Imperador romano adriano

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A vida é um caos,onde verdadeiramente o começo é o final.

Adriano Oliveira

Amor

Hoje estava pensando em você.Tentei tocar o seu rosto mais você, você que é tão linda como o Sol que brilha a aurora. Se eu pudasse tocar nos seus lábios, sentir a tua pele sobre a minha. A minha alma, clama pelo teu amor. Eu imagino tocando a sua pele com o simples toques das minhas mãos. Deixando o seu corpo tocar a mais linda canção. A cada momento da utopia, em plena madrugada.

Adriano Oliveira

Amor

Hoje estava pensando em você.Tentei tocar o seu rosto mais você, você que é tão linda como o Sol que brilha a aurora. Se eu pudasse tocar nos seus lábios, sentir a tua pele sobre a minha. A minha alma, clama pelo teu amor. Eu imagino tocando a sua pele com o simples toques das minhas mãos. Deixando o seu corpo tocar a mais linda canção. A cada momento da utopia, em plena madrugada


02/01/2008

helen

Adriano Oliveira

Antes que elas cresçam

Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos.

É que as crianças crescem. Independentes de nós, como árvores, tagarelas e pássaros estabanados, elas crescem sem pedir licença. Crescem como a inflação, independente do governo e da vontade popular. Entre os estupros dos preços, os disparos dos discursos e o assalto das estações, elas crescem com uma estridência alegre e, às vezes, com alardeada arrogância.

Mas não crescem todos os dias, de igual maneira; crescem, de repente.

Um dia se assentam perto de você no terraço e dizem uma frase de tal maturidade que você sente que não pode mais trocar as fraldas daquela criatura.

Onde e como andou crescendo aquela danadinha que você não percebeu? Cadê aquele cheirinho de leite sobre a pele? Cadê a pazinha de brincar na areia, as festinhas de aniversário com palhaços, amiguinhos e o primeiro uniforme do maternal?

Ela está crescendo num ritual de obediência orgânica e desobediência civil. E você está agora ali, na porta da discoteca, esperando que ela não apenas cresça, mas apareça. Ali estão muitos pais, ao volante, esperando que saiam esfuziantes sobre patins, cabelos soltos sobre as ancas. Essas são as nossas filhas, em pleno cio, lindas potrancas.

Entre hambúrgueres e refrigerantes nas esquinas, lá estão elas, com o uniforme de sua geração: incômodas mochilas da moda nos ombros ou, então com a suéter amarrada na cintura. Está quente, a gente diz que vão estragar a suéter, mas não tem jeito, é o emblema da geração.

Pois ali estamos, depois do primeiro e do segundo casamento, com essa barba de jovem executivo ou intelectual em ascensão, as mães, às vezes, já com a primeira plástica e o casamento recomposto. Essas são as filhas que conseguimos gerar e amar, apesar dos golpes dos ventos, das colheitas, das notícias e da ditadura das horas. E elas crescem meio amestradas, vendo como redigimos nossas teses e nos doutoramos nos nossos erros.

Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos.

Longe já vai o momento em que o primeiro mênstruo foi recebido como um impacto de rosas vermelhas. Não mais as colheremos nas portas das discotecas e festas, quando surgiam entre gírias e canções. Passou o tempo do balé, da cultura francesa e inglesa. Saíram do banco de trás e passaram para o volante de suas próprias vidas. Só nos resta dizer “bonne route, bonne route”, como naquela canção francesa narrando a emoção do pai quando a filha oferece o primeiro jantar no apartamento dela.

Deveríamos ter ido mais vezes à cama delas ao anoitecer para ouvir sua alma respirando conversas e confidências entre os lençóis da infância, e os adolescentes cobertores daquele quarto cheio de colagens, posteres e agendas coloridas de pilô. Não, não as levamos suficientemente ao maldito “drive-in”, ao Tablado para ver “Pluft”, não lhes demos suficientes hambúrgueres e cocas, não lhes compramos todos os sorvetes e roupas merecidas.

Elas cresceram sem que esgotássemos nelas todo o nosso afeto.

No princípio subiam a serra ou iam à casa de praia entre embrulhos, comidas, engarrafamentos, natais, páscoas, piscinas e amiguinhas. Sim, havia as brigas dentro do carro, a disputa pela janela, os pedidos de sorvetes e sanduíches infantis. Depois chegou a idade em que subir para a casa de campo com os pais começou a ser um esforço, um sofrimento, pois era impossível deixar a turma aqui na praia e os primeiros namorados. Esse exílio dos pais, esse divórcio dos filhos, vai durar sete anos bíblicos. Agora é hora de os pais na montanha terem a solidão que queriam, mas, de repente, exalarem contagiosa saudade daquelas pestes.

