EDGAR ALLAN POE

Edgar Allan Poe (1809 - 1849) foi um escritor, romancista, poeta, crítico literário e editor americano.
Encontrados 66 com a expressão eDGAR ALLAN POE

Fé inabalável só o é a que pode encarar frente a frente a razão, em todas as épocas da Humanidade.

Allan Kardec

Fora da caridade não há salvação

Allan Kardec

Para transformar 100 dólares em 110 é preciso trabalhar. Transformar 100 milhões em 110 é inevitável.

Edgar Bronfman

Quando um homem diz que o dinheiro não pode fazer nada, isso se resume no seguinte: Ele não tem nenhum dinheiro.

Edgar Waston Howe

Quando um homem diz que o dinheiro não resolve nada, fica claro: ele é um duro.

Edgar Waston Howe

Transformar 100 dólares em 110 é trabalho. Transformar 100 milhões de dólares em 110 milhões é inevitável.

Edgar Bronfman

A pureza de coração é inseparável da simplicidade e da humildade; ela exclui todo pensamento de egoísmo e de orgulho;é por isso que Jesus toma a criança como símbolo dessa pureza , como a tomou por símbolo de humildade.

Allan Kardec.

A verdade é uma mentira tão bem contada que ninguém consegue provar o contrario.

Edgar Pedro Barboza

Assim como a Arte Cristã sucedeu a Arte Pagã, transformando-a, a Arte Espírita será o complemento e a transformação da Arte Cristã. O Espiritismo, efetivamente, nos mostra o porvir sob uma luz nova e mais ao nosso alcance. Por ele, a felicidade está mais perto de nós, está ao nosso lado, nos Espíritos que nos cercam e que jamais deixaram de estar em relação conosco.
(Obras Póstumas)

Allan Kardec

O corpo existe tão somente para que o Espírito se manifeste.

Allan Kardec

Somos aquilo que acreditamos ser.

Antonio Edgar de Sousa Lima

Sou um alguém, como qualquer outro...
Sobretudo diferente dos que me odeiam, e que me amam.
Mas alguém igualmente parecido com o que quero ser, e serei...
Igualmente humano aos que erram e aos que sofrem,
Mas diferentemente dos que não aprendem e não tem escolhas...
Sou um alguém que corre riscos, igual a você, que não tem certeza das conseqüências...
Mas diferente, por que sei que vale a pena, e que isso me torna vivo.
Não desisto diante das adversidades, estas formam meu caráter e personalidade.
Sobretudo sinto raiva dos que me odeiam, e invejo os que me perdoam...
Aos que me odeiam peço desculpas, aos que invejo peço conselhos.
Sou um alguém que tem escolhas iguais a você, e também acredito que elas serão o espelho do nosso futuro.
Mas diferente, por que acredito que cada escolha é uma estrada de mão única, mas que vale a pena andar na contra mão e recomeçar todo o caminho novamente, ou tomar outro, ate que chegue onde desejo.
Sobretudo sou igual a você que é feliz,
Mas diferente porque tenho certeza que sou...
Depois de tudo que escrevi só posso te dizer, finalmente, uma coisa...
“Ser” humano é o mais próximo do que sou agora...

Allan Abrantes

O CORVO

Em certo dia, à hora, à hora
Da meia-noite que apavora,
Eu caindo de sono e exausto de fadiga,
Ao pé de muita lauda antiga,
De uma velha doutrina, agora morta,
Ia pensando, quando ouvi à porta
Do meu quarto um soar devagarinho
E disse estas palavras tais:
"É alguém que me bate à porta de mansinho;
Há de ser isso e nada mais."

Ah! bem me lembro! bem me lembro!
Era no glacial dezembro;
Cada brasa do lar sobre o chão refletia
A sua última agonia.
Eu, ansioso pelo sol, buscava
Sacar daqueles livros que estudava
Repouso (em vão!) à dor esmagadora
Destas saudades imortais
Pela que ora nos céus anjos chamam Lenora,
E que ninguém chamará jamais.

