Frederico garcia lorca
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“Não quero ser a pessoa mais feliz do mundo, mas ter aquilo que eu considero essencial para mim e essencial para a felicidade que eu idealizo!, e não, a felicidade que as pessoas a minha volta idealizam”
“A maior fraqueza de uma pessoa não é não acreditar nos seus sonhos, mas não fazer nada para que ele se realize”.
“Eu vivi minha vida tentando encontrar o melhor das pessoas, e me esqueci de encontrar o melhor de mim”.
“Eu tentei ser sempre a pessoa que os outros queriam que eu fosse, e não aquela que eu sempre quis ser”.
“Tente enxergar a vida como aquilo que você tem, e que somente você pode direcionar e fazê-la tornar a melhor possível”.
“Não tente mostrar ao mundo quem é você, mas tente mostrar a você mesmo isso a cada dia e a cada segundo da sua vida”.
“Não fique remoendo o passado, pois é uma covardia viver o resto da sua vida lembrando do fracasso que você foi, pois você será mais fracassado ainda, por não conseguir deixar o passado pra trás”.
Deborah Garcia
DAS IGUALDADES ENTRE OS SERES
Nascemos, crescemos, vivemos. Todos muito parecidos nas características físicas, mas , por via de regra, mentalmente muito diferentes uns dos outros, se bem que tenhamos, primordialmente, os mesmos sentidos e sentimentos. E se a vida oferecesse igualdade de condições morais e materiais a todos, com toda a certeza não haveria ninguém mais ou menos feliz do que seus pares ou semelhantes.
Mas há pessoas que costumam confundir os sentimentos ou as circunstâncias que os envolvem, gerando crises existênciais para si e para o meio ao qual pertencem, como há, em contrapartida, outras que fazem exatamente o oposto, buscando a felicidade na simplicidade da vida, no simples fato de existirem, de serem pensantes, sentimentais, e por encontrarem no simples ato de viver a maior preciosidade até então imaginada.
Isto posto, não faltará quem venha a questionar-se se poderia existir felicidade num meio onde todos se igualassem, se não houvesse a competição, se não fosse próprio da natureza, tanto dos seres animados como dos inanimados, o jugo dos mais fortes sobre os mais fracos, como uma questão natural de sobrevivência, sendo inevitável um processo seletivo.
Em princípio a ciência buscaria nas características mentais do ser humano uma resposta que somente encontraria na filosofia ou na antropologia abrangentes, pois não bastaria estudar comportamentos mentais biológicos, mas muito mais os aspectos associados às escolas doutrinárias que se fizeram marcantes em toda a história da humanidade.
Contudo, apesar do que citei até aqui, imaginemos um mundo onde todos tivessem o mesmo perfil psicológico e as mesmas condições socioeconômicas. Seria isso possível? Teria sentido viver a monotonia de uma constante igualdade entre os seres? Está claro que não. Por isso as criaturas não são feitas iguais, não nascem iguais e não têm as mesmas chances de galgarem idênticas posições na escala social de valores espirituais ou materiais.
Daí surgem as maiores dúvidas quanto á eficácia de qualquer regime comunista, socialista ou libertário, porque jamais deixarão de existir os de maior poder de mando ou de persuasão tentando comandar pessoas que jamais serão iguais. Prova maior disso consegue-se vasculhando escolas, quartéis, etc., onde nem mesmo com uma rígida disciplina pode-se obter homogeneidade de comportamentos ou de pensamentos.
Assim, devemos crer que o melhor meio para se viver bem é aceitar as diferenças inatas ou causais de cada um, até que se chegue a uma interface que interaja com eficácia entre as várias normas de comportamento até então conhecidas, até que o próprio ciclo evolutivo se encarregue, a longo prazo, de determinar menores disparidades entre os seres, o que aliás vem ocorrendo de maneira até aceitável, embora muito lentamente. Mesmo assim há um grande retrocesso em várias sociedades do planeta.
Cairbar Garcia Rodrigues
Ele seguia por uma rua do centro da cidade e uma mosca zumbia sobre sua cabeça. Era uma daquelas moscas impertinentes, que quando se encardem com alguém são um tormento. De quando em quando sentava-se em seu rosto e ele se esbofeteava com força. Tentava acertá-la, mas nunca conseguia. Fazia coreografias no meio da multidão, andando em ziguezague, parando, dando pequenas corridas e nada. A fulaninha era da pá virada (já vi alguns especialistas dizerem que ser do apá virado também é correto) e não dava tregas.
