Resumo memoria de carcere-graciliano ramos

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Metafísica? Que metafísica têm aquelas árvores?
A de serem verdes e copadas e de terem ramos
E a de dar fruto na sua hora, o que não nos faz pensar,
A nós, que não sabemos dar por elas.
Mas que melhor metafísica que a delas,
Que é a de não saber para que vivem
Nem saber que o não sabem?

Alberto Caeiro

"Seja como os pássaros que,
ao pousarem, um instante,
sobre os ramos muito leves,
sentem-nos ceder, mas cantam!
Eles sabem que possuem asas ".

(Vitor Hugo)

NO AMOR NÃO HÁ FRONTEIRAS,NA MEMÓRIA ELE VIVE PARA SEMPRE.

DANIELLA

"Eu fiz aquilo" diz a minha memória. "Eu não poderia ter feito aquilo" diz o meu orgulho, e permanece inexorável. Eventualmente - A memória desiste.

Friedrich Wilhelm Nietzche

"O que a memória ama, fica eterno. Te amo com a memória, imperecível".)

Adélia Prado

lembrar é fácil pra quem tem memória e difícil pra quem tem coração

wilian shakespear

A história é testemunha dos séculos, luz da verdade, vida da memória, mestra da vida, mensageira do passado.

Cícero Marco Túlio

Prever o futuro é recorrer à memória:!:!:!:! Pensar no futuro é ser egoista com o presente, viver demasiado o presente é um pleonasmo do futuro.

José António Braga Furtado

PROCURA-SE ESPERANÇA DESESPERADAMENTE

"Entre idas e vindas me resumo feliz. Entre altos e baixos me resumo equilibrada. Sendo assim, tá na cara e não tem pane: ando meio mal mas vou sair dessa."

Tati Bernardi

As maiores loucuras são as mais sensatas alegrias, pois tudo que fizermos hoje ficará na memória daqueles que um dia sonharão em ser como nós: Loucos, porém, FELIZES...

Kurt Donald Cobain

A gratidão é a memória do coração

Antístenes

Seja como os pássaros que,
ao pousarem, um instante,
sobre os ramos muito leves,
sentem-nos ceder, mas cantam!
Eles sabem que possuem asas.

(Vitor Hugo)

Um homem sem raizes, é um homem sem ramos.

mpr

O brasileiro é um povo sem memória. Se o mundo acabasse hoje, ninguém lembraria disso daqui a uma semana.

Tarcísio Rocha

A memória do justo é abençoada, mas o nome dos perversos cai em podridão. Prov. 10:7.

Prov. 107.

De súbito sabemos que é já tarde.

Quando a luz se faz outra, quando os ramos da árvore que somos soltam folhas e o sangue que tínhamos não arde como ardia, sabemos que viemos e que vamos. Que não será aqui a nossa festa.

De súbito chegamos a saber que andávamos sozinhos. De súbito vemos sem sombra alguma que não existe aquilo em que nos apoiávamos. A solidão deixou de ser um nome apenas. Tocamo-la, empurra-nos e agride-nos. Dói. Dói tanto! E parece-nos que há um mundo inteiro a gritar de dor, e que à nossa volta quase todos sofrem e são sós.

Temos de ter, necessariamente, uma alma. Se não, onde se alojaria este frio que não está no corpo?

Rimos e sabemos que não é verdade. Falamos e sabemos que não somos nós quem fala. Já não acreditamos naquilo que todos dizem. Os jornais caem-nos das mãos. Sabemos que aquilo que todos fazem conduz ao vazio que todos têm.

Poderíamos continuar adormecidos, distraídos, entretidos. Como os outros. Mas naquele momento vemos com clareza que tudo terá de ser diferente. Que teremos de fazer qualquer coisa semelhante a levantarmo-nos de um charco. Qualquer coisa como empreender uma viagem até ao castelo distante onde temos uma herança de nobreza a receber.

