Machado de Assis
Joaquim Maria Machado de Assis (Rio de Janeiro, 21 de Junho de 1839 — Rio de Janeiro, 29 de Setembro de 1908), escritor carioca, brasileiro. Considerado o pai do realismo no Brasil, escreveu Memórias Póstumas de Brás Cubas, Dom Casmurro, Quincas Borba e vários livros de contos, entre eles, Papéis Avulsos, no qual se encontra o conto O Alienista, no qual discute a loucura. Também escreveu poesia e foi um ativo crítico literário, além de ser um dos criadores da crônica no país. Foi o fundador da Academia Brasileira de Letras.
Encontrados 203 com a expressão Machado de Assis
Perigo não é um cavalo na pista, mas um burro na direção.
Rafael Assis
Um atleta nunca tenta descobrir qual o seu limite,mas sim deseja superá-lo a cada instante...(desconhecido)
Lucas Bariani Machado
Pelas poesias que vi,
Pelos sonhos que sonhei,
Pelas coisas que curti,
Pelos homens que amei.
Pelo que dei e perdi,
Por ti e por quem nem sei,
Por tudo até agoraqui,
O que sofri e cantei.
Pelo sim e pelo não,
A vida não é em vão!
Cairo de Assis (com adaptações)
Tinham sido feito oferendas. Tinham sido entregue sacrifícios.
Primeiro encostaram o menino em Ogum. Mas, mesmo assim ele não tirava aquela idéia do mar. Foi a vez de Xangô. Naquela noite cheia de estrelas, céu limpo, escolheram a pedra mais linda para ali depositar seu amalá. Mas, Xangô trovejou, não quis e mandou chuva.
Akoiwé era um menino igual a todos os outros. Ajudava nos afazeres domésticos, carregava madeira para o fogo, brincava e corria. Seus assuntos é que instigavam. Akoiwé queria os peixes nadando dentro de si. Falava de baleias e golfinhos pulando sobre sua cabeça e dizia que seu coração pulsava como as ondas.
Numa pequena vertente Akoiwé teve visões. Akoiwé viu um lugar onde árvores, montanhas e pássaros conversavam entre si. Viu também um povo muito belo e de todas as cores. Mas, de todas as suas visões a que mais lhe impressionava era daquele Deus de braços abertos. Era o mar desse orixá que queria tocar. O mar que tem como farol o redentor.
Os acontecimentos foram além dos limites, pelo menos os limites da mãe de Akoiwé e o ocorrido foi parar no Babalaô. O Babalaô olhou para o menino e o menino olhou para ele. Ficaram alguns instantes perdidos um dentro dos olhos do outro como se estivessem nadando em suas pupilas. Não foi o Babalaô quem primeiro falou, quem disse as primeiras palavras foi Akoiwé:
- Porque o senhor desistiu de querer ser o mar?
O Babalaô ficou pensativo. O Babalaô quis dizer ao menino que quem estava com problema ali era ele. O Babalaô derramou algumas lágrimas.
-Chorar é quando dá enchente no nosso mar. Não é?
-Sim, isto mesmo Akoiwé, quando a alma transborda então os olhos choram.
Em seguida o Babalaô se dirigiu para a sua mãe. Falou alguma coisa em particular com ela. Gesticularam, a mãe fez cara de desagrado, o Babalaô várias vezes deu de ombros, mas estava decidido. A mãe pegou Akoiwé pela mão. Passaram semanas e ela não tocou no assunto. Nunca mais ela disse a ele que não poderia ser o mar.
Era seu décimo oitavo ano.Viu quando a mãe reuniu roupas, colocou fubá e frutas em uma vasilha e sairam. Akoiwé perguntou aonde iam? A mãe respondeu, como se estivesse com a cabeça nas nuvens: - à casa do Babalaô.
O Babalaô estava todo de branco, turbante na cabeça, trajes cerimoniais.
-Como estás Akoiwé? Disse ao jovem com ar solene. Akoiwé retribuiu o comprimento.