E o rumor triste, vago, brando,
Das cortinas ia acordando
Dentro em meu coração um rumor não sabido
Nunca por ele padecido.
Enfim, por aplacá-lo aqui no peito,
Levantei-me de pronto e: "Com efeito
(Disse) é visita amiga e retardada
Que bate a estas horas tais.
É visita que pede à minha porta entrada:
Há de ser isso e nada mais."

Minha alma então sentiu-se forte;
Não mais vacilo e desta sorte
Falo: "Imploro de vós - ou senhor ou senhora -
Me desculpeis tanta demora.
Mas como eu, precisando de descanso,
Já cochilava, e tão de manso e manso
Batestes, não fui logo prestemente,
Certificar-me que aí estais."
Disse: a porta escancaro, acho a noite somente,
Somente a noite, e nada mais.

Com longo olhar escruto a sombra,
Que me amedronta, que me assombra,
E sonho o que nenhum mortal há já sonhado,
Mas o silêncio amplo e calado,
Calado fica; a quietação quieta:
Só tu, palavra única e dileta,
Lenora, tu como um suspiro escasso,
Da minha triste boca sais;
E o eco, que te ouviu, murmurou-te no espaço;
Foi isso apenas, nada mais.

Entro co'a alma incendiada.
Logo depois outra pancada
Soa um pouco mais tarde; eu, voltando-me a ela:
"Seguramente, há na janela
Alguma coisa que sussurra. Abramos.
Ela, fora o temor, eia, vejamos
A explicação do caso misterioso
Dessas duas pancadas tais.
Devolvamos a paz ao coração medroso.
Obra do vento e nada mais."

Abro a janela e, de repente,
Vejo tumultuosamente
Um nobre Corvo entrar, digno de antigos dias.
Não despendeu em cortesias
Um minuto, um instante. Tinha o aspecto
De um lord ou de uma lady. E pronto e reto
Movendo no ar as suas negras alas.
Acima voa dos portais,
Trepa, no alto da porta, em um busto de Palas;
Trepado fica, e nada mais.

Diante da ave feia e escura,
Naquela rígida postura,
Com o gesto severo - o triste pensamento
Sorriu-me ali por um momento,
E eu disse: "Ó tu que das noturnas plagas
Vens, embora a cabeça nua tragas,
Sem topete, não és ave medrosa,
Dize os teus nomes senhoriais:
Como te chamas tu na grande noite umbrosa?"
E o Corvo disse: "Nunca mais."

Vendo que o pássaro entendia
A pergunta que lhe eu fazia,
Fico atônito, embora a resposta que dera
Dificilmente lha entendera.
Na verdade, jamais homem há visto
Coisa na terra semelhante a isto:
Uma ave negra, friamente posta,
Num busto, acima dos portais,
Ouvir uma pergunta e dizer em resposta
Que este é o seu nome: "Nunca mais."

No entanto, o Corvo solitário
Não teve outro vocabulário,
Como se essa palavra escassa que ali disse
Toda sua alma resumisse.
Nenhuma outra proferiu, nenhuma,
Não chegou a mexer uma só pluma,
Até que eu murmurei: "Perdi outrora
Tantos amigos tão leais!
Perderei também este em regressando a aurora."
E o Corvo disse: "Nunca mais."

Estremeço. A resposta ouvida
É tão exata! é tão cabida!
"Certamente, digo eu, essa é toda a ciência
Que ele trouxe da convivência
De algum mestre infeliz e acabrunhado
Que o implacável destino há castigado
Tão tenaz, tão sem pausa, nem fadiga,
Que dos seus cantos usuais
Só lhe ficou, na amarga e última cantiga,
Esse estribilho: "Nunca mais."

Segunda vez, nesse momento,
Sorriu-me o triste pensamento;
Vou sentar-me defronte ao Corvo magro e rudo;
E mergulhando no veludo
Da poltrona que eu mesmo ali trouxera
Achar procuro a lúgubre quimera.
A alma, o sentido, o pávido segredo
Daquelas sílabas fatais,
Entender o que quis dizer a ave do medo
Grasnando a frase: "Nunca mais."

