Jorge luis borges
Jorge Francisco Isidoro Luis Borges Acevedo (Buenos Aires, Argentina; 24 de agosto de 1899 - Genebra, Suiça, 14 de junho de 1986). Escritor argentino.
Encontrados 833 com a expressão jorge luis borges
Jamais haverá ano novo se continuar a copiar os erros dos anos velhos.
Luís de Camões
Transforma-se o amador na cousa amada,
por virtude do muito imaginar;
não tenho, logo, mais que desejar,
pois em mim tenho a parte desejada.
Se nela está minha alma transformada,
que mais deseja o corpo de alcançar?
Em si somente pode descansar,
pois consigo tal alma está ligada.
Mas esta linda e pura semidéia,
que, como um acidente em seu sujeito,
assim como a alma minha se conforma,
está no pensamento como idéia:
[e] o vivo e puro amor de que sou feito,
como a matéria simples busca a forma.
Luís Vaz de Camões
COMO AS MULHERES DOMINARAM O MUNDO.
Conversa entre pai e filho, por volta do ano de 2031 sobre como as mulheres dominaram o mundo.
- Foi assim que tudo aconteceu, meu filho...
Elas planejaram o negócio discretamente, para que não notássemos Primeiro elas pediram igualdade entre os sexos. Os homens, bobos, nem deram muita bola para isso na ocasião. Parecia brincadeira.
Pouco a pouco, elas conquistaram cargos estratégicos: Diretoras de Orçamento, Empresárias, Chefes de Gabinete, Gerentes disso ou daquilo.
- E aí, papai?
- Ah, os homens foram muito ingênuos. Enquanto elas conversavam ao telefone durante horas a fio, eles pensavam que o assunto fosse telenovela. Triste engano. De fato, era a rebelião se expandindo nos inocentes intervalos comerciais. "Oi querida!", por exemplo, era a senha que identificava as líderes. "Celulite", eram as células que formavam a organização. Quando queriam se referir aos maridos, diziam "O regime".
- E vocês? Não perceberam nada?
- Ficávamos jogando futebol no clube, despreocupados. E o que é pior:
Continuávamos a ajudá-las quando pediam. Carregar malas no aeroporto, consertar torneiras, abrir potes de azeitona, ceder a vez nos naufrágios. Essas coisas de homem.
- Aí, veio o golpe mundial?!?
- Sim o golpe. O estopim foi o episódio Hillary-Mônica. Uma farsa. Tudo armado para desmoralizar o homem mais poderoso do mundo. Pegaram-no pelo ponto fraco, coitado. Já lhe contei, né? A esposa e a amante, que na TV posavam de rivais eram, no fundo, cúmplices de uma trama diabólica. Pobre Presidente...
- Como era mesmo o nome dele?
- William, acho. Tinha um apelido, mas esqueci... Desculpe, filho, já faz tanto tempo...
- Tudo bem, papai. Não tem importância. Continue...
- Naquela manhã a Casa Branca apareceu pintada de cor-de-rosa. Era o sinal que as mulheres do mundo inteiro aguardavam. A rebelião tinha sido vitoriosa! Então elas assumiram o poder em todo o planeta. Aquela torre do relógio em Londres chamava-se Big-Ben, e não Big-Betty, como agora... Só os homens disputavam a Copa do Mundo, sabia? Dia de desfile de moda não era feriado. Essa Secretária Geral da ONU era uma simples cantora. Depois trocou o nome, de Madonna para Mandona...
- Pai, conta mais...
- Bem filho... O resto você já sabe.
Instituíram o Robô "Troca-Pneu" como equipamento obrigatório de todos os carros...
A Lei do Já-Prá-Casa, proibindo os homens de tomar cerveja depois do trabalho...
E, é claro, a famigerada semana da TPM, uma vez por mês...
- TPM???
- Sim, TPM... A Temporada Provável de Mísseis... E quando elas ficam irritadíssimas e o mundo corre perigo de confronto nuclear...
