Michelle rodriguez

Encontrados 33 com a expressão michelle rodriguez

.... quem inventou a distância, não sabia o quanto doi uma saudade....

Paula Michelle

"Eu sou...

Eu sou os livros que leio, os lugares que conheço, as pessoas que amo.
Eu sou as orações que faço, as cartas que recebo, os sonhos que tenho.
Eu sou as decepções por que passei, as pessoas que perdi, as dificuldades que superei.
Eu sou as coisas que descobri, as lições que aprendi, os amigos que encontrei.
Eu sou os pedaços de mim que levaram, os pedaços de alguns que ficaram, as memórias que trago.
Eu sou as cores que gosto, os perfumes que uso, as músicas que ouço.
Eu sou os beijos que dei, sou aquilo que deixei e aquilo que escolhi.
Eu sou cada sorriso que abri, cada lágrima que caiu, cada vez que menti.
Eu sou cada um dos meus erros, cada perdão que não soube dar, cada palavra que calei.
Eu sou cada conquista alcançada, cada emoção controlada, cada laço que criei.
Eu sou cada promessa cumprida, cada calúnia sofrida, a indiferença que se formou.
Eu sou o braço que poucas vezes torceu, a mão que muitas outras se estendeu, a boca que não se calou.
Eu sou as lembranças que tenho, os objetivos que traço, as mudanças que sofrerei.
Eu sou a infância que tive, sou a fé que carrego e o destino que reinventei."

Michelle Lopes.

"Assim como você

Nem tão fria, nem tão doce. Meio-termo.
O previsível e o inesperado. A possibilidade.
Sou sorriso por nada e lágrima no fim.
Sou sonhos pensados e objetivos advindos do sonhado. Certezas e dúvidas, mas convicções.
Sou carinho. Sou apoio, mas não sei perdoar.
Sou lealdade. Sou sinceridade, mas sei como interpretar.
Sou a gota d'agua. Amiga fiel e inimiga declarada.
Sou equilibrada. Sou a repreensão. Sou descontrolada. Sou a consolação.
Sou a dona da verdade que nem sempre tem razão.
Sou orgulho. Sou vaidade. Sou cinismo.
Sou realismo exagerado e universo paralelo. Sou o pé no chão e a realidade inventada.
Sou prolixa. Sou direta. Sou adaptável e inflexível.
Sou ironia. Sou hipérbole e eufemismo. Sou paradoxo.
Sou insanidade e sensatez. Indignação e indiferença. Passividade e obstinação. Sou ponto final. Sou interrogação.
Sou as entrelinhas. Sou a contramão.
Sou única e apenas mais uma em meio a multidão."

Michelle Lopes.

03/07/2008..tarde fria e triste de quinta- feira...16:40hs.

Ilusões, mentiras e decepções. A dor de um coração partido, seus pedaços caem sobre o chão de lágrimas de um amor perdido, um amor que não merece ser sentido.

Michelle de Souza

A vida é uma graça,
E nós somos os palhaços

Michelle Garcia

Te convido a crer em mim quando digo futuro
se não acreditas na minha palavra, crê no brilho de um gesto
acredita em meu corpo, em minhas mãos que se acabam

Silvio Rodriguez

Quando eu era criança tudo ficava perto,pertinho
para chegar ao céu bastava uma subidinha
o sinho me alcançava para ir tão longe como queria
quando eu era pequeno eu sim podia,
eu sim podia...
Quando eu era criança,vivi paixões tão memoráveis
com os sapatos furados e o riso menos amável
terra sob as unhas, mãos sem pena tocando mundo
quando eu era criança, era profundo,era profundo.

silvio Rodriguez

" Mesmo você não me vendo estarei te olhando.
Mesmo não te tocando estarei te sentindo.
E, por onde você estiver passando com meus pensamentos estarei te seguindo.
Nos seus olhos eu me vejo.
Encanto-me com teu sorriso.
No teu corpo está o meu desejo.
Em tua Alma meus sentidos.
Você é minha vontade.
Um sonho bonito que estarei vivendo até transformar-se em realidade".

Paula Michelle

“Reloj”

Cada ponteiro, segundo que passei...
Sentirei mais falta do que faltei
Sentirei mais falta do que não pensei

Mas se eu inverto o ponteiro das minhas faltas
E fizesse com que minhas faltas não fossem faltas

Não sentiria o aroma do prazer
Não sentiria os ruídos do tempo
Não sentiria as texturas do vento

Não sentiria o que senti um dia...
Um musgo brotando em meus poros para nascerem algumas palavras do meu coração.

Nahuel Rodriguez

“Paciência”

Não quero interjeições
Mas sim as outras palavras inteiras
Que seguem
Que voam

Frases com raízes
Puras e cheias como o aipim
Suaves e ternas como as peras

Inclinar-me á um lago
E procurar-las entre as pedras
Sentir o frio entre meus dedos
E manusear letra por letra

Segura-las como uma pedra qualquer, jogá-las na água
Para ver se tocaria duas vezes no espelho
E refleti-se em minha vida a favor do intenso.

Nahuel Rodriguez

“Nós”

Somos simples como arroz e feijão
Estranhos, como rato e leitão
As vezes ocos como os cocos

Inteiros como as mudas
Curtos como o tempo
Mas puros como o amor.

Nahuel Rodriguez

“Escuro”

Caminhei provando os passos
Caminhei sentindo abraços
Caminhei sentindo amor

Ouvia as pedras sendo pisadas
Sentia a chuva ressecada
Andei em rumo ao nada

Joguei-me no mar, submergi
Procurando respostas nas areias finas
Entre as algas pequeninas.

