Grande edgar

Encontrados 814 com a expressão grande edgar

Não sou uma grande mulher, sou uma garota lutando
para ser uma.

Anne Caroline Monteiro M.

MINHA ÚLTIMA CARTA PARA VOCÊ
Eu sempre sonhei com uma grande amor alguém pra ficar ao meu lado,ser meu amigo e companheiro o tempo passou pensei que era você mas isso só me fez sofrer porque tudo era apenas ilusão.Então eu resolvi acordar para a vida eu não sou obrigada a me sacrificar por alguém que não me quer tenho que ser mais forte,tenho que ser mulher não vou dizer que não foi bom amar você mas eu mereço mais eu preciso de algo a mais que eu simples carrinho eu quero ser amada.
Eu sei que há muito tempo que não te procuro mais,eu perdi os ciúmes que eu sentia quando alguma outra pessoa chegava perto de você.Eu sei que ná nunca fomos de fato namorados e tão pouco amigos de verdade,nossa relação se restringiu a papel e caneta eu escrevia o que sentia e te entregava,sem medo,porque do amor eu não posso ter medo.Hoje parece que por falta de atitude talvez das duas partes posso sim dizer a verdade e que tudo aquilo que eu sentia antes por você não era verdadeiro pois acabou foi finito.
Já em você eu não sei o que se passa só sei que você leu o que eu sentia e não me deu crédito e isso me fez cansar sabe,eu sempre pensei que quando a gente ama a gente cuida do que é nosso mas eu tentei cuidar de você e descobri que você nunca foi meu assim como eu nunca fui sua.É triste admitir que a pessoa que a gente ama não nos corresponde por incrível que pareça eu quero te agradecer por esse humilde despereso,isso me fez crescer.
O interessante é que eu não guardo mágoa,muito menos estou triste por isso você me ensinou muito mais do que os conceitos da biologia,você me ensinou o que eu precisava aprender mesmo sem ter mencionado uma só palavra é incrível mas você me libertou daquilo que me prendia a você é por isso que resolvi escrever essa carta hoje pra te agradescer e dizer que continuo gostando de você,mas agora de uma maneira diferente agora eu não te amo mais!

Pollyana da Nóbrega Mendes

o fantástico da vida é ficar com alguém
que faz de um pequeno instante,um grande momento!

desconhecido

O que eu desejo ser é tão grande e intenso que nem tem nome.

Clarissa Guerra de Medeiros

"Se por trás de todo grande homem existe uma grande mulher, então vale o inverso também: por trás de um pequeno homem talvez exista uma mulherzinha de nada."


(Grandes e pequenas mulheres)

Martha Medeiros

Amigo é uma pequena palavra;
Amigo é um grande apoio;
Amigo é um grande ser;
Amigo é um significado de confiança;
Amigo é uma grande pessoa;
Amigo é um eterno diario;
Amigo é um super héroi;
Amigo é uma pessoa que escuta;
Amigo é uma pessoa que compreende;
Amigo é uma pessoa que está sempre ao teu lado;
Amigo é uma pessoa que nao consigo descrever;
Amigo se resume em apenas VOCÊ!!!

alessia silveira

Amor é quando é concedido participar um pouco mais.
Amor é a grande desilusão de tudo mais.
Amor é finalmente a pobreza.
Amor é não ter inclusive amor.
É a desilusão do que se pensava que era amor.
Amor não é prêmio por isso não envaidece.

Clarice Lispector

Cara Que Grande Mulher
Ela tem raça e gingado
Andando mexe as cadeiras
Safada que não dá moleza
Vivendo sem eira nem beira

Sua boca é desbocada
Gosta de falar besteira
Maliciosa e debochada
Se amarra numa bebedeira

Seu negócio é fazer barraco
Dá na cara de quem ela quer
Só senta de pernas abertas
Podendo olhar quem quiser

Vai vivendo nesse desvio
Na vida é mulher malandra
Grita em alto e bom som
Que também é boa de cama

Na dança ela se assanha
Atiça, rebola e se esfrega
Deixando qualquer parceiro
Naquele compasso de espera

Essa mulher faz bandalha
Com tudo aquilo que vê
Nunca foi fogo de palha
Tem tesão pra dar e vender

Ela vai avisando de cara
Cuidado quem ficar comigo
Sou de todos, sou da vida
Incendeio sem nenhum aviso

Mas uma coisa eu digo
E escute se você quiser
Ela que dizem ser louca
Cara, que grande mulher!

