O que os homens pensam texto de arnaldo jabor
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Contam que uma vez se reuniram todos os sentimentos e qualidades dos homens em um lugar da terra.
Quando o aborrecimento havia reclamado pela terceira vez, a loucura como sempre muito loca propôs: vamo brincar de esconde-esconde? a intriga levantou a sombracelha intrigada e a curiosidade sem poder conter-se perguntou: esconde-esconde como é isso? é um jugo, explicou a loucura, em que eu fecho os olhos e começo a contar de um a um milhão enquanto vocês se escondem, e quando eu tiver terminado de contar, o 1° de vocês que eu encotrar ocupara meu lugar pra continuar o jogo. O entusiasmo dançou seguido pela euforia, a alegria deu tantos saltos até que acabou por convencer a dúvida até mesmo a apatia, que nunca se interessava por nada. mas nem todos quiseram participar: a verdade preferiu não se esconder. “ pra que se no final todos meu encontram?” – pensou. A soberba opinou que era um jogo muito tonto (no fundo o que incomodava era que a idéia não tivesse sido dela) e a covardia prefiriu não se arriscar. - 1, 2, 3, 4 .. começou a contar a loucura. A primeira a esconder-se foi a pressa que caiu atrás da primeira pedra no caminho. A fé subiu ao céu e a inveja se esondeu atrás da sombra do triunfo que, com seu próprio esforço, tinha conseguido subir na copa da árvore mais alta. A generosidade quase não conseguiu esconder-se que cada local que encontrava parecia perfeito para algum de seus amigos: se era um lago cristalino, ideal para a beleza, se era a copa de uma árvore perfeito para a timidezm, se era uma rajada de vento, magnifico pra liberdade, e assim acabou se escondendo em um raio de sol. A generosidade quase não conseguiu esconder-se que cada local que encontrava parecia perfeito para algum de seus amigos: se era um lago cristalino, ideal para a beleza, se era a copa de uma árvore perfeito para a timidezm, se era uma rajada de vento, magnifico pra liberdade, e assim acabou se escondendo em um raio de sol. O egoísmo, ao contrário, encontrou um local muito bom desde do inicio. Ventilado, cômodo, mas apenas pra ele. A mentira escondeu-se no fundo do oceano (mentira ela se escondeu mesmo atrás do arco-íris) e a paixão e o desejo, no centro dos vulcões. O esquecimento, não me recordo onde se escondeu mas isso não é o mais importante, quando a loucura já estava lá pelos 999.999, o amor ainda não havia encontrado um local para se esconder pois todos já estavam ocupados, até que encontrou uma e carinhosamente, decidiu esconder-se entre sua pátalas. Um milhão, terminou de contar a loucura e a começou a busca, a primeira aperecer foi a pressa, apenas a três passos da pedra depois, escutou-se a fé discutindo zoologia com Déus no céu. Sentiu-se vibrar a paixão e o desejo nos vulcões. Em um descuido, encontrou-se a inveja e claro pode deduzir onde estava o triunfo. O egoísmo, não teve como procura-lo, ele sozinho saiu do seu esconderijo, que na verdade era um ninho de vespas. De tanto caminha a loucura sede ao se aproximar de um lago, descobriu a beleza, a dúvida foi mais fácil ainda, pois estavam sentada encima de uma cerca sem saber que lado ficava. E assim foi encontrando todos: o talento entre as ervas frescas, a ángustia em uma cova escura, a mentira atrás do arco íris (mentira na verdade estava no fundo do oceano) e até o esquecimento, a quem já havia esquecido que estava brincando de esconde-esconde. Apenas o amor não aparecia em nenhum local. A loucura procurou em baixo de cada rocha do planeta, atrás de cada árvore, em cima de cada montanha, quando estava a ponto de dar-se por vencida encontrou uma roseiral, pegou uma forquilha e começou a remover os ramos, quando no mesmo instante, escutou um grito de dor. Os espinhos havia ferido o amor nos olhos. A loucura não sabia o que fazer para desculpar-se. Chorou, rezou, implorou, pedi desculpas e perdão e prometeu ser seu guia eternamente. Desde então, desde que pela primeira vez se brincou de esconde-esconde na terra.
“ O amor é cego e a loucura sempre o acompanha.”
indefinido
Cultamente apresento-lhe AMOR...
Es o sentimento dos mais favorecidos entre os homens,
Uma testemunha viva de que gostar é blindar todos os defeitos alheios.
Um Pesadelo é saber que hoje,
A musa que inspirei teu nome,
Vaga nesse mundo de almas capitalistas.
