Gustavo Henrique Lemos Piovesan
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Acostumar.....
Eu sei que a gente se acostuma.Mas não devia.Agente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que as janelas ao redor.E pq não tem vista,logo se acostuma a não abrir as cortinas.E pq não abre as cortinas,logo se acostuma a acender mais cedo a luz.E à medida que se acostuma,se esquece o sol,esquece o ar,esquece a amplidão...Se acostuma a:acordar de manhã sobressaltado porque tá na hora;tomar café correndo pq tá atrasado;ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem;comer sanduíche porque não dá para almoçar;sair do trabalho porque já é noite;cochilar no ônibus porque tá cansado;deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia;a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone:“hoje não posso ir”;sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta;ser ignorado quando precisa tanto ser visto.Se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita;a lutar para ganhar o dinheiro com que pagar,a ganhar menos do que precisa,a fazer fila para pagar,a pagar mais do que valem as coisas,a saber que cada vez mais pagará,e a procurar mais trabalho,para ganhar mais dinheiro,para ter mais com que pagar nas filas em que se cobra.Se acostuma a andar na rua e ver cartazes,abrir as revistas e ver anúncios,ligar a TV e assistir a comerciais,ir ao cinema e engolir publicidade.A ser instigado,conduzido,desnorteado,lançado na infindável catarata dos produtos.Se acostuma a coisas d+,para não sofrer.Em doses pequenas,tentando não perceber,vai afastando uma dor aqui,um ressentimento ali,uma revolta acolá.Se o cinema tá cheio,agente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoç;se a praia tá contaminada,molha só os pés e sua o resto do corpo;se o trabalho tá duro,se consola pensando no fim de semana.;e se no final de semana não há muito o que fazer,vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.Se acostuma pra não se ralar na aspereza,pra preservar a pele.Se acostuma pra evitar feridas.Se acostuma pra poupar a vida.Que aos poucos se gasta de tanto acostumar,se perde de si mesmo.
Gustavo Mendez
Musica sinônimo de Liberdade ???
NÃO....Pra mim musica é sinônimo de prisão, pois faço musica para a pessoa q eu tranquei em meu CORAÇÃO...
Gustavo André
Há pessoas...
Que querem ser bonitas para chamar a atenção...
Outras desejam a inteligência para serem admiradas...
Eu só quero cultivar a minha Alma e os meus Sentimentos.
Assim eu alcanço a admiração de todos, porque além de belo e inteligente
eu me torno realmente uma PESSOA!!!
Gustavo André
Nunca prometa um beijo, nunca desperte o desejo em uma pessoa se vc não pode dá a ela, nunca iluda alguém, vc pode machucá-la....
Beijar é fixar os lábios em alguma pessoa, em sinal de amor, afeição, veneração, ou até mesmo de amizade.... amigos tbm se beija, um beijo muito mais sincero, onde não tem competição e nem ciúmes, é um beijo puro
Gustavo André
Acreditei que tudo era perfeito
Acreditei que tudo poderia ser fantasiado
Acreditei que pessoas pensavam como eu pensava, sentia o que eu sentia.....
Sentimentos igual ao meu, não sei quem tem...
O fato de amar demais se entregar demais, me leva a ver um mundo que teimo imaginar, mas sei que não existe...
Por que levar isso adiante?...por que não sei onde isso vai dar....
Destino.... tentei lutar contra o que eu sinto, mas não tenho forças...
Engulo uma sociedade despresivel, só que não tenho estomago pra digirir tanta coisa ruim....
Exclusão.... a vida escolhe quem ela quer.... ela faz as pessoas, molda da forma que ela acha correto....
Pobres fantoches....
Fim do espetáculo.... fecha-se as cortinas do espetáculo que é a vida.....acabou a representação de uma vida feliz que não existe...
02/06/2007
Gustavo André
O poder da palavra, com uma palavra vc pode amar ou odiar, com uma palavra vc pode errar e acertar, com uma palavra vc pode ate matar.... Mas nem com 1000 palavras sou capaz de descrever vc...
Gustavo André
Tempo e Saudade
Espero que o “tempo” passe...
Espero que esse mesmo “tempo”...
Que me trouxe tristeza ao lembrar o “tempo” que eu era feliz.....
Tempo.... qto “tempo”....
Sinto “saudade”
Sinto “saudade” de qdo acordava e só tinha um pensamento.... de me divertir ao maximo...
