinto Jornal do Piauí, uma historinha de amor patética, em que o cara fica se martirizando porque não quer fazer sexo com a namorada antes do casamento. Ela quer e insiste, mas ele que não, que tem por ela um sentimento verdadeiro e que só pretende possuí-la depois que oficializarem a relação através do matrimônio. Ora, bolas, ele só tinha 16 anos e ela talvez nem isso. Quanto tempo teriam de esperar? Só mesmo um sujeito vivendo numa bolha de plástico poderia conceber uma história ridícula como essas.
Sem contar que o pai do banana era muito rico e não aceitava seu relacionamento com a garota que era de família muito pobre. O resultado não podia ser outro. Eles foram separados, cada qual para o seu lado, ela para os braços de outro homem, ele para a sua clausura masturbatória. Pobre diabo!
Quem iria se interessar por uma história assim? Não fiquei chateado por não ter recebido resposta para a maioria das minhas correspondências. Editores e escritores são pessoas ocupadas e têm milhares de coisas interessantes para ler todos os dias.
Toni Rodrigues
O sol brilha de dia.
A lua brilha a noite.
E meu amor por voce brilha todo momento.
wlli rodrigues
O tempo passa depressa no mundo dos homens e devagar no mundo da paixão.
Thales Guaracy
O trem
Pensei nisso hoje
mas bem lembro
ter pensado isso antes
bem antes
bem depois
de ver o trem
o trem passando
devagando
respirando
a ida
a vida
das nuvens
dos ares
das aves
abaixo
o trem
vem
rosnando
detonando
os ventos
queridos
deixados
achados
vem
outrem
no trem
no ruído
doído
da minha alma
a minha calma
nos olhos
fechados
o trem
vem!
Danielli Rodrigues
Obras minhas
Que a desventurosa obra da compaixão siga o caminho retrós da incompreensão e deixe marcas na pele sanguinolenta de vós, que a chama que queima a minha alma possa se fortalecer em cada grito de arrependimento ou medo, talvez a morte leve uma surra da vida, pois quem vive é o ser incompreendido pelas causas levianas de alguém.Que o tempo passe vagarosamente, para que eu possa sentir a verdade de minha desgraça maldita que no começo foi desventurosa.
Wesley Rodrigues Correia
Òh oportunidade, se não fosses única, não serias sublime, a vida deixaria de ser uma aventura.
Flávio Rodrigues
Oh! Cálida rosa serena e amante
Pétala do meu viver e razão existente
Vai se a flor abre e é cortante
Sejam espinhos doridos do amor
Profano a aúrea bela austral
Do seu pranto talo meu prumo
Devaneio em folhas e desejos
Vão se assim perfeitos e fixos
Porque amo meu melhor defeito
Quero meus erros de volta
Não quero um amor perfeito!
Só quero que exista
Que seja real
Rodrigo Giffoni Rodrigues
Onde você esta pode ser o lugar mais feio, mais ao seu lado tudo se torna lindo, as cores podem ser foscas pois você traz vida a elas e a mim.
Bianca Pereira Rodrigues