Nahuel Rodriguez

“Jardim”

Colhendo palavras pintadas
Reconhecendo as borboletas e a cor suave das violetas
Alimentando seu coração poroso, com pólen de músicas

Encontrando as diversas cores em nuvens de flores
Nos jardins de gnomos
Aonde todos nós podemos encontrar nossos sonhos de novo.

Nahuel Rodriguez

“Musico”

Vendendo as entradas
De suas doces palheta - das
Conduzidas lentamente

Cantando que o amor não mente
Sobre as margens do entardecer
Na superfície do céu até as cores do amanhecer

Em suas melodias e doses de harmonia
Encontrando um caminho prematuro
Longes de dor, extensos de amor.

Nahuel Rodriguez

“Ansiedade”

Minhas mãos úmidas
Alerta a seca dentro de min
Alerta o que não veio
Desperta o que esta por vir

O estomago murcho
Procura soprar o incapaz
Procura inspirar algo mas

Algo como um trevo ou uma sorte qualquer
Que escute uma pequena surdes ou que me traga a paz mais uma vez.

Nahuel Rodriguez

“Atalho”

Na segunda quadra
Tropeçou em seu cadarço
Lembrou de quando esteve sozinho dentro de sua mente
Como as uvas quando viram passas escolhidas manualmente

Na primeira quadra
Caiu
Sentindo-se como uma rolha quando é consumida pelo vinho
Sentindo o cheiro azedo do próprio caminho

Na terceira quadra
Andou seguro
Mais queria o doce, o vôo
Continuava pequeno ao enjôo

Ralou tempo
Picou fé
Moeu a má maré

Voltou às quadras
Encontrando o cheiro do mel
Voando com as mariposas no céu.

Nahuel Rodriguez

“Vientito”

Na praia eu caminhava, sentia fragrâncias de uma areia úmida
Olhava as água claras, as águas nuas...
Bateu um vento seco em minhas costas
Me contava das sonorosas vozes da terra
Das paisagens abstratas de uma tela
Dos pigmentos da água, da aquarela
Comentava das estradas longas que passou
Do frio, das amargas pessoas que alcançou
Resmungava das palavras que deslizavam
Dos gritos repentinos, dos olhares umedecidos
Dos ares longos sem destino
Do estrato de uma vida acumulada, sem ter as sementes nem o azul aonde plantar
Alguns cachos de seda pelo mar.

Nahuel Rodriguez

“Pontos”

O tempo derrete
Os olhos te tragam
Rastros de amor se apagam
O puro amor leva o céu
Só lembrarás de algumas letras delicadas no papel
Não!
Viajarás longe novamente, ao lembrar do sabor das pequenas palavras de sua boca.

Nahuel Rodriguez

“Amor”

Minha, do tempo ao intento
Amada de frutos, de galhos
Tingindo-me cada vez mais pensamentos

Amor inocente que o tempo não recicla
Fosco que de momentos inspira
Simples, que o próprio complexo se retira.

Nahuel Rodriguez

“Noitinha”

A luz da lua fina filtrou
O que o sol não escovou
Restinhos de sons que ficaram
Em um clima vesgo e triste

Fechei meus olhos naquela noite
Abri minhas mãos ao sereno noturno
Ergui meus braços solitários

Fiquei em pé na areinha branca
Respirando fundo o horizonte
Inalando alguns hibiscos
Junto com o velho pólen de amor

Enquanto o vento me buscava e a terra me observava.

Nahuel Rodriguez

“Estrato”

Nuvens de cabeça
Caminhos na contra mão
Pressa nos sapatos

Amigos de refrão
Flores no fogão
Calor entre a escuridão.

Nahuel Rodriguez

“Só”

Com paciência nos pés
Apareceu-me do jardim encapuzado
As breves folhas que caiam do telhado

A brisa curta que descia ao chão
As pálpebras abrindo e fechando na lentidão
Um amor úmido de dentro, que aquecia meu coração.

Nahuel Rodriguez

“Louco”

Abri trilhos de um colchão duro e adormecido
O céu me consumia e engolia cada cacho de tecido
Meus pés corredores atingiam a sombra dos meus ouvidos
Esperava repor os meus sonhos coloridos
A cada pintura de casas e trigos
A cada escrita de um verso enlouquecido.

Nahuel Rodriguez

Eis duas paixões: Literatura e filosofia

"Cada leitor procura algo no poema.E não é insólito que o encontre ; já o trazia dentro de si".

Michelle de Souza

12/07/2008 09:36
Quem muito se explica, acaba falando sozinho.


Pare de se Explicar!


Não precisa se explicar,
Não há nada que eu tenha desculpar...
Você e eu somos pessoas totalmente diferentes,
Mas eu também tenho os meus extremados repentes!
Um erro não justifica o outro, é o que afirmam.
E quem define o que é certo e o que é errado?
Onde um e o outro começam e terminam?
O que é errado para muitos, talvez não seja para mim...
O inverso também deve ser levado em consideração.
Quem melhor do que nós mesmos para avaliarmos a situação?
Não gosto de ser julgada e também não gosto de julgar,
Só quem se sente dono da verdade é quem tem essa postura...
Como se ,assim como nós, não fosse também uma mortal criatura.
Não se preocupe em justificar constantemente suas atitudes,
Porque, na verdade, ninguém está realmente interessado...
Todos estão olhando para o seu próprio mundinho,
E quem muito se explica, acaba falando sozinho...
Não tenha medo de errar porque quem gosta mesmo de você,
Vai aceitar que cada um sabe que tem seu próprio caminho...
Há muito tempo você abandonou seu ninho para poder voar,
Então, por favor, pare de se explicar!

Michelle e o vento levou
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