“Saudade” e “Tempo” ....
“Tempo” e “Saudade”...
Não importa a ordem...
Sinto “saudade” do “tempo” que não volta...
E qto mais “tempo” passar, mais “saudade” eu sinto de ser feliz, e isso é o que importa....
Gustavo André
Auto-Retrato
Visto roupas-rasgadas; tênis-pichados, furados; devassados pela vida.
Ando pelas noites a beber, a viver o Pecado, o Prazer, a Discórdia.
Todos me ouvem: sou Imoral, poeta dos palavrões; sem pudor, artista, rebelde, odiado.
Visto roupas-negras, roupas-nuas de pecado: nutro-me de Estrada, Vento e Natureza.
Bebo das Bebidas... como dos comprimidos, dos êxtases, das balas, dos doces; iluminado pelas luzes do Arcanjo LSD; salvo pelo deus Bacco – perdido pelas Ninfas do Orgasmo.
Fumando meu cigarro; perambulando pelas docas-noturnas...
Com minha mochila; com meu chinelo manchado de sangue, lama e poeira.
Meus dedos estão podres de tanto andar; meu organismo desfalecido pelas drogas do mundo...
Tranquilamente fumando; queimando o brakeado; dançando com Shiva sua dança de prazer; tal como as ondas do mar, neste mergulho de loucura; nesta vida de Sentido pelos vales-inóspitos: pelas Colinas do Delírio, com meu diário e poesia-viva – sentado sobre a Montanha da Alegria, do Prazer, da amizade-subversiva.
Sou poeta destes que vive o Momento; destes que andam pela noite; passando de braço em braço, pessoa em pessoa, beijo em beijo.
Há noites que eu durmo no chão, na dura-calçada sob gélido-frescor, perto dos esgotos...
Há noites que eu durmo entre tetas d’amor: mulheres do acaso; amantes do Esmo; acalentadora dos poetas-mundanos onde eu bebo em seus bicos os doces-leites d’Alegria; arranhando em suas carnes – friccionando o pênis de meus desejos-indomáveis em suas calcinhas manchadas de Doce-Orgasmo.
Dizem que eu sou Mundano, Vagabundo, Imundo.
Dizem que eu sou Imoral, Perdido, Parvo.
Eu sou tudo isso, digo.
Eu sou tudo isso agora: a encarnação d’Alegria; o vivo-cálice de vinho: sorriso-louco – poeta-maldito que o mundo criou.
Tranquilamente fumando; pelas orlas das praias-longínquas, desérticas... sobre as falésias, sobre os Abismos: ¿que tal inclinar-se para a Morte – desafiar o Absurdo?
Às vezes eu corro nu pelos bares, quando bêbado e gritando blasfêmias-poéticas; querem-me prender por que acham que minha ousadia é mal-educada: sou Bandido, Mundano – sou miserável!
Às vezes eu corro nu pelas Igrejas, quando alucinado pelas Drogas da Fobia; quero eu o consolo de Deus – então me expulsam do Lar-Divino, da dita Casa de Deus, só porque eles não sabem que Deus nos criou todos nus, loucos, desobedientes e bobos.
Dizem que eu sou Mundano, Vagabundo, Estúpido.
Dizem que eu sou Imoral, Perdido, Inescrupuloso.
Eu sou tudo isso, digo.
Sou a salmonela das refeições; sou o esterco impregnado no fundo do bojo... O resto de comida que o rato comeu.
Sou a brincadeira de mau-gosto, o Padre que comeu a virgem-freira e embriagou-se do vinho-sacro – o sangue de Cristo.
Ando pelas noites, bebendo, curtindo a vida; estuprando a Verdade; devassando o medo; estrangulando as limitações; lançando-me as alcovas do Impossível e do Absurdo.
Ando pelas noites, fumando o brakeado, misturando tudo num coquetel que vai dar na mente uma alegria-particular: uma alegria-peculiar que pertence ao meu sonho de viver, de andar, de descobrir, de escarrar e foder.
Minhas calças são folgadas, são rasgadas, são fétidas pela corrida-cotidiana...
Durmo sobre os prédios, nas docas-sorumbáticas; durmo sobre a Mata, ao lado dos escorpiões, da besta da noite, do maldito Mefisto.
Durmo sob o Céu, próximo ao Abismo; ou na estrada-sombria, longe de tudo, aonde um cão, certa noite, veio-me lamber os lábios-molhados de vômito.