O homem estava uma fera. Já tinha o rosto vermelho e quase inchadoi de tanto se esbofetear. Entrou numa lotéria repleta de apostadores e pagadores de contas. Tomou lugar na fila e pensou satisfeito que se livraria da bichinha. Ledo engano. Aí é que ela o aborreceu mesmo. E o pior é que algumas pessoas viram a contenda e tentavam sufocar ou esconder um sorriso, o que o deixou mais enraivecido e mais violento com a mosca, ou seria consigo mesmo, pois apenas ele apanhava.
Não se conformava com a situação. Havia tomado banho e posto uma roupa limpa e cheirosa aantes de sair de casa. Não tinha mau hálito (nem sei se isso atrai moscas) e estava até perfumado. Olhoau por todos os cantos para ver se captava alguma outra mosca, um mosquito da dengue que fosse. Nada. Era só aquela. Resolveu pedir a uma senhora que lhe desse uma pancada na cabeça, fosse com o que fosse, assim que percebesse a mosca sentada. A mulher esperou e, meio louca, quebrou um celular em sua nuca. /ele chegou a tontear e ficou irritado:
_ A senhora é louca?
_ Mas foi o senhor que mandou!
_ Ora, dona! Dar uma cacetada dessas com um celular bem na minha nuca... acho que a senhora é mais nociva do que essa mosca.
_ Mal agradecido, deveria fazê-lo pagar-me o celular. Veja como ficou. Arrebentou inteiro nessa cabeça dura..
Deixou a mulher de lado e deu outra bofetada na cara. Gritou até um "filha-da-puta" que chamou a atenção de todo mundo.
_ Está me chamando de filha-da-puta? _ resmungou a mulher maluca,
_ Não, dona. Falava com outra chata, mas me refiro a esta mosca.
_ Chato é o senhor, que não toma banho.
Quando chgou sua vez no caixa, ocorreu o inesperado. A mosca entrou pela pequena abertura de vidro e foi sentar-se no nariz de uma jovem loirinha e bonita que atendia do lado de dentro. Ele demorou uns cinco minutos no caixa e foi embora com pena da moça. Ela se batia, torcia o nariz quando estava com as mãos ocupadas e a a mosca ficou por lá. Levantou-se, foi ao banheiro, mas não teve jeito. A mosca foi e voltou com ela. Aquele dia era o dia da mosca. Se tivesse mosca no jogo do bicho, era jogar e ganhar.
Cairbar Garcia Rodrigues
Saudades são imensas mais ainda consigo viver,sabe por que?
Porque por contigo pra sempre quero viver!
Silvia Garcia
“Se por um instante Deus se esquecesse de que sou uma marioneta de trapos e me
presenteasse com mais um pedaço de vida, eu aproveitaria esse tempo o mais que
pudesse...
Possivelmente não diria tudo o que penso, mas definitivamente pensaria tudo o
que digo.
Daria valor às coisas, não por aquilo que valem,mas pelo que significam.
Dormiria pouco, sonharia mais, porque entendo que por cada minuto que fechamos
os olhos, perdemos sessenta segundos de luz.
Andaria quando os demais se detivessem,acordaria quando os demais dormissem.
Se Deus me presenteasse com um pedaço de vida, deitava-me ao sol,
deixando a descoberto, não somente o meu corpo, como também a minha alma.
Aos homens, eu provaria quão equivocados estão ao pensar que deixam de se
enamorar quando envelhecem, sem saberem que envelhecem quando deixam
de se enamorar...
A um menino eu daria-lhe asas, apenas lhe pediria que aprendesse a voar.
Aos velhos ensinaria que a morte não chega com o fim da vida, mas sim com
o esquecimento.
Tantas coisas aprendi com Vós homens…. Aprendi que todo o mundo quer viver no
cimo da montanha, sem saber que a verdadeira felicidade está na forma de subir
a escarpa.
Aprendi que quando um recém nascido aperta com a sua pequena mão,
pela primeira vez, o dedo do seu pai, agarrou-o para sempre.
Aprendi que um homem só tem direito a olhar o outro de cima para baixo,
quando está a ajudá-lo a levantar-se.
São tantas as coisas que pude aprender com Vocês, mas agora, realmente
de pouco me irão servir, porque quando me guardarem dentro dessa caixa,
infelizmente estarei morrendo.
Sempre diz o que sentes e faz o que pensas.
Supondo que hoje seria a última vez que te vou ver dormir, te abraçaria
fortemente e rezaria ao Senhor para poder ser o guardião da tua alma.
Supondo que estes são os últimos minutos que te vejo, diria-te “Amo-te”
e não assumiria, loucamente, que já o sabes.
