Isabel vasconcellos
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UM VERDADEIRO AMIGO
Um verdadeiro amigo vai muito além das palavras
Está presente com as suas atitudes
Está presente com a sua lealdade
Está presente com aquilo que precisamos ou não
Está simplesmente presente
Reflete quem nós somos
E como somos
Um verdadeiro amigo acredita em você
Mesmo que você não acredite
Não admite os seus erros
Pois sabe que você é capaz
De ser uma pessoa muito melhor
Ele sabe enxergar as suas qualidades
Quando todos enxergam os seus defeitos
Não te abandona
Quando todos te viram as costas
Um verdadeiro Amigo
Mostra o seu valor no momento de dor
E nos momentos de alegria te lembra os motivos de você amá-lo
Traz um sorriso de esperança
Quando o que você tem a oferecer
São lágrimas de tristeza
Um verdadeiro Amigo
Nos dá coragem
Quando somos covardes
Nos dá juízo
quando somos insanos
Um verdadeiro Amigo
Te motiva a ser o melhor
Porque ele vê em você esse melhor
Ele sonha com você
Quando todos zombam dos teus sonhos
Um verdadeiro Amigo
Não está ao nosso lado por interesses
Está ao nosso lado por amor
Um verdadeiro Amigo
É aquele que te ajuda
Quando você pensa está só
É aquele que te coloca nos seus planos
Mesmo que você não saiba quais são
Um verdadeiro Amigo
Luta com você
Quando todos dizem q a batalha está perdida
Não te limita
Pois o que ele quer é o teu crescimento
Um verdadeiro Amigo
É o irmão que Deus nos deu
Para suprir as nossas necessidades
Um verdadeiro Amigo
Sabe o que queremos dizer só com o olhar
Sabe o valor de uma verdadeira amizade
Sabe o poder de uma aliança
Um verdadeiro amigo sabe
Que a distância não pode separá-los
Pois o que os une
Não são os corpos presentes
E sim o amor quem em seus corações há
Um verdadeiro amigo
É verdadeiro simplesmente
Por nós amar
E em nome desse amor
Sempre presente está!
Fazendo parte da sua vida!
Compartilhando todas as tristezas
E as alegrias
Um verdadeiro Amigo
Como você não há!
E tudo o que eu tenho a dizer é Obrigada por me amar!
Isabel Ramos
III.
* Assumir, convictamente, a identidade… Seguramente, o maior esforço de todo o ser humano, neste Mundo de falsas identidades ou de identidades camufladas, mergulhadas no espaço camaliónico das “diferenças” impostas, improvisadas, por esta sociedade do “parecer-ser”, em nome de um tal “bem-estar” comum.
Pura hipocrisia anulativa das dissemelhanças, da diversidade, que faz a singela Beleza, intrínseca à essência de um Mundo, a que já não pertencemos mais.
Adulterámos as Leis da Natureza. Instaurámos o caos cósmico. A isso, chamamos progresso. Que progresso? O da rarefacção da camada de ozono? O do efeito de estufa e do degelo dos oceanos? O do “des-equilíbrio” dos ecossistemas? O da miséria das crianças sub-nutridas? O dos Povos famintos? O da infelicidade dos homens que clamam o Paraíso perdido?
O “progresso” da irracionalidade, das mentes inconscientes, dos pensamentos corroídos pelo ódio, instaurou-se, definitivamente, no seio desta massa humana, indefesa, des-norteada, que hoje somos.
Coitados dos homens. Tão potentes e tão frágeis, ao mesmo tempo. Meras peças soltas do grande puzzele, o puzzele universal, onde já não se encaixam mais.
Somos mero pó em incandescência dissonante. Brilho opaco dos restos do lixo cósmico, em degeneração total.
Corremos pelos leitos de todos os rios, que, no mar, não desaguam mais.
Perdemo-nos de nós mesmos. Não nos encontramos mais. Rodopiamos num círculo imperfeito de esferas desencontradas, de espaços sem intersecção, indefinidos, incertos, indeterminados, mas, ao mesmo tempo, “extra-ordinários”, libidinais, irrascíveis e concupiscentes.
Erramos, navegamos pelos espaços infinitos da imaginação. Buscamos o Infinito, o Eterno, o Imutável. Projectamos um futuro outro, apenas existente no mundo ficcional de todos os sonhos: do “princípio da realidade” se afastam, para erguer, sempre, o “princípio do prazer”.
Velejamos por todos os mares. Pairamos por todos os espaços siderais. Percorremos todos os caminhos da Floresta, sempre paralelos, sempre descontínuos. A escolha não é mais possível.
Esmagamos um Ego desesperado, descentrado de si mesmo, tão narcísico, quanto paradoxal. E, no entanto, ainda somos aves de rapina, predadores universais, dominadores de todas as possíveis presas, camuflados com o meio, que já não é mais natural.
Percorremos todos os atalhos. Edificamos uma nova ordem. A da caoticidade mundial. E, no entanto, ainda somos apelidados de “animais racionais”.
