Patricia carvalho

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Estamos no presente para pagar e apagar os erros do passado!

patricia

Você!

Você me trás o sorriso quando eu quero chorar,
Você me dá alegria mesmo nos momentos em que eu desejo não estar aqui,
Você me diz as coisas certas, e me faz sentir confiante.
Me fez viajar em seu sorriso,
Em seu olhar encontrei a resposta pra tudo,
E no seu abraço eu encontrei mais uma parte de mim.
Tenho em minha mente, a lembrança de tudo que já passamos
Dos abraços que demos,
Das conversas que tivemos...
Tenho em meu coração teu nome escrito,
Tenho em meu olhar a sua lembrança,
Tenho em meu sorriso cada momento contigo.
Quero que guarde na memoria:
Que eu te amei, te amo e sempre te amarei...
Wellington Fernando Couto Pimentel, eterno.

Ana Patrícia

Amigos são aqueles que estão sempre nas horas em que mais precisamos.
Amigos são companheiros, irmãos, cúmplices, são as melhores pessoas do mundo, são aquelas em que podemos sempre confiar sem medo.

Monique de Carvalho Leite

ETERNA PRESENÇA ...


Olha nos meus olhos ...
ou a realidade do seu sorriso ...
Abro e entrego para você o meu coração ...
Quero transformar em sonhos a sua vida ...

Os meus olhos procuram os seus ...
Eles querem apenas esperança levar a você ...
Minhas lágrimas são gotas de orvalho nascidas da minha emoção ...
Fazendo brotar o amor que está adormecido em seu coração ...

Quero receber o seu carinho ...
O seu abraço suave ...
E as caricias das suas mãos ...
Trazendo-me calor e fazendo-me viver ...

Quero em sua boca tocar ...
E receber seu beijo cheio de carinho ...
Fazendo os meus olhos brilharem de emoção ...
Somente assim em meu amor você vai acreditar ...

Eu não vou me afastar de você ...
Pois não saberia como viver ...
Sem a ternura e a alegria que você traz ao meu coração ...
E nunca quero ver você sofrer ...

Estarei sempre presente em seu jardim ...
Na beleza e colorido das flores ...
Na frescura da grama recém molhada ...
Pois eu sou o sonho e a esperança que moram dentro do seu coração ...
Basta que você cuide bem de mim ...

Patricia Montenegro

O que é especial, de qualidade e valoroso está guardado, o que não tem muito a oferecer sempre fica na prateleira, onde todos podem pegar.

Jaibora Guzatti Carvalho

• No silêncio da noite •

No silêncio da noite,
Nenhuma voz humana,
Somente escuto o som dos animais,
E o barulho das árvores lá fora.
Eu estou pensando em ti, só em ti.
Quero escutar sua voz,
Sentir teu cheiro,
Encostar em teu corpo,
Admirar teu jeito.
Quero ver seu sorriso,
Odeio ti ver triste,
Nesta noite eu só desejo,
Ver você mais uma vez.

Patrícia

Eternize

Quero te ver sorrindo,
Ver a alegria em seu rosto,
E o brilho no seu olhar.
Quero ver você dançar,
Balançar, Agitar.
Quero extravasar,
Dançar até clarear,
Quero sentar ao teu lado e não mais soltar,
Quero que o momento eternize,
E ver o dia raia vendo seu sorriso.

Patrícia

Meu amor saiu por aí e não voltou mais. Perdeu-se o meu amor. Deve ter entrado numa tabacaria, livraria, lavanderia, tornearia, padaria, sabe-se lá. O fato é que meu amor perdeu-se. Nunca pensei que meu amor sairia a vagar, ficaria olhando uma vitrine, dobraria numa rua qualquer, entraria em um beco, cairia no chão e ficaria lá, preso entre o meio fio e a desilusão, olhando o movimento dos carros, fixado nos passos das pessoas, no vai e vem dos dias, apático, apoplético.

Meu amor perdeu-se. Não sei se um belo dia decidiu fugir de livre e espontânea consciência, ou se foi uma idéia que lhe surgiu de repente. Nunca foi distraído, o meu amor. Nunca deu-se a arroubos de insanidade nem a inconsciências transitórias. Penso que talvez esteja sofrendo de amnésia ou Alzheimer, com sorte quem sabe apenas um surto passageiro de estafa. Sumiu faz algum tempo – tempo demais para este meu coração danado de ansioso – e faz-me uma enormíssima falta. Já não há capuccinos que cheirem a canela, não há livros que me façam chorar. Abandonaram-me as músicas que eu sei de cor e que são obrigatórias por lei serem cantadas com as janelas do carro bem abertas, ou para que os vizinhos ouçam e riam. Enegreceu qualquer coisa que deveria estar por perto e agora não se acha, desertaram os perfumes da terra, da chuva, das manhãs de sono, de cabelos molhados, de café com pão, dos inícios das tardes quentes que contrariam as frentes frias.

