Nomesde fàbulas do escritor grego Esopo

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"SELÊNCIO RELATOS DO DIA"

Silência!,é se calar diante de um olhar,ou um gesto nos lábios.
Silência!não é tapar os olhos para não ver,é sentir o desejo ficar calado.
Silênciar!é juntar o quebra cabeça,uma situação inacabada.
Silênciar!é matar dentro de si próprio o que te tráz a incerteza de algo obscuro.
Silênciar!é ter cautéla no que vai falar,silênciar é saber esperar a hora certa de argumentar.
O melhor a fazer,quando essa incerteza invade seu ser,o melho é não dizer nada,ou seja esperar é a solução.
O silêncio nos faz pensar,nos faz agir com sabedoria e inteligência.
Não há nada diante dos olhos de Deus,que fique oculto,se não falamos por medo,nossa conciência nos traem,se não falamos por égo que nos é um instinto,nossos lábios nos traem,se deixamos passar,achando que vai ficar a vida toda sem ser revelada,nossos olhares nos condena.
Isso é uma formação em cadeia que está em nosso espírito,está em nosso ser.
Os dons dado por Deus,nos mostra que temos a capacidade de captar,diversos pontos negativos uma passoa,nos olhares,que é o maior inimigo,de nossa vasta mentiras,e não vem só vem acompanhado do balbuciar de nossos lábios,e sendo assim constantemente,seja no homem seja na mulher,é a natureza criada por Deus que opera em nós independente de crença religiosa."

Waldir o pequeno poeta escritor das madrugadas

A Gansa que Punha Ovos de Ouro

"Um homem possuía uma gansa que, toda manhã, punha um ovo de ouro. Vendendo estes ovos preciosos, ele estava acumulando uma grande fortuna. Quanto mais rico ficava, porém, mais avarento se tornava. Começou a achar que um ovo só, por dia, era pouco.
"Porque não põe dois ovos, quatro ou cinco?" pensava ele. "Provavelmente, se eu abrir a barriga desta ave, encontrarei uma centena de ovos e viverei como um nababo". Assim pensando, matou a gansa abriu-lhe a barriga e, naturalmente, nada encontrou."

Moral da história:
Quem tudo quer, tudo perde.

Esopo fabulista da Hélade

A Moça e a Vasilha de Leite

"Uma moça ia ao mercado equilibrando, na cabeça, a vasilha do leite. No caminho, começou a calcular o lucro que teria com a venda dele.
- Com este dinheiro, comprarei muito ovos. Naturalmente, nem todos estarão bons, mas, pelo menos, de três quartos deles sairão pintinhos. Levarei alguns para vender no mercado. Com o dinheiro que ganhar, aumentarei o estoque dos ovos. Tornarei a pô-los a chocar e, em breve, terei uma boa fazenda de criação. Ficando rica, os homens, pedir-me-ão em casamento. Escolherei, naturalmente, o mais forte, o mais rico e o mais bonito. Como me invejarão as amigas! Comprarei um lindo vestido de seda, para o casamento e, também, um bonito véu. Todos dirão que sou a noiva mais elegante da cidade.
Assim pensando, sacudiu a cabeça, de contentamento. A vasilha do leite caiu ao chão, o leite esparramou-se pela estrada e nada sobrou para vender no mercado."

Moral da história:
Não se deve contar com o ovo quando ele ainda está dentro da galinha.

Esopo fabulista da Hélade

A mulher que se ama podem-se perdoar até os Cornos; àquela que não se ama mais , não se perdoa nem mesmo a uma sopa salgada.

Vittorio Buttafava escritor Italiano

A Raposa e o Leão

Uma raposa muito jovem, que nunca tinha visto um leão, estava andando pela floresta e deu de cara com um leão.
Elea não precisou olhar muito para sair correndo desesperadamente na diração de um esconderijo que encontrou. Quando viu o leão pela segunda vez, a raposa ficou atrás de uma árvore a fim de poder olhar antes de fugir. Mas na terceira vez a raposa foi direto até o leão e começou a dar tapinhas nas costas dele, dizendo:
_Oi, gatão! Tudo bom?

Moral da história:
Da familiaridade nasce o abuso.

Esopo

A turbulência dos demagogos derruba os governos democráticos.

Aristóteles filósofo grego (384 a. C. - 322 a. C.)

Fazer uma pausa, me aperfeiçoar e tentar novamente, quantas vezes forem necessárias, de acordo com o que considero prioridade. Se assim não o fizer, com certeza sofrerei pela dúvida, mas nunca pela desventura.

Antonio Rogério de Lima Grego

Não perseguir o que é agradável e sim a ausência de dor é ter uma postura estóica, é renunciar a tudo e a todos apenas para não sofrer.