Assim, posto, devaneando,
Meditando, conjecturando,
Não lhe falava mais; mas se lhe não falava,
Sentia o olhar que me abrasava,
Conjecturando fui, tranqüilo, a gosto,
Com a cabeça no macio encosto,
Onde os raios da lâmpada caiam,
Onde as tranças angelicais
De outra cabeça outrora ali se desparziam,
E agora não se esparzem mais.

Supus então que o ar, mais denso,
Todo se enchia de um incenso.
Obra de serafins que, pelo chão roçando
Do quarto, estavam meneando
Um ligeiro turíbulo invisível;
E eu exclamei então: "Um Deus sensível
Manda repouso à dor que te devora
Destas saudades imortais.
Eia, esquece, eia, olvida essa extinta Lenora."
E o Corvo disse: "Nunca mais."

"Profeta, ou o que quer que sejas!
Ave ou demônio que negrejas!
Profeta sempre, escuta: Ou venhas tu do inferno
Onde reside o mal eterno,
Ou simplesmente náufrago escapado
Venhas do temporal que te há lançado
Nesta casa onde o Horror, o Horror profundo
Tem os seus lares triunfais,
Dize-me: "Existe acaso um bálsamo no mundo?"
E o Corvo disse: "Nunca mais."

"Profeta, ou o que quer que sejas!
Ave ou demônio que negrejas!
Profeta sempre, escuta, atende, escuta, atende!
Por esse céu que além se estende,
Pelo Deus que ambos adoramos, fala,
Dize a esta alma se é dado inda escutá-la
No Éden celeste a virgem que ela chora
Nestes retiros sepulcrais.
Essa que ora nos céus anjos chamam Lenora!"
E o Corvo disse: "Nunca mais."

"Ave ou demônio que negrejas!
Profeta, ou o que quer que sejas!
Cessa, ai, cessa!, clamei, levantando-me, cessa!
Regressa ao temporal, regressa
À tua noite, deixa-me comigo.
Vai-te, não fica no meu casto abrigo
Pluma que lembre essa mentira tua,
Tira-me ao peito essas fatais
Garras que abrindo vão a minha dor já crua."
E o Corvo disse: "Nunca mais."

E o Corvo aí fica; ei-lo trepado
No branco mármore lavrado
Da antiga Palas; ei-lo imutável, ferrenho.
Parece, ao ver-lhe o duro cenho,
Um demônio sonhando. A luz caída
Do lampião sobre a ave aborrecida
No chão espraia a triste sombra; e fora
Daquelas linhas funerais
Que flutuam no chão, a minha alma que chora
Não sai mais, nunca, nunca mais!

trad. Machado de Assis - 1883

Edgar Allan Poe

Os que sonham de dia são conscientes de muitas coisas que escapam aos que sonham apenas à noite.

Edgar Allan Poe

Grande Edgar



Já deve ter acontecido com você.

- Não está se lembrando de mim?

Você não está se lembrando dele. Procura, freneticamente, em todas as fichas armazenadas na memória o rosto dele e o nome correspondente, e não encontra. E não há tempo para procurar no arquivo desativado. Ele está ali, na sua frente, sorrindo, os olhos iluminados, antecipando a sua resposta. Lembra ou não lembra?

Neste ponto, você tem uma escolha. Há três caminhos a seguir.

Um, o curto, grosso e sincero.

- Não.

Você não está se lembrando dele e não tem por que esconder isso. O “Não” seco pode até insinuar uma reprimenda à pergunta. Não se faz uma pergunta assim, potencialmente embaraçosa, a ninguém, meu caro. Pelo menos não entre pessoas educadas. Você devia ter vergonha. Não me lembro de você e mesmo que lembrasse não diria. Passe bem.

Outro caminho, menos honesto mas igualmente razoável, é o da dissimulação.