- Sinto um frio na barriga só de pensar, pai...
- Sssshhh! Escutei barulho de carro chegando. Disfarça e continua picando essas batatas...
Luis Fernando Verissímo
Pensando bem em tudo o que a gente vê e vivencia e ouve e pensa, não existe uma pessoa certa pra gente. Existe uma pessoa que se você for parar pra pensar é, na verdade, a pessoa errada. Porque a pessoa certa faz tudo certinho! Chega na hora certa, fala as coisas certas, faz as coisas certas, mas nem sempre a gente ta precisando das coisas certas. Aí é a hora de procurar a pessoa errada.
A pessoa errada te faz perder a cabeça, perder a hora, morrer de amor...
A pessoa errada vai ficar um dia sem te procurar que é pra na hora que vocês se encontrarem a entrega ser muito mais verdadeira. A pessoa errada é na verdade, aquilo que a gente chama de pessoa certa. Essa pessoa vai te fazer chorar, mas uma hora depois vai estar enxugando suas lágrimas. Essa pessoa vai tirar seu sono. Essa pessoa talvez te magoe e depois te enche de mimos pedindo seu perdão. Essa pessoa pode não estar 100% do tempo ao seu lado, mas vai estar 100% da vida dela esperando você. Vai estar o tempo todo pensando em você. A pessoa errada tem que aparecer pra todo mundo, porque a vida não é certa. Nada aqui é certo!
O que é certo mesmo, é que temos que viver cada momento, cada segundo, amando, sorrindo, chorando, emocionando, pensando, agindo, querendo, conseguindo... E só assim, é possível chegar àquele momento do dia em que a gente diz: "Graças à Deus deu tudo certo" Quando na verdade, tudo o que Ele quer é que a gente encontre a pessoa errada pra que as coisas comecem a realmente funcionar direito pra gente...
Luis Fernando Veríssimo
Luis Fernando Verissimo
E tudo mudou...
O rouge virou blush
O pó-de-arroz virou pó-compacto
O brilho virou gloss
O rímel virou máscara incolor
A Lycra virou stretch
Anabela virou plataforma
O corpete virou porta-seios
Que virou sutiã
Que virou lib
Que virou silicone
A peruca virou aplique, interlace, megahair, alongamento
A escova virou chapinha
"Problemas de moça" viraram TPM
Confete virou MM
A crise de nervos virou estresse
A chita virou viscose.
A purpurina virou gliter
A brilhantina virou mousse
Os halteres viraram bomba
A ergométrica virou spinning
A tanga virou fio dental
E o fio dental virou anti-séptico bucal
Ninguém mais vê...
Ping-Pong virou Babaloo
O a-la-carte virou self-service
A tristeza, depressão
O espaguete virou Miojo pronto
A paquera virou pegação
A gafieira virou dança de salão
O que era praça virou shopping
A areia virou ringue
A caneta virou teclado
O long play virou CD
A fita de vídeo é DVD
O CD já é MP3
É um filho onde éramos seis
O álbum de fotos agora é mostrado por email
O namoro agora é virtual
A cantada virou torpedo
E do "não" não se tem medo
O break virou street
O samba, pagode
O carnaval de rua virou Sapucaí
O folclore brasileiro, halloween
O piano agora é teclado, também
O forró de sanfona ficou eletrônico
Fortificante não é mais Biotônico
Bicicleta virou Bis
Polícia e ladrão virou counter strike
Folhetins são novelas de TV
Fauna e flora a desaparecer
Lobato virou Paulo Coelho
Caetano virou um chato
Chico sumiu da FM e TV
Baby se converteu
RPM desapareceu
Elis ressuscitou em Maria Rita?
Gal virou fênix
Raul e Renato,
Cássia e Cazuza,
Lennon e Elvis,
Todos anjos
Agora só tocam lira...
A AIDS virou gripe
A bala antes encontrada agora é perdida
A violência está coisa maldita!
