Resumo do livro meu professor meu heroi de adelaide carraro
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Call me mister Niterói
Call me mister rude boy
Call me mister superhero
Em inglês super-herói
You call me mister rude boy
Call me mister Niterói
You call me superhero
Em inglês super-herói
You call me mister rude boy
Call me superhero man
Call me mister rude boy
Black Alien on the microphone stand
I grab the microphone and I will be the number one
You understand?
You’re down with me in this Babylon
In this downtown place
I’ve been in disgrace
I’ve been in the space
I’m walking through the gates of the Lord
Now I’m paid so I don’t swing my swords
And I’m walkin’ through the Shaolin lands
Don’t you realize that the mic is in my hand now?
Call me mister Niterói
Call me mister rude boy
Call me mister superhero
Em inglês super-herói
You call me mister rude boy
Call me mister Niterói
You call me superhero
Em inglês super-herói
Por todo o ambiente eu levito, observo
O que não quero, evito, não levo
De ninguém sou servo
De brasilião ou de Audi
De buzão ou a pé pela cidade
Sempre na humildade
Black Alien confortável no underground de verdade
Na fórmula que instiga, investiga a respeito
Do pensamento estreito que causou aquela briga na boate
Machuca o peito
Que habita o coração que bombeia sangue de sujeito
Então, se liga, amizade
É lógico, minha rima me protege, meu sistema imunológico
Preso nesse mundo que nem bicho no zoológico
O bom filho à casa torna, Black Alien o filho pródigo
Eu olho pra frente, eu olho pra trás
Vejo Deus e satanás
Oh, yes, ou uma caixa de crachás
Mas eu não vejo justiça para Eldorado dos Carajás
Call me mister Niterói
Call me mister rude boy
Call me mister superhero
Em inglês super-herói
You call me mister rude boy
Call me mister Niterói
You call me superhero
Em inglês super-herói
Entre pobres nobres e os ricos esnobes
Eu não vou apertar a mão de quem quer que seja
O lobby não é meu hobby
Platina, ouro branco com brilhantes craveja
Brinda com champagne, tequila e cerveja
O povo em maus lençóis padece na revista Veja
E o mal que tu semeia no grau 666
Vou cantar pra lua cheia sem o Judas na minha ceia
Onde quer que esteja, Jah Jah sabe, somos nós
Peço que Jah Jah nos proteja
Call me mister Niterói
Call me mister rude boy
Call me mister superhero
Em inglês super-herói
You call me mister rude boy
Call me mister Niterói
You call me superhero
Em inglês super-herói
black alien (mister niterói)
Um professor é a personificada consciência do aluno; confirma-o nas suas dúvidas; explica-lhes o motivo de sua insatisfação e lhe estimula a vontade de melhorar.
Thomas Mann
Rotina noturna
Uma poltrona
um café
um livro
um cigarro
o som de Elis,
as lembranças de um amor
as saudades de outros...
a vontade de ouvir aquelas vozes
nem que seja por um instante,
buscando fantasmas no escuro
buscando a imagem de um passado.
Muda a música
o pensamento viaja,
vai em busca daquela...
daquela que de longe fica perto
perto no peito.
Vem na memória as risadas,
marcadas por um sorriso ecantador.
Nesse momento descubro
que palavras são poucas
noites são curtas
que a vida de tão grande
fica pequena,
para tantas vontades
tantos sonhos contruídos.
E principalmente
para que estes se realizem
Túlio Rivadávia
" O passado ruim é como um livro, agente lê, fecha e guarda, sem muito interesse de ler novamente".
Izabel Chaer
LIBERDADE
Ai que prazer
não cumprir um dever.
Ter um livro para ler
e não o fazer!
Ler é maçada,
estudar é nada.
O sol doira sem literatura.
O rio corre bem ou mal,
sem edição original.
E a brisa, essa, de tão naturalmente matinal
como tem tempo, não tem pressa...
Livros são papéis pintados com tinta.
Estudar é uma coisa em que está indistinta
A distinção entre nada e coisa nenhuma.
Quanto melhor é quando há bruma.
Esperar por D. Sebastião,
Quer venha ou não!
Grande é a poesia, a bondade e as danças...
Mas o melhor do mundo são as crianças,
Flores, música, o luar, e o sol que peca
Só quando, em vez de criar, seca.