Ricky Bar

Eu descobri que a solidão é o grande amor da minha vida
A minha companheira fiel
A mãe que sempre me estende o colo
E o consolo sempre almeijado.
Não tenho outro conselheiro
Ela sempre esteve ao meu lado.

Lua

Nós todos fazemos parte da grande família da humanidade e somos moradores em comum de uma imensa casa chamada terra. Não há outra forma senão nos entendermos. Não há por que não chegarmos a um entendimento através de um sincero diálogo. Ao menos devemos nos esforçar e nos empenhar ao máximo para isso. Quem não se esforça nesse sentido demonstra uma grande arrogância em relação as pessoas. Além disso, na maioria das vezes, existe por trás disso um espírito covarde que tenta proteger a si mesmo.

Pastor Eliezer kosta

"Para ser grande, sê inteiro: nada Teu exagera ou exclui.
Sê todo em cada coisa. Põe quanto és No mínimo que fazes.
Assim em cada lago a lua toda Brilha, porque alta vive"

Fernando Pessoa

A Lucidez Perigosa
Estou sentindo uma clareza tão grande
que me anula como pessoa atual e comum:
é uma lucidez vazia, como explicar?
Assim como um cálculo matemático perfeito
do qual, no entanto, não se precise.
Estou por assim dizer
vendo claramente o vazio.
E nem entendo aquilo que entendo:
pois estou infinitamente maior que eu mesma,
e não me alcanço.
Além do que:
que faço dessa lucidez?
Sei também que esta minha lucidez
pode-se tornar o inferno humano
- já me aconteceu antes.
Pois sei que
- em termos de nossa diária
e permanente acomodação
resignada à irrealidade -
essa clareza de realidade
é um risco.
Apagai, pois, minha flama, Deus,
porque ela não me serve para viver os dias.
Ajudai-me a de novo consistir
dos modos possíveis.
Eu consisto,
eu consisto,
amém.

Clarice Lispector

Aquilo que na vida tem sentido, mesmo sendo qualquer coisa de mínimo, prima sobre algo de grande, porém isento de sentido

Carl Gustav Jung

'Mas quando o Amor é sincero
ele vem com um grande amigo,
e quando a Amizade é concreta,
ela é cheia de amor e carinho.
Quando se tem um amigo
ou uma grande paixão,
ambos sentimentos coexistem
dentro do seu coração.'
Te Desejo!...Te Desejo!...Te Desejo!...Te Desejo!...Te...
Beijos!...Beijos!...Beijos!...Beijos!...Beijos!...Beijos

Shakespeare

Me disseram que, quem sonha alto demais o tombo eh grande. Só que esqueceram de me perguntar se eu tenho medo de cair

desconhecido

INESTIMÁVEL VALIA

Se tudo na vida tem seu preço
Quanto vale matar uma grande saudade
Sem prazo de validade...
Sem meio, fim, nem começo?

Bruno Bezerra - escritor pernambucano - www.brunobezerra.com

A paz é igual a uma grande roda humana, enquanto todos estiverem de mãos dadas, as armas estarão no chão.

Tiago Bicalho

Ser grande é ser incompreendido.

Oscar Wilde

O amor é uma grande merda que alguns idiotas acreditam que existe, Eu sou um grande exemplo....

MIlka

Não te suponhas tão grande ao ponto de pensares ver os outros menores que ti.

Confúcio

... O medo de tentar mudar é uma grande âncora que impede o ser de navegar pelo mar da vida e até a reencarnação, que deveria ser mais estudada, acaba sendo usada como desculpa para não se agir. Ao estuda-la, compreendemos justamente a necessidade da ação já, pois somos hoje o reflexo das atitudes do passado, e o amanhã, será criado com as ondas provocadas pelas atitudes de hoje ...

desconhecido

Nenhum homem que tenha vivido conhece mais sobre a vida depois da morte que eu ou você. Toda religião simplesmente desenvolveu-se com base no medo, ganância, imaginação e poesia.