Meu amor saiu e não voltou mais e não há o que possa suprir sua falta, não há o que possa ocupar seu lugar. Sem meu amor eu não sou eu, sou o forro roto do meu casaco, a pedra fria da minha casa, sou um corpo deambulante e oco que dormita dia e noite. Se alguém o encontrar, é favor devolvê-lo com a máxima urgência, avisar os bancos de sangue, a polícia militar, chamar a ambulância, convocar a assembléia de condomínio, tocar trombetas, marcar cirurgia, decretar feriado, publicar na imprensa de grande circulação, gritar por mim. Por favor.

Patricia Antoniete

Ensina-me, Sem Nome, a não querer como se perdesse, quando perdesse, se perdesse. Obriga-me a desaprender a só querer à beira do precipício, sempre num começo que não se faz, sempre com o gosto do fim na boca, sempre com o travo da imposibilidade na língua. Faz de mim, Sem Nome, a regeneração do que brota e não morre antes que a vida ascenda da terra, antes que do sol conheça o calor, ou que assim que o conheça volte ao útero da espera na escuridão. Dá-me, Sem Nome, o querer compossível, o não fugidio e efêmero, o que se perfaz além do instante, além do que a vista possa conceber como agora. Permita-me, Sem Nome, que eu queira o que anoiteça e amanheça, que eu saiba fazer a minha espera com mais que um vazio nos braços e um olhar no que não alcanço, que eu não me perca na memória do gesto que fica e reverbera, mais do que no toque que se personifica, nem no triste fio frágil do que não tece além do que foi. Alcança-me, Sem Nome, vira-me pelo avesso de mim, traz-me à terra, fere-me as asas, planta-me os pés, dá-me olhos para o mundo, esse que não quero, esse que não vejo com minha alma de fogo e cinzas.

Patricia Antoniete

Meus grandes momentos de felicidade não coincidem com grandes

momentos. Não se tratam de rituais de passagem, de grandes realizações, não têm holofotes, arranjos de flores, entradas triunfais, rufar de tambores. Poucos deles ficaram na memória associados a uma data e são muito mais sensações, frases soltas, pequenos gestos do que propriamente grandes momentos. Foram, na verdade, ordinariedades simples capazes de parar o tempo e me mostrar a perfeição do instante, de revelar milagrosamente, como quem tira um coelho da cartola, a felicidade irretocável que eu estava vivendo. Gérberas enroladas em papel pardo numa manhã de sábado. Café com empada e jornal na Rua da República. Banheira e sopa de abóbora temperada de lexotan. Saguão de aeroporto esperando amigos que conversavam fumando. A mão que brinca por debaixo das cobertas com a minha tornozeleira. Cadeiras lado a lado no salão de beleza com a irmã que vai casar. A subida da serra num carro 1.0 com Facelo de co-piloto e DJ. Amigos dividindo pão de queijo e café pra se despedir. Um quarto de hotel num fim de tarde fúcsia com os Morelembaum de trilha. A boca cheia de spaguetti. Calor, refrigerante, poeira e 8.000km num carro sem ar condicionado. Nininha fritando bolo de batata. Ser embalada aos pulinhos. Um anel escondido nos lençóis. "Ticcia, Ticcia, ó, não tê lua, tê estelinhas". O Frescão na chegada ao Rio. Roupa manchada de laranja 60 percebes depois. Chope do Liliput. O elogio de um cara genial. A escada rolante do desembarque. Sentir-me em casa.

Patricia Antoniete

No escuro do mundo.



Saudades de por vir, eu diria. E diria mais, mas é que agora a palavra engasga nos dedos, foge das mãos, afunda entre os seios, encrava e quase dói. Só não dói, diga-se, porque há muito fiz um acordo com o gume das palavras: elas se amolam em mim, mas me poupam de seu corte. Não tenho dormido o sono de apagar o mundo. Durmo com grandes olhos abertos sobre mim mesma, boiando afogada sobre o quarto, à procura de algo, uma fenda, um oco, uma ranhura que me escoe e absolva. Tenho medo de esquecer teu corpo, te disse? E para não te perder da memória, recito teus pedaços aos meus sentidos numa estranha tabuada e tenho medo de já lembrar do que não é, de já ter fabricado novas cores para os teus olhos, para as tuas mãos, de tu já seres metade reinvenção de mim mesma. (Eu deitei mesmo sobre o teu peito?) E quero desistir, às vezes. Muda e imóvel flutuando no escuro gelado da madrugada, abandonada de todo e em cada parte, quase recobro uma consciência outra que nunca tive onde eu te decifro e tu te apequenas até sumir, mas nem isso dói. O mais parecido com dor é mesmo essa saudade de tudo que eu não sei se conjugo no futuro ou no passado mais-que-perfeito.

