Marquês de Sade

Donatien Alphonse François de Sade, mais conhecido como Marquês de Sade (1740 - 1814), escritor e aristocrata, marcado pela pornografia e pelo desprezo pelos valores morais.
Encontrados 589 com a expressão marquês de Sade

A tirania não é menos arriscada para o opressor, do que penosa para o oprimido.

Marquês de Maricá

A vaidade de muita ciência é prova de pouco saber.

Marquês de Maricá

A vaidade é talvez um grande condimento da felicidade humana.

Marquês de Maricá

A velhice reflexiva é um grande armazém de desenganos.

Marquês de Maricá

A vida humana é uma intriga perene, e os homens são recíproca e simultaneamente intrigados e intrigantes.

Marquês de Maricá

A vida humana parece de algum modo tríplice, quando reflectimos que vivemos e sentimos em três tempos, no pretérito, presente e no futuro.

Marquês de Maricá

A vida humana seria incomportável sem as ilusões e prestígios que a circundam.

Marquês de Maricá

A vida reluz nos olhos, a razão nas palavras e ações dos homens.

Marquês de Maricá

A virtude é comunicável, mas o vício contagioso.

Marquês de Maricá

A virtude é o maior e mais eficaz preservativo dos males da vida humana.

Marquês de Maricá

A virtude remoça os velhos, o vicio envelhece os moços.

Marquês de Maricá

A virtude resplandece na adversidade, como o incenso reacende sobre as brasas.

Marquês de Maricá

A vitória de uma fação política é ordinariamente o princípio da sua decadência pelos abusos que a acompanham.

Marquês de Maricá

Adular os tolos é um meio ordinário de os desfrutar; os velhacos empregam-no eficazmente.

Marquês de Maricá

Afectamos desprezar os bens que não podemos conseguir.

Marquês de Maricá

Afetamos desprezar as injúrias que não podemos vingar.

Marquês de Maricá

Aflige-nos a glória alheia contrastada com a nossa insignificância.

Marquês de Maricá

Ainda que perdoemos aos maus, a ordem moral não lhes perdoa, e castiga a nossa indulgência.

Marquês de Maricá

Amamo-nos sobre tudo, e aos outros homens por amor de nós.

Marquês de Maricá

Ambicionando o louvor e admiração dos outros homens, provocamos frequentes vezes a sua inveja e aversão.

Marquês de Maricá

Ambos se enganam, o velho quando louva somente o passado, o moço quando só admira o presente.

Marquês de Maricá

Amigos há de grande valia, que todavia não podem fazer-nos outro bem, senão impedindo pelo seu respeito que nos façam mal.

Marquês de Maricá

Aprovamos algumas vezes em público por medo, interesse ou civilidade, o que internamente reprovamos por dever, consciência ou razão.

Marquês de Maricá

Aproveita muito subir aos maiores empregos do Estado, para nos desenganarmos da sua vanglória e inanidade.

Marquês de Maricá

Arguimos a vaidade alheia porque ofende a nossa própria.

Marquês de Maricá
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