A maconha é calmante
O professor é agora o facilitador
As lições já não importam mais
A guerra superou a paz
E a sociedade ficou incapaz...
... De tudo.
Inclusive de notar essas diferenças
Luis Fernando Veríssimo
Luis Fernando Veríssimo
Os bons vi sempre passar/ No mundo graves tormentos;/ E para mais me espantar/ Os maus vi sempre nadar/ Em mar de contentamentos.
Luís de Camões
O amor e a literatura coincidem na procura apaixonada, quase sempre desesperada, da comunicação.
Jorge Duran
Gaúcho que é gaúcho não deixa sua mulher mostrar a bunda para ninguém. Nem em baile de carnaval. Gaúcho que é gaúcho não mostra a sua bunda para ninguém. Só no vestiário, para outros homens, e, assim mesmo, se olhar por mais de trinta segundos sai briga.
Luís Fernando Veríssimo
MARTE x VÊNUS
Nunca tinha entendido por que as necessidades sexuais dos homens e das mulheres são tão diferentes.
Nunca tinha entendido tudo isso de Marte e Vênus. E nunca tinha entendido por que
os homens pensam com a cabeça e as mulheres com o coração.
Uma noite, semana passada, minha mulher e eu estávamos indo para a cama. Bom, começamos a ficar à vontade, fazer carinhos, e nesse momento, ela fala:
"Acho que agora não quero, só quero que você me abrace".
Eu falei: "O QUEEEEEE??????"
Ela falou: "Você não sabe se conectar com as minhas necessidades emocionais como mulher".
Comecei a pensar onde podia ter falhado.
No final, assumi que naquela noite não ia rolar nada, virei e dormi.
No dia seguinte fomos a um grande hipermercado, com muitas lojas dentro dele.
Dei uma volta enquanto ela experimentava três modelitos caríssimos. Como não podia decidir por um ou outro, falei para comprar os três.
Então ela me falou que precisava de uns sapatos que combinassem, a R$ 200,00 cada par. Respondi que tudo bem. Depois fomos à seção de joalheria, de onde saiu com uns brincos de diamantes. Estava tão emocionada!
Deveria estar pensando que fiquei louco, agora penso que estava me testando quando pediu também uma raquete de tênis, porque nem tênis ela joga.
Acredito que acabei com seus esquemas e paradigmas quando falei que sim.
Ela estava quase excitada sexualmente depois de tudo isso; Vocês tinham que ver a carinha dela, toda feliz!
Quando ela falou: "Vamos passar no caixa para pagar" , tive dificuldade para me
segurar ao falar com ela:
"Não, meu bem, acho que agora não quero comprar tudo isso".
Ela ficou pálida. Ainda falei:
"Só quero que você me abrace".
No momento em que começou a ficar com cara de querer me matar, falei:
"Você não sabe se conectar com as minhas necessidades financeiras como homem.."
Acredito que o sexo acabou para mim até o natal de 2008...
>Luis Fernando Veríssimo
Luis Fernando Verissímo
Mas eu desconfio que a única pessoa livre, realmente livre, é aquela que não tem medo do ridículo
Luis Fernando Veríssimo
DOIS A DOIS
PODE SER UNIÃO OU GUERRA
DOIS A DOIS
PODE SER DISPUTA OU COOPERAÇÃO.
DOIS A DOIS
PODE SER FORÇA OU FRAQUEZA.
DOIS A DOIS
PODE SER ODIO OU PERDÃO
NÃO IMPORTA COMO NOS ENCONTRAMOS
O IMPORTANTE É A OPORTUNIDADE DE ESTAR
DOIS A DOIS.
Luis Antonio Gaspareto
Pensei vagamente em estudar arquitetura, como todo o mundo. Acabaria como todos que eu conheço que estudaram arquitetura, fazendo outra coisa. Poupei-me daquela outra coisa, mesmo que não tenha me formado em nada e acabado fazendo esta estranha outra coisa, que é dar palpites sobre todas as coisas.