O tempo que nos resta é de aventura. E temos de andar depressa. Não sabemos se esse tempo que ainda temos é bastante.

E de súbito descobrimos que temos de escolher aquilo que antes havíamos desprezado. Há uma imensa fome de verdade a gritar sem ruído, uma vontade grande de não mais ter medo, o reconhecimento de que é preciso baixar a fronte e pedir ajuda. E perguntar o caminho.

Ficamos a saber que pouco se aproveita de tudo o que fizemos, de tudo o que nos deram, de tudo o que conseguimos. E há um poema, que devíamos ter dito e não dissemos, a morder a recordação dos nossos gestos. As mãos, vazias, tristemente caídas ao longo do corpo. Mãos talvez sujas. Sujas talvez de dores alheias.

E o fundo de nós vomita para diante do nosso olhar aquelas coisas que fizemos e tínhamos tentado esquecer. São, algumas delas, figuras monstruosas, muito negras, que se agitam numa dança animalesca. Não as queremos, mas estão cá dentro. São obra nossa.

Detestarmo-nos a nós mesmos é bastante mais fácil do que parece, mas sabemos que também isso é um ponto da viagem e que não nos podemos deter aí.

Agora o tempo que nos resta deve ser povoado de espingardas. Lutar contra nós mesmos era o que devíamos ter aprendido desde o início. Todo o tempo deve ser agora de coragem. De combate. Os nossos direitos, o conforto e a segurança? Deixem-nos rir… Já não caímos nisso! Doravante o tempo é de buscar deveres dos bons. De complicar a vida. De dar até que comece a doer-nos.

E, depois, continuar até que doa mais. Até que doa tudo. Não queremos perder nem mais uma gota de alegria, nem mais um fio de sol na alma, nem mais um instante do tempo que nos resta.

Paulo Geraldo

Nas faldas do Himalaia, o Himalaia é só as faldas do Himalaia. É na distância ou na memória ou na imaginação que o Himalaia é da sua altura, ou talvez um pouco mais alto.

Fernando Pessoa

Embora seja curta a vida que nos é dada pela natureza, é eterna a memória de uma vida bem empregada.

Cícero

Considerações

Suave é tua memória
Quando pousa em minha lei
Doce foi a trajetória...
E mais que isso, não sei.

A culpa de pedra tornou-se
Coisa leve, solta, alada;
Quando se foi não deixou
Maldade a ser confessada.

Nada digo, nada entendo
Do tudo que aconteceu.
Algo bom se fez nascido,
Algo ruim se dissolveu.

E mais que isso não falo,
E mais que isso, não sei.
No passado um regalo
Pra curar o que chorei.

Cristina Faraon

Suave é tua memória
Quando pousa em minha lei
Doce foi a trajetória...
E mais que isso, não sei.

Cristina Faraon

Recordar é fácil para quem tem memória, esquecer é difícil para quem tem coração

desconhecido

Definitivamente quem vos fala é um homem morto
Quebrado na memória de mais um dia abraçado no frio
De Dezembro...

Um morto (sem dúvida) que vive nas folhas de papel
Que está quente na tinta dos versos
Assim é o Poeta...

Um morto que anda de metro, que lê o jornal
Que carimba mais um módulo
Assim é o morto que vos fala...

NiHil

A memória é o espelho em que vemos os ausentes."

Joseph Joubert

Desejo reter em minha memória a sua lembrança.
Cada sorriso que cada olhar que preenchia cada vazio do meu coração.
Cada toque que exasperava minha alma...
Tocar suas mãos...
era ter a segurança, derrotas que se tornavam vitórias....
Até que o beijo de tua boca,
mais uma vez, resgatou td em mim.
Cada espaço desse infinito universo.
Em meu coração guardo tua lembrança,
que nunca hei de esquecer!

Gustavo André

"Em resumo, ele é inovador. Ele é o indivíduo que exercita o que na literatura da administração é chamado de: liderança ..., mesmo não estando presente, ele é percebido como se estivesse."

Baumol
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