Que racionalidade é esta, criadora de um tempo de infortúnio? Que racionalidade é esta, “des-veladora” de todas as misérias? Que racionalidade é esta “re-veladora” da massa indigente das gentes vagueantes?
IV.
* Convivo com o Mundo dentro de mim própria. Basta-me.
* A “Paz Perpétua” reina dentro de mim. Conquistei a felicidade.
12/11/07
* Não quero viver no Inferno das noites claras,
Na solidão das gentes,
Nos espaços atópicos de cada pensamento,
Nos espaços indefinidos dos pensamentos dispersos.
* Não quero a luz opaca dos olhares indiscretos. O brilho negro dos falsos sorrisos. A demagogia retórica das palavras sórdidas. O cheiro nauseabundo dos corpos em putrefacção.
* O Mundo está podre. Rejeito-o completamente. Recuso-me a compactuar com a hipocrisia, com as falsas verosimilhanças, com as vãs ironias, com as inglórias inteligências dessas mentes foragidas, que nada vêm. São inúteis. Completamente inúteis. Perpetuam, apenas, um saber “fantasiado”, com longos rasgos de ignorância extrema.
15/11/07
* Distante, no meu Mundo, penso as trilhas da Vida e da Morte.
* Viver é o quê, afinal? As respostas são múltiplas. Nenhuma me satisfaz…
20/11/07
I.
* O meu corpo, morto, embala-se nas cinzas do chão que, um dia, o deixou esvanecer.
* Quero viver Tudo, intensamente, como se cada instante fosse o último dia do resto da minha Vida.
* Sou a exemplificação da Hipérbole…
II.
* A monotonia congela-me o cérebro. Irrita-me a alma, ávida do sempre novo, do perpetuamente diferente, da metamorfose, do mistério, do enigma, de todas as incógnitas…
A minha alma requer o desafio do desconhecido, do nunca visto ou imaginado. Do impensado e do impensável. Caminha para o impossível, para o reino efémero da ausência de limites, para o paralelamente infinito, para todos os caminhos, até mesmo para os mais recônditos.
Procura a inocência primeira, a leveza do Ser de todas as coisas, animadas e inanimadas, terrestres e celestes, no seio dos dois lados da quadratura perfeita: os Homens, a Terra; os Deuses, o Céu.
Busca o infinito, na esperança de encontrar um mundo novo, perfeito. Este já está gasto, saturado, desgovernado, demasiadamente costumeiro para quem deseja ver mais longe, para além das ilusórias aparências que ofuscam o olhar primogénito.
A minha alma procura, sem cessar, a liberdade, esse espaço aberto de expansão total do Tudo, onde não há o acaso, nem o vazio, nem o nada.
Quer percorrer os círculos viscerais de todos os entes. Ama a Totalidade, na sua grandeza, que foge aos estreitos limites do Tempo, do Espaço, do Destino.
Vagueia por todos os lugares. Não cabe dentro de si mesma. Procura o Aberto, onde Tudo se funde, em perpétua comunhão com o Ser, o Estar e o Pensar.
A minha alma pensa o Mundo. Esmorece perante o caótico cenário da miséria humana. Quer mudar o Mundo, a mente das gentes agrilhoadas à mesquinhez do mero sobreviver. Quer ultrapassar as barreiras do tempo e do espaço. Quer ser eterna.
Não é narcísica. Vê-se ao espelho. Reconhece a sua própria identidade. Sofre com todos os “Epimeteus”…Deseja todos os “Prometeus”…
Sente-se só. Desamparada, neste espaço cósmico “des-humanizado”, que não suporta a disparidade da alteridade.
Quer renascer num mundo novo, com a hierarquia axiológica adequada…. sem rótulos, sem rebanhos, sem congeminações forçadas e infundadas. Quer crescer no topos infinito de todos os oceanos…
Isabel Rosete
Os únicos bens duráveis, imutáveis e sem preço, são o afeto e a solidariedade que se sentem pelas pessoas queridas.
Isabel Vieira
Os únicos bens duráveis,
Imutáveis e sem preço,
são o afeto e a solidariedade
Que se sentem pelas pessoas queridas.
Isabel Vieira
À Isabel Cristina
Irmã que todos querem bem
Sempre ao lado dos que nada tem
Amando a todos com carinho
Buscando para nós o melhor caminho
Esperança leva com muito amor
Lembrada serás por onde for.
Construindo futuro para quem precisa
Rompendo as dificuldades encontradas
Irás quebrar qualquer barreira apresentada
Sempre com o mesmo dinamismo e coragem
Tens para quem procura uma boa mensagem
Irmã, amiga, mãe e mulher de muita fibra.
Na sua luta pela comunidade com muita vida
Ama a Deus e não esquece a família.
Especial em tudo que faz
Simpatia tu tens de sobra
Com quem dela necessita
Onde quer que a encontremos
Representa-nos onde vivemos
Será sempre a mão amiga
Esperança dos menos favorecidos.
Jamais será desamparada
Alguém por todos amada
No coração de toda gente
Uma lembrança sempre presente
Agradecemos a Deus por sua vida
Rogamos pela alegria sentida
Imprescindível, necessária e querida
O amor é tudo na vida.
Antonio Bezerra