Ranier maria rilke
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SER, simplesmente, SER...
Trago no peito marcas,
marcas das correntes
Armadilhas camufladas
de um passado hostil
Trago nos punhos marcas,
marcas das algemas
Prisões impostas
por uma sociedade vil
Trago na mente, crenças
No coração, preconceitos
Invisíveis cárceres,
por mim aceitos sem questionar
Trago, carente, na alma
minha criança interior
sedenta de amor,
liberdade e "Lar"
Sonhos? Distantes
Dores? Presentes
Amores? Ausentes
Esperança? Meu tudo, meu nada
Correntes, correntes... Algemas
Humanidade, refém de si mesma,
Buscando a liberdade
onde ela não está
E eu? Cansei...
Atalhos? Vou a lugar nenhum
Não, já não quero mais
trilhar veredas comuns
Devolva-me
o que me é de direito
Ser AMADO, ser ACEITO,
SER, simplesmente, SER
Maria Aparecida Giacomini Dóro
O coração percebe imediatamente o que os olhos demoram a descobrir. E esse sentimento é o amor, que nada visa em troca, que só almeja o bem do outro. Não é egoísta, comodista, interesseiro, ambicioso, calculista nem cobiçoso. Mas é altruísta, benévolo, afável, acolhedor, afetuoso, agradável e terno. É simplesmente amor!
Maria Eugênia Calil
Silêncio
é o melhor alucinógeno.
Adoro injetà-lo na veia
ou cheirar longas
fileirinhas de silêncio,
deixando descortinar
tempestades de imagens
no deserto da razão.
Maria Antonia
A característica fundamental que diferencia o prazer da alegria é que o estado de alívio aparente produzido pelo prazer não só é impermanente como também insatisfatório
Angela Maria La Sala Batà
A felicidade é um "estado de consciência" e não o efeito de se alcançar um objetivo desejado ou da satisfação de uma necessidade
Angela Maria La Sala Batà
Poetas... Poetas constroem pontes entre as linhas frias do papel e suas almas... E é através destas pontes que as palavras poéticas, impregnadas de emoções e sentimentos, escoam e encontram o seu almejado destino: a alma do leitor.
Maria Aparecida Giacomini Dóro
Dores anímicas...
Minhas dores anímicas, sutilmente, me desafiam a depositar lágrimas sentidas sobre o passado, repensar o presente, abraçar o futuro e seguir em busca da luz perdida.
Maria Aparecida Giacomini Dóro
A vida é um relâmpago nas bordas do tempo...
Como viajante do infinito escolho ser luz por uma fração de segundos... ou deixar um vazio somatório de muitos nada como marca da minha passagem.
Maria Aparecida Giacomini Dóro
Num flash, um sonho...
Num flash...
A arte,
Prisão de átimos
Antes nunca existidos,
Depois jamais repetidos
Num flash...
Expressão registrada,
Prisão consumada
Do rosto
Do olhar...
Da vida em cena,
Vencendo o tempo
Que vai perdê-la
Num flash...
Expressão registrada,
Prisão consumada
Do medo
Da angústia...
Da dor que corrói a alma,
Vencendo o tempo
Que vai esquecê-la
Num flash, um sonho...
Liberdade!
Maria Aparecida Giacomini Dóro
Se eu soubesse...
Rafaella, minha doce menina,
Não tenhas medo!
Eu sou você no futuro
Vim te contar
Um segredo
Antes, porém, me acompanhe
Ao dezembro da vida,
Pois lá recordarás
Página por página vivida
Chegamos!
Rafaella, minha doce menina,
Não tenhas medo!
Vou te contar o segredo
Lembra-te do dia em que nasceste?
Do ciúme provocado
Do colinho disputado
Com a maninha Raianna
Lembra-te dos teus cinco anos?
Ciúmes, beicinhos e lágrimas...
Que desapareçam as rivais!
Eras a namoradinha do papai
Lembra-te dos teus dez anos?
Com as amiguinhas, exigente
E as histórias contadas
Pra mamãe confidente
Lembra-te dos teus treze anos?
Das bonecas esquecidas
Dos medos e dúvidas
Das paixões escondidas
Lembra-te dos teus quinze anos?
