Obras guy de maupassant
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Jovens bonitos são acidentes da natureza:
Velhos bonitos são obras de arte.
Zet
"Todo que crer em mim, fará as obras que eu faço e até maiores" (Jesus)
Católicos e evangélicos crêem em Jesus
Logo, católicos e evangélicos devem multiplicar pães e peixes e ressucitar mortos.
Hunaldo
O homem de nobres pensamentos ainda que esteja calado, ouve-se o grito de suas obras que ecoa em seu favor...
Edson Trokideias Falcão
IMPORTANTÍSSIMO!!!
Há quem diga que somos obras de Deus, e há quem diga que somos descendentes de macacos. Independente disso, hoje somos homens e mulheres, vigiados pelo preconceito.
O homem não tem pênis, tem saco. A mulher não tem bunda, tem rabo.
Homem de brinco é “bicha”. Mulher de bermudas é “macho”.
Homem pra ser homem tem que coçar o saco. Mulher pra ser mulher tem que rebolar.
Homem não faz amor, come. Mulher não transa, dá.
A felicidade do homem está na mulher e a felicidade da mulher está no homem.
Como se o amor tivesse forma de gente.
Puro machismo!
Quantos preconceitos são elaborados por minuto? Quantos deles vivem há séculos? E quantos já foram destruídos?
Todo esse machismo, quase imperceptível ao olho nu, para não dizer o contrário, esses costumes deploráveis, são tudo o que a sociedade tem a nos oferecer?
Por que os padrões sociais são considerados como o “normal” à seguir? Só porque é feio ver um homem de brinco? Só porque é feio ver uma mulher de bermudas? Só porque é bonito ver um homem e uma mulher matrimoniados? (Sem contar nos outros detalhes)
Só porque tudo deve ser lindo e maravilhoso aos olhos conservadores!?
Como atingir a igualdade numa sociedade que os próprios padrões que a governam, impõem uma única linha, as diferenças extremas, ao ponto de confundir e transformar o real significado do que é ser humano em ser macho ou ser fêmea, antes mesmo de ser homem ou ser mulher!?
Se, estamos contrários a essa idéia somos nós os “diferentes”, os malvistos, os malquistos, os rebeldes, os que estão à margem, ou seja, os marginalizados, que horrorizam a nossa impecável sociedade!?
Diferentes não somos nós, que exigimos apenas a erradicação dessas e de outras incontáveis diferenças, que englobam tanto homem, mulher como negro, branco, rico, pobre e por aí vai...
Mas, somos nós que sofremos o preconceito, por lutarmos pelo fim das diferenças, pelo fim das aparências e pelo firmamento da essência do ser humano.
Com esse pensamento, se eu sair amanhã pelas ruas, vestida de bermudas, coçando meu saco e a fim de comer e se também, eu encontrar numa outra calçada, qualquer um dos “machos”, carregando seu rabo, usando brinco, e a fim de dá, eu finalmente, poderei acreditar que somos iguais, que independente das nossas crenças, a nossa essência não está no que vestimos, nos costumes, nos nossos gostos, nas nossas manias, que supostamente temos, nem principalmente na sociedade em que vivemos; porque a nossa essência, nosso teor, nossa aptidão, nosso sentir, nosso senso, nosso estar, nosso existir, nosso pensar, nosso ser, está dentro de nós. Pois é o coração a bússola dos seres humanos e não o olho cego da sociedade.
A cultura de um povo não quer dizer que seja a minha ou a sua cultura, pois cultivar um hábito que não condiz com aquilo que penso é um suicídio de geração.
Portanto, nunca aceite as diferenças, digo, nunca seja “igual” ao que a sociedade lhe ordena, nem julgue os outros por lutarem pela igualdade, digo, aqueles que são contrários à imposição de cretinices e à favor de si mesmos.
Diga não ao preconceito e ao machismo e, sim à si mesmos!
Lembre-se, sociedade é uma reunião de pessoas, junte-se àquelas que assim como você, vive simplesmente, sem censura e sem preconceito; apenas com a liberdade de ser como lhe é de direito, só assim é possível elaborarmos a nova sociedade.
Andreza de Morais