Macro
De modo geral, todos os homens terão de buscar os valores artísticos para a personalidade?
– Sim; através de suas vidas numerosas a alma humana buscará a aquisição desses patrimônios, porquanto é justo que as criaturas terrenas possam levar da sua escola de provações e de burilamento, que é o planeta, todas as experiências e valores, suscetíveis de serem encontrados nas lutas da esfera material.
(O Consolador – Emmanuel)
Dois homens, muito enfermos, ocupavam uma mesma enfermaria em um grande hospital.
Sua única comunicação com o mundo de fora era uma janela. Um deles tinha a sua cama perto da janela e, todos os dias, tinha permissão para se sentar em sua cama, por algumas horas. Tudo como parte do tratamento dos pulmões.
O outro, cuja cama ficava no lado oposto do pequeno cômodo ficava o dia todo deitado de barriga para cima.
Todas as tardes, quando o homem cuja cama ficava perto da janela era colocado sentado, ele passava a descrever para o companheiro de quarto o que havia lá fora.
Falava do grande parque, cheio de grama verde, de árvores frondosas e flores mais além, em canteiros bem cuidados. Descrevia o lago, onde havia patos e cisnes. Falava das crianças que jogavam migalhas de pão para as aves, e dos barcos de brinquedo que coloriam as tardes de verão.
Falava dos casais de namorados que passeavam de mãos dadas entre as árvores, dos jogos de bola muito disputados entre a criançada.
Dizia que bem além da linha das árvores, ele podia ver um pouco da cidade, o contorno dos altos prédios contra o azul do céu.
O homem deitado somente escutava e escutava. Houve um dia em que ouviu, preocupado, o caso de uma criança que quase caiu no lago, sendo salva a tempo por sua mãe.
Num outro dia, a descrição minuciosa foi a respeito dos lindos vestidos das moças que saudavam a primavera em flor.
O homem deitado quase podia ver o que o outro descrevia, tantos eram os detalhes e a emoção do companheiro sentado. E, aos poucos, foi se tomando de inveja.
Por que somente o outro, que ficava perto da janela, podia ter aquele prazer? Por que ele também não podia ter aquela mesma oportunidade?
Enquanto assim pensava, mais se envergonhava e, no entanto, não conseguia evitar que tais pensamentos o atormentassem.
Certa noite, enquanto estava ali olhando para o teto, como sempre, percebeu que o outro começou a passar mal. Acordou tossindo, parecendo sufocar.
Com desespero, o botão de emergência foi acionado. As enfermeiras correram. O médico veio. Nova aparelhagem respiratória foi providenciada, mas tudo em vão. O homem morreu.
Pela manhã, seu corpo sem vida foi retirado dali. Então, o homem que permanecia sempre deitado, pediu para que o colocassem na cama do outro, próximo da janela.
Logo que assim foi feito e a enfermeira saiu do quarto, ele fez um grande esforço, apoiou-se sobre o cotovelo, na tentativa de se erguer no leito.
A dor era intensa mas ele insistiu. Com muita dificuldade, ele olhou pela janela e viu...apenas um enorme, alto e feio muro de pedras nuas.
...............
A vida tem o colorido que a pessoa lhe dá. A paisagem se torna cinzenta ou plena de luz de acordo com as lentes de que se serve a pessoa para olhá-la.
Sofrer a enfermidade e se fechar na dor ou enfeitar de vivas cores o quadro que vive, é opção individual.
Há os que sofrem pouco e se desesperam, aumentando sua carga de dissabores, com as lentes escuras e sombrias de que se servem para contemplar tudo e todos.
Há os que sofrem muito e se dizem tranqüilos, padecendo serenos.
momento.com.br
Esse texto foi escrito a umas das vitimas depois do acontecido... do world trade center...
chama-se Se o amanhã ñ vier
Se eu soubesse que essa seria a última
vez que eu veria você dormir,
eu o aconchegaria mais apertado,
e rogaria ao Senhor que o protegesse.
Se eu soubesse que essa seria a última
vez que veria você sair pela porta,
eu o abraçaria, beijaria , e o chamaria de volta, para
abraçá-lo e beijá-lo uma vez mais.
Se eu soubesse que essa seria a
última vez que ouviria sua voz
em oração, eu filmaria cada gesto,
cada palavra sua, para que eu pudesse
ver e ouvir de novo, dia após dia.
Se eu soubesse que essa seria a última vez,
eu gastaria um minuto extra,ou dois,
para parar e dizer: "Eu te amo", ao invés de assumir
que você já sabe disso.
