Gustavo Henrique
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Me tiraram o direto de sonha, me tiraram o direito de amar, me tiraram o direito de vive.... roubaram meu coração, um coração que já não servia mais pra mim....ele era muito grande....sobrava espaço...mas i agora.... não importa, pra que um coração que nunca poderá ser preenchido, não por quem eu queria q fosse ..... hj no meu peito não tem mais aquela palpitação que transbordava em alegria, só tem um buraco, isso mesmo um buraco que jamais será preenchido....
Gustavo André
Momentos de puro prazer, nessas horas eu me descubro como pessoa...
Nesse momento minha alma meus pensamentos e minha mente estão em uma única vibe, uma única batida e uma única certeza... de que eu consigo ser feliz sozinho!!!!
Gustavo André
Não me olhou, não me deu a honra do seu perdão, não me apontou o caminho da salvação.
Não morou em meu peito, esqueceu a vontade, recusou minha ternura, negou a realidade.
Não viu que me feriu, não percebeu que me cortou, não notou a morte, me afastou.
Infeliz o momento que fechou os olhos, flutuou, levou me embora, cortou minhas asas me fez despencar.
Não me sentiu , não me beijou, não me mostrou a verdade, não me aceitou
Sussurrou.. em meu ouvido, bem baixinho:
"Não te quero mais"
Gustavo André
O que dizer???
Nem palavras, nem lagrimas, nem suspiros entristecidos, nada pode descrever essa realidade....
Muitas pessoas se julgam a escoria da sociedade, muitas pessoas acham que o mundo é injusto, pq não ganhou um tênis que queria, ou uma camiseta legal.....
Mas esquece que alguém não tem nem um misero prato de comida, o que dizer então de seus pés sempre descalço, camisas rasgada, ou melhor trapos...
Hj me senti envergonhado, pois tenho tudo que um jovem pode ter,tenho o que comer, tenho uma família que me ama, tenho os melhores amigos que eu poderia ter, enfim... tenho uma vida, enquanto alguns irmão meus não tem nada....
Culpa minha???
Sim, me sinto culpado por pertencer a essa sociedade, onde não existe um mínimo de companheirismo ao próximo, i eu faço parte disso.....
Esses são os verdadeiros heróis, eu apenas um fantoche dessa sociedade
Nunca esqueçam, somos todos iguais....
Gustavo André
Pura Inocência. Corpos inocentes. Pequenas pessoas, poucas experiências. Vida curta...Pura ignorância, uma doce vida. As vezes penso, por que fui acordar dessa vida? Pra que fui sair da luz, mesmo sabendo que e tão fácil e tão falso, irreal, porem alegre!... Vejo crianças a fantasiar a vida, a comemorar sua inocência, pessoas ignorantes a comemorar suas doces e falsas vidas...
Pow a verdade me trouxe melancolia e descrença, olho para as crianças e
vejo sentimentos puros, e sinto saudades, quero sonhar, quero ter de novo
meus sentimentos!.... Fui acordar tão cedo, cedo fui as sombras, e hoje não
tenho o que comemorar, não tenho sentimentos, só pensamentos, mórbidos
pensamentos...
Gustavo André
Qdo todos pensarem ki nos sumimos... nos ressurgimos das profundezas, com um brilho ainda maior...pq sabemos hj quem são nossos amigos, pq sabemos em quem confiar..... pq acima de tudo somos amigos.... cada um é diferente, cada com sua essência, cada um com seu brilho...que juntos forma uma coisa chamada AMIZADE.... ki é o ki da sentido em nossas vidas....
amigos para sempre....mesmo sabendo ki o pra sempre não exista.....
Gustavo André
as vezes não é presciso uma fala....para saber que um sentimento bate ai dentro...apenas um expressar em seu rosto revela uma das coisas mais bonitas do mundo....que é o desejo de amar...!!!
Gustavo Bitencourt
gostaria de ter você em todos os momentos de minha vida...
gostaria de poder te tocar numa gestão continua podendo olhar no seus olhos e vendo sua alma...
gostaria de que você me amasse...
gostaria de ter você nos momentos mais legais da minha vida...
gostaria...que esse amor existisse pois nenhum amor é perfeito...