Patricia Antoniete

Porque é único.



E é estranho e raro que eu saiba sempre que adjetivo vais usar, mas mais bonito ainda é a surpresa de saíres com algo que eu não suspeitava ser tão perfeito. E eu fico mais feliz quando o tempo passa e vamos conversando e conversando e conversando de assuntos que são quase obras de Escher e, em vez de ficarmos mais cansados, ficamos com mais vontade de. E rimos, um do outro e um com o outro. Mas rimos sobretudo de nós mesmos, cada um de si, confessando idiotices e fraquezas e bobeiras, porque estar à vontade é mesmo isso, rir de si mesmo com vontade e sem medo nenhum, acolhido, amparado, sem peso ou constrangimento das humanidades que nos aproximam e nos encantam. E eu te conto de mim e das coisas que nem eu mesma sabia antes de te falar e tu contas as tuas histórias como quem visita uma casa antiga, agora cheia de sol. E eu te deixo ver as feridas e tu me contas onde estão tuas fragilidades, e temos vontade que o tempo estanque, que a distância encurte, que se possa fazer isso tudo de pernas entrelaçadas esperando adormecer um sobre o outro, cabeça no peito, dedos emaranhados nos cabelos, um cheiro de pele que traz uma embriaguez mansa que não poderia ser chamada de outra coisa que não de paz.

Patricia Antoniete

SEM MEIO TERMO.

Não se vive aos cadinhos. Não se esmola vida. Não se pede licença para existir. Não se existe de favor. Viver é apoderar-se dos instantes, copular com os dias, apossar-se do estar sendo, emprenhar-se do mundo, dos sentidos, do agora. Viver é rasgar-se por dentro, deixar-se arranhar pelos cílios do medo, vibrar na alta freqüência do desmedido, enfiar a língua entre os dentes da insanidade, parir-se ao contrário todas as manhãs. Viver não é um exercício de preservação, mas de flagelo. Não há resguardo possível àqueles que estão vivos, nem prudência, nem moderação. Vida é o caminho que se faz todos os dias entre a loucura e a sanidade. Estar vivo é não ter medo de se perder nesse percurso.

Patricia Antoniete

Sou obscena.
Meus quereres são pequenos, e tão plenos, que absolutos.
Absolutizam-me a mim e a quem se deixa apanhar no dourado puçá do sonho que não é promessa: vislumbre.
Quando quero, quero o meu.
O meu cada vez mais meu, o meu tão meu que já não me pertence, alheou-se de tanto doar-se e virou-se no avesso de si mesmo.
Assim o quero, tripa e entranha, todas as infinitas e estranhas nuances e processos internos, brilhando opalescentes, jóias orgulhosas sob a luz do sol.
Sorrio condescendente após a emulação do desvelo.
Nada se desvenda, tudo é secreto.
Quanto mais exposto, menos se vê.
Contemplo.
E não quero respostas.

Patricia Antoniete

Tips da Obscena Sra. T.



Não vou mais tentar me convencer do que os outros querem que eu me convença ou do que os outros julgam que seja o melhor, o mais adequado, o recomendável. Eu não me convenço de nada; eu sei e sinto. E mudo de idéia quando me der na telha, a propósito.

Tem coisas que eu quero muito e não sei bem como elas se materializariam se acontecessem. Não consigo nem de longe prever a logística. Também tô pouco me importando. Se é algo que eu quero muito, se acontecer, eu dou um jeito (nem que seja reorganizando todo o resto). O nome disso é estar vivo e manter a capacidade de viver, com todas as suas melhores e mais drásticas conseqüências.

É bem verdade que tentar é arriscar a dar tudo errado. Em compensação, tentar também é arriscar a dar tudo muito mais certo do que já deu até aqui. Entre a tentativa e a resignação, há o que se construiu de si mesmo e a confiança que se tem de que se pode fazer ainda melhor (e que se merece mais). É precisamente o caso.

Não vou desistir. Nem hoje, nem amanhã, nem depois de depois de amanhã. Porque eu sei. Dentro da cabeça, em cada neuroninho, em cada célula, em cada terminação nervosa. Eu sei até o osso. Eu soube desde o instante zero e por mais que eu tenha pensado e repensado e meditado e sopesado, eu nunca tive dúvida. Eu sei que é isso. E que isso é o começo do que eu posso fazer. Não vou desistir.