E mais do que isto
É Jesus Cristo,
Que não sabia nada de finanças,
Nem consta que tivesse biblioteca...
Fernando Pessoa
"Do momento em que peguei seu livro até o que larguei, eu não consegui parar de rir. Um dia, eu pretendo lê-lo"
Groucho Marx
O TREM DA VIDA
Um amigo falou-me de um livro que comparava a vida a uma viagem de trem. Uma comparação extremamente interessante,quando bem interpretada. Isso mesmo. A vida não passa de uma viagem de trem, cheia de embarques e desembarques, alguns acidentes, surpresas agradáveis em alguns embarques e grandes tristezas em outros.
Quando nascemos, entramos nesse trem e nos deparamos com algumas pessoas que, julgamos, estarão sempre nessa viagem conosco: nossos pais. Infelizmente, isso não é verdade; em alguma estação eles descerão e nos deixarão órfãos de seu carinho, amizade e companhia insubstituível. Mas isso não impede que, durante a viagem, pessoas interessantes, e que virão a ser super especiais para nós, embarquem. Chegam nossos irmãos, amigos e amores maravilhosos.
Muitas pessoas tomam esse trem apenas a passeio. Outros encontrarão nessa viagem muitas tristezas. Ainda outros circularão pelo trem, prontos a ajudar a quem precisa. Muitos descem e deixam saudades eternas, outros tantos passam por ele de uma forma que, quando desocupam seu acento, ninguém nem sequer percebe.
Curioso é constatar que alguns passageiros, que nos são tão caros, acomodam-se em vagões diferentes dos nossos; assim somos obrigados a fazer esse trajeto separados deles, o que não impede, é claro, que durante a viagem atravessemos, com grande dificuldade, nosso vagão e cheguemos até eles. Só que infelizmente jamais poderemos sentar ao seu lado, pois já terá alguém ocupando aquele lugar. Não importa. É assim a viagem - cheia de atropelos, sonhos, fantasias, esperas, despedidas. Porém, jamais, retornos.
Façamos essa viagem da melhor maneira possível, tentando nos relacionar bem com todos os passageiros, procurando, em cada um deles, o que tiverem de melhor, lembrando, sempre, que em algum momento do trajeto eles poderão fraquejar, e provavelmente precisaremos entender isso, porque nós também fraquejaremos muitas vezes e, com certeza, haverá alguém que nos entenderá.
Amigos, façamos com que a nossa estada, nesse trem, seja tranqüila, que tenha valido à pena e que, quando chegar a hora de desembarcarmos, o nosso lugar vazio traga saudades e boas recordações para aqueles que prosseguirem.
Silvana Duboc
Deitado debaixo de uma cerejeira enquanto suas flores caem como se fossem neve, estou lendo um livro que me prende a atenção, estava na hora do protagonista descobrir qual era seu caminho, por isso não percebo a aproximação dela.Sutilmente fecha meus olhos com as duas mãos vindo de trás de mim.Pelo perfume eu a reconheci.Aliás eu soube desde a primeira vez quando o senti que tinha algo naquele cheiro que mudaria a minha vida.Ela então deitou na minha frente, com aquele charme de sempre, meu Deus como ela é linda, conversamos sobre muitas coisas,sempre conversamos muito, e quando já estava quase pra voltar pra casa branca onde morávamos com nosso cão tobby, colocou uma das minhas mãos na sua barriga, me deu um sorriso e saiu correndo.O que me fez me apaixonar por ela foi seu jeito de menina dentro de uma mulher.
Naquele momento coloquei o livro do meu lado e encostei a cabeça no tronco, a minha frente o verde dos morros começaram a cintilar.Disse a mim mesmo que a minha missão finalmente estava começando.Ter um filho com a mulher que eu mais amasse em toda a minha vida.Porque ter filhos com que pessoas que gostamos é simples, mas com a mulher que temos certeza que foi escolhida não por mim, mas pelo universo, por Deus, para ser a mãe sempre foi o que tive mais certeza em meu caminhar.Meus filhos ainda não nasceram porque eu estava procurando por eles e finalmente nos encontramos....
André Luis Aquino
Professor de (DEUS) é aquele que fala a você que (DEUS) é o único professor que existe.
denis
O livro é como um espelho. Se um bobo olhar para ele, não espere um gênio olhar de volta.
