Mitologia indiana
Encontrados 6 com a expressão mitologia indiana
Fila Indiana
" Para mim os homens caminham pela face da Terra em fila indiana.
Cada um carregando uma sacola na frente e outra atrás.
Na sacola da frente, nós colocamos as nossas qualidades.
Na sacola de trás guardamos os nosso defeitos.
Por isso durante a jornada pela vida, mantemos os olhos fixos nas virtudes que possuímos, presas em nosso peito.
Ao mesmo tempo, reparamos impiedosamente nas costas do companheiro que está adiante, todos os defeitos que ele possui.
E nos julgamos melhores que ele, sem perceber que a pessoa andando atrás de nós, está pensando a mesma coisa a nosso respeito"
desconhecido
A CAIXA DE PANDORA
Conta a mitologia grega que Pandora foi criada pelos deuses do Olimpo sob a ordens de Zeus. Pandora teria sido a primeira mulher, surgida como punição aos homens por sua ousadia em roubar aos céus o segredo do fogo.
A vingança de Zeus contra a humanidade veio em forma de uma linda donzela. Pandora, a que possui todos os dons, recebeu uma caixa onde guardou os presentes recebidos de cada um dos deuses do Olimpo.
Afrodite deu-lhe a beleza, Hermes o dom da fala, Apolo, a música. Mas além dos dons, a caixa de Pandora recebeu também uma série de malefícios.
A história é longa, mas importa saber que Pandora abriu sua caixa e a humanidade passou a conhecer não só as bondades, como os males que até hoje nos assolam: mentira, doenças, inveja, velhice, guerra e morte. Os presentes saltaram de forma tão violenta da caixa que Pandora teve medo, e a fechou antes que a última delas escapasse: a esperança.
Pandora tornou-se, assim, a provedora natural dos talentos divinos e dos males da humanidade.
Como nos conta a tradição judaico-cristã, Eva no Paraíso teria tido o mesmo papel. O que só comprova que a figura da mulher aparece sempre como a grande responsável pela desgraça do gênero humano. Eu vejo de maneira distinta. Como Eva no Paraíso, Pandora distribuiu aos homens as duas faces da realidade, tão contrárias quanto complementares. Coube a todos a escolha.
O mágico desta lenda está no papel desempenhado pela esperança. Crescemos e vivemos sob o jugo masculino. Todas as formas de poder são exercidas há séculos por homens, que com liberdade preferiram escolher os piores caminhos para atingir objetivos duvidosos.
O mundo está devastado. Na caixa de Pandora ainda resta a última bondade não destruída por nosso egoísmo e ambição. Uma maneira lúdica de nos mostrar o caminho da redenção. A esperança é um dom feminino. Ainda há tempo para aprender a lição.
(Fonte: Voz Corrente- Alexandre Pelegi em 11 de Abril de 08)
Texto de Alexandre Pelegi- Voz Corrente em 11Abril de 08
James Byron Dean (Marion, Indiana, 8 de Fevereiro de 1931 - Salinas, Califórnia, 30 de Setembro de 1955) foi um ator, fotógrafo e piloto de corridas estado-unidense. É considerado por muitos como um ícone cultural, como a melhor personificação da rebeldia e angústias próprias da juventude da década de 1950.
Hoje em dia, a sua cidade natal é ainda um ponto de referência para todos os fãs do ator. Tinha apenas cinco anos de idade quando se mudou com a família para Santa Mónica, na Califórnia. Quando perdeu a mãe, com nove anos de idade, o pai enviou James para uma quinta em Fairmount, Indiana, onde foi criado pelos tios Ortense e Marcus Winslow.
Na escola, não tinha muitas relações e não se sentia muito à vontade na companhia de garotas. Solitário, encontrou compreensão num reverendo de 30 anos, James A. DeWeerd, pastor local e herói de guerra. Liam poesia juntos e ouviam Tchaikovski. As más línguas afirmavam que DeWeerd fora responsável pela iniciação sexual do jovem James.
Depois de sua morte, DeWeerd revelou: "Jimmy se sentia completamente feliz estirado no chão da minha biblioteca. Ele jamais falou sobre a nossa relação, nem eu. Não teria ajudado a nenhum de nós". Foi DeWeerd quem o encorajou a atuar nas apresentações teatrais da escola.
Para provar sua masculinidade a si mesmo, Dean começou a se encontrar com uma jovem professora de educação física, Elizabeth McPherson, que depois declarou: "Ele se apaixonou por mim." Um amigo, Larry Swindell, afirmou: "Jimmy dizia que sua prioridade na escola era perder sua virgindade".
Em seu aniversário de 18 anos, em 8 de fevereiro de 1948, Dean alistou-se em Fairmont, mas escapou do serviço militar declarando ser gay. Quando Hedda Hopper lhe perguntou mais tarde como evitara a convocação para a Guerra da Coréia, ele lhe disse: "Eu beijei o médico".
Em 1949, Dean voltou para Los Angeles, com a intenção de estudar arte dramática. Houve insinuações de que, enquanto tentava se impor como ator, resvalava na prostituição. Certamente ele cortejava a homossexualidade. Uma amiga disse: "Ele desejava experimentar tudo na vida".
Acabou conhecendo o diretor de televisão Rogers Brackett, amigo íntimo do notório agente de Rock Hudson, Henry Wilson, e foi morar com ele. Para sua incrédula agente, Isabelle Draesemer, Dean declarou que os dois dormiriam em camas separadas. Não era verdade. Brackett foi mais explícito: "Se era uma relação de pai para filho, também era incestuosa. Eu o amava e era correspondido". Em poucas semanas, as chances apareceram e Dean conseguiu recomendações e trabalho.
