Marquês de Sade
Donatien Alphonse François de Sade, mais conhecido como Marquês de Sade (1740 - 1814), escritor e aristocrata, marcado pela pornografia e pelo desprezo pelos valores morais.
Encontrados 568 com a expressão marquês de Sade
O ódio e a guerra que declaramos aos outros gasta-nos e consome-nos a nós mesmos.
Marquês de Maricá
O remorso é no moral o que a dor é no físico da nossa individualidade: advertência de desordens que se devem reparar.
Marquês de Maricá
O silêncio é o melhor rebuço para quem não se quer revelar, ou fazer-se conhecer.
Marquês de Maricá
Os arrufos entre amantes podem ser renovações de amor, mas entre os amigos são deteriorações da amizade.
Marquês de Maricá
Os bons presumem sempre bem dos outros; os maus, pelo contrário, sempre mal; uns e outros dão o que têm.
Marquês de Maricá
Os homens são poucas vezes o que parecem; eles trabalham incessantemente por parecer o que não são.
Marquês de Maricá
Os mais arrojados em falar são ordinariamente os menos profundos em saber.
Marquês de Maricá
Os maldizentes, como os mentirosos, acabam por não merecer crédito ainda que digam verdades.
Marquês de Maricá
Os males da vida são os nossos melhores preceptores, os bens, os nossos maiores aduladores.
Marquês de Maricá
Os moços, por falta de experiência, de nada suspeitam, os velhos, por muito experimentados, de tudo desconfiam.
Marquês de Maricá
Os velhacos têm por admiradores todos os tolos, cujo número é infinito.
Marquês de Maricá
Os velhos que se mostram muito saudosos da sua mocidade não dão uma ideia favorável da maturidade e progresso da sua inteligência.
Marquês de Maricá
Os velhos ruminam o pretérito, os moços antecipam e devoram o futuro.
Marquês de Maricá
Perante um auditório de tolos, os velhacos tornam-se fecundos, e os doutos silenciosos.
Marquês de Maricá
Podemos reunir todas as virtudes, mas não acumular todos os vícios.
Marquês de Maricá
Queixam-se muitos de pouco dinheiro, outros de pouca sorte, alguns de pouca memória, nenhum de pouco juízo.
Marquês de Maricá
Querendo prevenir males de ordinário contingente, o homem prudente vive sempre em tortura, gozando menos do presente do que sofre no futuro.
Marquês de Maricá