Antonio Rogério de Lima Grego

O Bom Exemplo é dado quando se faz o que é CERTO e não quando se deixa de fazer o que é ERRADO!

Antonio Rogério de Lima Grego

Ponto oculto:

Tapar os olhos e fingir,não vi,não escutei!
Parar e olhar de vários ângulos,e observar!
Sentir as verdades nos olhares trocados!
Ocultar uma verdade,movimentando os lábios!
Qual é o ponto x? fingir que não viu nada?
Colocar uma pedra,e sentar em cima?
Até que ponto seria capaz você esconder,uma mentira?
Seria capaz,só pra ajudar um amigo(a)?
E você se pertencer a uma crença onde o temor fala!
Carregaria,consigo o pêso para defender seu semelhante.
Na busca por respostas cheguei a conclusão.
Que até mesmo os mais fiéis é capaz de criar o chamado,ocultar uma verdade,para salvar alguém...
Porisso a palavra o Ponto X!

Waldir o pequeno poeta escritor das madrugadas

Se for oportunidade, atravesse. Se for destino, avance.

Provérbio grego

SEJA,ALEGRMENTE FELIZ,QUE TUDO DIANTE DO QUE SENTE TRANSBORDE EM AMOR,EM PAZ,ESPERANÇA UMA FELICIDADE NÃO É FEITA,DE SEXO DESEJO PAIXÃO,A FELICIDADE NÃO É FEITA DE BONDADE,E SIM DE SINSERIDADE,COM A PESSOA AMADA,A FELICIDADE NÃO É SÓ CUMPLICIDADE,POIS OS BANDIDOS SÃO CUMPLICES UM DO OUTRO.MAS SEJA CUMPLICE DE SI MESMO,SEM MEDO DO AMANHÃ,AMOR FIÉL DENTRO DE VOCÊ!

Waldir o pequeno poeta escritor das madrugadas

Você não é um ser humano que está tendo uma experiência espiritual.
Você é um ser espiritual que está tendo uma experiência humana!!!

Poeta Grego Nikos Kazantzadis

O Camundongo da Cidade e o do Campo
Fábula de Esopo
"Um camundongo que morava na cidade foi, uma vez, visitar um primo que vivia no campo. Este era um pouco arrogante e espevitado, mas queria muito bem ao primo, de maneira que o recebeu com muita satisfação. Ofereceu-lhe o que tinha de melhor: feijão, toucinho, pão e queijo.

O camundongo da cidade torceu o nariz e disse:
- Não posso entender, primo, como você consegue viver com estes pobres alimentos. Naturalmente, aqui no campo, é difícil obter coisa melhor. Venha comigo e eu lhe mostrarei como se vive na cidade. Depois que passar lá uma semana, você ficará admirado de ter suportado a vida no campo.

Os dois pusseram-se, então, a caminho. Tarde da noite, chegaram à casa do camundongo da cidade.
- Certamente você gostará de tomar um refresco, após esta caminhada, disse ele polidamente ao primo.

Conduziu-o à sala de jantar, onde encontraram os restos de uma grande festa. Puseram-se a comer geléias e bolos deliciosos. De repente, ouviram fosnados e latidos.
- O que é isto? Perguntou, assustado, o camundongo do campo.
- São, simplesmente, os cães da casa, respondeu o da cidade.
- Simplesmente? Não gosto desta música, durante o meu jantar.

Neste momento, a porta se abriu e apareceram dois enormes cães. Os camundongos tiveram que fugir a toda pressa.

- Adeus, primo, disse o camundongo do campo. Vou voltar para minha casa no campo.
- Já vai tão cedo? perguntou o da cidade.
- Sim, já vou e não pretendo voltar, concluiu o primeiro."

Moral:
Mais vale o pouco certo, que o muito duvidoso

Esopo

A Cigarra e a Formiga
Fábula de ESOPO

Num belo dia inverno as formigas estavam tendo o maior trabalho para secar suas reservas de comidas. Depois de uma chuvarada, os grãos tinham ficado molhados. De repente aparece uma cigarra:
_Por favor, formiguinhas, me dêem um pouco de comida!
As formigas pararam de trabalhar, coisas que era contra seus princípios, e perguntaram:
_Mas por quê? O que você fez durante o verão? Por acaso não se lembrou de guardar comida para o inverno?
Falou a cigarra:
_Para falar a verdade, não tiva tempo. Passei o verão todo cantando!
Falaram as formigas:
_Bom... Se você passou o verão todo cantando, que tal passar o inverno dançando? E voltaram para o trabalho dando risadas.