Gustavo Bitencourt
Claridade dada pelo tempo
I
Deixa-me sentar numa nuvem
a mais alta
e dar pontapés na Lua
que era como eu devia ter vivido
a vida toda
dar pontapés
até sentir um tal cansaço nas pernas
que elas pudessem voar
mas não é possível
que tenho tonturas e quando
olho para baixo
vejo sempre planícies muito brancas
intermináveis
povoadas por uma enorme quantidade
de sombras
dá-me um cão ou uma bola
ou qualquer coisa que eu possa olhar
dá-me os teus braços exaustivamente
longos
dá-me o sono que me pediste uma vez
e que transformaste apenas para
teu prazer
nos nossos encontros e nos nossos
dias perdidos e achados logo em
seguida
depois de terem passado
por uma ponte feita por nós dois
em qualquer sítio me serve
encontrar o teu cabelo
em qualquer lugar me bastam
os teus olhos
porque
sentado numa nuvem
na lua
ou em qualquer precipício
eu sei
que as minhas pernas
feitas pássaros
voam para ti
e as tonturas que a planície me dá
são feitas por nós
de propósito
para irritar aqueles que não sabem
subir e descer as montanhas geladas
são feitas por nós
para nunca nos esquecermos
da beleza dum corpo
cintilando fulgurantemente
para nunca nos esquecermos
do abraço que nos foi dado
por um braço desconhecido
nós sabemos
tu e eu
que depois de tudo
apenas existem os nossos corpos
rutilantes
até se perderem no
limite do olhar
dá-me um cigarro
mesmo que seja só um
já me basta
desde que seja dado por ti
mas não me leves
não me tires
as tonturas que eu teria
que eu terei
sempre que penso cá de cima
duma altura vertiginosa
onde a própria águia
nada mais é que um minúsculo
objecto perdido
onde a nuvem
mais alta de todas
se agasalha como um cão de caça
leva-me a recordação
apenas a recordação
da vida martelada
que em mim tem ficado
como herança dada há mil e
duzentos anos
deixa que eu fique
muito afastado
silencioso
e único
no alto daquela nuvem
que escolhi
ainda antes de existir
II
Deixa que eu quebre tudo que tenho e que terei
tudo o que é de todos e que só a mim pertence
deixa-me quebrar o cavalo que me deste
na noite do nosso primeiro encontro
deixa-me partir a bola o cão o espaço
deixa-me quebrar a minha casa e a minha cama
a minha única cama
não quero que me contem a aventura
nem que me dêem almofadas
não quero que me ofereçam sombras
só por mim construídas e logo abandonadas
nem sequer esquinas de ruas
não quero a vida
sei claramente que a não quero
a não ser que ela esteja partida quebrada
quebrada por mim e por ti
e a minha infância
essa dou-ta
inteira muito longa e cruel
deixa que dela me fique apenas
essa crueldade
e que nela só eu siga
ignorando o que me deste
e que
martelo ou pedra
eu continue partindo quebrando
esfacelando dilacerando
o teu corpo que já não está ao meu alcance
deixa-me ser anatomicamente autêntico
sem erro
sangrando
perdido para sempre
III
Viver com a crueldade
da criança que
tira os olhos ao pássaro
um desconhecido
movendo-se constantemente
no deserto
em que cada pegada deixa
bem marcada na areia
a imagem
dessa outra existência
em que a morte e a memória
ainda nada significam
mais alto
muito mais alto talvez
que a claridade
do voo das aves que
partem para o desconhecido
o próprio corpo nada mais é
do que a sombra
bem simples por sinal
em que,
por erro nosso ou dos outros,
já não existe
a persistência do que
foi perdido
e as mãos
as mãos que sentimos
bem presas seguras aptas
essas
todos sabemos
que podem ainda cada vez mais
esmagar com cuidado
com extremo cuidado
dilacerar suavemente
nos olhos
está o amor
IV
Simples como é
a claridade é a coisa
mais difícil de encontrar
talvez porque a distância que nos
separa longa muito longa
e nítida
seja a torre de chumbo do nosso
próprio isolamento
talvez porque sentir
o aparecimento da madrugada
seja a origem do desespero
sombra trópico lâmina
entre nós dois
ouve o que te digo
não esqueças os meus lábios
mesmo quando desfeitos
e a claridade
essa não a procures não nunca
deixa-a ir comigo
até ao esgotamento do meu sangue
até ao limite
do meu corpo em carne viva
V
Eu sei
que há um lugar por descobrir
um lugar tenebroso e cantante
como uma ponte de velhos manequins
aí
o teu corpo
dois seios despedaçados
e o vento só o vento
soprado através
dos teus cabelos
(Mário-Henrique Leiria, 1923-1980, Portugal
in "Surreal Abjeccion(ismo)")
Mário Henrique Leiria
Há tempos venho observando, analisando o mundo ao meu redor.