Durmo sabendo que Amanhã haverei de acordar-fodido. Fodido d’astenia-ressaca... vomitando os destroços do pretérito-mnemônico e louco... tossindo o pigarro – as enfermidades dos vapores-ludibriantes... agonizando na febre do livre-arbítrio... curando a dor com mais Cachaça e Fumo... com mais Droga, Dor & Prazer.
Sou a catinga dos pêlos-pubianos, o doce-estragado que dá dor de barriga.
Sou o ladrão de comida – aquele que não é regido por Lei, mas somente por Amor, Desejo & Paixão.
Sou tudo o que você não pode ser; porque você quis ser mais um parvo senso-comum a viver uma vidinha-medrosa de Comodidade, Conforto e Tédio.
Minha família é o Mundo; assim, brigamos de vez em quando...
Meus filhos são todos os mendigos, todos os rebeldes e todos os apostadores no Acaso.
Minha escola é o Mundo. O Mundo me ensinou a ser torpe; a ser um “moralista às avessas”, que não teme viver sua Imoralidade, seu Cadafalso, sua sina-perigosa & Bela.
Com minha guitarra nas costas, sob os perfumes dos Édens, ao lado de Bacco – protegido por Thor – vou-me feliz ao Paraíso da Loucura cursar a Imortalidade.
Meus cabelos são longos; são madeixas crespas e assanhadas, encruzilhadas e ríspidas. Minha barba é messiânica: minha história, Divina.
Meu corpo está coberto por cinza; da poeira das estradas, do pó das estrelas e do ácaro dos cadáveres, que o tempo levou no vento.
Meu destino está traçado rumo à rota do imprevisto.
Com minha guitarra nas costas, sob os perfumes dos Édens, ao lado de Bacco – protegido por Thor – vou-me feliz ao Paraíso da Loucura cursar a Imortalidade.
Henrique de Shivas
difícil é desistir
quando a lembrança lhe trai
matando a saudade e a raiva que lhe prendem
a resistência racional
a mentira como uma droga psicotrópica
versus a inteligência emocional
e a proposta tentadora da felicidade
quem tiver a vitória total eu invejo
pois a dificuldade de tê-la
nunca vi outra tão grande
a mágoa de uma derrota emocional
de ambos desafiantes
é um fator iníquo para nosso inconsciente
ou seria para nosso consciente?
dentre as formas de convivência com os tipos de ocasiões
pior que a convivência com um fato sofrido
é a subsistência paralela a um não vivido
quando há uma falta de percepção do exato momento
ou fica-se na espera dele por tanto tempo
que há uma descapitalização do sentimento
eivando toda a esperança e probabilidade
de uma união
só o sentimento se mantém
aquela paixão temporariamente criada
que poderia ou não evoluir para sentimento
é reabsorvida
mas para acertar o momento
só se ambos tiverem sentimento
mas não qualquer um
e sim o mesmo concomitantemente
os dias passam
e sempre ha um quê mal resolvido no ar
as lembranças da desilusão incentivam a racionalidade
que logo
quando está quase completa
sofre uma emboscada emocional
algumas vezes
um simples 'oi' desencadeia a reação
e quanto menos emotivo se é
mais se sofre
na realidade nao seria emotivo o termo
pois emotivo todos somos
no momento certo
porem quem é normalmente mais racional
frio
sente de forma mais intensa esse catabolismo da razão
Pelo fato de não estarem acostumados com esses sentimentos?
Acredito ser
pelo fato de enterrarem-nos
tão profundamente a si mesmo
que quando encontram-nos
não sabem como reagir
Perante a dificuldade de desistir
Só uma certeza se tem
Quando se apaixona por alguém
Mesmo que seja improvável
Mesmo que seja intransitável
A única saída é persistir
Henrique Xavier
“Saudades”
Sinto saudades de seu ser
De suas mãos me acariciando
E seus lábios tocando os meus...
Saudades de seu abraço gostoso
De seu sorriso as vêzes malicioso
De seu olhar carinhoso
Conseguindo ver o mais fundo do meu “ eu”...
Sinto saudades da saudade que tu és
És uma saudade ardente , saudade envolvente
Que se apossa de minha mente
E dilacera meu coração...
És uma saudade que alucina
Que minha alma contamina
Mas meu ser não desespera
Ele para ... e te espera...
