Literatura infantil

Encontrados 57 com a expressão literatura infantil

Só se pode chamar ciência ao conjunto de receitas que funcionam sempre. Tudo o resto é literatura.

Paul Valéry

O preço barato do papel é a razão por que as mulheres começaram por ter êxito na literatura, antes de o alcançarem noutras profissões.

Virginia Woolf

O fato da consciência humana permanecer parcialmente infantil por toda a vida é o âmago da tragédia humana.

Erik Erikson

A literatura é uma profissão em que se torna indispensável dar provas constantes de que se tem talento para convencer pessoas que não têm nenhum.

Jules Renard

Os críticos são os ruminantes da literatura.

Paolo Mantegazza

Uma literatura que não respire o ar da sociedade que lhe é contemporânea, que não ouse comunicar à sociedade os seus próprios sofrimentos e as suas próprias aspirações, que não seja capaz de perceber a tempo os perigos morais e sociais que lhe dizem respeito, não merece o nome de literatura: quando muito pode aspirar a ser cosmética.

Alexander Soljenitsyne

Não é a beleza mas sim a humanidade o objetivo da literatura.

Salamah Mussa

É com bons sentimentos que se faz má literatura.

André Gide

A literatura é um assunto sério para um país, pois é afinal de contas o seu rosto.

Louis Aragon

A literatura é o esforço do homem para se indemnizar pelas imperfeições da sua condição.

Ralph Emerson

A ambição individual é uma paixão infantil..

Charles de Gaulle

A política é uma pedra atada ao pescoço da literatura, e que em menos de seis meses a submerge. A política, no meio dos interesses da imaginação, é um tiro no meio de um concerto.

Stendhal

Os sonhos são a literatura do sono.

Jean Cocteau

Os governos suspeitam da literatura porque é uma força que lhes escapa.

Émile Zola

Só se pode chamar ciência ao conjunto de receitas que funcionam sempre. Todo o resto é literatura.

Paul Valéry

Os verdadeiros suicidas da intelectualidade, não são os que desprezam com cinismo a literatura (e caminham em passos largos pra o abismo da ignorância), mas são aqueles que mesmo tendo uma vida devotada aos livros, revistas e jornais; tem preguiça de pensar

Agnaldo Cavalcanti Matias

Amo a minha vocação, que é escrever. Literatura é uma vocação bela e fraca. O escritor tem amor, mas não tem poder.

Rubem Alves

Os best-sellers estão para a literatura como a prostituição está para o amor.

Ernesto Sabato

"Em resumo, ele é inovador. Ele é o indivíduo que exercita o que na literatura da administração é chamado de: liderança ..., mesmo não estando presente, ele é percebido como se estivesse."

Baumol

Dizem que a Literatura é um rio bravo que corre desbravando nossa mente. Eu discordo. A Literatura é o próprio oceano onde mergulhamos nossas vidas, sentimentos e navegamos com nossa imaginação. Sentindo a brisa-leve de um doce estilo novo que toca nossas profundezas transpondo a alma.

Túlio Rivadávia

Eu vejo o futuro em cada olhar infantil e angelical de uma criança e sei também que quando eu era criança algumas pessoas com certeza me olharam desta forma e desejou que quando eu chegasse a ser adulto que eu fosse feliz e conseguisse alcançar os objetivos que todo ser humano deseja um dia conquistar.
Eu quero que toda criança possa ter amor paz e viver suas vidas de forma que quando crescerem possam também desejar isso as novas crianças anjos que chegarão com o passar dos tempos.

denis

Literatura empata f.
Denis Rossmann Domeniski

Vejo-a deitada de bruços, dormindo. Não um sono pesado após um dia desgastante... Apenas dormindo. Sua expressão é boa e seu corpo envolto por uma aura clara que quase santifica sua imagem, contrasta por um lingerie pequeno, negro e fino que se esforça em cobrir quase nada de seu belo corpo. Uma de suas pernas afastadas e com o joelho dobrado em ângulo reto, deixa a mostra o volume de seu sexo e a transparência do lingerie sugere que seus pelos pubianos estão cuidadosamente depilados, eriçados. Fico paralisado por essa visão e em dúvida em onde concentrar minha atenção: se em sua vagina intumescida, ou em suas ancas empinadas e convidativas.