Desconhecido
A vida é um livro nao qual os ultimos capitulos
ainda nao foram escrito.
Daniel MurO
Aprendi a cantar sem professor, com a graça de deus eu sou completo.
Você vem me chamar de analfabeto, exibindo o diploma de doutor,
No congresso que eu for competidor, vou ganhar de você de dez a zero,
Seu doutor eu vou ser muito sincero, se eu deixar de cantar não sou feliz,
Ser poeta eu sou porque deus quis, ser doutor não sou porque não quero...
santana o cantador
Nao chores, filha. Pq o Leao da tribo de Judá, a raíz de Davi venceu. E pode abrir o livro e os selos. Ap 5:5. Praise God!
Belkis Braz
Está registrado no livro dos livros; que a verdade é o real poder que pode nos dar a liberdade. Ser livre é nâo
dever nada a ninguem. Lembre-se o direito da nossa
existencia; isto è o direito a vida foi conquistado
pelo justo; da seguinte maneira a vida do justo para
justificar os injusto.Entenda na revelaçâo de JESUS CRISTO. DEUS; na sua bondade nos revelou a verdade
a ciencia das ciencias a vida. O verbo se fez carne.
almeidaademir
Está escrito no livro sagrado que; No principio criou
DEUS os ceus e a terra; reflita para entender o que
realmente está sendo passado para nós simples mortais.
Procure entender porque está escrito que o filho da
criada nâo tem parte com o filho da legitima. Entendeu
a criada é a terra; o primeiro homem foi parido do
ventre da nossa mâe terra; nós somos semente dele.
A palavra é que realmente gera filhos para a eternidade.
Quer ser filho de DEUS entâo acredite; tenha fé e tudo
mudará; pois vais procurar planejar tudo que pretende
fazer.Assim como o pai cuida dos filhos DEUS cuidará
daqueles que acreditâo na vida; pois é a semente de
DEUS creia e lembre-se nâo somos bastardo.
almeidaademir
Uma a uma, todas as estrelas se apagam, solidárias com minha dor.
Malvado escritor,compôs no livro do destino, a cruel regra, onde define que a mim será negada a felicidade.
Theresinha Coelho
A vida é uma escola, onde o melhor professor é o
tempo.
gehlan
Resumo: A Crise da Extensão Rural no Brasil
A crise da extensão rural no Brasil surgiu nos primeiros anos da década de 80 num período de abertura, onde não se tinha clareza da gravidade do que estava acontecendo. Com as eleições livres tinha-se no imaginário que as dificuldades seriam superadas, tudo isto logo depois de um período de regime militar.
Com o passar do tempo as instituições de extensão foram sofrendo com a falta de incentivo, cortes nos salários, mostrando um futuro incerto para a extensão rural, chegando a atitude de no final da década de 80 o governo cortar a verba que mantinha a extensão rural, proclamando o fim da Embrater.
Os extensionistas ficaram perplexos ao verem o que tinha acontecido, atribuindo a decisão governamental a um ato de perseguição política e ideológica esquerdista por não aceitar as práticas dos princípios da extensão rural.
A extensão rural sofreu profundas modificações principalmente no Norte e Nordeste, onde só alguns estados mantiveram incentivos a extensão rural; em melhor situação encontra-se as regiões Sul e Sudeste do Brasil.
Entre os fatores fundamentais da crise da extensão rural no Brasil temos a crise do Estado brasileiro que optou por um modelo desenvolvimentista que foi unido com a crise do capitalismo mundial, canalizando à adoção da alternativa neoliberal. Temos também a modernização da agricultura integralizada ao setor da indústria diminuindo a importância das instituições de extensão rural.
Com a crise o Brasil optou pelo sistema neoliberal que cortou muitos gastos do Estado e passou muitas das suas atribuições e obrigações para o setor privado e filantrópico.
A crise do Brasil é identificada como a sua origem no II PND, utilizando crédito exterior para sua implementação em uma taxa de juro que aumentou substancialmente, saltando a dúvida externa brasileira, obrigado ao Brasil dentro das políticas neoliberais a implantação do Estado mínimo e do Mercado Soberano.