Sempre existe um amanhã em que a vida nos dá outra oportunidade para fazermos
as coisas bem, mas pensando que hoje é tudo o que nos resta, gostaria de dizer-te o quanto te quero,
que nunca te esquecerei.
O amanhã não está assegurado a ninguém, jovens ou velhos.
Hoje pode ser a última vez que vejas aqueles que amas. Por isso, não esperes mais,
fá-lo hoje, porque o amanhã pode nunca chegar. Senão, lamentarás o dia em que
não tiveste tempo para um sorriso, um abraço, um beijo e o teres estado muito
ocupado para atenderes esse último desejo.
Mantém os que amas junto de ti, diz-lhes ao ouvido o muito que precisas deles,
o quanto lhes queres e trata-os bem, aproveita para lhes dizer,
“perdoa-me”, “por favor”, “obrigado” e todas as palavras de amor que conheces.
Não serás recordado pelos teus pensamentos secretos. Pede ao Senhor a força e a
sabedoria para os expressar.
Demonstra aos teus amigos e seres queridos o quanto são importantes para ti”.
Gabriel Garcia Marques
Marionete
Se por um instante Deus se esquecesse
De que sou uma marionete de trapo,
E me presenteasse um pedaço de vida,
Possivelmente não diria tudo o que penso,
Mas definitivamente pensaria tudo o que digo.
Daria valor às coisas, não pelo que valem,
Senão pelo que significam.
Dormiria pouco e sonharia mais,
Entendo que por cada minuto que fechamos os olhos,
Perdemos sessenta segundos de luz.
Andaria quando os demais se detêm,
Despertaria quando os demais dormem,
Escutaria enquanto os demais falam, e como
Desfrutaria de um bom sorvete de chocolate...
Se Deus me obsequiasse um pedaço de vida,
Me vestiria com simplicidade,
Me atiraria de bruços ao sol,
Deixando descoberto, não somente meu corpo,
Mas também minha alma.
Deus meu, se eu tivesse um coração....
Escreveria meu ódio sobre o gelo,
E esperaria que saísse o sol.
Pintaria com um sonho de Van Gogh
Sobre as estrelas um poema de Benedetti,
E uma canção de Serrat seria a serenata
Que ofereceria à lua.
Regaria com minhas lágrimas as rosas,
Para sentir a dor de seus espinhos,
E o encarnado beijo de suas pétalas...
Deus meu, se eu tivesse um pedaço de vida...
Não deixaria passar um só dia
Sem dizer à gente que quero que a quero.
Convenceria a cada mulher e homem
De que são meus favoritos e viveria enamorado do amor.
Aos homens provaria quão equivocados estão ao pensar
Que deixam de enamorar-se quando envelhecem,
Sem saber que envelhecem
Quando deixam de se enamorar.
A uma criança daria asas, mas deixaria
Que ela aprendesse a voar sozinha.
Aos velhos, a meus velhos, ensinaria que a morte
Não chega com a velhice, mas com o esquecimento.
Tantas coisas aprendi de vocês, homens....
Aprendi que o mundo todo quer viver no alto da montanha,
Sem saber que a verdadeira felicidade está
Na forma de subir a escarpa.
Aprendi que quando um recém-nascido
Aperta com seu pequeno polegar pela primeira
Vez o dedo de seu pai,
O tem amarrado para sempre.
Aprendi que um homem unicamente tem direito de olhar
Outro homem de cima para baixo,
Quando o tiver ajudado a se levantar.
São tantas coisas as que pude aprender de vocês,
Mas finalmente de muito não haverão de servir
Porque quando me guardem dentro desta maleta,
Infelizmente estaria morrendo...
Autor Desconhecido - Atribuída a Gabriel García Marquez
O que é pior: as ditaduras socialistas do mundo ou as ditaduras midiáticas e econômicas geradas por monstros como os EUA e alguns paises eeuropeus?
Cairbar Garcia Rodrigues
O bom escritor dificilmente terá maus leitores, assim como o verdadeiro poeta somente é percebido (há exceções) após sua morte.
Cairbar Garcia Rodrigues
Se algum dia me encontrarem caído, não me levantem. Não quero correr o risco de cair novamente.
Cairbar Garcia Rodrigues
Entre um home e uma mulher pode ser mais interessante uma amizade para sempre do que uma mera noite de sexo... sem menosprezar o sexo, claro.
Cairbar Garcia Rodrigues
Poemas não são feitos para serem entendidos. Isso é utopia. Basta aos poetas que seus poemas sejam sentidos.