Graças a Brackett, ele foi para Nova Iorque e começou a trabalhar no Actor's Studio, de Lee Strasberg, onde Marlon Brando e Montgomery Clift haviam estudado. Telefonava para este e tentava convencê-lo. Clift acabou perguntando ao diretor Elia Kazan quem era o jovem. Ele lhe respondeu: "Dizem que gosta de carros de corrida e de motocicletas, garçonetes - e garçons".
Modelava-se em seus ídolos. Como Brando em seus filmes, passou a usar roupas de couro. Por causa dos rumores sobre a homossexualidade de Clift e a bissexualidade de Brando, Dean determinou-se a experimentar de tudo. Foi o que disse o ator Jonathan Gilmore: "Jimmy não eram nem homossexual nem bissexual; penso que era multissexual"
Túmulo de James DeanFora dos sets de filmagem era conhecido por uma agitada vida social, fumava maconha e bebia cerveja, e possuía um enorme fascínio por carros velozes e pela velocidade em si. Paixão que lhe custou a vida. Quando se dirigia para uma corrida, em 30 de Setembro de 1955, envolveu-se num acidente fatal, partindo imediatamente a coluna vertebral e sofrendo de hemorragias internas. Quando foi colocado na ambulância, o passageiro que estava a seu lado, o mecânico Rolf Wütherich, ouviu "um grito suave emitivo por Jimmy - a lamúria de um menino chamando sua mãe ou de um homem encarando Deus."
O médico-legista observou que o corpo de James Dean era coberto de cicatrizes. Num bar de Hollywood, onde era conhecido como "Cinzeiro Humano", ele oferecia seu peito e pedia às pessoas que apagassem seus cigarros nele.
No dia em que morreu, James Dean ainda esgotava ingressos com o seu primeiro filme. A consagração final chegou poucos dias após a sua morte, quando Juventude transviada chegou aos cinemas. Recebeu duas indicações ao Oscar, postumamente. Em 1956, por Vidas amargas (a primeira indicação póstuma na história da premiação), e em 1957, por Assim caminha a humanidade, ambas por melhor actor. Ganhou dois prêmios do Globo de Ouro, em 1956 como melhor actor e, no ano seguinte, num prêmio especial que o consagrou como ator favorito do público.
O seu cadáver encontra-se inumado no «Park Cemetery
wikipedia
Dedica 2 minutos da tua vida a esta leitura,
... é muito linda!
Uma História
Indiana:
Era uma vez um amigo meu...
Um certo dia, um amigo meu abriu a gaveta da mesa de cabeceira da sua esposa e apanhou um pacote embrulhado em papel de arroz.
“Este - disse o meu amigo - não é um pacote qualquer, é uma peça íntima, uma lingerie finíssima”.
Abriu o pacote, jogou fora o papel, pegou na peça, e acariciou a seda macia e a renda.
“Ela comprou esta lingerie a primeira vez que estivemos em New Yorque..., uns 8 ou 9 anos atrás. Nunca a usou.”
“Estava esperando o momento certo, a ocasião especial para poder usá-la.
Bom, acho que a hora chegou.”
Aproximou-se da cama e colocou a lingerie perto de outros objectos que levaria para o cemitério.
A sua esposa havia morrido de repente.
O meu amigo olhou para mim e disse:
“Nunca guardes nada à espera de uma ocasião especial,
cada dia que vivemos, é uma ocasião especial”.
Ainda estou pensando nas palavras que ele me disse e como mudaram a minha vida.
Agora leio mais, e dedico menos tempo à limpeza da casa. Sento-me na varanda e admiro a paisagem, sem reparar se o jardim tem ou não ervas daninhas.
Passo mais tempo em companhia da minha família e dos meus amigos, e bem menos tempo trabalhando para os outros.
Dei-me conta que a vida é um conjunto de experiências para serem apreciadas e não sobrevividas.
Agora já não guardo quase nada.
Uso os copos de cristal todos os dias.
Visto roupas novas para ir fazer compras no supermercado, se estiver com vontade de vesti-las.
Não guardo o melhor frasco de perfume para as festas especiais, mas uso quando quero sentir a sua fragrância.
As frases “um dia...” e “um dia destes...”, estão desaparecendo do meu vocabulário, se vale a pena ver e ouvir é agora.
Não sei o que a esposa do meu amigo teria feito, se soubesse que não haveria amanhã, o mesmo “amanhã” que todos nós levamos tão pouco a sério.
Se ela soubesse, talvez poderia ter falado com todos os seus familiares e amigos mais próximos.
Ou, talvez, poderia ter chamado os velhos amigos para se desculpar, para fazer as pazes pelos mal entendidos do passado.
Gosto de pensar que, ela poderia ter ido degustar o seu prato preferido naquele restaurante chinês que tanto gostava.
São estas pequenas coisas da vida não cumpridas que me chateariam se soubesse que tenho as horas contadas.
Chatear-me-ia pensar que deixei de abraçar bons amigos que “um dia destes” reencontraria-os.
Chatear-me-ia pensar que não escrevi as cartas que queria porque a intenção de escrevê-las era “um dias destes...”,
Chatear-me-ia, e deixar-me-ia ainda mais triste, saber que deixei de dizer aos meus filhos e irmãos, com suficiente frequência, o quanto os amo.
Agora procuro não retardar, esquecer, ou conservar, algo mais que poderia acrescentar sorrisos de felicidade e alegria à minha vida.
Cada dia que passa, digo para mim mesmo, que este é um dia muito especial. Cada dia, cada hora, cada minuto que passa... é especial.
desconhecido...