Poema de nando reis

Encontrados 92 com a expressão poema de nando reis

Se não soubermos como virar a fita, continuaremos a tocar a mesma música chamada sofrimento!

Gabrei Reis Amaral

Angra dos Reis

Deixa, se fosse sempre assim
Quente, deita aqui perto de mim
Tem dias, que tudo está em paz
E agora os dias são iguais..

Se fosse só sentir saudade
Mas tem sempre algo mais
Seja como for
É uma dor que dói no peito
Pode rir agora
Que estou sozinho
Mas não venha me roubar...

Vamos brincar perto da usina
Deixa pra lá
A Angra é dos Reis
Por que se explicar
Se não existe perigo...

Senti teu coração perfeito
Batendo à toa e isso dói
Seja como for
É uma dor que dói no peito
Pode rir agora
Que estou sozinho
Mas não venha me roubar
Vai ver que não é nada disso
Vai ver que já não sei quem sou
Vai ver que nunca fui o mesmo
A culpa é toda sua e nunca foi...

Mesmo se as estrelas
Começassem a cair
A luz queimasse tudo ao redor
E fosse o fim chegando cedo
Você visse o nosso corpo
Em chamas!
Deixa, pra lá...

Quando as estrelas
Começarem a cair
Me diz, me diz
Pr'onde é
Que a gente vai fugir?

Renato Russo

PORQUE O GUERREIRO DE FÉ NUNCA GELA,
NÃO AGRADA O INJUSTO, E NÃO AMARELA,
O REI DOS REIS, FOI TRAIDO, E SANGRO NESSA TERRA,
MAIS MORRE COMO UM HOMEM É O PREMIO DA GUERRA,
MAIS Ó,
CONFORME FOR, SE PRECISÁ, AFOGA NO PRÓPRIO SANGUE ASSIM SERÁ,
NOSSO ESPÍRITO É IMORTAL, SANGUE DO MEU SANGUE,
ENTRE O CORTE DA ESPADA E O PERFUME DA ROSA,
SEM MENÇÃO HONROSA, SEM MASSAGEM.

A VIDA É LOKA NEGO,
E NELA EU TO DE PASSAGEM,

RACIONAIS MC

Os reis continuarão a perder a cabeça enquanto trouxerem a coroa mais sobre os olhos do que sobre a fronte.

Antoine Rivarol

Quando os povos deixam de ter estima, deixam de obedecer. Regra geral as nações que os reis reúnem ou consultam começam por votos e acabam por vontades.

Antoine Rivarol

A lisonja corrompe quem a recebe e quem a dá; e a adulação não é mais útil ao povo do que aos reis.

Edmund Burke

Se um livro é mau, nada o pode desculpar; sendo bom, nem todos os reis o conseguem esmagar.

Voltaire

Ricardo Reis (Fernando Pessoa)
Sábio

Sábio é o que se contenta com o espetáculo do mundo,
E ao beber nem recorda
Que já bebeu na vida,
Para quem tudo é novo
E imarcescível sempre.

Coroem-no pâmpanos, ou heras, ou rosas volúteis,
Ele sabe que a vida
Passa por ele e tanto
Corta à flor como a ele
De Átropos a tesoura.

Mas ele sabe fazer que a cor do vinho esconda isto,
Que o seu sabor orgíaco
Apague o gosto às horas,
Como a uma voz chorando
O passar das bacantes.

E ele espera, contente quase e bebedor tranqüilo,
E apenas desejando
Num desejo mal tido
Que a abominável onda
O não molhe tão cedo.

Ricardo Reis (Fernando Pessoa)

Ricardo Reis


A Cada Qual

A cada qual, como a 'statura, é dada A justiça: uns faz altos O fado, outros felizes. Nada é prêmio: sucede o que acontece. Nada, Lídia, devemos Ao fado, senão tê-lo.

Ricardo Reis
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