Da liberdade almejada
Das dores, amores e sonhos...
Da responsabilidade cobrada
Lembra-te dos teus vinte anos?
Dos trinta?
Dos quarenta?
Dos cinqüenta?
Dos sessenta?
E tantos outros mais...
Rafaella, minha doce menina,
Não tenhas medo!
Não tenhas medo da vida
Dos anos que passam,
Das lembranças que ficam
Pois cada página construída
É deveras importante
Se intensamente vivida
Maria Aparecida Giacomini Dóro
TIMONEIRO...
No barco,
SONHOS
No leme,
FORÇA
No mar,
CORAGEM
No horizonte,
ESPERANÇA
No infinito,
FÉ
No coração,
AMOR!
Acima do ter,
SER
Acima do falar,
AGIR
Acima do julgar,
COMPREENDER
Acima de tudo,
AMAR!
Agora vai, timoneiro
Singra os mares,
calmos ou revoltos mares
Mares existenciais...
E sejas FELIZ, muito FELIZ!
Maria Aparecida Giacomini Dóro
Segredos meus...
Alento por ti
Amor sem igual,
Incondicional!
Busco em ti
Amor sem igual,
Incondicional!
Incondicional é o Amor
Livre de indiferenças,
Preconceitos e desavenças
Amor-presença, Amor-doação
Amor que extingue a dor
Cristalizada no coração
Maria Aparecida Giacomini Dóro
Caminhos...
São tantos caminhos...
Decido!
Bagagens... Pra quê?
Se levo amor no coração
Livre, despojada, desapegada sou
Caminhos comuns me confundem...
Desisto!
Busco o novo...
O imponderável!
Livre, despojada, desapegada vou
São tantos caminhos...
Uns, abrasados pelo fogo do amor
Outros, reverenciados por folhas outonais
Uns, embaçados por lágrimas de dor
Outros, iluminados por centelhas vitais
Íngremes ou brandos caminhos...
Não importa!
O que realmente importa
São os passos, a meta... O amor!
Livre, despojada, desapegada sou
E... Num repente,
Corro riscos, assumo falhas
Acerto passos... Sigo em frente!
Maria Aparecida Giacomini Dóro
Envolva-me e eu entenderei
Conte-me e eu esquecerei
Mostre-me e eu lembrarei
Envolva-me e eu entenderei
Entenderei a magia do outono e suas folhas que caem...
Entenderei a ausência que se faz presente,
quando a presença se faz ausente
Entenderei a distância e as lágrimas
Entenderei a força criativa do amor
presente nas palavras, nas ações e nos gestos
desnudos de competição e egoísmo
Entenderei a magia do agora, como momento único
a ser intensamente vivido
Entenderei a importância da liberdade
exercida com responsabilidade
Entenderei as ânsias e as dores humanas,
muitas vezes, disfarçadas
Entenderei o HOMEM, a NATUREZA e a VIDA
e amarei sem medidas
Maria Aparecida Giacomini Dóro
Quando amamos tudo é motivo,
Para rir, chorar, sofrer e cismar.
Tudo é motivo para ilusão e decepção
Calor e emoção,
Sexo e paixão,
Ódio e satisfação,porém tudo é explosão de imenso tesão.
Paula Maria
nem que seja a ultima coisa que faça,,,,,,,,,,ame
maria lucia g p
me pergunto porque me calo,calo-me porque te quero calo-me porque no silencio tudo posso e nada faço,calo-me por meus anseios e desejos mas profundos,calo-me porque na calada da noite,ouso uma vos que dis cala-te
maria lucia g p
voce despertou em mim algo que avia adormercido adormecido com o tempo,tempo que eu nao tenho tempo que perdi no tempo,agora descubro-me sozinha no tempo,no tempo eu te encontro vou atravez do seu encontro e nele me encontro tempo
maria lucia g p
hoge nao sei quem sou me pergunto ao vento que passa ,e me deixa so,sozinha nesta selva nesta relva ,eu quero me encontrar,mas naõ sei ondi procurar,procuro-me nas estrelas no orvalho,eu tento me encontrar,no brilho dos seus olhos,mas nao sei onde esta
maria luci a gp