O jeito é esperar. Qualquer hora podem nos dar netos. O neto é a hora do carinho ocioso e estocado, não exercido nos próprios filhos e que não pode morrer conosco. Por isso, os avós são tão desmesurados e distribuem tão incontrolável afeição. Os netos são a última oportunidade de reeditar o nosso afeto.

Por isso, é necessário fazer alguma coisa a mais, antes que elas cresçam.

Affonso Romano de Sant'Anna

BIZARRO

Bicha gordona
Negrão maconheiro
Maloqueira sapatona
Pobre, burro e ladrão
Ateu dos infernos!

Quando vamos nos respeitar como seres humanos?

Adriano Saraiva

CAMINHO
O dia está belo, pois e inicia um ano cheio de paz.
Onde a natureza está ao um novo nascem,
Suas raizes começa a brotar,
O mundo de conhecimento e felicidade começa a renar pois,
As crianças.
Vãõ da novo brilho,
Que seja um caminho para um futuro melhor.
Pois crianças é como natureza,
Nascem para da brilho o nosso mundo.
Pois é alma do futuro.
se não que sera do nosso mundo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Adriano

CAMOMILLA
(OU A BALA DE MENTA)

Adorável fêmea
Ninfeta e mulher
Realiza meus fetiches
Da liga ao espartilho
E eu?
Com a bala na boca
E a boca no sexo
Refrescando teu ventre
Enquanto o mundo queima lá fora!

Adriano Saraiva

Como eu amo você!

Queria sentir os teus lábios sobre os meus,
Queria você perto de mim pra sentir a todo o momento seu carinho e o seu beijo e dizer que você é a pessoa que realmente me deixa louco.
Queria dizer eu te amo.

Adriano oliveira

CONSUMIDORES DE LIXO

É tudo naturalmente artificial
Oferta de sonhos e sucessos
O que é real?
O mundo da moda ou o prato vazio?
Fictícia pode ser a alegria,
Vulnerável protótipo de uma
Sociedade decadente que insiste
Em vender o que não pode ser comprado
Pior que não poder comprar
É achar que precisamos nos
Entupir de lixo para sermos felizes!

Adriano Saraiva

Debaixo de minha mesa
tem sempre um cão faminto
-que me alimenta a tristeza...
Debaixo de minha pele
alguém me olha esquisito
-pensando que sou ele.
Debaixo de minha escrita
há sangue em lugar de tinta
-e alguém calado que grita.

Affonso Romano de Sant'Anna

Desde que conheci você
sinto como se estivesse andando
com pequenas asas nos meus
sapatos
como se meu estômago estivesse
cheio de borboletas

Affonso Romano de Sant'anna

DUAS VEZES NÓS

É noite de lua cheia
Sentado na areia
Converso com o mar
Grito alto: quero voar
Preciso de liberdade
Sou refém da tua vontade
E...
Prisioneiro dos teus desejos.

Adriano Saraiva

Epitáfio para o Séc. XX

1. Aqui jaz um século
onde houve duas ou três guerras
mundiais e milhares
de outras pequenas
e igualmente bestiais.

2. Aqui jaz um século
onde se acreditou
que estar à esquerda
ou à direita
eram questões centrais.

3. Aqui jaz um século
que quase se esvaiu
na nuvem atômica.
Salvaram-no o acaso
e os pacifistas
com sua homeopática
atitude
— nux-vômica.

4. Aqui jaz o século
que um muro dividiu.
Um século de concreto
armado, canceroso,
drogado, empestado,
que enfim sobreviveu
às bactérias que pariu.

5. Aqui jaz um século
que se abismou
com as estrelas
nas telas
e que o suicídio
de supernovas
contemplou.
Um século filmado
que o vento levou.

6.Aqui jaz um século
semiótico e despótico,
que se pensou dialético
e foi patético e aidético.
um século que decretou
a morte de Deus,
a morte da história,
a morte do homem,
em que se pisou na Lua
e se morreu de fome.

7.Aqui jaz um século
que opondo classe a classe
quase se desclassificou.
Século cheio de anátemas
e antenas, sibérias e gestapos
e ideológicas safenas;
século tecnicolor
que tudo transplantou
e o branco, do negro,
a custo aproximou.

8. Aqui jaz um século
que se deitou no divã.
Século narciso & esquizo,
que não pôde computar
seus neologismos.
Século vanguardista,
marxista, guerrilheiro,
terrorista, freudiano,
proustiano, joyciano,
borges-kafkiano.
Século de utopias e hippies
que caberiam num chip.

9. Aqui jaz um século
que se chamou moderno
e olhando presunçoso
o passsado e o futuro
julgou-se eterno;
século que de si
fez tanto alarde
e, no entanto,
— já vai tarde.