- Não me diga. Você é o... o...

“Não me diga”, no caso, quer dizer “Me diga, me diga”. Você conta com a piedade dele e sabe que cedo ou tarde ele se identificará, para acabar com a sua agonia. Ou você pode dizer algo como:

- Desculpe deve ser a velhice, mas...

Este também é um apelo à piedade. Significa “Não torture um pobre desmemoriado, diga logo quem você é!” É uma maneira simpática de dizer que você não tem a menor idéia de quem ele é, mas que isso não se deve à insignificância dele e sim a uma deficiência de neurônios sua.

E há o terceiro caminho. O menos racional e recomendável. O que leva à tragédia e à ruína. E o que, naturalmente, você escolhe.

- Claro que estou me lembrando de você!

Você não quer magoá-lo, é isso. Há provas estatísticas que o desejo de não magoar os outros está na origem da maioria dos desastres sociais, mas você não quer que ele pense que passou pela sua vida sem deixar um vestígio sequer. E, mesmo, depois de dizer a frase não há como recuar. Você pulou no abismo. Seja o que Deus quiser. Você ainda arremata:

- Há quanto tempo!

Agora tudo dependerá da reação dele. Se for um calhorda, ele o desafiará.

- Então me diga quem eu sou.

Neste caso você não tem outra saída senão simular um ataque cardíaco e esperar, falsamente desacordado, que a ambulância venha salvá-lo. Mas ele pode ser misericordioso e dizer apenas:

- Pois é.

Ou:

- Bota tempo nisso.

Você ganhou tempo para pesquisar melhor a memória. Quem é esse cara, meu Deus? Enquanto resgata caixotes com fichas antigas do meio da poeira e das teias de aranha do fundo do cérebro, o mantém à distância com frases neutras como “jabs” verbais.

- Como cê tem passado?

- Bem, bem.

- Parece mentira.

- Puxa.

(Um colega da escola. Do serviço militar. Será um parente? Quem é esse cara, meu Deus?)

Ele está falando:

- Pensei que você não fosse me reconhecer...

- O que é isso?!

- Não, porque a gente às vezes se decepciona com as pessoas.

- E eu ia esquecer você? Logo você?

- As pessoas mudam. Sei lá.

- Que idéia!

(É o Ademar! Não, o Ademar já morreu. Você foi ao enterro dele. O... o... como era o nome dele? Tinha uma perna mecânica. Rezende! Mas como saber se ele tem uma perna mecânica? Você pode chutá-lo, amigavelmente. E se chutar a perna boa? Chuta as duas. “Que bom encontrar você!” e paf, chuta uma perna. “Que saudade!” e paf, chuta a outra. Quem é esse cara?)

- É incrível como a gente perde contato.

- É mesmo.

Uma tentativa. É um lance arriscado, mas nesses momentos deve-se ser audacioso.

- Cê tem visto alguém da velha turma?

- Só o Pontes.

- Velho Pontes!

(Pontes. Você conhece algum Pontes? Pelo menos agora tem um nome com o qual trabalhar. Uma segunda ficha para localizar no sótão. Pontes, Pontes...)

- Lembra do Croarê?

- Claro!

- Esse eu também encontro, às vezes, no tiro ao alvo.

- Velho Croarê!

(Croarê. Tiro ao alvo. Você não conhece nenhum Croarê e nunca fez tiro ao alvo. É inútil. As pistas não estão ajudando. Você decide esquecer toda a cautela e partir para um lance decisivo. Um lance de desespero. O último, antes de apelar para o enfarte.)

- Rezende...

- Quem?

Não é ele. Pelo menos isso está esclarecido.

- Não tinha um Rezende na turma?

- Não me lembro.

- Devo estar confundindo.

Silêncio. Você sente que está prestes a ser desmascarado.

- Sabe que a Ritinha casou?

- Não!

- Casou.

- Com quem?

- Acho que você não conheceu. O Bituca.