Moral da história:
Os pregiçosos colhem o que merecem.

ESOPO

O ocasional e o essencial - Martha Medeiros
Uma das razões que torna o escritor Ian McEwan um dos grandes nomes da literatura contemporânea é que ele escreve tão bem que consegue nos capturar para dentro de seus livros. Você não lê: você vive aquilo que está escrito. No seu mais recente lançamento, Na Praia, os personagens Edward e Florence, recém casados, travam uma conversa que definirá o futuro de cada um. É um diálogo difícil, delicado, forte, emocionante, verdadeiro, triste e nenhum destes adjetivos vêm em nosso socorro para ajudar a compreender a cena, não é preciso: a gente está ali com eles, ouvindo tudo, sofrendo junto. Enquanto eles conversavam, escutei não apenas suas vozes, mas o barulho das ondas, a interferência da brisa e a lenta batida do coração de cada um. Quase paramos todos de respirar - o casal e eu.

A questão dolorosa do livro é uma pergunta para a qual dificilmente encontramos resposta: a pessoa que você amou e perdeu no passado era essencial na sua vida?

Uns tiveram muitos amores entre os 16 e os 80 anos, outros tiveram poucos, mas todos nós possuímos um passado, não há quem tenha vivido com o coração desocupado. Os dias que correm, hoje, indicam que nossa vida amorosa irá se intensificar ainda mais, uma vez que as possibilidades de encontro se multiplicam (a Internet fazendo sua parte), os preconceitos diminuem (aumentando a oferta de "composições") e a necessidade de desejar e ser desejado tem se imposto à necessidade de casar e ter filhos. Na prática, estas mudanças já vêm acontecendo. Há diversas formas de se relacionar, e se o número de adeptos de formas menos tradicionais ainda não é volumoso, o respeito por todas elas está, ao menos, quase sedimentado.

Este entre-e-sai de homens e mulheres na vida uns dos outros dinamiza as relações, incrementa biografias, dá uma sensação de estarmos aproveitando bem o nosso tempo. E o amor não está excluído da festa, pode marcar presença forte em quaisquer dos novos padrões de comportamento. Mas este barulho todo não oculta nosso questionamento mais secreto: haverá alguém que, entre todos os que cruzaram nosso caminho, poderia ter nos transformado, nos acrescido, nos desviado desta eterna experimentação e justificado nossa existência de uma forma mais intensa? Terá esta pessoa cruzado por nós e a perdemos por causa de uma frase mal colocada, por uma palavra dita com agressividade, por uma precipitação, por um medo ou um equívoco?

Não é uma resposta que chegue cedo para todos. Sorte de quem já a tem. Em Na Praia, Ian McEwan não oferece um final infeliz a seus personagens, mas não os priva de uma dúvida comum a todos: que destino teríamos se um amor vivido errado tivesse sido vivido certo. Como assumir este amor sem sofrer as influências da época, da sociedade e da nossa própria imaturidade. Como valorizar o que se tem no momento em que se tem, e não depois. Como livrar-se do fantasma do "se eu tivesse dito, se eu tivesse feito, se eu...".

O maravilhoso mundo das relações amorosas progride, se reinventa, se liberta das convenções, se movimenta para um lado e para o outro, mas seguimos mantendo a íntima esperança de que, entre todos os "muitos" que nos fizeram felizes, possamos reconhecer aquele "um" que calaria todas as nossas perguntas.

Martha Medeiros

"Alegre desconhecido"

Apenas a beleza me conduz
E como provérbio grego:
"coisa difícil é o belo!"
Me amparo no calor e no frio,
na busca do que sei nunca encontrar!
Sempre na dor, na cor, nos confins de todo começo.

Aqui se torna mais longe o meu retorno
Porque em choro silencioso escondo lágrimas.
Tormentos em faces de alegrias!
Enquanto dormem, faço versos!
Sempre na dor, na cor, nos confins de todo começo.

Busco lugares, destroços, e rios!
Pinto todos de cores pálidas e depois rasgo!
Caminho entre o tempo e escorrego pelo espaço.
E encontro o desolar da solidão.
Sempre na dor, na cor, nos confins de todo começo.

Jaak Bosmans

Não se deve exigir que o escritor sempre se supere. Até porque mesmo grandes autores têm um período de hibernação antes de acordarem na próxima primavera com uma obra-prima desabrochando em suas mentes.

Jefferson Luiz Maleski

Sócrates dizia que não era ateniense nem grego, mas um cidadão do mundo.