Affonso Romano de Sant'Anna

Estava satisfeito só em ser teu amigo
mais oque sera que aconteceu comigo
aonde foi que eu errei.
as vezes me pergunto se eu naum
entendi errado com grande amizade
como estar apaixonado. se for só isso tudo vai passar
mais quando toca o telefone sera vc
oque estiver fazendo eu paro de fazer
e se fica muito tempo sem me ligar arranjo uma desculpa pra te procurar
que tolo mais eu naum consigo evitar!
pq eu só vivo pensando em vc é sem querer vc naum sai da minha cabeça mais
pq eu só vivo acordado a sonhar e imaginar as vezes penso ser um sonho impossivel uma ilusão terrivel sera??? eu ja pedi de tudo em oração que as portas do seu coração se abricem pra eu te conquistar mais que seja feita a vontade de DEUS se ele quizer então
naum importa quando e como eu vou ter o teu coração...........

adriano de frança

INTIGA DA SERRA
Passada futuro ou presente só o tempo dá historia e só ha historia relata o tempo todos nascem,
Vivem nascem e morrem só que,
Nesse meio tempo acontece algo que denomino passado,
Saibamos que alguma coisa iria acontecer esse era o futuro ,
Mas em meio há tudo isso alguma coisa tinha realmente sentido o presente pois é nese que podemos intefrir Intiga da serra,
Ou Antonio Gonçalves!
Todos Entrega da serra,
Quem conhecer sabe uma cidade de raízes,
As arvores mais bonitas são aquelas de raízes profundas,
Talvez por isso Tenhamos hoje uma enorme saudade de uma cultura esquecida existe nomes que dão uma verdadeira,

Identidade isso também acontece com cidades que tal Itrega da serra,
Rio água branca,
Bom existem pessoas de mal gosto que sempre nós queres da um apelido.
Que tal [Antonio Gonçalves]
nos dá uma historia,
Vivemos um presente que podemos mudar,
para realizar para realizar o futuro
SERRA

Adriano oliveira

LÂMPADA MARAVILHOSA

Se a lâmpada do gênio eu achasse
Pediria a ele que um amor me encontrasse
Apaziguar este coração partido
Que a tanto tempo tem sofrido
Outros muitos iriam dizer:
Peço jóias, riqueza, poder
Responderia que um amor verdadeiro
Vale mais que qualquer dinheiro.

Adriano Saraiva

LICANTROPIA

Sendo eu um lobisomem
Não ei de me atrelar
Pois mais cedo ou mais tarde
A lua cheia vai chegar

Quero ser livre e
Sentir meu corpo ao vento
Desfrutar a liberdade
Poder viver cada momento

Bicho ou homem qualquer
Não pode viver enjaulado
No cárcere de um só mulher

Contos de sangue da vida legítima
Na mutação da noite escura
O lobo fareja a próxima vítima.

Adriano Saraiva

Loucura

Hoje vivo uma realidade.
Onde queria que fosse um sonho.
Cada dia que passa, vejo o brilho intenso sobre o mundo,
Me pergunto?
Que fazemos,
nós só destruímos,
quem somos?
Loucos!
O planeta precisar do nosso amor.
E onde estar esse amor?
Á natureza clama!
Chora!
Chora! E o que
fazemos destruímos
O que?
O nosso ar,
A beleza em troca de que?
Dinheiro!
E o planeta o que será!

Adriano Oliveira

Melhor dia da minha vida
tudo na vida começa no olhar,
Mais na verdade são pessoas que se entregam por inteiro sofrem muito.
. Através da experiência que tive hoje posso dizer,
Eu sou uma dessas pessoas,
Pois na minha vida eu tinha feito uma jura que nunca iria chorar por maior que fosse dor,
Isso quebrou,
Nem minha família tinha visto a lagrima pinga sobre meu rosto.
Tudo bem!
Amor é bom quando amamos a pessoa certa.
Meu amor era uma amizade,
Que parecia no começo ser tão lindo mais sabe aquele jogo de juventude,
Destruiu uma parte de mim.
Melhor a dor me derrubado,
Bateu-me, jura quebrado sonho perdido,
Mesmo assim meu coração estar ferido no momento,
Sem raiva, Sem rancor,
Vejo em você uma pessoa maravilhosa por mais que o gelo,
Esteja partido.
vi como aprendiz,
Sofri como ser humano, E gosto de você como anjo.
.
29/10/2007

Adriano oliveira

MEMÓRIAS

Tenho lembranças
De belos momentos
Que nunca existiram!

Adriano Saraiva

NÃO ME QUEIRA POUCO

Não me queira pouco
Porque o pouco
É para todos
É só para os mais afoitos

Nesse assunto de querer
Queira-me muito
Queira-me tudo
Tudo e mais um pouco

Porque esse querer
Eu também quero
Eu também espero
Eu também assumo
E assumo para todo o mundo

Nesse assunto de querer
Queira-me muito
Porque eu também
Quero-te muito
Queira-me em tudo
Porque eu também
Quero-te em tudo

Queira-me muito
Queira-me em tudo
Em tudo e mais um pouco
Em tudo e muito mais
Como dois loucos
Loucos de amor!

