Maria rilke
“O saber é aonde adquirimos conhecimento através da informação”.
Maria Clara Fraga Lopes“ O processo de ensino-aprendizagem deve ser algo prazeroso que nos de vontade de continuar ”.
Maria Clara Fraga LopesA pessoas que pensam,
e a pessoas que sabem acimilar informações.
A vida e como um labirinto onde os caminhos traçados nos levam para o mesmo caminho.
Maria Clara Fraga Lopesoutubro
chuva fina,,,começo de uma vida nova para mim
fez um ano ke você parou com sua moto
enfrente o salão meu coração ficou sem compasso,,,você desceu e disse corta cabelo masculino mal conseguir dizer sim dês da ai começou minha briga com meu coração,,você disse poço trocar de roupa,,eu sim ,,sentou na cadeira ,,,eu não sentia minhas pernas so ouvia o tumtum do meu coração,,,você olhou para mim ,,passando os dedos no meu braço disse vai conseguir cortar meu cabelo,,,me diga como gosta ,,você 32 humm 32 ,,,eu ok comecei passar a Mao nos seu cabelos disse dois em baixa três em cima ,,foi o cabelo mas demorado,, você disse k estava em mudanças ,,sentir você triste meu coração apertou me perguntou se eu era casada ,,disse separada ,,quando terminei ,,perguntei ker lavar os cabelos ,,,sim você sentou no lavatório fechou os olhos comecei a lavar com meu jeito especial ,,,você disse hum muito bom, foi o cabelo k de morrei mas para lavar ,eu disse- lhe terminei você poxa já ,,você levantou fico na minha frente me olhando meu coração quase saí do meu peito ,,você deu meia volta e disse to indo eu hmmhmm mas meu coração gritava fica mas nada disse,,,você se foi;; guardo todas as vezes k nos vimos esses momentos vão ficar guardado para sempre em meu coração
Não sei que horas são, mas o meu coração me pede pra sair
Não quero nem saber se vai chover ou fazer sol
Quero correr para praia e nas areias caminhar contra o vento, deixar o vento levar meu pensamento ate voce
Pra te amar tô matando uma saudade
Saudade faz doer mas também trás você pra mim,,,
Deixa a gente sem destino faz uma mulher ser menina
Sonhadora sem razão
Saudade faz doer faz uma lagrima cai
Saudade faz doer faz a gente enlouquecer de solidão,
meu corpo quer sentir o seu , meus lábios querem os seus
.meu desejo e so seu,,,Souto meus pensamentos ao vento para chegar ate voce
Não sei que horas são nem quero saber quero me perder no tempo..no tempo te encontro
quero abrir a porta do meu coração e deixar você entrar
ou simplesmente sorria ...cadê aquele seu sorriso
jogue ele para fora com certeza tem alguém precisando dele
não deixe sua vida passar sozinha......passe com ela
te gira ao ar
hoje ela quer te dar
amor paz sabedoria
alegria choro,,,hoje á vida quer lhe dar vida ;;
o que você esta esperando ,ai sentado com medo da vida
acorda olha para o céu 0lha para vida ,,,olha para você
não vê que o tempo não espera
enquanto que voce esta ai ....o tempo esta
passando ele não espera você acordar viva a vida vai a luta
brigue com seu ego pule dance cante uma canção
ou simplesmente sorria ...cadê aquele seu sorriso
jogue ele para fora com certeza tem alguém precisando dele
não deixe sua vida passar sozinha......passe com ela
Quem sabe algum dia você acordar para a vida,,então você vai poder ver que ela e bela
E cheia de surpresas;;;;
A saudade fez morada em meu coração;;;;;;;;;;;;;;;;;
maria lucia g pa vida e um amr de iluzao Sem o poema sou uma alma perdida;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;
maria lucia g pQuando me cansar da vida e nao ter mais motivo para viver quero uma cova para repousar ;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;
maria lucia g peu sou o vento que passa sou a brisa que toca seu rosto
no embalar da melodia
sou a letra de uma musica inacabada
sou o princípio de um amor sem fim
sou a vela que queima lentamente no escuro
sou o escuro dos seus tormentos nas noites sombrias
sou abrasa que queima sem sentir
sou o tempo do espaço perdido que se perdeu no tempo
sou o a saliva de sua boca num beijo ardendo em chamas
sou ida e também a volta
sou o começo meio fim e nada
sou o alfa o espaço o buraco negro
sou o entardecer o anoitecer e o amanhecer
sou sol luz vida mas também eu sou a morte
ESPERANÇA
Quando vemos a noite passar
Sem que o sono venha
é porque estamos a pensar:
alguns em preocupações
outros nas dores do coração.