Se eu soubesse que essa seria
a última vez, eu estaria ao seu lado,
partilhando do seu dia, ao invés de pensar:
"Bem, eu tenho certeza
que outras oportunidades virão,
então eu posso deixar passar esse dia,
pois, "é claro," que haverá um amanhã
para se fazer uma revisão, e
nós teremos uma segunda chance
para fazer as coisas da maneira correta.
"É claro" que haverá um outro dia
para dizermos um ao outro:
"Eu
te amo" e certamente haverá uma nova
chance de dizermos um para o
outro: "Posso te ajudar em alguma coisa?".
Mas, no caso de eu estar errado,
e hoje ser o último dia que
temos, eu gostaria de dizer o quanto eu amo você,
e espero que nunca nos esqueçamos disso.
O dia de amanhã não está prometido
para ninguém, jovem ou velho,
e hoje pode ser sua última chance
de segurar bem apertado a pessoa que
você ama. Se você está esperando pelo amanhã,
por que não fazer hoje?
Porque se o amanhã não vier, você com certeza se arrependerá pelo resto de sua
vida por não ter gasto aquele tempo
extra num sorriso, num abraço, num
beijo, porque estava "muito ocupado"
para dar à pessoa amada o que ela queria.
Então, abrace o seu amado,
a sua amada hoje bem apertado.
Sussurre nos seus ouvidos,
dizendo o quanto o ama e o
quanto o quer junto
de você. Gaste um tempo para dizer:
"Me desculpe", "por favor, me
perdoe", "obrigado", ou ainda:
"Não foi nada, está tudo bem".
Porque se o amanhã jamais chegar,
você não terá que se arrepender pelo dia de hoje
Depois de ler, chorar e pensar eu venho lhe dizer o quanto eu te amo... beijoss
desconhecido
Estamos acabando com o mundo isso por causa dos imundos
Governantes idiótas que só pensam em lucrar
Consumir a natureza sem pensar
e se isso não mudar sei que nào vai dar pra respirar
Vamos protestar
São geleiras derretendo Toda terra está tremendo
São florestas dertruídas animais em estinção
Nossa flora está no fim Nosso clima está mudando
Toda agua poluida Jesus Cristo está chorando
Vou fazer a minha parte pra mudar vai ficar aí parado só pensando em você
Tá na hora de lutar tá na hora vamos lá
Tissunames surgiram terremotos vem aí
Furacão pra todo lado precisamos reagir
Se não pensa em você pelo menos pensará
Nas crianças do futuro sem o ar pra respirar
Vladi Du Kavako
Eu digo-te porque os homens para ti nunca prestam. Porque tu es uma esquisita do caralho, com uma noção de realidade e perfeccionismo inconscientemente exigivel, deturpada. Ainda por cima egocentralizada, frigida ( doença com cura) e sem um pingo de humildade de forma a se possibilitar a uma compreençao mais sensata do mundo que te rodeia. É aquilo que eu chamo em portugues corrente: "MALUQUEIRA VOLUNTARIA". Es o tipo de pessoa que não aceita criticas, só lambidelas no cú. Não tens vergonha nas beiças???????? Todas as mulheres do teu estilo, que tive, vazava os colhoes e corria com elas. Tsc.
Este comentari, desculpa lá ..é poderoso.
conaman
Fazendo umacorreção.
Aquele que se rebela contra as leis dos homens, contra
as leis da natureza e contra as LEIS DE DEUS, não deve
esquecer que a ação partiu dele e que para toda a ação
teremos como resposta, uma reação de mesma intensidade
mas de sentido contrário.
Lapalce Rodrigues.
Haverá, contudo, alguma soma de felicidade comum a todos os homens?
Com relação à vida material, é a posse do necessário. Com relação à vida moral, a consciência tranqüila e a fé no futuro.
Livro dos Espíritos
JANEIRO
Enquanto esperava por ela
Passavam crianças empinando pipas
Homens comentando política
Mulheres falando de moda
Cachorros latindo
Mendigos pedindo esmola
Padres rezando
Putas vendendo o corpo
Promessas vendendo a alma.
Enquanto esperava por ela
Crianças viravam adultos
Homens se desiludiam
Mulheres dormiam maltrapilhas
Cães adoeciam
Mendigos morriam de fome
Padres se perdiam de Deus
Putas apodreciam
Promessas entregavam a alma ao demônio.
Enquanto esperava por ela
Adultos envelheciam
Homens morriam
Mulheres também morriam
Cães nem mais existiam
Mendigos jaziam em covas rasas
Padres renegavam a fé
Putas se suicidavam
O demônio sorria.
