Musica dom de iludir de caetano veloso

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pior q se iludir e se desiludir e ver q tudo q vc acreditava ser real nao passou de mentiras...

jessica

Deixo a Solidão.
Num fechar de olhos.
Apago a Tristeza,
Com a Esperança.
Na Paz da música,
Desejo...
O teu Amor,
O teu Sorriso,
As tuas Lágrimas,
O teu Corpo.
Deixo o meu corpo.
Viajando...
Para um mundo de pensamentos,
Desejos e Sentimentos.
Iludido pelo Desejo quero estar.
Sem saber o que se vai passar.
Quero-te dizer, na tua presença.
Quero-te,
Desejo-te,
Como dizer-te em tão poucas palavras o que sinto?
Simples...

AMO-TE

Joel Gonçalves

Hoje eu não posso sair
Tô regando meu pé de música
Tô devorando uma cuia de acordes
Tô com cara de nova canção.

Zeca Preto

Fácil é ouvir a música que toca. Difícil é ouvir a sua consciência. Acenando o tempo todo, mostrando nossas escolhas erradas. Fácil é ditar regras. Difícil é seguí-las. Ter a noção exata de nossas próprias vidas, ao invés de ter noção das vidas dos outros

Carlos D. de Andrade

Lembro-me de ti
Nesse instante absoluto,
A vida conduzida por um fio de música.
Intenso e delicado, ele vai-nos fechando num casulo
Onde tudo será permitido.

Se é só isso que podemos ter,
Que seja forte. Que seja único.
Tão íntimo quanto ouvirmos a mesma melodia,
Tendo o mesmo - esplêndido - pensamento.

Lya Luft

Se a nota dissesse: não é a nota que faz a música... Não haveria sinfonia.
Se a palavra dissesse: não é a palavra que faz uma página... Não haveria livro.
Se a pedra dissesse: não é a pedra que pode montar uma parede... Não haveria casa.
Se a gota de água dissesse: não é a gota que pode fazer um rio... Não haveria oceanos.
Se o homem dissesse: não é o gesto de amor que pode salvar a humanidade, jamais haveria justiça e paz, dignidade e felicidade na terra dos homens.
"Como a musica precisa de cada nota;
Como o livro precisa de cada palavra;
Como a casa precisa de cada pedra;
Como o oceano precisa de cada gota de água;
Como a colheita precisa de cada grão de trigo, a humanidade inteira precisa de você, onde estiver único e, portanto, insubstituível.”

Desconhecido

Saber a hora de desistir e tão importante quanto lutar por aquilo que se ama, é deixar de iludir a se mesmo.

Benilson Sousa

Luana meu amor sempre me inspirei nessa musica pra poder te ver...........

Quando entrar setembro
E a boa nova andar nos campos
Quero ver brotar o perdão
Onde a gente plantou
Juntos outra vez

Já sonhamos juntos
Semeando as canções no vento
Quero ver crescer nossa voz
No que falta sonhar

Já choramos muito
Muitos se perderam no caminho
Mesmo assim não custa inventar
Uma nova canção
Que venha nos trazer

Sol de primavera
Abre as janelas do meu peito
A lição sabemos de cor
Só nos resta aprender
Aprender

CATEDRAL Sol De Primavera....... Amanha é setembro meu amor...

Rickelue

No fundo ela não passará de uma caixinha de música meio desafinada.

Clarice Lispector

- O que você acha do fenômeno El Niño?
- É um barato! A música latina está estourando.

Rhydian Jai e Renee Zellweger - O diário de Bridjet Jones

A vida é como um instrumento de música,tem de se elevá-la e libertá-la para a tornar agradável.

desconhecido

Poema negro

A Santos Neto

Para iludir minha desgraça, estudo.
Intimamente sei que não me iludo.
Para onde vou (o mundo inteiro o nota)
Nos meus olhares fúnebres, carrego
A indiferença estúpida de um cego
E o ar indolente de um chinês idiota!