Espera que venhas
Talvez um dia quem sabe
Para acabar com a saudade que em meu peito
Não da mais pra suportar...
Sei que um dia viras
E com seu grande sorriso
Ira no ar ... alegria espalhar...
E por esse dia eu vivo a esperar...
Vêm ...é preciso que tu venhas
De longe sua mão acena
Assim como pra me avisar
E eu correrei para em teus braços me aconchegar...
Para teus labios beijar
Meus dedos entre os seus entrelaçar
E juntos , como num encanto
Toda essa saudade matar...
Vêm .......pois tu és
Aquele que me faz sonhar
Celia Piovesan
Eu jamais vou te esquecer!
Se a brisa da manhã tocar teu rosto e num gracejo
fogoso fizer teus cabelos brincar, saiba que é um
carinho meu, que sem querer te dizer adeus
pedi ao vento para te entregar!
Se ao andar pelas matas, sentir o cheiro da vida,
de folhas secas e molhadas, perfume de flores,
pode ser jasmim ou qualquer coisa assim, é
ainda a minha mensagem, que vai com
o meu perfume, para você jamais
esquecer de mim!
Ao ouvir o barulho de água cristalina, limpa, pura, vai
te lembrar minhas loucuras tentando te conquistar!
Uma cachoeira encantada vai te lembrar minha
risada quando eu só existia para te Amar...
E, ao ouvir pássaros cantando, em alguns galhos
namorando, recordará de algumas canções que
escutavamos baixinho, jogados em qualquer
cantinho, deixando a canção dizer o que
havia em nossos corações!
Se uma gota de orvalho atrevida, em tua face
pingar e mais uma outra ainda insistente cair,
é apenas uma lágrima que escorregou, é
a imensa Saudade a me consumir!
E, ao cair da tarde, quando tudo for silêncio,
olhe para o horizonte, escuta quando a noite
chegar. A mesma estrela vai te dizer que
mesmo que nunca mais te encontre,
eu jamais vou te esquecer!
Celia Piovesan
De repente ...
Não mais que de repente...estamos juntos
Perco minha identidade...me sinto a vontade
E que se dane a população...
De repente...
Com um simples "abraço"
Você me leva ao espaço...
E estremece todo meu ser...
De repente...
Sinto sermos um só
Em pensamento e coração
E tudo é sentido com uma tremenda emoção...
De repente...
Não vejo ninguem em minha frente...
A felicidade é total e vivemos de uma forma...
Nunca vista igual...
De repente
É como uma explosão e entendo a questão
Você também age com o coração
Por isso temos essa "ligação"...
Mas como tudo que é de repente...
Tem seu começo, meio e final...
E é com uma tremenda tristeza
Que eu volto pra real
Meu peito dói...sofre e sente...
Mas fica uma certeza em minha mente,
De que juntos viveremos...
Outros " de repentes "...
Celia Piovesan
Te procurei
Te procurei pela vida
Te procurei pelos bailes
pelos mares...pelos ares...
Te procurei a cada amanhecer
Pensei nao te encontrar na rua
E fui te procurar na lua...
Entre as estrelas te busquei
Ah...como eu te procurei
Te procurei nas feiras livres
Quanta esperança eu tive!!!
Pelas calçadas eu te buscava
Noa rádios e na televisão...
Incansável é este meu coração...
Te buscar é minha lei...
Meu castelo nao tem rei...
E minha busca jamais irá cessar
Ate o dia em que eu te encontrar
(Meu anjo eu te encontrei)
Celia Piovesan
Mulher e menina
Sou assim pequenina
Metade mulher...metade menina...
Sou a menina que canta...
que brinca e ri...
Sou a menina
que corre pela calçada...despreocupada...
Sou a mulher que sonha em ser amada
Mas por um amor fatal....
Daqueles devastador...e verdadeiro...
Nao somente um amor carnal...
Um amor verdadeiro.....
a alma gemea encontrada......
Menina ou mulher
Mulher ou menina
Que a vida ensina
A viver assim....
Mesmo que este viver
Seja um sonho sem fim........
Celia Piovesan
Eu sempre sonhei com um amor antigo...um amor amigo...com um tremendo e infinito carinho...
Mas um amor assim só mesmo em sonho, pois na real, o que comanda um casal é só a relação sexual...
