Marquês de Sade

Donatien Alphonse François de Sade, mais conhecido como Marquês de Sade (1740 - 1814), escritor e aristocrata, marcado pela pornografia e pelo desprezo pelos valores morais.
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A morte que tira a importância a todos, confere-a a muito poucos.

Marquês de Maricá

A opinião da nossa importância nos é tão funesta como vantajosa e segura a desconfiança de nós mesmos.

Marquês de Maricá

A opinião pública é sempre respeitável, não pelo seu racionalismo, mas pela sua omnipotência muscular.

Marquês de Maricá

A opinião pública é sujeita à moda, e tem ordinariamente a mesma consistência e duração que as modas.

Marquês de Maricá

A opinião que domina é sempre intolerante, ainda quando se recomenda por muito liberal.

Marquês de Maricá

A paciência dispensa a resistência e a reacção.

Marquês de Maricá

A pobreza e a preguiça andam sempre em companhia.

Marquês de Maricá

A preguiça dificulta, a atividade tudo facilita.

Marquês de Maricá

A prudência é uma arma defensiva que supre ou desarma todas as outras.

Marquês de Maricá

A razão dos filósofos é muitas vezes tão extravagante como a imaginação dos poetas.

Marquês de Maricá

A razão também tiraniza algumas vezes, como as paixões.

Marquês de Maricá

A riqueza doura a sabedoria e os talentos, mas não os constitui.

Marquês de Maricá

A riqueza não acompanha por muito tempo os viciosos.

Marquês de Maricá

A sabedoria é geralmente reputada como pobre, porque não se podem ver os seus tesouros.

Marquês de Maricá

A sabedoria é sintética; ela expressa-se por máximas, sentenças e aforismos.

Marquês de Maricá

A sabedoria humana, bem ponderada, vale sempre menos do que custa.

Marquês de Maricá

A sabedoria indigente é menos invejada que a ignorância opulenta.

Marquês de Maricá

A solidão liberta-nos da sujeição das companhias.

Marquês de Maricá

A tirania não é menos arriscada para o opressor, do que penosa para o oprimido.

Marquês de Maricá

A vaidade de muita ciência é prova de pouco saber.

Marquês de Maricá

A vaidade é talvez um grande condimento da felicidade humana.

Marquês de Maricá

A velhice reflexiva é um grande armazém de desenganos.

Marquês de Maricá

A vida humana é uma intriga perene, e os homens são recíproca e simultaneamente intrigados e intrigantes.

Marquês de Maricá

A vida humana parece de algum modo tríplice, quando reflectimos que vivemos e sentimos em três tempos, no pretérito, presente e no futuro.

Marquês de Maricá

A vida humana seria incomportável sem as ilusões e prestígios que a circundam.

Marquês de Maricá
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