A passagem dos séculos me assombra.
Para onde irá correndo minha sombra
Nesse cavalo de eletricidade?!
Caminho, e a mim pergunto, na vertigem:
— Quem sou? Para onde vou? Qual minha origem?
E parece-me um sonho a realidade.

Em vão com o grito do meu peito impreco!
Dos brados meus ouvindo apenas o eco,
Eu torço os braços numa angústia douda
E muita vez, à meia-noite, rio
Sinistramente, vendo o verme frio
Que há de comer a minha carne toda!

É a Morte — esta carnívora assanhada —
Serpente má de língua envenenada
Que tudo que acha no caminho, come...
— Faminta e atra mulher que, a 1 de janeiro,
Sai para assassinar o mundo inteiro,
E o mundo inteiro não lhe mata a fome!

Nesta sombria análise das cousas,
Corro. Arranco os cadáveres das lousas
E as suas partes podres examino. . .
Mas de repente, ouvindo um grande estrondo,
Na podridão daquele embrulho hediondo
Reconheço assombrado o meu Destino!

Surpreendo-me, sozinho, numa cova.
Então meu desvario se renova...
Como que, abrindo todos os jazigos,
A Morte, em trajos pretos e amarelos,
Levanta contra mim grandes cutelos
E as baionetas dos dragões antigos!

E quando vi que aquilo vinha vindo
Eu fui caindo como um sol caindo
De declínio em declínio; e de declínio
Em declínio, com a gula de uma fera,
Quis ver o que era, e quando vi o que era,
Vi que era pó, vi que era esterquilínio!

Chegou a tua vez, oh! Natureza!
Eu desafio agora essa grandeza,
Perante a qual meus olhos se extasiam...
Eu desafio, desta cova escura,
No histerismo danado da tortura
Todos os monstros que os teus peitos criam.

Tu não és minha mãe, velha nefasta!
Com o teu chicote frio de madrasta
Tu me açoitaste vinte e duas vezes...
Por tua causa apodreci nas cruzes,
Em que pregas os filhos que produzes
Durante os desgraçados nove meses!

Semeadora terrível de defuntos,
Contra a agressão dos teus contrastes juntos
A besta, que em mim dorme, acorda em berros
Acorda, e após gritar a última injúria,
Chocalha os dentes com medonha fúria
Como se fosse o atrito de dois ferros!

Pois bem! Chegou minha hora de vingança.
Tu mataste o meu tempo de criança
E de segunda-feira até domingo,
Amarrado no horror de tua rede,
Deste-me fogo quando eu tinha sede...
Deixa-te estar, canalha, que eu me vingo!

Súbito outra visão negra me espanta!
Estou em Roma. É Sexta-feira Santa.
A treva invade o obscuro orbe terrestre.
No Vaticano, em grupos prosternados,
Com as longas fardas rubras, os soldados
Guardam o corpo do Divino Mestre.

Como as estalactites da caverna,
Cai no silêncio da Cidade Eterna
A água da chuva em largos fios grossos...
De Jesus Cristo resta unicamente
Um esqueleto; e a gente, vendo-o, a gente
Sente vontade de abraçar-lhe os ossos!

Não há ninguém na estrada da Ripetta.
Dentro da Igreja de São Pedro, quieta,
As luzes funerais arquejam fracas...
O vento entoa cânticos de morte.
Roma estremece! Além, num rumor forte,
Recomeça o barulho das matracas.

A desagregação da minha idéia
Aumenta. Como as chagas da morféa
O medo, o desalento e o desconforto
Paralisam-se os círculos motores.
Na Eternidade, os ventos gemedores
Estão dizendo que Jesus é morto!

Não! Jesus não morreu! Vive na serra
Da Borborema, no ar de minha terra,
Na molécula e no átomo... Resume
A espiritualidade da matéria
E ele é que embala o corpo da miséria
E faz da cloaca uma urna de perfume.

Na agonia de tantos pesadelos
Uma dor bruta puxa-me os cabelos,
Desperto. É tão vazia a minha vida!
No pensamento desconexo e falho
Trago as cartas confusas de um baralho
E um pedaço de cera derretida!