A crise tem suas origens externas e internas, as decisões norte-americanas no final dos anos 70 trás consigo grandes conseqüências ao Brasil como o crescimento da dívida externa, elevação do preço da energia, ... e internamente foi feita reformas liberalizantes e privatizantes.
O Brasil passa por uma crise econômica política, ideológica e a crise do Estado, sendo chamada crise estrutural. A descentralização passou a ser discutida já que agora tínhamos o mercado aberto. Como motivo para estas medidas vemos a natureza puramente política destinada a enfraquecer o poder central, evitando a instalação novamente de um regime ditatorial, passando cada vez mais a ser discutida a descentralização dos serviços prestados pelo Estado, que com o processo de privatização foram passados à prestadoras de serviços ou outras empresas.
O governo Sarney iniciou o processo de extinção da extensão rural no Brasil cortando as verbas da antiga Embrater, que foi confirmado com o governo do Presidente Fernando Collor.
O crédito rural disponível aos agricultores foi reduzido substancialmente dificultando o trabalho dos extensionistas que tinha no crédito rural um recurso metodológico de trabalho. Com a dificuldade dos agricultores em conseguir crédito rural os extensionistas estavam incapazes de criar uma nova metodologia de trabalho, pois todas eram alicerçadas no financiamento rural, contudo é notório observar que não houve a completa extinção do crédito rural, mas foi priorizado as grandes culturas e monocultivos como a laranja, cana de açúcar, café entre outras, paralelamente incentivando a exportação e a industrialização.
Thales Pantaleão
Ao meu querido professor...
Eu confesso – Poucas são as pessoas que gostam de mim – pois não sei fingir.
Tenho uma alma revolucionária, ao extremo, e me provocam agonia e pesar tantas manifestações desumanas e miseráveis.
Ultimamente tenho pensado a respeito disso e cheguei a algumas conclusões.
Antes de tudo, devo ponderar sobre a facilidade e destreza que certas pessoas encontram em serem mesquinhas, pobres de espírito, baixas moralmente e desfavorecidas em intelecto. E isto não é marca de classes menos abastadas; pelo contrário, vejo cada vez mais pessoas que se dizem “endinheiradas” cometerem barbaridades contra as condutas da boa educação.
Exatamente isto, talvez mesmo por se taxarem “endinheiradas”. Possuem apenas dinheiro, folhas ao vento, mas sem nenhum valor espiritual, sem qualquer civilidade social ou condições normais e saudáveis de raciocínio .
E, realmente pensando sobre isso, sentindo-me envolvida por um mundo caótico e sem freios de cidadania, me surpreendi com a existência, bem nítida, de pessoas raríssimas, que diante de tanta falta de educação, indignidade e lixos humanos, conseguem se fazer “luzes” aos olhos alheios. Conheço poucas pessoas assim, mas tenho orgulho de suas existências presentes e coexistentes à minha vida.
Uma dessas pessoas? O meu professor de literatura. Seu nome pode ser dito, sem receios: Osmar Oliva.
Não estou escrevendo sobre o assunto para alçar elogios de ordem prosaica ao nobre docente. Quero apenas, diante de tantas desfavoráveis experiências humanas, citar apenas uma das poucas que pode ser digna de louvor.
Bem... O professor e doutor Osmar Oliva é alguém que se atém a comentários pertinentes à sua disciplina, ao conhecimento científico de sua área e também de outras, e nunca à comentários extraclasse. Respeita nossos horários de início e término de aulas, mesmo que alguns necessitem sair mais cedo para conseguir condução, o que ele entende perfeitamente.
Mas o que me chama mais atenção nele é a maneira de ser humilde e voraz, simultaneamente, em seus discursos. É humilde ao apontar nossas falhas de maneira coesa e ética, é voraz em nunca atingir um desafeto com más palavras, antes com boas palavras aos que à ele parecem pertinentes. É exatamente isso que me encanta em sua fala.
O professor derrota verbalmente, com uma oralidade magnífica, os tons alheios de arrogância e desumanidade. Ele declara, de um modo não-verbal, olhos de superioridade à ignorância que persuade os mesquinhos, e parece conseguir vê-la ao longe, como algo que não quer atingir nunca, pois sabe que estas banalidades pertencem apenas aos tôlos.
Então, eu utilizo agora um grande clichê: “Quero ser como ele, quando eu crescer.”