Patricia Antoniete

TP 179.
Passaram poucas horas juntos, com a sensação de que seu encontro era mais que uma conspiração de acasos. Não puderam entristecer-se, felizes que estavam com aquela brecha de vida que desenrolava uma fita, que tecia um urdidura rara e frágil. Falaram da vida e do mundo aproveitando cada instante, sem reservas ou medo, sem querer estar em nenhum outro lugar além dali mesmo, ao lado, desfrutando os minutos com a entrega absoluta da iminente finitude. Mereceram esquecer-se da vida que existia fora daquelas circunstâncias, porque concederam-se experimentar as possibilidades, ainda que as possibilidades fossem nada mais do que desejo secreto e improvável. Descobriram que podiam partilhar uma invenção do mundo em que só eles eram o que realmente eram e que lhes permitia serem assim, na simplicidade do acaso, um pouco um do outro como não tinham experimentado ser para ninguém, sem plano ou aquiescência, sem querer. Habilitava-se uma cumplicidade irrepetível que fazia o ar mais doce, mais calmo e seguro, subentendida a singularidade do que estavam vivendo, como se sussurrassem em silêncio para que cada segundo fosse sorvido, gravado, absorvido, tatuado na memória dos sentidos. Sem tristeza ou pesar, procuravam reter tudo o que eram capazes um do outro, relicário de imagens e sons, o riso, a maneira de mexer a boca, erres e esses, a cor das mãos, o nome dito por aquela voz, a marca dos lábios no copo, os cílios inquietos, os cabelos em desalinho, um cheiro de perfume e sono, o formato das unhas, o volume do corpo. Sabiam que não ousariam rebelar-se contra o que se fazia posto e acabado na vida que era para além dali, mas queriam guardar um do outro, ainda que ainda não soubessem, recortes e fragmentos para contarem sua história de outras formas, de outros jeitos, com outro enredo que lhes permitisse experimentar o gosto da boca, dos líquidos, o peso do corpo, o calor das mãos, suas sombras, noites, vento, manhãs. Porque precisavam disso, do que eram e da rebeldia escondida do que poderiam ser, mesmo longe, mesmo reinventados, mesmo nas lembranças imaginadas do que nunca teriam vivido, uma dobradura feita daqueles momentos, como se pudessem transformar os instantes em uma outra coisa qualquer, sem lógica ou tempo, viva por si mesma dentro deles em algum lugar. Secretamente viva e possível, assim que ousassem vivê-la.

Patricia Antoniete

Que nossa presença seja sempre desejada e nunca imposta ao outro.

Maria Elvira De Carvalho

'Não olhe seus estudos como uma obrigação e sim como uma oportunidade invejável"

patricia

Entrega teu caminho ao Senhor, confia Nele e Ele tudo fará.

patricia jardelina

As piores loucuras são as mais sençatas alegrias para aqueles que sonham em ser como eu louca mais feliz

Kherem Pereira de Carvalho

Carta de Navegação




Benevolência a ti, devo ou não?
Tudo, porque revitaliza-se ao meu coração
que bate aceleradamente, em grande pulsação
deixando-me mais uma vez sem ação.

Tudo começou no fim de um grande verão
no momento do retorno dos pássaros
uma velha e conhecida imagem mudou de classificação
e os impulsos não mantinham a concentração

O meu grande dever é lançar-se nesses mares
a fim de descobrir mais verdades
sobre esse bem cheio de propriedades...
por favor. grande representante!
a qual tanto duelei...
ajude a esse coração que aspira a maresia
desse grande mar
a qual tanto quero navegar
suporte exclusivo para dar cores
através de amores...

Dançaremos a eterna valsa da alegria
sentiremos a suave ptialina
a qual não será eficaz
em desgrudar as delimitações da matéria
interligadas em vastas dimensões
onde as palavras estão sem compreensões...

Que não só o relógio ou a lua guie-me,
mas também que as concepções
validem em forma de considerações
para não causar um pandemônio!

Mas mesmo assim
estou pronto para zarpar...
E que os ventos favoreçam
a navegação do lunático,
em mares descomnhecidos,
até Fixannia!

Jackson Carvalho

È fazendo merda que se vê o quanto que se cago

Jaime Domingos de Carvalho Neto

Melhor morrer do que perder a Vida

Jhol de Carvalho

O mundo gira e sua vida da voltas, mas nunca interrompa sua aventura do dia-a-dia por pequenas piruetas...

Patricia Moura

Porque a gente é tão estranho, tão incomum, tão mutante, tão diferente um do outro e tão semelhante...

Patricia Moura
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