Um dia, enfim, ela resolveu vir.
Bateu a porta, mas a porta se calou.
Chamou meu nome e o silêncio se fez saber.
Adentrou a casa tateando o escuro
e o escuro não me deu a ela.
Procurou minha cama e a encontrou arrumada.
Vasculhou cômodo por cômodo e,
diante da inexorável ausência,
atordoada,
sentou-se na poltrona empoeirada e,
enquanto revivia lembranças,
eu vagava por onde me fora dado não ser:
agora fazia parte do cosmo.
Carlucho Vitaliano
Jesus é a Alegria dos Homens
Abraça-me e aquece-me com teu Amor
Regue com tua água essa flor,
Que ressecada, precisa ser cuidada.
Endireita meus pés para andar em sua estrada,
Que é perfeita e imaculada,pois assim,
Não sofrerei nenhuma dor indesejada.
Me desfaz,lança fora as velhas vestes,
Os costumes que não me serves,
Para casar com aquilo que queres.
Meu coração outrora chorava,
Por conta da vã jornada,sabendo de ante mão
Que a morte me aguardava.
Mas hoje,a história está mudada,
Vivo o Amor que minh’alma tanto desejava,
Vida que deixou de ser minha,para ser a tua vida amada.
Antônio Carlos Baena
leitor frente ao texto e ao mundo, significando-os de acordo com sua prática social. Essa leitura é
o meio capaz de trazer liberdade e realização ao ser humano, tornando-o um cidadão crítico para
atuar na sociedade em que vive.
A escola, por sua vez, é a instituição responsável pelo aprendizado da leitura, envolvendo
também, proporcionar uma educação cidadã, em que o educando ultrapasse os limites da
decodificação dos códigos lingüísticos, chagando à compreensão do texto e à capacidade de
criticar o que leu. “Uma prática constante de leitura na escola deve admitir várias leituras, pois
outra concepção que deve ser superada é a do mito da interpretação única, fruto do pressuposto
de que o significado está dado no texto”. (PCNs, 1998, p. 57). Sobre esse papel da escola, Celso
Antunes diz que “a sala de aula necessita ser a oficina do amanhã” (2003, p. 07).
celso antunes
Lia um texto no jornal e a certa altura o autor disse algo que me trouxe uma inesperada alegria.
Uma revelação, mas feita de passagem, talvez porque , para ele, o fato não tivesse o mesmo valor que para mim. Diferentemente de quando você está conversando com um amigo ele diz de alguma coisa que lhe ocorre com certa frequência e você, surpreendido, exclama "mas isso também acontece comigo", e os dois começam a falar daquilo que têm em comum. Não, o autor disse aquilo no meio de uma frase longa, como se fora um parêntese, e, no entanto, senti uma grande alegria por saber que aquele estranho, com quem, certamente, jamais me encontrarei, e eu nos uníamos naquela ocorrência.
É o seguinte. Em certas manhãs acordo e enquanto permaneço deitado por algum tempo, me deixando envolver por um restinho de sono, chega-me, de repente, a lembrança de uma determinada música. E aí está o detalhe: não é uma música de um CD que tenha adquirido há pouco e venha ouvindo com frequência; não, é uma música que fez parte da minha infância ou da minha juventude e que nunca mais ouvi. E agora ela está nos meus ouvidos, como se viesse de um rádio, ou de outro aparelho, ali ao meu lado. Mas, ao contrário do que se a estivesse realmente ouvindo, ela não tem um tempo de duração, pois permanece grudada nos meus ouvidos, quando, enfim, me levanto e vou fazer o asseio matinal e durante uma parte do dia.
Haverá uma explicação para isso? Quem sabe o Dr. Freud tenha? Mas é até melhor que não haja, que o fato permaneça como uma desses indevassáveis mistérios da mente humana. O bom é que essas músicas, que julgava apagadas das minhas lembranças, retornem no alvorecer de alguns dias, deixando-me "ouvi-las" depois de tantos e tantos anos. E já estou pensando em qual será a próxima.
Francisco Sobreira
Muitos homens, principalmente aquêles que se julgam
sábios, dispensam a maior parte de seu tempo, na busca
do entender o que acreditam ser DEUS, SEUS MISTERIOS e
SUAS OBRAS.No meu modo de ver,desprovido de qualquer sabe
doria,acredito ser mais proveitoso e objetivo dispen-
sar algum tempo na tarefa de ajudar e compreender os
nossos semelhantes.
Laplace Rodrigues.