Adriano Hungaro

Não quero alguém que morra de amor por mim... Só preciso de alguém que viva por mim, que queira estar junto de mim, me abraçando. Não exijo que esse alguém me ame como eu o amo, quero apenas que me ame, não me importando com que intensidade.

Não tenho a pretensão de que todas as pessoas que gosto, gostem de mim... Nem que eu faça a falta que elas me fazem, o importante pra mim é saber que eu, em algum momento, fui insubstituível... E que esse momento será inesquecível... Só quero que meu sentimento seja valorizado.

Quero sempre poder ter um sorriso estampando meu rosto, mesmo quando a situação não for muito alegre... E que esse meu sorriso consiga transmitir paz para os que estiverem ao meu redor. Quero poder fechar meus olhos e imaginar alguém... e poder ter a absoluta certeza de que esse alguém também pensa em mim quando fecha os olhos, que faço falta quando não estou por perto.

Queria ter a certeza de que apesar de minhas renúncias e loucuras, alguém me valoriza pelo que sou, não pelo que tenho... Que me veja como um ser humano completo, que abusa demais dos bons sentimentos que a vida lhe proporciona, que dê valor ao que realmente importa, que é meu sentimento... e não brinque com ele. E que esse alguém me peça para que eu nunca mude, para que eu nunca cresça, para que eu seja sempre eu mesmo.

Não quero brigar com o mundo, mas se um dia isso acontecer, quero ter forças suficientes para mostrar a ele que o amor existe... Que ele é superior ao ódio e ao rancor, e que não existe vitória sem humildade e paz. Quero poder acreditar que mesmo se hoje eu fracassar, amanhã será outro dia, e se eu não desistir dos meus sonhos e propósitos, talvez obterei êxito e serei plenamente feliz.

Que eu nunca deixe minha esperança ser abalada por palavras pessimistas... Que a esperança nunca me pareça um "não" que a gente teima em maquiá-lo de verde e entendê-lo como "sim". Quero poder ter a liberdade de dizer o que sinto a uma pessoa, de poder dizer a alguém o quanto ele é especial e importante pra mim, sem ter de me preocupar com terceiros... Sem correr o risco de ferir uma ou mais pessoas com esse sentimento.

Quero, um dia, poder dizer às pessoas que nada foi em vão... que o amor existe, que vale a pena se doar às amizades a às pessoas, que a vida é bela sim, e que eu sempre dei o melhor de mim...e que valeu a pena!!!
Adriana Britto

adriano britto

NÃO SEI

A imensidão crepuscular da dor
Solitude de um eremita
Ruminando tristezas sem fim
Ciúme, desconfiança e raiva
Os magos do infortúnio
Não apagam vivas memórias
Que cavalgam aos pares pelas
Turvas e espessas matas do sono.

Toda a nossa vida
Navegou entre a
Esperança e o desespero
Linhas longitudinais
Da ilusão e da verdade
A fotografia inerte revive
Lembranças de cálidas paixões
Açoitando inexorável destino.

Te quero ou esqueci?
Não sei...nem sei.

Adriano Saraiva

NASCE MORGANA

Sua vida...
Fétida, apodrecida e jogada no fundo de uma lata de lixo.
Corolário de um sonho esquecido.

Maria José acumulava desilusões sucessivas
Um oceano de frustrações
Lavar roupa para fora
Sustentar as bebedeiras do marido
Aceitar submissa os espancamentos
Do homem que corpatilhava sua cama

Ódio a queimar suas entranhas
Os únicos adjetivos que recebia
Vaca, fofoqueira e puta
Puta? logo ela que nunca conhecera outro homem

Ajoelhou-se diante da Virgem
Entabulou uma oração decorada e sem sentido
Rezou e não se sentiu melhor

Num ato a estátua no chão
Diante do espelho a imagem...
Uma velha de vinte e sete anos

No quarto o homem
Alcoolizado e desmaiado
Fogo e labaredas

A pobre casinha de madeira sucumbiu
Às chamas enraivecidas
De longe um sorriso e um olhar
Morre Maria José
Nasce Morgana

Adriano Saraiva

No céu vi brilho uma estrela que brilha.
Sol do trabalhador.
Homem,

Sofredor que levanta antes do amanhecer.
Pois o machado é seu instrumento musical.
Enfada seu microfone.
Ela canta está canção todos os dias.
Quando chega o final da semana não tem o pão.
Nas mãos os calos dos seus instrumento musical.
Ainda vive alegre,
Nesse sertão.

Adriano oliveira
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