Cairbar Garcia Rodrigues
O alheamento não é um imperativo dos isolacionistas, mas uma necessidade dos que não nascem para ser apenas mais um rês no rebanho,
Cairbar Garcia Rodrigues
MINHA DEMÊNCIA
Não é fácil definir minha personalidade. Não a tenho. Um dia sou uma coisa (coisa literalmente); no outro dia sou outra. Vivo em constante metamorfose reversível, não como o personagem kafkiano que foi se transformando de gente em barata e nunca mais voltou a ser gente. Meu caso é diferente. Um dia me sinto muito gente, grande até. No outro me percebo como uma bosta fedorenta e desprezível. Tudo depende de como consigo aceitar ou não a loucura de um mundo formado por hipócritas, cretinos, violentos e, o que é pior, imbecis, já que, isso tudo somado, dá no que deu essa humanidade que integro, mas que abomino, desde que raríssimos são os que conseguem enxergar o óbvio. Quase todos são como vacas: seguem uns atrás dos outros, sem o cuidado de verem se quem lidera o rebanho tem capacidade para tanto. Mas o pior de tudo é que o mundo se divide em muitas boiadas, quase sempre comandadas por “touros” que se fazem senhores de todos, havendo mesmo aqueles que interferem nos destinos de quase todos os outros rebanhos. E os idiotas que vão atrás, por safadeza (os touros menores); preguiça mental, ou idiotia progressiva (os touros sem berros), sabem que não está bom, mas não se unem para tomar o comando para formar um sistema social onde todos comandem e ninguém mande, ou seja, onde cada um seja dono de si, respeitadas as individualidades para o bem-estar próprio de cada um ou do coletivo.
Isto posto, e como muitos males já me vêm de longa data, desde quando eu mal sabia como escrever uma carta anônima, mas identificável, para a desejável mulher do vizinho, comecei agora, já não muito longe dos finalmente da meia-idade, a perceber que uma certa demência pode aniquilar-me, se eu continuar dando apalpadelas nas bundas flácidas, fedorentas e horríveis dos meios políticos e sociais do mundo e do meu próprio país.
Informar-me já não me atrai com nenhum prazer; me deplora, deprime, convulsiona. A mesmice é um óbice repelente às forças progressistas, e o conservadorismo travestido de liberalismo falseia desavergonhadamente as idéias de um futuro solidário, de uma justiça independente, nunca refém da libertinagem ideológica da ditadura capitalista, do elitismo oligárquico ou individualista que estraçalha os seres de menor força e destrói o planeta a uma velocidade vertiginosa.
Ler as desgraças do mundo é algo que vem de encontrar-me apático, abatido, sem mais vontade de lutar, desde que o mal do ter sempre venceu a dignidade do ser e, à medida que o homem evolui em ciências exatas, ou mais se enfronha nos terrenos das humanidades, mais carrasco ele se torna, porque, paradoxalmente, a sabedoria o torna mais senhor de si e de outrem, prevalecendo mais e mais a falta de escrúpulos, de sentimentos de justiça e de “vergonha na cara”.
Ver e ouvir um político de cargo de comando ou de Leis, ou qualquer outro cargo de alto, médio ou baixo escalão, ocupar postos ilegitimamente (pelo voto da ignorância, por enxertos de recursos corporativistas, pelo dom maldito da palavra, rica de retórica e paupérrima em sentimentos), tanto em meu país quanto em qualquer parte do mundo, chega a causar-me uma sensação de ódio mortal e a tirar-me muitos momentos de sono e de serenidade.
Passo horas a fio analisando injustiças, indiferenças com o terrível sofrimento de bilhões de pessoas subjugadas pelo neoliberalismo nefasto e dadivoso com a cruel macro-economia que destrói o bom senso, que afasta homens sem caráter e nenhum escrúpulo dos problemas que impingem dores inenarráveis aos pouco bafejados pela sorte, ou que não tiveram como alcançar o reino do roubo, da corrupção e da insensibilidade.
Passei muitos anos da minha vida sonhando que um dia eu não veria mais famintos, nem seres como eu vivendo pelas ruas, sem-educação, sem-teto, sem-terras, sem-respeito, sendo violentados em seus legítimos direitos, desde que nascidos seres vivos pensantes.