Namorofobia?
A praga da década são os namorofóbicos. Homens (e mulheres) estão cada vez mais arredios ao título de namorado, mesmo que, na prática, namorem.
Uma coisa muito estranha. Saem, fazem sexo, vão ao cinema, freqüentam as respectivas casas, tudo numa freqüência de namorados, mas não admitem.
Têm alguns que até têm o cuidado de quebrar a constância só para não criar jurisprudência, como se diria em juridiquês.
Podem sair várias vezes numa semana, mas aí tem que dar uns intervalos regulamentares, que é para não parecer namoro.
- É tua namorada? - Não, a gente tá ficando. - Ficando aonde, cara pálida?
Negam o namoro até a morte, como se namoro fosse casamento, como se o título fizesse o monge, como se namorar fosse outorgar um título de propriedade.
Devem temer que ao chamar de namorada (o) a criatura se transforme numa dominadora sádica, que vai arrastar a presa para o covil, fazer enxoval, comprar alianças, apresentar para a parentada toda e falar de casamento - não vai. Não a menos que seja um (a) psicopata. Mais pata que psico.
Namorar é leve, é bom, é gostoso. Se interessar pelo outro e ligar pra ver se está tudo bem, pode não ser cobrança, pode ser saudade, vontade de estar junto, de dividir.
A coisa é tão grave e levada a extremos que pode tudo, menos chamar de namorado. Pode viajar junto, dormir junto, até ir ao supermercado junto (há meses!), mas não se pode pronunciar a palavra macabra: NAMORO.
Antes, o problema era outro: CASAMENTO. Ui. Vá de retro! Cruz credo! Desafasta.
Agora é o namoro, que deveria ser o test drive, a experiência, com toda a leveza do mundo.
Daqui a pouco, o problema vai ser qualquer tipo de relacionamento que possa durar mais que uma noite e significar um envolvimento maior que saber o nome.
Do que o medo? Da responsabilidade? Da cobrança? De gostar?
Sempre que a gente se envolve com alguém tem que ter cuidado...
Não é porque "a gente tá ficando" que não se deve respeito, carinho e cuidado. Não é porque "a gente tá ficando" que voce vai para cama num dia e no outro finge que não conhece e isso não dói ou que não é filhadaputice. Não é porque "a gente tá ficando" que o outro passa a ser mais um número no rol das experiências sexuais - e só.
Ou é? Tô ficando velha? Se estiver, paciência.
Comigo, só namorando!!!
( Danusa Leão )
Necessidades sexuais
Eu nunca havia entendido porque as necessidades sexuais dos homens e das
mulheres são tão diferentes. Nunca tinha entendido isso de "Marte e Vênus".
E nunca tinha entendido porque os homens pensam com a cabeça e as mulheres
com o coração.
Uma noite, semana passada, minha mulher e eu estávamos indo para a cama.
Bom, começamos a ficar a vontade, fazer carinhos, provocações, o maior "T"
e, nesse momento, ela parou e me disse:
- Acho que agora não quero, só quero que você me abrace...
Eu falei: - O QUÊ?
Ela falou: - Você não sabe se conectar com as minhas necessidades emocionais
como mulher.
Comecei a pensar no que podia ter falhado. No final, assumi que aquela noite
não ia rolar nada, virei e dormi. No dia seguinte, fomos ao shopping.
Entramos em uma grande loja de departamentos...
Fui dar uma volta enquanto ela experimentava três modelitos caríssimos. Como
não podia decidir por um ou outro, falei para comprar os três.
Então, ela me falou que precisava de uns sapatos que combinassem a R$ 200,00
cada par. Respondi que tudo bem.
Depois fomos a seção de joalheria, onde escolheu uns brincos de diamantes.
Estava tão emocionada!! Deveria estar pensando que fiquei louco.Acho até que
estava me testando quando pediu uma raquete de tênis, porque nem tênis ela
joga. Acredito que acabei com seus esquemas e paradigmas quando falei que
sim.
Ela estava quase excitada sexualmente depois de tudo isso. Vocês tinham que
ver a carinha dela, toda feliz! Quando ela falou: - Vamos passar no caixa
para pagar, amor?
Dai eu disse: - Acho que agora não quero mais comprar tudo isso, meu
bem...Só quero que você me abrace.
Ela ficou pálida!
No momento em que começou a ficar com cara de querer me matar, falei: Você
não sabe se conectar com as minhas necessidades financeiras de homem.
Vinguei-me, mas acredito que o sexo acabou para mim até o Natal de 2010.