Quando a madrugada aponta
noite e dia se misturam
Os segredos que a ninguém se conta
Começam a gritar em nossas almas.
E a gente se põe a lembrar
De entes queridos que se foram
Da leveza da infância e da mocidade
Tudo que mora hoje na saudade.
Ah vida linda, vida louca, vida torta,
Que fizeste ao bater-me na cara tua porta?
Eu que amo passarinho, chuva, estrelas,
Flores e cheiro de terra molhada,
Eu que tenho alma de criança
Sonho, amo e não perco a esperança...
Eu que vivo como pastor da noite
A escutar sonhos, gemidos
e dores de almas alheias...
Que fizeste comigo, ó vida?
Por que me negaste
O amor com que sonhei?
Por que me deixaste
Sozinha e perdida na noite do passado
Sentindo n’alma o açoite
Do frio cortante
Da dor e da agonia?
Engolindo as lágrimas,
Preparo a face
Para o dia que se anuncia.
Encontrarei, por fim,
Em qualquer de tuas esquinas
A surpresa e o espanto
De uma sonhada alegria?
A vida prossegue
Em cascatas e remansos.
E eu acalento a esperança
De ser plena um dia...
O SILÊNCIO DA BATUTA DO MAESTRO
Morreu Artur da Távola. Calou-se para sempre sua voz tão cheia de sensibilidade que, em seus escritos ou apresentações televisivas, nos tocava, ensinava e encantava. Aquela que traduzia o clássico em linguagem popular.
No seu último programa “Quem tem medo de música clássica?”, olhei triste seu rosto abatido e, temerosa de que a morte se avizinhasse, fui tomada de emoção, pois não conseguia imaginar o momento de não tê-lo mais entre nós. Era uma premonição ou constatação, não sei...
E, no dia nove de Maio, seu espírito deixou seu corpo, enquanto dormia.
Costumo dizer que poucas pessoas merecem morrer dormindo. E, com certeza, ele era uma destas. Exemplo de ser humano, de cidadão, de político correto, em um tempo em que os indivíduos de caráter parecem ser uma rara exceção.
Sempre haverei de lembrar-me dele ao ouvir os clássicos. As palavras ária, sonata, piano, pianíssimo, allegro, cantante, e outras tantas do ramo haverão de remeter-me às suas belas lições, às suas análises criteriosas das músicas, que tanto mexiam com a sua e a nossa emoção.
Eu o admirava muito como jornalista, cronista, político e, ultimamente, como apresentador e analista musical. Aprendi muito com ele e as palavras com que terminava sempre o seu programa estarão caladas dentro de mim: “Música é vida interior e quem tem vida interior jamais padece ou padecerá de solidão.”
Recebendo pela televisão a notícia de sua partida, repeti o que costumo dizer quando morre alguém extraordinário: “Existem homens que jamais deveriam morrer.” Mas, pensando bem, qual o grande homem que morre, realmente? Todos eles deixam rastros de luz em nossos caminhos e, assim, vivem para sempre.
Acho que meu comentário usual deveria mudar para a constatação de que certos homens não morrem nunca. O certo, provavelmente, é dizer como o nosso grande autor do sertão, Guimarães Rosa: não morrem, “ficam encantados”. Assim, posso dizer que Artur da Távola “ficou encantado”. Em outras paragens, ele estará, decerto, despertando a sensibilidade daqueles que partiram sem alcançar a plenitude de sua humanidade.
Ah, meu prezado maestro, sentirei muito sua falta, mas pode ter certeza que, também, por ter lido seus livros, seus artigos, ouvido seus belíssimos comentários sobre Beethoven, Mozart e outros tantos, tornei-me uma pessoa melhor e cresci muito como ser humano. Você, em sua simplicidade, provavelmente, nem sabia que iluminava a vida de tantos.
Também porque o conheci e, junto com você, continuando as lições que recebi de meu saudoso pai, aprendi, mais e mais, a amar a música e sei que, desta forma, jamais haverei de padecer de solidão.