Principalmente quando o assunto são as amizades.
Procuro fazer de tudo para meus amigos, só que receber em troca é fato raro.
Mas não faço um favor, ou um agrado pra receber em troca.
Mas as vezes só fazer as coisas acaba meio que cansando.
É legal ajudar, mas também é legal receber, faz bem.
Você nunca pode se acomodar se tu tens um amigo que te ajuda sempre.
Procure saber também como ele esta!!!
Procure o agradar.
Ele pode parecer forte, mas todos temos fraquezas.
Não o procure só por interesse.
Seus amigos não pedem nada em troca.
Só querem também receber sua atenção uma hora ou outra.
Faça uma pergunta pra si mesmo!
O que eu fiz para meus amigos nos últimos dias, ou semanas ou meses???
O que meus amigos fizeram por mim nesse mesmo período???
Será que vc não esta em débito com seu amigo???
Vale a pena para e pensar.
Perder um amigo pq vc foi egoísta, é triste.
Não perca o seu!!!
Gustavo André
A Rima
É difícil entender um poema
Que não extrapola.
Quando eu saí da escola,
Eu compreendi.
O poema que não extrapola,
É sem braços e pernas...
Canta com letras e laços,
Significados esparsos,
Apenas.
A rima
É o menor do poema,
É beleza que rima
O trágico dilema.
Não faz sentido,
Às vezes, a rima.
A rima que rima
Com rima,
Ou a rima que rima
Com alma.
Tanto faz se rima
O sentido da rima,
O importante é rimar,
Como dois namorados
A namorar...
Rimar um bocado
É, apenas, rimar.
É tão fácil rimar.
Rima, rima com ímã,
Que faz o ferro andar.
Rima, rima com Gina,
Que faz o meu pranto chorar.
Se rima não rima com canto,
Também não “rima com sentimento”,
E se rimar,
É jumento,
Jumento
Que se pôs a rimar.
Henrique de Shivas
Riso de quem Cala
Nada como rir
Daquele que fala
E protesta.
Não sabe ele
Que quem cala,
Detesta
Melhor.
Explico:
Quem cala
Não fala,
Apenas escuta
Quem protesta
Contar seus segredos,
E como um Tolo que fala
Demais,
O que cala
Jamais
Se revela.
Henrique de Shivas
Bacco
Convidai-me ao teu berço oh Baco!
N’adega escarlate e buraco oco,
Onde ma boca arregaça o lábio.
Convida-me na Glória do absurdo,
E rio comigo a festejar o amigo.
Pois és quem me dás preferido abrigo.
Um passo que ao morto tropeço:
– Cadáver pálido e roxo beiço;
Lá no peito ou triste baço,
A beber teu sangue confesso.
É-te ma alma tua formosa alma,
E em vinho sonho como um fantasma,
A negra morena e a doida alva,
Fazer-te desejo ma teimosa escrava.
Mio hercúleo cérebro é todo úmido,
De sangue que traz na corrente o Ébrio,
Sede de louco Eu-poeta embriagado,
No álcool violáceo este santo remédio.
É-me feliz o sorver teu delírio,
E nas costas tirar mio cangaço
Fardo que a carga nos faz cansaço;
Moribundo bagaço e tédio irrisório.
Henrique de Shivas
Tu
¿Quem és tu que ao verso blasfema
E a palavra arde tanto quanto queima?