"
DESCONHECIDO
No dia em que homens e bichos
souberem que são irmãos
não existirá mais extinção
e, finalmente,
o homem e o leão
poderão num fim de tarde
falar em evolução
discutir a inflação
pegar um porre de cachaça com limão
ou quem sabe planejar uma nova revolução
não com balas de canhão
mas com as flores da estação.
Ana Cristina Vieira - 2007
O Amor Fraterno
Mesmo que eu fale em línguas, a dos homens e a dos anjos,
se me falta o amor, sou um metal que ressoa, um címbalo retumbante.
Mesmo que tenha o dom da profecia,
o saber de todos os mistérios e de todo o conhecimento,
mesmo que tenha a fé mais total, a que transporta montanhas,
se me falta o amor, nada sou.
Mesmo que distribua todos os meus bens aos famintos,
mesmo que entregue o meu corpo às chamas,
se me falta o amor,
nada lucro com isso.
O amor tem paciência, o amor é serviçal,
não é ciumento , não se pavoneia, não se incha de orgulho,
nada faz de inconveniente, não procura o próprio interesse,
não se irrita, não guarda rancor,
não se regozija com a injustiça,
mas encontra a sua alegria na verdade.
Ele tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor nunca desaparece.
As profecias? Serão abolidas.
As línguas? Acabar-se-ão.
O conhecimento? Será abolido.
Pois o nosso conhecimento é limitado e limitada a nossa profecia.
Mas quando vier a perfeição, o que é limitado será abolido.
Quando eu era criança, falava como criança,
pensava como criança, raciocinava como criança.
Quando me tornei homem, pus cobro ao que era próprio da criança.
Agora, vemos em espelho e de modo confuso
mas então, será face a face.
Agora, o meu conhecimento é limitado;
então, conhecerei como sou conhecido.
Agora, portanto, permanecem estas três coisas,
a fé, a esperança e o amor,
mas o amor é o maior.
desconhecido
O Amor Fraterno
Mesmo que eu fale em línguas, a dos homens e a dos anjos,
se me falta o amor, sou um metal que ressoa, um címbalo retumbante.
Mesmo que tenha o dom da profecia,
o saber de todos os mistérios e de todo o conhecimento,
mesmo que tenha a fé mais total, a que transporta montanhas,
se me falta o amor, nada sou.
Mesmo que distribua todos os meus bens aos famintos,
mesmo que entregue o meu corpo às chamas,
se me falta o amor,
nada lucro com isso.
O amor tem paciência, o amor é serviçal,
não é ciumento , não se pavoneia, não se incha de orgulho,
nada faz de inconveniente, não procura o próprio interesse,
não se irrita, não guarda rancor,
não se regozija com a injustiça,
mas encontra a sua alegria na verdade.
Ele tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor nunca desaparece.
As profecias? Serão abolidas.
As línguas? Acabar-se-ão.
O conhecimento? Será abolido.
Pois o nosso conhecimento é limitado e limitada a nossa profecia.
Mas quando vier a perfeição, o que é limitado será abolido.
Quando eu era criança, falava como criança,
pensava como criança, raciocinava como criança.
Quando me tornei homem, pus cobro ao que era próprio da criança.
Agora, vemos em espelho e de modo confuso
mas então, será face a face.
Agora, o meu conhecimento é limitado;
então, conhecerei como sou conhecido.
Agora, portanto, permanecem estas três coisas,
a fé, a esperança e o amor,
mas o amor é o maior.
(1Cor 13)
1 COR 13
O fracasso é um verbo que só está dentro do conceito dos
que pensam que um simples obstaculo é motivo de desistir.
A fé é o firme fundamento das coisas que se nao veem, E a
prova das que se esperam. Procure ser objtivo.
