Jules henri fayol
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É preciso que a sociedade tenha ódios para fazer as transformações com que progride, tal como a terra precisa de ser lavrada para ser fértil.
Henri Montherlant
Enquanto a maioria dos homens não for livre, não se pode conceber o homem livre.
Henri Amiel
Escrever é a única profissão em que ninguém é considerado ridículo se não ganhar dinheiro.
Jules Renard
Experiência: um presente útil que não serve para nada.
Jules Renard
Fazer com facilidade o que os outros acham difícil é talento; fazer o que o talento acha impossível é genial.
Henri Amiel
Fazer o bem é o mais suave prazer que se pode experimentar.
Henri Amiel
Há dois graus no orgulho: um, em que nos aprovamos a nós próprios, o outro, em que não podemos aceitar-nos. Este provavelmente o mais requintado.
Henri Amiel
Há invejosos que parecem de tal forma acabrunhados pela nossa felicidade que até quase nos suscitam a veleidade de os lamentar.
Jules Goncourt
Já é tempo de [...] pôr de parte os preconceitos de orgulhosa ignorância que fazem que se desdenhem as palavras salário e assalariado. Só conheço três maneiras de estar em sociedade: ou como mendigo, ou como ladrão, ou como assalariado.
Henri Mirabeau
Na verdade, um pintor não tem outros inimigos sérios senão os seus quadros maus.
Henri Matisse
Nada é mais cruel do que o dever em concorrência com a afeição, porque é indispensável que o dever vença.
Henri Lacordaire
Nada é menos do que o momento presente, se entendermos por isso o indizível instante que separa o passado do futuro.
Henri Bergson
Não é possível que exista uma moral científica; mas também não é possível que haja uma ciência imoral.
Jules Poincaré
Não pode fazer com que um homem comum abandone uma ideia que ele julga difícil de compreender e que julga ter compreendido.
Henri Montherlant
Nunca estar satisfeito: toda a arte está nisso.
Jules Renard
Nunca falar de si mesmo aos outros, e falar-lhes sempre deles mesmos, é a essência da arte de agradar. Cada um o sabe e todos o esquecem.
Jules Goncourt
O comércio é a arte de abusar do desejo ou da necessidade que alguém tem de alguma coisa.
Jules Goncourt