Enquanto existir a música, as auroras e crepúsculos, os amores e desamores, encontros e desencontros e meu coração continuar batendo, com a emoção tomando conta de meu ser, serei muito rica de vida interior. Poderei, inclusive, ouvir as músicas das esferas celestiais e, até nos meus silêncios, estarei ouvindo os sons da Divindade.
Sabe, grande maestro, repetindo palavras suas, citando não me lembro quem, devo dizer-lhe: “A dor da gente não sai no jornal”. E a minha dor pelo silêncio de sua batuta não pode ser traduzida em pobres palavras de jornal. Mas ficam aqui registradas.
E, como diz o Pe. Fábio de Melo, brincando com o poema de Drummond: “A festa acabou, a luz apagou e, agora, é você e Deus”. E Deus, certamente, gostará de ter em seu regaço um grande homem, um filho muito amado, que soube perseguir a Sua Luz e dignificar a arte e a política.
O MEDO
Não temo a maioria das coisas que as pessoas temem. Não tenho medo da doença, pois a tenho driblado toda uma vida. Não temo a morte: para mim, ela nada mais é do que a janela para outra vida. Não temo assaltos, pois já doutrinei bandido com arma em meu estômago. Não temo perder bens materiais, porque já os perdi muitas vezes e nunca fui ligada a eles. Não tenho medo de perder entes queridos, pois sei que todas as chagas um dia cicatrizam e fica apenas a saudade. Não temo a solidão, pois gosto muito de minha companhia. Não temo luta alguma, pois, embora pacata, tenho alma de guerreira.
Mas temo as pessoas que não me olham nos olhos. Elas são perigosas, pois são falsas. Temo as pessoas infelizes, que vivem amarguradas, sempre se queixando, sem o deslumbramento diante da vida, pois costumam ser cheias de fel e derramam o seu veneno por onde passam. Temo as pessoas cheias de si, pois sabem enganar os tolos com palavras empoladas e poses de reis. Temo as pessoas usurárias, pois vivem em torno do próprio umbigo. Temo, também, as pessoas que ficam “em cima do muro”, sem jamais se posicionarem.
Não temo os animais, pois eles sabem perceber a brandura de um coração humano. Tenho medo dos homens! Da sua arrogância, da sua ambição, da sua hipocrisia, da sua raiva contida, de seus desejos frustrados, da ausência de compaixão e amor. Ah, pode haver coisa mais perigosa que um ser humano, cujo coração é um deserto, sem fontes e plantas? Há coisa pior que o desamor? Ele é o pai de todos os desatinos, de todas as guerras, de todos os relacionamentos mal-sucedidos. O desamor é perigosíssimo. Ele promove a injustiça, a desigualdade, a tirania, o apego, a usurpação das identidades, os preconceitos.
Peço sempre a Deus que perdoe essas criaturas, pois não sabem o que fazem e nem conhecem a si próprias. Entretanto, peço, também, que me livre delas, pois não lhes suporto a vibração.
Hoje, é muito comum escutarmos a frase: “O mundo está um horror!”. Mas não é o mundo! Embora ferida de morte, a Mãe-Terra continua se doando a seus filhos. Continua em sua órbita, obedecendo às leis do Universo. Todo o horror está no coração dos homens secos, áridos, impiedosos.
Amo pessoas! De toda a Criação o ser humano é a que mais me encanta. Ele é o único capaz de coisas grandiosas. Mas o temo quando ele perde a ética e vive sem Deus no coração. Quando ele perde o respeito, a dignidade, a esperança.
Entretanto, ainda não perdi a fé, pois, afinal de contas, em todos nós mora a Centelha Divina. Assim, sou uma mulher que ama a vida e vive sem medo, pois não construí minha casa sobre a areia, mas sobre a rocha. E os anjos estão sempre a me visitar. Além disso, procuro espalhar as sementes do bem e, com certeza, só poderei colher Amor.
AMOR
EU QUERO UM AMOR.
QUE ME INCENDEIE O CORAÇÃO.
UM AMOR QUE ME EMBRIAGUE,
QUE ME TRAGA RUBOR
À FACE
EU QUERO UM AMOR DE VERDADE
QUE SÓ ME DÊ FELICIDADE,
MESMO QUE ME FAÇA CHORAR,
E ME MATE DE SAUDADE...