Edgar Allan Poe

Devemos efetuar campanhas de silêncio contra as chamadas fofocas, cultivando orações e pensamentos caridosos e otimistas, em favor da nossa união e da nossa paz, em geral.*

GRANDE Chico Xavier

Somos aquilo que acreditamos ser.

Antonio Edgar de Sousa Lima

O CORVO

Em certo dia, à hora, à hora
Da meia-noite que apavora,
Eu caindo de sono e exausto de fadiga,
Ao pé de muita lauda antiga,
De uma velha doutrina, agora morta,
Ia pensando, quando ouvi à porta
Do meu quarto um soar devagarinho
E disse estas palavras tais:
"É alguém que me bate à porta de mansinho;
Há de ser isso e nada mais."

Ah! bem me lembro! bem me lembro!
Era no glacial dezembro;
Cada brasa do lar sobre o chão refletia
A sua última agonia.
Eu, ansioso pelo sol, buscava
Sacar daqueles livros que estudava
Repouso (em vão!) à dor esmagadora
Destas saudades imortais
Pela que ora nos céus anjos chamam Lenora,
E que ninguém chamará jamais.

E o rumor triste, vago, brando,
Das cortinas ia acordando
Dentro em meu coração um rumor não sabido
Nunca por ele padecido.
Enfim, por aplacá-lo aqui no peito,
Levantei-me de pronto e: "Com efeito
(Disse) é visita amiga e retardada
Que bate a estas horas tais.
É visita que pede à minha porta entrada:
Há de ser isso e nada mais."

Minha alma então sentiu-se forte;
Não mais vacilo e desta sorte
Falo: "Imploro de vós - ou senhor ou senhora -
Me desculpeis tanta demora.
Mas como eu, precisando de descanso,
Já cochilava, e tão de manso e manso
Batestes, não fui logo prestemente,
Certificar-me que aí estais."
Disse: a porta escancaro, acho a noite somente,
Somente a noite, e nada mais.

Com longo olhar escruto a sombra,
Que me amedronta, que me assombra,
E sonho o que nenhum mortal há já sonhado,
Mas o silêncio amplo e calado,
Calado fica; a quietação quieta:
Só tu, palavra única e dileta,
Lenora, tu como um suspiro escasso,
Da minha triste boca sais;
E o eco, que te ouviu, murmurou-te no espaço;
Foi isso apenas, nada mais.

Entro co'a alma incendiada.
Logo depois outra pancada
Soa um pouco mais tarde; eu, voltando-me a ela:
"Seguramente, há na janela
Alguma coisa que sussurra. Abramos.
Ela, fora o temor, eia, vejamos
A explicação do caso misterioso
Dessas duas pancadas tais.
Devolvamos a paz ao coração medroso.
Obra do vento e nada mais."

Abro a janela e, de repente,
Vejo tumultuosamente
Um nobre Corvo entrar, digno de antigos dias.
Não despendeu em cortesias
Um minuto, um instante. Tinha o aspecto
De um lord ou de uma lady. E pronto e reto
Movendo no ar as suas negras alas.
Acima voa dos portais,
Trepa, no alto da porta, em um busto de Palas;
Trepado fica, e nada mais.

Diante da ave feia e escura,
Naquela rígida postura,
Com o gesto severo - o triste pensamento
Sorriu-me ali por um momento,
E eu disse: "Ó tu que das noturnas plagas
Vens, embora a cabeça nua tragas,
Sem topete, não és ave medrosa,
Dize os teus nomes senhoriais:
Como te chamas tu na grande noite umbrosa?"
E o Corvo disse: "Nunca mais."

Vendo que o pássaro entendia
A pergunta que lhe eu fazia,
Fico atônito, embora a resposta que dera
Dificilmente lha entendera.
Na verdade, jamais homem há visto
Coisa na terra semelhante a isto:
Uma ave negra, friamente posta,
Num busto, acima dos portais,
Ouvir uma pergunta e dizer em resposta
Que este é o seu nome: "Nunca mais."