As classes mas abastadas dão as costas a esses humanos que povoam o mundo em condições piores do que vermes, pois vermes estão sempre em seus devidos lugares. Não lhes interessa, ou por imbecilidade ou por medo de que desiguais se tornem mais iguais, repartir conhecimentos, bens morais e materiais. Então se arvoram de donos do mundo e, embora vão servir de comida para os mesmos vermes que devorarão os miseráveis, ou virarem cinzas num forno crematório, sempre julgam que isso é algo que o dinheiro pode até minorar.
Tudo isto (poderia escrever mil páginas) embalado e, caprichosamente instalado em minha mente, me assusta e me dá sinais inequívocos de que não posso mais pensar. Minha impotência e minha insignificância ante os direitistas mal informados, sempre deu em nada, e agora, embora ainda precocemente, sinto que posso caminhar para uma demência incurável e ficar louco de vez.
Não posso mais tolerar o que vejo nem assimilar o que leio e ouço, sem que estremecimentos me abalem de maneira assustadora. Tenho medo de perder de vez a razão e sucumbir definitivamente.
Assim, é uma questão de lucidez para a sobrevivência o meu afastamento total e irrestrito dos problemas que minha incompetência não me permitem nem permitirão jamais resolver. As forças do mal já contaminaram, combaliram e aparvalharam os cérebros formados sob a égide da moderna barbárie do neoliberalismo.
Está aqui decretado o fim de um contestador, Nada impedindo que novos fatos positivos venham alterar esta minha decisão.
Cairbar Garcia Rodrigues
SE A VIDA NÃO TE FAVORECE,
NÃO LIGUE, POIS ELA NÃO SABE O QUANTO ÉS IMPORTANTE
HELENA GARCIA
TÂNIA
Me arrependo de tudo o que fiz,
Me arrependo de tudo o que não fiz,
Eu só queria poder voltar no tempo
e refazer minha vida, meu destino.
O que eu queria dizer, minha linda,
é que tudo o que mais sonhei nesse mundo
foi ter alguém assim, feito você.
Nunca vou esquecer seu sorriso,
sua voz, sua pele,
mesmo que nunca tenha te tocado.
Nada foi em vão, você é perfeita,
até mesmo em suas imperfeições.
Desculpe a minha fraqueza,
mas não poderia deixá-la presa
a promessas que não poderia cumprir.
Sei que você é forte,
e sua decepção em relação a minha pessoa,
vai fazer com que tudo seja menos doloroso.
Sei que já apagou meu nome do seu coração.
Sei que nunca vai ler estas palavras.
Mas ainda tenho esperança de, um dia,
encontrá-la.
Ainda me resta uma chance
de conseguir mudar esse jogo.
É algo quase impossível,
mas enquanto houver essa esperança,
vou conseguir manter o mínimo
de minha sanidade.
Não sei mais viver sem você,
vou me agarrar na esperança de encontrá-la.
Tenho que pensar ser possível.
Preciso ser salvo.
I'll love you forever, I promise you...
Frederico J.Filho
Difícil
Difícil não pensar
Difícil é não querer gritar
Difícil é sentir que o mundo acabou, sem ti
Difícil olhar para trás
Difícil é não te ver jamais
Difícil é ver meu rosto no espelho e rir
Se ainda insisto
Talvez por pensar que as coisas poderiam se ajeitar
E se te encontro me perco todo
E lá se vão meus planos para o ar
João Neto e Frederico
Familia,não é aquela que todos os dias te acolhe como uma pesso normal,Familia,é aquela que esta sempre nas horas ruis da nas horas bouas,nos autos e baixos,de nossa VIDA.
Andressa Garcia Motta
O amor é...Uma alegria uma paichão,é uma vida diferente ,é uma supresa o amor é o que eu sinto por você...
Andressa Garcia Motta
Você já se perguntou por que os homens, em média, vivem menos que as mulheres?
Enquanto os homens usam todo conhecimento e sabedoria adquiridos durante a vida para se libertar, as mulheres os usam para manipular.
Otavio Garcia Gabrielli Junior
Março
Não sei por quê
Mas março vem com chuva
Que lembra despedida
Em seus lenços de nuvens,
Lenços estáticos num céu de mármore
E brisa dúbia de movimento
Com aromas incertos
Que passeiam devagar
Enquanto uma lua de presságios
Banha-se morta entre a névoa inconsciente
Das lápides de areia de uma praia,
Uma praia distante qualquer.
As chuvas de março trazem um silêncio,
Silêncio que lembra as lembranças
Que o sol ausente recusou lembrar.
Águas que como éguas no cio
Na relva molhada do peito
Cavalgam em ruidosa disparada
As cicatrizes vermelhas recentes
Dos sentimentos passados presentes
Que a onda do tempo levou.
Luizdespanha