Quero que minha alma atenha-se acima das coisas mundanas, momentâneas e que coexista na delicadeza da nobre linguagem humana. Desejo mais afetos que inimigos e quando não puder tê-los nessa ordem, desejo o silêncio, somente. O meu e o alheio.
Que eu esteja, sempre, acima das coisas e das pessoas pequenas. Que eu apenas sinta que passaram por mim, como o vento, por mais que o vento seja dotado de uma positividade enigmática. Apenas peço a Deus que me dê forças e coragem para não responder aos medíocres, que ocupam suas vidas e suas podres almas de tanta sordidez e futilidades, da vida alheia, da inveja ao mérito dos justos.
E por isso também que estou escrevendo. Por que parece tão fácil responder com grosserias à pessoas baixas e tão difícil assumir a nobreza de caráter de apenas uma, quando a encontramos em nossas vidas?
Escrevo para dizer ao professor Osmar e às raras pessoas como ele que sinto orgulho de conhecê-los, de tê-los tão próximos, para que talvez eu consiga absorver e aprender coisas boas. Escrevo para que estas poucas pessoas possam ter a certeza de uma admiração verdadeira e saudável, porque são dotados de atitudes saudáveis e justas.
Escrevo para não perder meu tempo com pessoas ou coisas fúteis. Prefiro preencher minhas horas com palavras afetuosas e puras.
Neste semestre, essencialmente, entre tantas decepções e desprazeres, pude conhecer uma pessoa maravilhosa, que com certeza ofuscou e apagou muitas tristezas, muitas lágrimas, não só minhas, mas de muitos colegas... Com a sutileza de suas considerações, com sua evocação e admiração machadiana, com seus apontamentos sobre a sedução da escrita, com sua postura lúcida e perfeita, com a aura do professor realista e espontâneo. Passei a amar a literatura, passei a ler Machado de Assis. Quero ter como exemplo pessoas excelentes e íntegras!_________________________________
Ana Beatriz Figueiredo Mota
Tenho a alma aberta
Como aberto, no prefácio,
É o livro recebido de presente.
Mas tenho códigos a serem seguidos.
Como o vento que comumente passa
Sem ouvir a pergunta:
“Oh, vento, se há a certeza do inverno,
Andará longe a primavera?”
Volto para o lugar onde;
Me invento
Me faço
Me encontro,
Me paciento,
E meu coração arde.
(Lá onde principiou o meu tempo)
Onde estarei a espera de quem a faça,
Não importa quanto tarde
Desconhecido
gostaria de ser um livro teu,para nascer no teu pensamento,viner na tua sabedora e ser publicado no teu coração.rafael
antonio rafael
Projetos paralelos
Queria ser super-herói, mais não sou invulnerável e nem tenho azas.
Queria ser famoso, mais não tive a sorte nem a competência.
Sonhava em ser importante, mais me falta vocação para os inundáveis da importância.
Queria ter, sonhei em ter, tentei ter, lutei por você.
Mais com tudo me faltou o fôlego e a força de um herói. Faltou-me o brilho de um artista e a importância dos imortais.
Procurei de outras formas te agradar, te conquistar, te cativar, te ter.
Tudo em vão, nada tocou seu coração.
Comecei a escrever, mais já me falta papel.
E hoje, bem hoje mais uma vês me deu vontade de escrever, escrever não sei o que, mais para você.
Procurei palavras, descobri rimas, gastei borracha, fiquei sem caneta.
E você ainda esta ai, não se toca ou faz de conta.
Mais em poucas palavras vou tentar descrever o que você é em mim ou para mim.
Projeto paralelo em todos os meus projetos.
Sonho inacabado de todas as manhas.
O desejo de natal sempre tentado, nunca realizado.
A luz da cidade bela vista de cima.
O azul do céu que não pode ser tocado.
E toda a ficção do cinema em um filme só.
Mais com todas as tentativas tenho algo de diferente, de melhor, algo que ainda não foi percebido.
Sou persististe, obstinado, um lutador valente que não se abala com a queda e levanta-se cada vês mais forte.
Um dia, há um dia, quem sabe um dia...
Você será minha.
E o projeto paralelo vai se unir ao principal.
Projeto principal este que também é você.
leonardo ítalo inácio (leo bala)