Luis Fernando Veríssimo
Dualidade
Somos quem somos?
Esta dualidade que me permeia confunde.
Difunde, margeia, semeia caos, candeia
Sem luz, não conduz, contunde, mareia.
Fomos quem somos?
Tempo, areia me enterra ou aterra,
me apoia ou me prende,
me tolhe ou distende,
me cala ou me berra.
Calor e frio, vazio, completo
carente, repleto, sonhador, concreto.
Dualidade, maldade, fiel sem balança,
andança, estaguinação, mansidão, pujança.
Metade de mim arde, a outra congela.
Metade de mim é vida, a outra mazela.
Metade de mim irrompe, a outra afunda.
Metade de mim é glória, a outra imunda.
Seremos quem fomos?
Somos quem somos?
Dualidade, perversidade ou caridade?
Torvelinho, remanso, ação ou descanso.
Não sei! Se alguém sabe me conte.
Mas conte de manso.
Rio 14 de Agosto de 2003
Jorge Reigada
Busque Amor novas artes, novo engenho,
para matar me, e novas esquivanças;
que não pode tirar me as esperanças,
que mal me tirará o que eu não tenho.
Olhai de que esperanças me mantenho!
Vede que perigosas seguranças!
Que não temo contrastes nem mudanças,
andando em bravo mar, perdido o lenho.
Mas, conquanto não pode haver desgosto
onde esperança falta, lá me esconde
Amor um mal, que mata e não se vê.
Que dias há que n'alma me tem posto
um não sei quê, que nasce não sei onde,
vem não sei como, e dói não sei porquê.
Luis de Camões
" Só pode enxergar a beleza quem já a possui na alma.."
Jorge Reigada
...Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança;
Todo o mundo é composto de mudança,
Tomando sempre novas qualidades.
Continuamente vemos novidades,
Diferentes em tudo da esperança;
Do mal ficam as mágoas na lembrança,
E do bem, se algum houve, as saudades...
Luis de Camões
Declaração de amor de sempre
Declaro para os devidos fins
E a quem interessar posses:
Nunca fui na verdade nem mesmo antes
Desde o tempo que se dizia quartel de abrantes
Um desses poetas que cultivam a paixão
O amor maior que sempre tive foi pela palavra
Dela e apenas dela tenho sido fiel amante
Quase todo poema de amor é uma canção de ausência
Busca suprir a falta que sente um coração
Em relação à pessoa amada
Por isso falo tão pouco de amor
Porque meu objeto de amar está sempre
Sempre simples e presente
Ao alcance da voz num ligeiro sussurrar
Perto bem perto de mim e de meu olhar
Talvez por um triz
Eu pudesse juntar aqui e acolá
Uma estrela nova um jardim um luar
Enfeitar de seda uma mulher doce e gentil
Cobrir seu colo com conchas do mar
Seria fácil
Como seria fácil e tátil e dócil
Tomar nas mãos o suave orifício de seu ventre
E com os meus lábios dar-lhe um beijo solar
Mas a quem enganaria com essa mulher de quimera
Desenhada num inverno que se finge de primavera?
O leitor cruel e atento
Passado o breve momento
Feito de encanto e perfume
Logo notaria em algum vaciloo embuste.
Não é de mulher que esse homem fala
Seu amor é pela palavra que nunca nele se cala.
Jorge Reigada
Eu me vendo, me dê um emprego para matar minha fome imediata e me curvarei a todos os insultos e escárnios que me possam ser feitos. Curvarei minha coluna até a dor para satisfazer todos os caprichos dos chefes que, sem treinamento algum para a chefia, irão me impor. Baixarei meus olhos, curvarei minha cabeça, não por respeito, mas para mostrar submissão, para que possa continuar a receber o mísero salário que nem mata direito a fome dos meus. Colocarei ao dispor de meu patrão toda a minha inteligência (que nem sei se tenho) mesmo sabendo que não estou sendo pago para isto, mas a disputa é grande, o que posso fazer se não isso? Só não me perguntem se estou feliz.