Dorme a casa. O céu dorme. A árvore dorme.
Eu, somente eu, com a minha dor enorme
Os olhos ensangüento na vigília!
E observo, enquanto o horror me corta a fala,
O aspecto sepulcral da austera sala
E a impassibilidade da mobília.

Meu coração, como um cristal, se quebre
O termômetro negue minha febre,
Torne-se gelo o sangue que me abrasa,
E eu me converta na cegonha triste
Que das ruínas duma casa assiste
Ao desmoronamento de outra casa!

Ao terminar este sentido poema
Onde vazei a minha dor suprema
Tenho os olhos em lágrimas imersos...
Rola-me na cabeça o cérebro oco.
Por ventura, meu Deus, estarei louco?!
Daqui por diante não farei mais versos.

Augusto dos Anjos

Pipoca, cachorro quente, filminho
Cerva, amigos, boteco
Música, dança, teatrinho, violão

Silvia

adoro a musica de ana carolina

ze paredes

Para iludir a minha desgraça, estudo
Intimamente sei que não me iludo!

Augusto dos Anjos

“A Música, a meu ver, é a Arte que vai mais diretamente ao coração. A sensação compreendeis-me, está toda no coração; a Pintura, a Arquitetura, a Escultura, a Pintura antes de tudo, atingem muito mais a sensação cerebral. Numa palavra, a Música vai do coração ao espírito; a Pintura, do pensamento ao coração. A exaltação religiosa criou o órgão. Na Terra, quando a poesia toca o órgão, os anjos do céu lhe respondem. Assim, a música séria, religiosa, eleva a alma e os pensamentos.

(Revista Espírita1861 – Lamennais)

SEM TÍTULO

TENTO ILUDIR MAS
NÃO SEI FINGIR
TENTO MUDAR
MAS NÃO SEI CALAR

CONSEGUI MUDAR
MAIS TE ILUDI
CONSEGUI FALAR
MAIS DE TI FUGI.

George Augusto

O portal,

Texto é portal. Tormenta é expressão. Música é criatividade. Ou: Portal é texto! Expressão é tormenta! E a música? ... E a criatividade? ... Ainda não sendo uma pessoa decidida, ouço a música que toca meu inconsciente. Sinto a tormenta, e mostro minha alma no portal.

Augusto Vicente

" Facil é iludir a sí mesmo
Dificil é enganar o Coração
Quando amor entra no coração
E leva a chave com sigo
Seria necessário outro
Coraçao para outro Amor
Pois o primeiro entrou
E levou a chave consigo
Desta forma teriamos
Um coração pra cada Amor
Então Sentiremos amor por todos
Se não for possivel
Amaremos verdadeiramente
Uma vez e mesmo seremos
Felizes.

desconhecido

Amar...

Amar é não achar palavras para compor um poema,
porque o amor é uma música que canta baixinho no coração.

É divagar e se apossar de outra dimensão.

É fundir a espera num desejo de bem-querer.

É o coração agitado num pulsar frenético;
o espírito sereno, contemplando ativo de ansiedade.

É ouvir o murmúrio das ondas entre as pedras.

É sentir o coração disparar, o rosto queimar num olhar
apaixonado.

É o silenciar do medo exposto à coragem.

É ter o mundo e querer "apenas" você!

desconhecido

Nossa musica diz tudo sem falar nada

Helena

Minha verdade é a forma de me iludir portanto, não se iludam com minhas ilusões verdadeiras, são tão fugazes como eu.

Jorge Reigada

Música Tema - Pan 2007
NX ZERO


Uma nação
Um coração
Unidos pela emoção
Em um momento de união
Representando todos nós
Não desistir
Querer vencer
E orgulhar um país inteiro
Poder gritar
E tranformar
Nosso suor em alegria
Esse Pam é 100% brasileiro
Esse Pam é 100% brasileiro
Pam no Rio é 100% brasileiro

leonardo da costa pina

Broca no bambu
deixa furos de flauta.
O vento faz música.

Anibal Beça
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