Seu sono tem algo de angelical e correr o risco de desperta-la seria digno de punições divinas severas... Ainda assim, eu tinha que fazer algo. Aceitei reticente, o risco de macular seu sono com minhas intenções pouco nobres e questionáveis, quase sacrílegas. Seu cabelo solto não cobria o pescoço e a eminência do contato de meus lábios com sua pele clara eram suficientes para que o volume em minhas calças passasse (orgulhoso) a incomodar. Abaixei-me com cuidado sobre ela, evitando qualquer movimento mais brusco que a despertasse. Meu coração acelerava na medida em que me aproximava do seu pescoço. Sua respiração era tranqüila, a minha, contida por entre espasmos! Encostei enfim, meus lábios em seu pescoço e beijei-o o mais delicadamente possível. Parece ter dado certo.

Quanto mais a beijava, mais ela ia se aconchegando, aceitando ainda inconsciente, uma sensação agradável desprovida de convenções morais que nos perseguem enquanto despertos. Ela não estava em condições de retribuir o carinho que recebia e isso me excitava ainda mais... Ela estava entregue. Entregue aos meus olhares despudorados, entregue aos meus pensamentos lascivos e desejos puramente carnais. Seu mamilo enrijecido foi calmamente acolhido pela palma da minha mão, embora a minha vontade fosse de apertá-lo com toda a minha força, contive-me a simplesmente torcer que sua respiração levasse seu seio a comprimir-se em minha mão. Ansiava por isso, deleitava-me com isso.

Minha cabeça rodava e em meus delírios lembrei-me do clássico “Crime e Castigo” de Dostoievski publicado em 1866... Sei lá por que... Apenas me veio à cabeça... Era um delírio, porra! Vai lá saber.

O desejo me consumia. Já não me importava pelas possíveis “punições divinas severas”. Se meu membro por isso fosse castrado, ainda me serviria o consolo (sem trocadilho) de não ter-me submetido a ignorância puritana e me orgulharia em me assemelhar mais a um animal no cio em busca de satisfação do que a um gentleman hipócrita e assexuado em nome dos “bons costumes”. “Humano (diria um filósofo), demasiadamente humano”. Às favas a todas as convicções morais, abaixo a ditadura convencionalista, viva a dita dura rija, pra cima e avante. A que ponto cheguei: com uma Deusa “quase” a minha disposição e eu me ocupando de questões filosóficas masturbatórias anorgásticas!

Que inveja de Morfeu cuja habilidade em assumir forma humana e aparecer nos sonhos das pessoas como sendo a pessoa da amada e deliciar-se sem culpa (nem de quem sonha) de todos os prazeres onde o céu seria o limite. Aiaiaiaiaiaiaiai, cá estou eu filosofando novamente. Na verdade, a consciência desta bagunça filosófica e a falta de amparo em justificativas plausíveis que botem em duvida minha racionalização, que por falta de um superego mais atuante, deu asas ao id e pôs o ego pra se virar, cedi de corpo e alma a volúpia de meus instintos, bradei em pensamento num esforço último de reassumir o controle da situação... Não deu certo! A filosofia me brochou e tornei-me mais um idiota pensador e sem atitude. Era simplesmente mais um, quando queria ser único.

Agora estava enraivecido com ela! Como pode ela dormir entre suspiros de prazer enquanto eu me digladio com minhas incertezas. Já não é ela a indefesa entregue aos meus olhares; sou eu agora seu refém de mãos atadas pela sua mais completa indiferença a minha presença, ali a seu lado! “FILHA DA PUTA”, tenho vontade de xingá-la, mas o medo de que ela acorde e presencie minha vergonha me faz calar. Ainda não foi dessa vez. Viro-me de lado, durmo me certificando que nenhuma parte de meu corpo encoste-se ao dela. “Filha da puta”, falo baixinho. “Filha da puta”, repito.

Nem sequer Morfeu se deu ao trabalho de aparecer em meu sonho como mulher (já não tava fazendo muita questão estética) disposta a me dar um pouco de prazer. A leitura levou Dom Quixote a insanidade e a mim, em termos atuais, a disfunção erétil! Ao levantar-me pela manhã, mal humorado, demorei-me no banheiro até que a masturbação a termo, devolvesse parte da minha masculinidade... Olhei pra ela que me aguardava a mesa do café e murmurei baixinho entre um gole de café e outro: “filha da puta!”

Queimem-se todos os livros, por favor.

domeniskiyahoo.com.br

A paixão é infantil. Infantiliza!

Rodrigo Bolzan

A ciência é grosseira, a vida é sutil, e é para corrigir essa distância que a literatura nos importa."

Roland Barthes

Eis duas paixões: Literatura e filosofia

"Cada leitor procura algo no poema.E não é insólito que o encontre ; já o trazia dentro de si".

Michelle de Souza
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