almeidaademir
O PLÁGIO DE SARAMAGO...OU NÃO
Não sei nem como enquadraria este texto. Seria como uma resenha de quem durante quinze anos viveu da crítica literária, só deixando de fazê-la por uma questão de ética. Não seria justo comentar alguém que exerce o mesmo ofício que eu. Mas alertei leitores, aqui no Brasil, que José Saramago, por coincidência ou não, escreveu em seu romance, Levantado do Chão, a mesma história que seu compatriota português, Manuel da Fonseca, escreveu anteriormente em Seara dos Ventos. Reparem que ambos os livros foram publicados, em Portugal, pela mesma editora Caminhos. Nada tenho contra Saramago, que inclusive tive a honra de entrevistá-lo aqui no Brasil, como repórter da revista Manchete. Como uma autora, aqui do Luso, que, aliás, respeito por ter tido a coragem de denunciar um vergonhoso caso de plágio, questiono: quem denunciaria Saramago? Quem ousaria a dizer que, ao menos para mim, a obra de Lobo Antunes, tardiamente chegada ao Brasil, é bem melhor do que a dele? Lobo Antunes é tímido, evita entrevistas, não tem o marcketing do seu par de ofício, o que não condeno. Só aproveitei a situação para levantar esta questão. Acho que poetas que preservam a boa poesia deveriam, com todo respeito, procurar ver que a obra, pelo menos em versos, de Saramago é muito ruim. E depois de Memorial do Covento -romance primoroso-, exceto Ensaio Sobre a Cegueira, nada mais ele escreveu de produtivo. A exemplo de Machado de Assis nunca devia ter escrito poesia. Seu romance Jangada de Pedra é um lixo, ele próprio me reconhceu isto na entrevista em que me deu. Alguém se levantará para dizer o contrário? Prêmio Nobel nada diz. Nem sempre é honesto, como o Oscar, no cinema.
Julio Saraiva
O portal,
Texto é portal. Tormenta é expressão. Música é criatividade. Ou: Portal é texto! Expressão é tormenta! E a música? ... E a criatividade? ... Ainda não sendo uma pessoa decidida, ouço a música que toca meu inconsciente. Sinto a tormenta, e mostro minha alma no portal.
Augusto Vicente
O que os homens querem...
A gente quer elogios sim, quer não ir ao shopping com ela mesmo torcendo para que chegue logo a hora dela vestir aquele vestidinho soltinho que vai deixar seu corpo com cheiro de manhã mais delicioso do que nunca. A gente quer dormir depois do sexo, mas não porque gostamos menos dela ou porque não gostamos dela, mas porque dá um sono danado, pô! Mas a gente quer sentir o corpo suado dela colado ao nosso depois do sexo porque só o suor dela tem essa fragrância de mulher. A gente quer vê-la se trocando, quer vê-la tão preocupada se a calcinha está marcando ou não (ela não sabe como isso é sexy sob uma calça jeans apertada...). A gente quer lembrar a data dos aniversários de namoro, casamento ou afins. Eu disse "a gente quer", mas não dá! Não que não seja especial, mas o problema são os números...as datas. Culpa do tal córtex cerebral...A gente quer sentir o abraço dela, com sua força de fêmea que é sempre na medida exata de nosso prazer. A gente quer proteger e dar segurança, queremos mostrar até uma segurança que não temos, mas que a buscamos das profundezas de sei lá onde só para mostrar que ela não está sozinha nesse mundão perigoso. A gente quer fazê-la rir, quer fazer com que ela esqueça seus problemas; queremos ser uma canção de ninar. A gente quer vê-la dormindo, sentir a respiração dela em nosso rosto durante o beijo; quer espiá-la no banho, ser um eterno voyeur. A gente quer sim sentir orgulho dela; fazer charme de vez em quando; surpreendê-la com rosas sobre seu corpo em meio a lençóis brancos; quer sentir ciúmes fingindo que nada está acontecendo, afinal, onde está nossa segurança? A gente quer pensar nela mais do que já pensamos, mas não dá, pois ela já está em todos os nossos planos. A gente quer um certo toque de malícia; quer seu olhar pedindo mais, sempre mais; quer ver a menina-mulher, a mulher-amante e a mulher-fatal. A gente quer pentear seus cabelos mas não te acompanhar no cabeleireiro. A gente quer ouvir seu gemido. A gente quer te seduzir; mas te seduzir mesmo; te marcar a vida e a sua agenda; seu diário e também seu blog!A gente quer fazer sala pra sua mãe ás vezes, e também ver suas fotos quando bebê; a gente quer que elas acreditem que ao pedirem nossa opinião sobre se a roupa combina ou não com o sapato ou o cinto, nós realmente estamos usando de nosso profundo conhecimento quase zero de moda, mas que elas estão bem... elas estão. A gente sempre quer sexo e que elas queiram também; a gente quer chorar no ombro dela mas que elas não contem para ninguém; a gente quer que elas nos achem o melhor homem do mundo e que contem pra todo mundo. A gente quer fazer cara de mau quando alguém olhar pra ela; quer sentir ciúmes do Antonio Banderas e só depois de ouvir que nós somos muito mais sexy que ele, aí sim, fazer aquela cara de "eu já sabia". A gente quer ser poeta, quer ser durão, quer ser pai e amigo; a gente quer dar um filho a ela; quer vê-la amamentar; quer ser pai babão e satisfazer suas vontades no meio da noite. Quer dar palpites quando ela dirige e dizer a ela que as paredes da garagem não são de borracha! A gente quer provar que ás vezes a tampa da bacia do banheiro se nega veementemente a se levantar; que dormir de pijamas não faz bem à saúde, mas que dormir de baby-down pode render uma noite deliciosa...A gente quer surpreendê-la sempre, quer ouvir "eu te amo", quer falar "eu te amo", quer entender o amor, mesmo sabendo que isso é inútil e impossível. A gente quer que elas sejam inteligentes, que não ganhem mais que a gente, que não fiquem menstruadas, que não tenham dor de cabeça, que os filmes do Van Damme são interessantes sim, e que não temos barriga não! A gente não quer nada light nem diet. A gente quer ela como ela é; com seus defeitos, com suas verdades e com sua sinceridade. A gente quer que ela saiba que esse querer é interminável, mas impossível sem ela.