- Há 8 anos atrás eu disse a sua mãe que quando completasse teus 18 anos te levaria para conhecer o mar. É chegada a hora de conhecermos aquele que acolhe os peixes como sonhos, banha a fé com esperança, faz da mansidão a força e da força a mansidão.
Akoiwé encheu os olhos de lágrimas.
- Porque choras? Perguntou o Babalaô.
- Estou arrebentando em espumas de felicidade.
Durante 3 anos, o vilarejo desconheceu o paradeiro do Babalaô e de Akoiwé. Foi numa manhã de primavera, quando as árvores começavam a dar flores para carregarem seus frutos e os campos se cobriam de lírios, que eles chegaram. Mas, tanto o Babalaô como Akoiwé, se comportavam como se nada tivesse acontecido.
Numa lua cheia o Babalaô reuniu todos, inclusive Akoiwé estava presente. Estavam eufóricos e o burburinho era grande. Aquietem-se disse o Babalaô e passou a falar.
-Há 8 anos atrás nesta mesma data um menino foi trazido até mim, pois sofria de um grande mal. O menino queria ser o mar. Então prometi a mim e a sua mãe que ele chegando à sua maioridade realizaria comigo essa grande aventura.
Passamos por outros povos, viajamos por noites, andamos por sol. Alguns nada sabiam do mar, outros sabiam, mas não o valorizavam. Os mais sábios nos contaram da sua magnitude e esplendor.
Quando então pudemos estar frente a frente com o mar ele nos abraçou: não éramos mais nós, porque dentro de suas águas e nadando em seu ventre, éramos o corpo do mar e no corpo do mar, não nos sentíamos esfacelados, mas por inteiros. Pudemos ver nossos rostos no mar, o mar-espelho, pudemos ver nossa vida no mar, o mar-navegação, pudemos ver o passado, presente e futuro no mar, o mar-da-vida. Pensamos como aquela gente era abençoada. Para os dias de amor, lá estava o a-mar.
Instantes depois nos viramos e lá estava a mais bela das suas visões. Sobre um enorme monte, de uma distância infinita era possível enxergar ele de braços abertos para nós, para todos, para a vida, para o mar.
Nesta “quartinha” trouxe o mar para todos, falou o Babalaô. Mal terminada a frase libertou a água de dentro da quarta e derramou sobre a terra árida e o mar se fez presente. Desde então, uma vez ao ano, o vilarejo se lava nas água do mar trazida pelo Babalaô e Akoiwé. Um dia de grandes festejos. Dançam, cantam e fazem oferendas. A alma do mar está e estará sempre ali.
Sander Machado
Não me diga que sou louca, louca eu ainda vou ser! Se um dia eu perceber
Que estou perdendo você.
Ducarmo de Assis
Tєє conhєcєr foi por αcαso, gostαr dєє vc foi boм, мαis tє єsquєcєr foi мuito мєlhor.
Mariana Assis Barbosa de Souza
Cada vez que olho pra sociedade e vejo suas mazelas, me convenço que só o amor ao próximo pode romper as augemas da irracionalidade, insenssibilidade e crueldade que perscrutam a natureza humana...
José Machado
A sociedade de hoje está com suas raízes corrompidas pela falta de caráter, pela falta de fé e o mais perigoso, por uma personalidade vunerável de seus jovens...
José Machado
Quando Deus criou o homem, existia um sonho que motivava a realização de sua obra: forma o homem à Sua imagem e a Sua semelhança. Ser a imagem e semelhança de Deus é ser parecido a tal ponto de ser confundido com Ele nas ações e no modo de vida.
José Machado
Amizade é! determinar a ausência da solidão
Para preencher de carinho o coração.
Quem tem amigos jamais estará só.
Ducarmo de Assis
Se a amizade é felicidade
Eu já sou muito feliz por ter a sua amizade
Ducarmo de Assis
No domínio da arte, via Internet, é possível apurar o aroma de seus traçados, suas rotas de encantamento a produzir e acolher os elementos significativos desse nosso tempo.
Lucilene Machado
Amizade é o remédio que nos faz reviver...
Quando estamos doentes de saudades.
Ducarmo de Assis