Poemas com Beatriz
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Amigos de verdade?
Amigos de verdade não sei se tenho,
Acredito na amizade verdadeira,
Mais no momento ela me falta!
Sinto saudade do que acontecia...
Conversas paralelas, discussões repentinas,
Gargalhadas gostosas, abraços apertados,
Risos sem graça, choros desesperados...
Ah, meus amigos...
Dizíamos frases feitas, mais no fundo eram mais que verdade...
Um simples: ”EU TE AMO” se tornava uma grande declaração...
Em momentos de desespero era deles, só deles o meu tempo...
Não tínhamos medo da má interpretação dos outros.
Para nós o que importa é o que sentiamos uns pelos outros...
Saudades de todos os olhares perdidos,
Porem encontrados por amigos de verdade.
Sei que com o tempo ficaremos perdidos entre si.
Quando nossos filhos perguntarem:
-Quem são essas pessoas?
Com muita saudade, porém orgulho, responderei:
-São meus velhos amigos!”
Com o tempo o contato será mais difícil
Porém em pensamentos estaremos sempre perto!
Beatriz Brum
*** A Verdadeira lágrima não é a que escorre dos olhos e desce pela face, mas sim aquela que cai no coração e permanece na alma...
Beatriz Guimarães Pereira
Pelo exemplo de Beatriz compreende-se / facilmente como o amor feminino dura pouco, / se não for conservado aceso pelo olhar e pelo tacto do homem amado.
Dante Alighieri
Ao meu amigo Rodrigo Resena...
Não fale uma palavra
não é preciso dizer com excessos
pois teus próprios braços me dizem algo
da imensidão do céu ao infinito mar
com aguçadas e bravias marés,
com cintilantes e jocosos jasmins.
E inebriada estou a tanto
que me pergunto o quanto...
De tantos amores padeci por ti
e de êxtases ressurgi então
Para te dizer com beijos
tudo que não precisa ser dito...
O que já foi devorado,
fundamentado e exilado em meu ser,
Quanto teus olhos me laçam
Quando tua alma me toma
mais e mais uma vez em teus braços.
Neles me debruço,
me enredo e ,as vezes em soluços, esqueço
do pavor que é amar sem extremos
da angústia que é a certeza de findar-nos tão cedo,
tão antes do esperado...
mil anos, que sejam contados...
Queria viver eternamente do teu amor
e por ele renascer todas as manhãs
como nesta e noutras...
Pois meu bem é maior que a vida
e mais desejado do que há além dela.
Ana Beatriz Figueiredo Mota
A fortuna do tempo
exata e irremediável,
a que veias há de romper
corroendo a face dos seres
e aviltando-as com seu poder.
A fortuna opróbria
a qual o vento ateia seu véu,
sem querer.
fazendo-te, morte, enxergar as lágrimas brandas
e quentes, ainda ao amanhecer!
A fortuna do pecado,
do desejo desmedido
Querer, ter...
Ainda jaz dentro do peito
“A dor que desatina sem dor”,
como dizia o poeta,
sem para quê, nem por quê.
Mas entre todas as fortunas,
da fortuna do saber,
que não se finda nas raízes,
pois é maior que qualquer ser.
Desta, pois, exala encantos
e nem mesmo o amor supera,
nem desejo, virtude ou miséria.
No saber, ao ouvir as luzes,
tampouco importa com quais sentidos...
Sentindo o olor destas palavras
ou até mesmo apalpando alheios gritos.
Pois pouco importa onde mora
as outras fortunas desmerecidas,
se com o saber meu ser se eleva
e alcança o maior segredo da vida!
Ana Beatriz Figueiredo Mota Soares Resena
À minha amiga Paola...
ÉS A MENINA-MULHER SURPREENDENTE, ARDENTE E COMPLEXA!
DÁ SENTIDO AOS QUE ESTÃO À SUA VOLTA, PORQUE BRILHA E, AO MESMO TEMPO, ILUMINA A TUDO QUE SE FAZ PRESENTE!
PORQUE SORRI DE UM MODO INFINITAMENTE MÁGICO E QUANDO CHORA, SEUS OLHOS ESPELHAM A ALMA...ALMA MAIS DOCE, FORTE E SÓBRIA...
GESTOS MAIS AFETUOSOS E INIMITÁVEIS...
ÉS INTEIRAMENTE PAOLA, ESTRELA EM METAMORFOSE.
MAIS RARO QUE TEU OLHAR?
O CORAÇÃO E OS DESEJOS...
MAIS INDECIFRÁVEL?
TEUS SEGREDOS.
Ana Beatriz Figueiredo Mota
Á personagem da história...
Á quelas, gravadas com tanto primor e maestria, que nos deixaram noites e noites sob a luz das estrelas, extasiados, envolvidos e admirados...
Áquelas que povoaram sonhos e realidades diversas,
Que fascinaram os pueris, que lavaram a alma dos pecadores, que aviltaram os presunçosos...
Á personagem inesquecível, nos atos, na essência e nas razões, que o próprio punho criador desconhece e , por sublimes vezes, estremece com seu vigor...
Á personagem que encheu-nos de glórias, que nos fez crescer interior e exteriormente,
Que nos acompanhou dias e noites , numa incansável luta acadêmica, árdua, porém encantadora.
À Capitu, Paulo Honório, Macabéa, Peri, Cecília , Emília, Brás Cubas, Iracema, Policarpo Quaresma, Riobaldo, Capitão Rodrigo, Dona Flor, Gabriela e a tantos outros , as nossas sinceras homenagens e nosso grandioso apreço.