Em me vendo, por um carinho, uma palavra, um abraço, mesmo que falsos, para matar a minha carência imediata. Escutarei todas as mentiras e rirei com um olhar complassivo, afinal, em minha solidão, é melhor as mentiras do que o silêncio atormentante de meus pensamentos ruidosos e confusos. Aceito uma companhia, mesmo me prejudicando, pois, aprendi que não se vive sozinho. Prometo que serei agredido com palavras, tapas e socos. Me curvarei a todos os seus desejos sexuais, mesmo que tenha que vomitar depois, agüentarei seu mal hálito, seu suor mal cheiroso com a certeza de que a vida é assim e estou tendo mais do que mereço. Meus pais, meus mestres primeiros, já haviam me acostumado a ser agredido psicologicamente e fisicamente e a vida se tornou apenas uma continuação de agressões. Só não me perguntem se estou feliz.
Eu me vendo, por uma atenção, mesmo grosseira vá lá, mas é uma atenção. Vestirei roupas que possam salientar minhas formas, mostrarei meu sorriso cordial para que eu chame a atenção de alguém. Não faz mal que tipo de pessoa estarei atraindo para mim, mas alguém estará olhando para mim. Me embelezarei até ao ridículo só para ser olhado, afinal, quem sou eu para querer mais. Não precisam me amar apenas digam que me amam, já estarei satisfeito. Eu também direi que amo, mas já não sei se consigo realmente amar. Só não me perguntem se estou feliz.
Eu me vendo, mas não gosto. Só não sei que outra forma eu poderia estar vivendo. Por me faltar a coragem de acreditar em mim e romper as correntes que, covardemente chamo de destino. Não acreditarei em ninguém, porém, qualquer mentira que me faça bem aos ouvidos me entregarei e, se novamente traído... eu mereço, sou burro. A humanidade não tem escrúpulos.. e eu, será que tenho?
Desconfiarei de quem me tratar bem, afinal, o que essa pessoa viu em mim se não vejo nada de bom? Sempre fui tratado como objeto e acabei aprendendo a tratar as pessoas que me cercam, também como objetos. Quem sou eu, se não consegui vencer em nada? Por me vender, acabei me trocando por mercadorias baratas, por sentimentos falsos. Mas, por favor, não me perguntem se estou feliz.
Eu me vendo, por isso não acreditem em mim. Não estarei mentindo, porém, minha verdade é passageira, ligeira. Minhas convicções são inseguras e eu preciso do imediato. Estarei pronto e disposto a me vender para ter segurança e essa segurança esta calcada na vida que conheço, nas agressões, nos escárnios. Eu sobrevivo das minhas desculpas, minhas santas e benditas desculpas que me fazem dormir com a consciência tranqüila uma vez ou outra. Minha verdade é a forma de me iludir, portanto, não se iludam com minhas ilusões verdadeiras, são tão fugazes como eu. Querem saber? Não sou feliz e não consigo dar felicidade a ninguém, não posso dar o que não tenho. Vender, talvez! Mas falso.
Eu me vendi. Tenho pena de mim, mas não aceitaria que ninguém mais tivesse. Afinal, na próxima vida virei de maneira diferente e me vingarei do mundo ou de mim mesmo, se me lembrar e tiver coragem.
Rio de Janeiro, 8 de Junho de 2004
Jorge Reigada
Nunca usei bombacha, não gosto de chimarrão e nem de me lembrar da última vez que subi num cavalo. Aliás, o cavalo também não gosta.
Luís Fernando Veríssimo
[Ao ser perguntado por que costuma o número dezessete tantas vezes em suas crônicas]
Dezessete é um número cabalístico e, sendo cabalístico, eu não posso revelar. Brincadeira, não tem nenhum significado. Dezessete é uma palavra bonita.
Luis Fernando Veríssimo