Você abandonou todos os escrúpulos. Ao diabo com a cautela. Já que o vexame é inevitável, que ele seja total, arrasador. Você está tomado por uma espécie de euforia terminal. De delírio do abismo. Como que não conhece o Bituca?

- Claro que conheci! Velho Bituca...

- Pois casaram...

É a sua chance. É a saída. Você passa ao ataque.

- E não me avisaram nada?!

- Bem...

- Não. Espera um pouquinho. Todas essas coisas acontecendo, a Ritinha casando com o Bituca, o Croarê dando tiro, e ninguém me avisa nada?!

- É que a gente perdeu contato e...

- Mas o meu nome está na lista, meu querido. Era só dar um telefonema. Mandar um convite.

- É...

- E você ainda achava que eu não ia reconhecer você. Vocês é que esqueceram de mim!

- Desculpe, Edgar. É que...

- Não desculpo não. Você tem razão. As pessoas mudam...

(Edgar. Ele chamou você de Edgar. Você não se chama Edgar. Ele confundiu você com outro. Ele também não tem a mínima idéia de quem você é. O melhor é acabar logo com isso. Aproveitar que ele está na defensiva. Olhar o relógio e fazer cara de “Já?!”)

- Tenho que ir. Olha, foi bom ver você, viu?

- Certo, Edgar. E desculpe, hein?

- O que é isso? Precisamos nos ver mais seguido.

- Isso.

- Reunir a velha turma.

- Certo.

- E olha, quando falar com a Ritinha e o Mutuca...

- Bituca.

- E o Bituca, diz que eu mandei um beijo. Tchau, hein?

- Tchau, Edgar!

Ao se afastar, você ainda ouve, satisfeito, ele dizer “Grande Edgar”. Mas jura que é a última vez que fará isso. Na próxima vez que alguém lhe perguntar “Você está me reconhecendo?” não dirá nem não. Sairá correndo.


Este texto está nos livros As mentiras que os homens contam, Comédias da vida privada e O suicida e O computador.

Luis Fernando Verissímo

amei, quando mais precisei ser amado,
dei carinho quando mais precisei,
hoje triste vejo quantos amigos tenho,
e quantos me valorizam...pelo fato de não
querer minha perda

BrUnO AlLaN

Os Espíritos anunciam que chegaram os tempos marcados pela Providência para uma manifestação universal e que, sendo eles os ministros de Deus e os agentes de sua vontade, têm por missão instruir e esclarecer os homens, abrindo uma nova era para a regeneração da Humanidade.*

Allan Kardec

A diferença entre 'RISCO' e 'RICO' é apenas
uma letra 'S'... de SEGURANÇA. Aprenda a viver
sem segurança , ela não é essencial.

Allan Arantes

AFABILIDADE E DOÇURA!

A BENEVOLENCIA PARA COM O SEMELHANTE, FRUTO DO AMOR AO PRÓXIMO,PRODUZ A AFABILIDADE E A DOÇURA, QUE SÃO AS FORMAS DA SUA MANIFESTAÇÃO ENTRETANTO, NEM SEMPRE SE DEVE CONFIAR NAS APARENCIAS; A EDUCAÇÃO E A VIVENCIA DO MUNDO PODE DAR O VERNIZ DESSAS QUALIDADES, QUANTAS HÁ CUJA FINGIDA BONDADE NADA MAIS É DO QUE UMA MÁSCARA PARA O EXTERIOR, UMA ROUPAGEM, CUJA APARENCIA BEM TALHADA E CALCULADA DISFARÇA AS DEFORMIDADES ESCONDIDAS! O MUNDO ESTA REPLETO DE PESOAS QUE TEM O SORRISO NOS LÁBIOS E O VENENO NO CORAÇÃO; QUE SÃO MANSAS SOB AS NAS CONDIÇÃO DE NADA LHES MACHUCAR, MAS QUE MORDEM A MENOR CONTRARIEDADE; CUJA LINGUA DOURADA QUANDO FALAM FACE A FACE, SE TRANSFORMA EM DARDO ENVENENADO, QUANDO ESTÃO POR DE TRÁS.