Ana Beatriz Figueiredo Mota
Ilusão desmedida, desenfreada, devassa, estúpida!
Que circunda minh'alma vaga...
e a faz desordenada , alada!
Que vem estragar minhas palavras...
Com um olhar destrincha os gestos,
desarma, desnuda, rebusca.
Se ao menos eu gritar teu nome pudesse...
VIDAAAAAAAA...
O que mais hei de entregar-te?
Se quando me olhas,
já não sou eu,sou metade.
Inteira, mente, só a ti pertences.
Antes que eu morra pelo platônico descompasso
e antes mesmo de ser findado meu querer,
sem haver, alento, começado.
Vira-te, que contemplar prefiro as suntuosas nuvens,
ou ao breu da noite, atravessar ...
À tempestade, até mesmo, se vier.
Pois apenas uma senha entrega-me,
an-da...
Vá pra onde não me alcança teu olhar.
E em secreto esconde meu pesar.
D'onde nenhum ser possa avistar.
Ana Beatriz Figueiredo Mota
Muitas perguntas ainda não foram respondidas, e talvez nunca sejam.
Porque o tempo cria nós nas pessoas e as atam num destino desmerecido e indesejado.
Observo muito ao meu redor, os seres caindo em ostentações forjadas ,e presos, tentam continuar suas vidas, que poderiam ser bem melhores.
Ana Beatriz Figueiredo Mota Soares Resena
Não há paixão que dure
Não há sonhos em branco
Não há alguém que não ceda
Diante de encantos...
Não há alma que freie
Impulsos de desejo
Não há quem segure olhares,
Quem não se precipite ao beijo.
Não há quem siga ao vento
Por mera distração
Há aqueles que dele fazem temporal,
Mesmo sob o mais intenso clarão...
Não há quem fixe e não arda,
À olhares entrelaçados de medo...
Há aqueles que deixam-se perder,
Por conta de seus segredos...
Não há penumbra hostil,
Que não venha acompanhada
De frutos nostálgicos ,
Face da pessoa amada!
Não há quem pressupõe
Algum dia mudar seu turno,
Estando diante daquilo que
Lhe faz perder o rumo!
Ana Beatriz Figueiredo Mota
O tempo não passa quando estou longe de ti!
Quando estou perto ,rezo para ele deixar de existir!
beatriz goes pintacilgo
Onde quer que eu vá, levo comigo uma certa nostalgia daquilo que não se pode compreender. Algo tão insólito que me faz pensar e repensar milhões de vezes sobre questões que não são minhas, exatamente.
Me inquieto no mal alheio e nele estabeleço meu caos! Sem prudência, defendo e mergulho n’algo que, se antes era irrelevante, agora se faz essencial.
Já quis ser poeta, almejei glórias, fortunas, mas descobri a tempo que a única e primeira glória do homem é o amor e a humanidade à flor da pele!
Considero que o livre arbítrio deva se exercitar à intuição, senão seremos tão dispersos como folhas ao vento.
Ana Beatriz Figueiredo Mota
Por um instante eu queria ser lúcida
e velar meu sono de maresia
e deitar meus braços sobre as pontes
que unem sonhos e fantasias.
Queria estar repleta de sentidos,
e de sentidos, ser exata
alheia ao mundo
fulgaz ao caos
remando a vida
aparando lágrimas e estrelas.
Queria ater-me a olhares sutis,
desvendar enigmas,
aparar a brisa
e fugir do tempo.
Fugir do destino do fim.
Fugir, por apenas um instante
e por tantos outros,
de mim."
Ana Beatriz Figueiredo Mota
“Ainda que eu segure nós de lágrimas,
cálidas, errantes...
Caos da tua figura,
alheio ao que no meu íntimo ser penetra.
Mordaz são meus desejos,
que de pouco a pouco em tí se faz segredo,
mais do que em mim habita...
Segredo de sangue, gravado, ardente, inebriante,
quando com teus luzeiros, clarão me fitas...
momentos de torpor, delírio, fulgaz meus pensamentos...
Vão ao longe entrelaçar-te, amarrar-me com vãos desejos...
Que aos meus sonhos dão contorno,
no calor e ardor dos teus beijos.
Calo-me, poucos instantes, tão imersos em medos...
Falo-te com mil audácias, tão claro e não vês...
Quem sabe buscar-me-á quando for hora, para que te alente ao cair do soro.
Soro este que já choro...Junto á tua pseudo ausência!
Cravado aos instantes que me ignoras."
Ana Beatriz Figueiredo Mota
Crianças são esquecidas, deixadas pela razão da ignorância, deixando de viver para apenas sobreviver sobre os cacos de uma sociedade fria...
Beatriz Meleiro Teixeira - Eu
Fatos imobilizam a sociedade, verdades são cuspidas de repente, porém será necessário mais do que indignação para a mudança
Beatriz Meleiro Teixeira - Eu
Se você é um filósofo que não consegue enxergar o que existe de vivo além dos livros e dos pós das bibliotecas, viva mais a filosofia, talvez um dia quem sabe, ao invés das citações dos mortos, você seja capaz de citar também o que está dentro de você.
Beatriz Camelo
Este estuprador e assassino confesso de Amanda Beatriz ja' deveria estar morto ha' muito tempo. Havera' algum advogado que em sa consciencia pra defende-lo?Vejam o que ele fez com a menina....
Armando Baptista de Carvalho