Eu queria viver diferente, ser tratada como gente, gente que sente e que se fosse correspondida...viveria de uma forma envolvente...
A maioria das pessoas não são bem assim...elas são até ruins e em seus atos carnais, usam a palavra amor, sem ter a conscientização que para fazer amor...é preciso sentir amor...sentir emoção e só se emociona o coração, se antes for vivida uma paixão...
E a cada dia que passa, a realidade me arrasta a uma triste conclusão: transa...relação...tesão e que se dane o coração...
Pra mim não da pra viver assim...sou romântica, sou carente, sou como pouca gente, que sabe o verdadeiro sabor de quando se vive um verdadeiro amor...
Tento de todo jeito...consertar esse meu defeito...mas dentro do meu peito...bate mais forte meu coração...e eu vejo com grande decepção que não existe emoção...acho que esse mundo...não é o meu não...
Eu queria ser amada com paixão, mas na real que decepção...o que comanda esse mundão é só o tremendo tesão...
Carinho quase não se tem e o que é que há afinal? Vivemos em um mundo animal, penso até por vêzes que eu é que não sou normal...
E em minha cabeça bróta...sou uma tremenda idiota...e diante de tanta coisinha....devo me assumir "sozinha"!!!
E o que fazer com o meu coração???
- Óra...fechar sua portinha e viver pra sempre sozinha!!!
Celia Piovesan
Por tudo que vivemos...por tudo de bem que você me fez...pelo amor e carinho que sentimos...pelos momentos que serão inesquecíveis em minha vida...e na sua também...creia meu anjo que eu confio em você e que neste céu que construi em minha vida..."VOCÊ" meu anjo é a estrela que me faz crer...que me faz ter forças para acreditar e para viver...você tem o coração e a alma de um a criança...se mostra...se escancara...expõe seus sentim entos...também te conheci pelo avesso...portanto conheci o melhor de você e toda sua essencia...o seu interior é o de um anjo...porque tem que ser assim?Não sei mas chove...eu amo você para sempre....obg por tudo...você não pode imaginar o quanto significa pra mim...amo você meu anjo...vou precisar saber de você e de sua vida...para poder viver...olha...não tem como você sair de minha vida...porque você esta em meu coração...pra sempre...te amo meu anjo...
Celia Piovesan
Naufrágio
Os dias passam...se arrastam...
Sinto-me tão fraca e pequena diante desta imensidão
De palavras e atos...que férem...
Que machucam meu coração...
Não aguento mais me sinto incapaz
Estou presa a um passado bonito
A um amor que eu julgava infinito e que um dia
Na maresia da vida em atos e insultos naufragou...
Eu luto como sobrevivente mas minha mente
Minha mente relembra os momentos vividos
Existiram momentos bonitos
Mas acabou...nada sobrou...
O pesadelo do presente me assusta
Eu não luto, eu escuto...escuto meu coração
Sinto a certeza de vida que ele me dá
E eu tento na vida me agarrar...
Afinal preciso lutar, mas com a certeza
De nunca mais me enganar
Nunca mais voltar a amar...
Para nunca mais naufragar...
Celia Piovesan
Você existe
Se é Natal...
Porque ficar triste?
Se deixe levar...
Pela magia que no ar existe!
Se o bom velhinho
Vem ou não vem
Só o fato de você existir
Já é um grande bem...
Seja alegre e não triste...
Pelo simples fato
De que “você existe”...
Rico, pobre, gordo, magro...
Baixo, alto, feio, bonito...
Escuta o que te digo...
Você é único...
E a certeza deve sempre ter
Jesus te dá a chance
A grande chance de viver...
Seu Natal não pode ser triste
Pela alegria de que “você existe”
Então não se sinta mal...
Se solte e...” Feliz Natal “...
Celia Piovesan
De repente o silencio
os pensamentos se misturam
a insegurança...o medo....
parecem flutuar no agora
tudo se perde...
o vazio constante
o peito apertado
a lagrima que insiste em cair
refletir...nada sentir
sentindo tudo
querendo fugir
Eu te amo pra sempre...
Celia Piovesan
De repente o silencio
os pensamentos se misturam
a insegurança...o medo....
parecem flutuar no agora
tudo se perde...
o vazio constante
o peito apertado
a lagrima que insiste em cair
refletir...nada sentir
sentindo tudo
querendo fugir
Eu te amo pra sempre meu anjo
Celia Piovesan