ALLAN KARDEC

AMOR, EGOISMO,ORGULHO & ODIO

Quando viemos ao mundo, aprendemos que devemos amar uns aos outros.
Viemos para amar nossos pais, nossos irmaos, nossos proximos
e ate mesmo aqueles que nos querem e nos desejam o mal ou
seja amar ate mesmo nossos inimigos.

Apartir do nosso crescimento aprendemos que
devemos perdoar principalmente,
a quem nos ofende, a quem nos julga, nos defama.
Aprendemos que devemos ajudar aqueles que nescessitam da
nossa ajuda

E que alem de amar devemos respeitar, ousar ser sincero.
Usar de honestidades e que nao devemos ser orgulhosos e,
egoista. mas na verdade, nunca seguimos, pois fazemos tudo
ao contrario, os nossos dez mandamentos que aprendemos sao eles

1 julgar, sem ter a certeza julgas apenas pelo que ouviu.
2 matar, por pouca coisa, por mulher, por dinheiro ou por drogas
3 roubar, ate mesmo aquele que considera seu amigo, seu irmao e seus pais
4 desejar a mulher de teu proximo mesmo quando ele esta proximo
5 cometer adulterio, pois um so nao satisfaz tem que ser muitos (as)
6 tomar em vao o nome do Senhor teu Deus,(a maioria usa e faz juramentos falcos
7 prestar falco testemunho contra o teu proximo, para conseguir o que 'e dele por que nao.
8 nao honrrar pai e mae, se puder mata-los melhor ainda
9 desejar a casa do teu proximo, desejar tudo que seja dele
10 nao perdoar, nao amar, nao ajudar o teu proximo, pois 'e
cada um para si. nao santificar aos sabados pois tem que trabalhar
temos que aumentar nosso dinheiro nossa riqueza.
O que fizemos com nossos mandamentos, nunca seguimos jogamos
ele no lixo da nossa arrogancia, do nosso orgulho, do nosso egoismo,
do nosso odio , da nossa sede de vinganca.

Havera maiores tormentos do que aqueles causados pela inveja e
pelo ciumes? O sucesso de seus rivais lhes causam vertigens,
seu unico interesse eo de menosprezar os outros e cuja cobica,
envenena suas vidas
E e sem razao que se aponta o fato de nao se lembrar das suas
vidas anteriores como a um obstaculo para que delas possa tirar
experiencias que nelas vivemos poderia em alguns casos nos
humilhar muito, ou ainda excitar nosso orgulho e ocasionaria invitavel
pertubacoes.

Se relacionados com a mesma pessoa a fim de reparar o mal
que os tenha feito, se reconhecessemos nelas que a odiamos
talvez nosso odio se revelasse outra vez, e sempre sentiriamos
humilhados diante daqueles que nos ofendeu.

As contrariedades da vida sao de duas origens bem diferentes.
Quantos homens caem por causa de sua propia culpa! Quantos
sao vitimas do seu desleixo, imprevidencia, orgulho e ambicao!
Quantas pessoas arruinadas pela desordem, desanimo, ma conduta
ou por nao limitarem seus desejos!

Quantas uniao infelizes, fruto do interesse e da vaidade e nas quais
o coracao nao serviu para nada! Quantos desentendimentos e
desastrosas disputas se evitariam com pouco mais de calma e
com menos melindres! Quantas doencas e enfermidades resultam
da imprudencia e excesso de toda ordem!

Quantos pais sao infelizes por causa dos filhos, por nao
combaterem neles desde pequenino as manisfestacoes de suas
mas tendencias! Por indiferencia e comodismo, deixaram desenvolver
neles os germens do orgulho, do egoismo e da tola vaidade que
ressecam o coracao, e depois mais tarde, ao colherem o que
semearam, espantam-se e aflingem-se com a falta de respeito
e a ingratidao deles.