¿Não és, pois, como o cântico do Maldoror,
Cujo ultraje traz em si a verdade do estupor?
Per favore não me digas quem és mais...
Porém, empina-me e diga: o que tu és.
Henrique de Shivas
O Poeta
O Poeta, este fantasma-hermético do Sonho, mestre em delatar a Hipocrisia, a Canalha e a Beleza. Falando, eloqüente; vagante em brumas cuja polpa tem gosto de loucura...
O Poeta, este médium-estrambótico; inato-capaz de vislumbrar o Doce e a Fealdade, o Sonho e a Realidade, respectivamente. Falando, eloqüente, numa psicografia-talentosa do Ser; mastigando as cordas de aço do amor: esse sentimento tão explorado pelas mentes-incapazes de não seguirem os pulsões do inconsciente-selvagem & Belo.
A Arte, suas imagens-tênues, outras, às vezes, suas figuras-fortes, ícones da Tragédia da Existência; fetiches do cômico-existir, gravuras-talhadas com o dedo do amor ao Livre, a Liberdade e a Emoção das criaturas.
O Poeta nos diz seus pesadelos com cores tão belas, que até nos persuade e convence a também querer ter pesadelos como os dele.
O Poeta, muitas vezes, chama-nos ao Suicídio; esse ato-natural dos corpos que em nascimento, já começam a morrer... corpos-suicidas; escondidos e ofuscados... perdidos sob a moita “acolhedora” do tempo, da efemeridade, do famoso-fugaz devir a ser.
O Poeta, anunciador de feelings ditos em palavras-conjugadas em frases, máximas, orações... como em uma espécie d’alquimia-divina e monstruosa: semelhante à cozinheira que faz dos mais azedos-frutos, ácidos-licores e sórdidos-alimentos – faz-los iguaria d’onerosa-cor, divino-aroma e paladar-altivo.
A Grande-Obra poética: eis, o Poema.
¿E o nirvana do Vate? ...A verve, o insight-transubstanciado em vinho-santo; a contemplação do Cosmos, do Caos; o vislumbrar tudo-isso belamente: o Grande-Mundo, o Hermético-Universo, com poéticos-olhos-nus – estes potentes-telescópios... miúdos-calidoscópios-carnais; inato-óculos-nato e lúcidos – colorida-retina d’Altivez, Grandeza – Sublimidade.
Henrique de Shivas
"A natureza humana tem uma grande capacidade de renovar nossos sonhos, tudo aquilo que pensavamos ser o suficiente para tornarmos uma pessoa realizada acaba por se tornar mais um degrau na busca pela realizacao total"
Prof Alan Henrique
" Na verdade os caminhos tracados pelo homem na intencao de uma vida totalmente realizada, podem ser varios e pautados em diversos valores."
Prof Alan Henrique
" A realizacao nao vem com a conquista dos objetivos tracados, mas sim no caminho percorrido ate alcanca-lo."
Prof Alan Henrique
"Ter um sonho e conseguir realiza-lo nao e sinonimo de total realizacao."
Prof Alan Henrique
" Daquilo que achavamos que seria uma guerra torna-se uma mera batalha."(sonhos)
Prof Alan Henrique
"Aquilo que o povo gosta de ver nao e a realidade que o povo quer ter ou ser."
Prof Alan Henrique
" Por mais que possamos subestimar a decisao do povo, sempre vemos que os eleitores tem uma postura conservacionista. Dificilmente vemos alguem com um discurso novo e radical ser eleito."
Prof Alan Henrique
"Assim que um sonho e realizado, que uma meta e atingida vem a tona o instinto de sobrevivencia, ha que se ter um novo folego para a vida, novas metas sao criadas, novos sonhos sao idealizados."
Prof Alan Henrique
A vIdA é LoUcA nElA tOdOs EsTaMoS dE pAsSaGuEm, MaIs fIcA tRaNqUiLo Tá CoM dEuS tA sEgUrO!!!!
Paulo Henrique Medici
O amor não-correspondido,é como cativeiro,sem água,sem comida e sem visita.E você só lembra de quem te aprisionou,é o pior amor!
Carlos Gustavo Pereira Gomes