desconhecido
Os pacientes
Dois homens, ambos gravemente doentes, estavam no mesmo quarto de hospital. Um deles podia sentar-se na sua cama durante uma hora, todas as tardes, para que os fluidos circulassem nos seus pulmões. Sua cama estava junto da única janela do quarto.
O outro homem tinha de ficar sempre deitado de costas. Os homens conversavam horas a fio. Falavam das suas mulheres famílias, das suas casas, dos seus empregos, dos seus aeromodelos, onde tinha passado a s férias...
E todas as tardes, quando o homem da cama perto da janela se sentava, ele passava o tempo a descrever ao seu companheiro de quarto todas as coisas que ele conseguia ver do lado de fora da janela. O homem da cama do lado começou a viver à espera desses períodos de uma hora, em que o seu mundo era alargado e animado por toda a atividade e cor do mundo do lado de fora da janela.
A janela dava para um parque com um lindo lago. Patos e cisnes chapinhavam na água enquanto as crianças brincavam com os seus barquinhos. Jovens namorados caminhavam de braços dados por entre as flores de todas as cores do arco-íris. Árvores velhas e enormes acariciavam a paisagem e uma tênue vista da silhueta da cidade podia ser vista no horizonte.
Enquanto o homem da cama perto da janela descrevia isto tudo com extraordinário pormenor, o homem no outro lado do quarto fechava os seus olhos e imaginava a pitoresca cena. Um dia, o homem perto da janela descreveu um desfile que ia a passar. Embora o outro homem não conseguisse ouvir a banda, e conseguia vê-la e ouvi-la na sua mente, enquanto o outro senhor a retratava através de palavras bastante descritivas. Dias e semanas passaram.
Uma manhã, a enfermeira chegou ao quarto trazendo água para os seus banhos, e encontrou o corpo sem vida do homem perto da janela, que tinha falecido calmamente enquanto dormia. Ela ficou muito triste e chamou os funcionários do hospital para que levassem o corpo. Logo que lhe pareceu apropriado, o outro homem perguntou se podia ser colocado na cama perto da janela. A enfermeira disse logo que sim e fez a troca. Depois de se certificar de que o homem estava bem instalado, a enfermeira deixou o quarto. Lentamente, e cheio de dores, o homem ergueu-se, apoiado no cotovelo, para contemplar o mundo lá fora. Fez um grande esforço e lentamente olhou para o lado de fora da janela...que dava, afinal, para uma parede de tijolo!
O homem perguntou à enfermeira o que teria feito com que o seu falecido companheiro de quarto lhe tivesse descrito coisas tão maravilhosas do lado de fora da janela. A enfermeira respondeu que o homem era cego e nem sequer conseguia ver a parede. "talvez ele quisesse apenas dar-lhe coragem...".
Moral da história: há uma felicidade tremenda em fazer os outros felizes, apesar dos nossos próprios problemas. A dor partilhada é metade da tristeza, mas a felicidade, quando partilhada, é dobrada. Se te queres sentir rico, conta todas as coisas que tens que o dinheiro não pode comprar.
(Estória de autoria desconhecida, extraída no livro: "Parábolas eternas: reflexões para enriquecer a vida com sabedoria, alegria e emoção", Editora Soler)
www.campogeral.com
Pelas poesias que vi,
Pelos sonhos que sonhei,
Pelas coisas que curti,
Pelos homens que amei.
Pelo que dei e perdi,
Por ti e por quem nem sei,
Por tudo até agoraqui,
O que sofri e cantei.
Pelo sim e pelo não,
A vida não é em vão!
Cairo de Assis (com adaptações)