E ao serem feridos no coracao pelas contrariedades da vida e as
decepcoes da vida interroguem friamente suas conciencias.
Que busquem primeiro a origem dos male que os afligem e sintam-se
na maioria das vezes, nao podem dizer ; Se eu tivesse feito isso ou
deixado de fazer tal coisa, nao estaria nessa situacao.

A quem culpar entao, por todas essas aflicoes, senao a nos mesmo.
Deste modo somos na maioria dos casos os autores dos nossos
propios infortunios, mas ao inves de reconhecermos, achamos mais
conveniente e menos humilhante para a nossa vaidade acusar a sorte.
a providencia, o azar, nossa ma estrela, quando na verdade nossa ma
estrela e a nossa negligencia.

Nem sempre podemos confiar nas aparencias a educacao e a
vivencia do mundo podem dar o verniz dessas qualidades.
Quantas ha cuja fingida bondade nada mais 'e do que uma,
mascara para o exterior, uma roupagem, cuja aparencia bem talhada
e calculada disfarca as deformidades escondidas! O mundo esta
repleto de pessoas que tem o sorriso nos labios e o veneno no coracao;
Que sao mansas sobre as condicao de nada nos machucar, mas...
que mordem a menor contrariedade, cuja lingua dourada, quando
falam face a face, se transforma em dardo envenenado, quando
estao por detras.

Sao pessoas benignas por fora e que tiranos, domesticos, fazem sua
sua familia e seus subordinados sofrer com o peso de seu orgulho e de
sua tirania, querendo compensar assim o constrangimento a que submetem
fora de casa, querem pelo menos ser temidos pelos que nao
podem resistir-lhes. Sua vaidade alegra-se por poder dizer; "Aqui eu mando e sou obedecido"; Sem se lembrar de que pderiam acrescentar com
mais razao; "E sou detestado".

"As pessoas viciosas sao aquelas que vulgarmente ama mais o corpo
do que a alma. O amor esta por toda a natureza e nos convida
a exercitar nossa inteligencia. 'E encontrado ate mesmo nos movimentos
dos astros. 'E o amor que enfeita a natureza com seus ricos tapetes
Ele se enfeita e fixa sua morada onde encontra flores e perfumes
'E ainda o amor que da a paz a todos nos, acalma ao mar o silencio os ventos e o descanso a dor".

Na lei do amor Deus quiz que os seres se unissem nao so pelos
lacos da carne mas tambem sim pelos lacos da alma! Afim de que
as feicoes mutua fossem dois ao inves de um, mas na maioria das vezes
esse sentimento 'e rompido, o que se procura nao 'e satisfacao do
coracao e, sim, a do orgulho a ambincao e da vaidade.
E que o juramento que se pronuncia nos pes do altar se torna
uma falsidade entao surgem as unioes infelizes.

Algumas vezes a experiencia vem um pouco tarde, quando a
vida ja esta pertubada e foi disperdicada, as forcas desgastada
e o mal ja esta pertubada nao tem mais remedio.
Todos os homens, desde a infancia, fazem mais o mal do que o bem
E a sabedoria esta em nao pensares que sabes o que nao sabes.
Isso se direge aos que criticam as coisas que muitas vezes
desconhecem.

allan kardeck

Ao se tirar um alicerce defeituoso de um edifício, devemos primeiro colocar um bom suporte para que todo o prédio não caia.

Allan Rodrigo de Oliveira

As palavras do poeta correram sobre esta assembléia como um sopro sonoro. Fizeram os Espíritos estremecerem; evocaram minh´alma, que ainda flutua incerta no éter infinito

(Revista Espírita1865 – Allan Kardec)

facil é dizer o quanto te amo,
dificil é dizer que eu te esqueci!

BrUnO AlLaN

hoje quero sumir
não tenho você do meu lado!
amanhã não sei se viverei
você me esqueceu!

BrUnO AlLaN

Jhon e Mary são primos, seus tios são cunhados dos seus pais e seus pais são irmãos dos seus tios.

Allan Pietro Garcia
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