Plutarco

VENTOS E TEMPESTADES

Um escritor inglês, do século passado, conta em uma de suas obras que na
praia perto de sua casa, uma coisa muito interessante podia ser vista com
freqüência: um navio lançando a sua âncora no mar enfurecido. Dificilmente
existe uma coisa mais interessante ou sugestiva do que essa:
O navio dança sobre as ondas. Parece estar sob o poder e à mercê delas. O
vento e a água se combinam para fazer do navio o seu brinquedo.
Parece que vai haver destruição; pois se o casco do navio for lançado sobre
as rochas, será despedaçado.
Mas observamos que o navio mantém a sua posição. Embora à primeira vista
parecesse um brinquedinho desamparado à mercê dos elementos, o navio não é
vencido.
Qual é o segredo da segurança deste navio? Como pode resistir às forças da
natureza com tanta tranqüilidade?
Existe segurança para o navio no meio da tempestade porque ele está
ancorado! A corda à qual ele está amarrado não depende das águas, nem de
qualquer outra coisa que flutue dentro delas.
Ela as atravessa e está fixada no fundo sólido do mar.
Não importa quão forte o vento sopre ou quão altas sejam as ondas do mar...
A sua segurança depende da âncora que está imóvel no fundo do oceano.
Muitas vezes nos sentimos no meio de uma tormenta, sendo jogados pelas ondas
da vida para cima e para baixo e açoitados pelo vento da adversidade.
Parece-nos, às vezes, que não conseguiremos sobreviver a determinados
períodos de nossas vidas.
Sem uma vida espiritual, a nossa vida é como um navio sacudido pelo mar
enraivecido das circunstâncias incontroláveis da vida.
Mas, confiando em Deus, experimentamos sua presença e amor como âncora da
nossa vida.
Nos sentimos encorajados e esperançosos. Essa esperança mantém segura e
firme a nossa vida, assim como a âncora mantém seguro o barco.

Adaptado de Ventos e Tempestades da Vida, de L.R.Silvado

L.R. Silvado

"Nesse físico de um deus grego,
Numa intensa relação,
Eu pálida e bêbada , tremo
E me afogo e me sufoco
Entre loucura e paixao

Quero fundir meu corpo,
No teu corpo junto ao meu.
Nos teus braços serei cega
Pra que sejas o meu guia.
Nos seremos a matéria,
Nosso amor será a energia.

Se esse amor me modifica,
Me transforma, me edifica,
Se ele afeta tanto a mim,
também te transformara.
A energia desse amor
Afetou-nos para sempre
E a matéria que hoje somos
Outra matéria será...

Seremos dois novos amantes
Pelo amor energizados
Transformados,
Mas em que??
Quem eras antes de mim??
Quem sou depois de você??

No meu seio serás meu,
Para o uso que quiser.
Nos teus braços em abandono,
Ao teu lado sou mulher.

Poema do livro: A marca de uma lagrima

Pedro Bandeira

a maior felicidade de um escritor é por no papel os sentimentos mais bonitos e ser entendido, e fazer com que o leitor ao ler sinta o que ele quis passar ao escrever

larissa layra

Acho que o escritor deve escrever para a alegria do leitor.

Jorge Luis Borges

Estrelas do Mar


Era uma vez um escritor que morava em uma tranqüila praia, junto de uma colônia de pescadores. Todas as manhãs ele caminhava à beira do mar para se inspirar, e à tarde ficava em casa escrevendo. Certo dia, caminhando na praia, ele viu um vulto que parecia dançar. Ao chegar perto, ele reparou que se tratava de um jovem que recolhia estrelas-do-mar da areia para, uma por uma, jogá-las novamente de volta ao oceano.

"Por que está fazendo isso?"- perguntou o escritor.


"Você não vê! --explicou o jovem-- A maré está baixa e o sol está

brilhando.


Elas irão secar e morrer se ficarem aqui na areia".


O escritor espantou-se.


"Meu jovem, existem milhares de quilômetros de praias por este mundo afora, e centenas de milhares de estrelas-do-mar espalhadas pela praia. Que diferença faz? Você joga umas poucas de volta ao oceano. A maioria vai perecer de qualquer forma".



O jovem pegou mais uma estrela na praia, jogou de volta ao oceano e olhou para o escritor.

"Para essa aqui eu fiz a diferença..".


Naquela noite o escritor não conseguiu escrever, sequer dormir. Pela manhã, voltou à praia, procurou o jovem, uniu-se a ele e, juntos, começaram a jogar estrelas-do-mar de volta ao oceano.

Sejamos, portanto, mais um dos que querem fazer do mundo um lugar melhor.


Sejamos a diferença!

Estrela do Mar

Não sou poeta e nem escritor,mas posso dizer que sou o seu amor!!

Matheus nicodemos de azevedo oliveira
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