O QUE NÃO POSSO É VIVER ASSIM,
TÃO TRISTE E SOLITÁRIA,
COM A ALMA EXPLODINDO DE AMOR...
SAUDADE
Hoje, uma saudade danada veio bater à minha porta. E não adiantou querer deixá-la de fora. Ela, rebelde, foi se adentrando e tomando conta do meu ser.
Saudade de pés no chão, de fruta na árvore, de perfume de flor e mato, de leite ao pé da vaca, de andar na chuva sem medo e brincar nas enxurradas. Saudade daqueles que marcaram minha vida, ajudaram na formação de meu ser e, depois, se foram para outras dimensões, deixando cicatrizes em minh’alma.
Bobagem dizer que a gente se conforma, acaba por aceitar: aceita porque não tem jeito, porque por mais que rendemos a vida ela tem seus abismos, seus desertos, seus absurdos, seus imponderáveis.
De um modo geral, o ser humano foge de assuntos como doença, perdas, morte, tragédias. Esconjura-os para que eles jamais venham pegá –lo. Mas é uma fuga inútil: numa esquina ou beco qualquer do mundo,eles vêm e nos dilaceram. Assim é a saudade. A gente procura viver o hoje, o aqui e o agora, mas ela é um fantasma, que vive a nos rondar. Basta um momento de descuido e se aboleta em nosso coração, levando-nos à tristeza e às lágrimas.
E quando você percebe, com exatidão, o futuro que já se configura e anuncia a dor?... Você tenta de todo modo não pensar naquilo e busca o alento no momento presente da alegria. Mas... o futuro, um dia, chega. E a dor com ele. É como quando você vê seus pais, pouco a pouco, definhando, transfigurando-se, fragilizando-se. O que se pode fazer para transformar essa dura realidade? Seus heróis, seus portos, seus jequitibás, vão tombando lenta e dolorosamente. E a gente já sabe o que virá. E é impotente diante do curso natural e inexorável da vida. Vida dói, gente! Não adianta negar! É bonita, é aventura, é prazer, mas dói também. Dói nascer, dói viver, dói morrer.
E a danada da saudade, como um mosquito que nos aborrece e espantamos a todo instante, não é que continua alí?
Vai saudade! Deixa-me beber da taça maravilhosa da vida! Sai pra lá! Desocupa meu peito! Dá lugar para o amor e a beleza de sempre. O amor que é maior que você! E as dores todas do caminho. Acabou-se a quaresma. A Ressurreição aconteceu! Xô! Deixa-me viver que muito trabalho me espera! Um dia, a gente acerta as contas... Ah, esse dia virá, com certeza! Porque nesta vida tudo acontece, tudo é possível.
É como disse um sábio qualquer, cujo nome me foge à mente. “Não existe uma páscoa sem uma quaresma profunda”. E eu que não sou sábia nem nada, digo: não há Páscoa sem alegria, sem o sentido do amor, da fé e da esperança.
Afinal de contas, melhor ter saudade, Istoé, ter boas lembranças para curtir do que uma vida pobre, sem saudade alguma porque no passado só houve dor, miséria e desamor. Se for assim, viva a saudade, porque é sinônimo de vida bem vivida!
PRANTO NA MADRUGADA
No vai e vem das horas
Me ponho a meditar
Tempo que me foge
E amor que me arde
Saudade como o vento
Batendo na janela
Na janela de minh’alma
Rostos, gestos e nomes
Tudo morto e levado pelo tempo
Mas, bem viva esta dor
Que me queima o coração
Dor de quem vive
de quem espera
de quem ama
E nas asas do tempo e do vento
Minh’alma viaja
Por ermos lugares
Lá no passado.
Por tão grande amor
E por tão grande dor
Criam-me asas
Não sou apenas mulher
Mas pássaro ferido
Em tempestade perdido
Sou noite, sou dia,
Sou primavera e outono
Sabiá e cotovia
Meu canto triste
Se perde em madrugadas frias
E na solidão de meu quarto
Fantasmas me visitam
E ouvem tristes
Este meu canto...
mulher de amigo meu é que nem cebola só comi chorando
sou um coelho que vivi na toca eu te amo tanto que vç nem se toca
nunca faça dos seus sonhos um pesadelo por que ele pode ser real em agum momento de suas vidas