No entanto, o Corvo solitário
Não teve outro vocabulário,
Como se essa palavra escassa que ali disse
Toda sua alma resumisse.
Nenhuma outra proferiu, nenhuma,
Não chegou a mexer uma só pluma,
Até que eu murmurei: "Perdi outrora
Tantos amigos tão leais!
Perderei também este em regressando a aurora."
E o Corvo disse: "Nunca mais."

Estremeço. A resposta ouvida
É tão exata! é tão cabida!
"Certamente, digo eu, essa é toda a ciência
Que ele trouxe da convivência
De algum mestre infeliz e acabrunhado
Que o implacável destino há castigado
Tão tenaz, tão sem pausa, nem fadiga,
Que dos seus cantos usuais
Só lhe ficou, na amarga e última cantiga,
Esse estribilho: "Nunca mais."

Segunda vez, nesse momento,
Sorriu-me o triste pensamento;
Vou sentar-me defronte ao Corvo magro e rudo;
E mergulhando no veludo
Da poltrona que eu mesmo ali trouxera
Achar procuro a lúgubre quimera.
A alma, o sentido, o pávido segredo
Daquelas sílabas fatais,
Entender o que quis dizer a ave do medo
Grasnando a frase: "Nunca mais."

Assim, posto, devaneando,
Meditando, conjecturando,
Não lhe falava mais; mas se lhe não falava,
Sentia o olhar que me abrasava,
Conjecturando fui, tranqüilo, a gosto,
Com a cabeça no macio encosto,
Onde os raios da lâmpada caiam,
Onde as tranças angelicais
De outra cabeça outrora ali se desparziam,
E agora não se esparzem mais.

Supus então que o ar, mais denso,
Todo se enchia de um incenso.
Obra de serafins que, pelo chão roçando
Do quarto, estavam meneando
Um ligeiro turíbulo invisível;
E eu exclamei então: "Um Deus sensível
Manda repouso à dor que te devora
Destas saudades imortais.
Eia, esquece, eia, olvida essa extinta Lenora."
E o Corvo disse: "Nunca mais."

"Profeta, ou o que quer que sejas!
Ave ou demônio que negrejas!
Profeta sempre, escuta: Ou venhas tu do inferno
Onde reside o mal eterno,
Ou simplesmente náufrago escapado
Venhas do temporal que te há lançado
Nesta casa onde o Horror, o Horror profundo
Tem os seus lares triunfais,
Dize-me: "Existe acaso um bálsamo no mundo?"
E o Corvo disse: "Nunca mais."

"Profeta, ou o que quer que sejas!
Ave ou demônio que negrejas!
Profeta sempre, escuta, atende, escuta, atende!
Por esse céu que além se estende,
Pelo Deus que ambos adoramos, fala,
Dize a esta alma se é dado inda escutá-la
No Éden celeste a virgem que ela chora
Nestes retiros sepulcrais.
Essa que ora nos céus anjos chamam Lenora!"
E o Corvo disse: "Nunca mais."

"Ave ou demônio que negrejas!
Profeta, ou o que quer que sejas!
Cessa, ai, cessa!, clamei, levantando-me, cessa!
Regressa ao temporal, regressa
À tua noite, deixa-me comigo.
Vai-te, não fica no meu casto abrigo
Pluma que lembre essa mentira tua,
Tira-me ao peito essas fatais
Garras que abrindo vão a minha dor já crua."
E o Corvo disse: "Nunca mais."

E o Corvo aí fica; ei-lo trepado
No branco mármore lavrado
Da antiga Palas; ei-lo imutável, ferrenho.
Parece, ao ver-lhe o duro cenho,
Um demônio sonhando. A luz caída
Do lampião sobre a ave aborrecida
No chão espraia a triste sombra; e fora
Daquelas linhas funerais
Que flutuam no chão, a minha alma que chora
Não sai mais, nunca, nunca mais!

trad. Machado de Assis - 1883

Edgar Allan Poe
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