Desgraça
Encontrados 36 com a expressão desgraça
A pior desgraça que o ser humano carrega e a preguiça, por causa deste dexamos pessoas especiais partir,
e as vezes essa pessoa especial e a razao de sua sobrevivencia
Rodrigo Kapu
Nunca, jamais, ao ser pressionado fale sem pensar, pois os próximos 30 segundos serão sua desgraça.
hilton torres
Poema negro
A Santos Neto
Para iludir minha desgraça, estudo.
Intimamente sei que não me iludo.
Para onde vou (o mundo inteiro o nota)
Nos meus olhares fúnebres, carrego
A indiferença estúpida de um cego
E o ar indolente de um chinês idiota!
A passagem dos séculos me assombra.
Para onde irá correndo minha sombra
Nesse cavalo de eletricidade?!
Caminho, e a mim pergunto, na vertigem:
— Quem sou? Para onde vou? Qual minha origem?
E parece-me um sonho a realidade.
Em vão com o grito do meu peito impreco!
Dos brados meus ouvindo apenas o eco,
Eu torço os braços numa angústia douda
E muita vez, à meia-noite, rio
Sinistramente, vendo o verme frio
Que há de comer a minha carne toda!
É a Morte — esta carnívora assanhada —
Serpente má de língua envenenada
Que tudo que acha no caminho, come...
— Faminta e atra mulher que, a 1 de janeiro,
Sai para assassinar o mundo inteiro,
E o mundo inteiro não lhe mata a fome!
Nesta sombria análise das cousas,
Corro. Arranco os cadáveres das lousas
E as suas partes podres examino. . .
Mas de repente, ouvindo um grande estrondo,
Na podridão daquele embrulho hediondo
Reconheço assombrado o meu Destino!
Surpreendo-me, sozinho, numa cova.
Então meu desvario se renova...
Como que, abrindo todos os jazigos,
A Morte, em trajos pretos e amarelos,
Levanta contra mim grandes cutelos
E as baionetas dos dragões antigos!
E quando vi que aquilo vinha vindo
Eu fui caindo como um sol caindo
De declínio em declínio; e de declínio
Em declínio, com a gula de uma fera,
Quis ver o que era, e quando vi o que era,
Vi que era pó, vi que era esterquilínio!
Chegou a tua vez, oh! Natureza!
Eu desafio agora essa grandeza,
Perante a qual meus olhos se extasiam...
Eu desafio, desta cova escura,
No histerismo danado da tortura
Todos os monstros que os teus peitos criam.
Tu não és minha mãe, velha nefasta!
Com o teu chicote frio de madrasta
Tu me açoitaste vinte e duas vezes...
Por tua causa apodreci nas cruzes,
Em que pregas os filhos que produzes
Durante os desgraçados nove meses!
Semeadora terrível de defuntos,
Contra a agressão dos teus contrastes juntos
A besta, que em mim dorme, acorda em berros
Acorda, e após gritar a última injúria,
Chocalha os dentes com medonha fúria
Como se fosse o atrito de dois ferros!
Pois bem! Chegou minha hora de vingança.
Tu mataste o meu tempo de criança
E de segunda-feira até domingo,
Amarrado no horror de tua rede,
Deste-me fogo quando eu tinha sede...
Deixa-te estar, canalha, que eu me vingo!
Súbito outra visão negra me espanta!
Estou em Roma. É Sexta-feira Santa.
A treva invade o obscuro orbe terrestre.
No Vaticano, em grupos prosternados,
Com as longas fardas rubras, os soldados
Guardam o corpo do Divino Mestre.
Como as estalactites da caverna,
Cai no silêncio da Cidade Eterna
A água da chuva em largos fios grossos...
De Jesus Cristo resta unicamente
Um esqueleto; e a gente, vendo-o, a gente
Sente vontade de abraçar-lhe os ossos!
Não há ninguém na estrada da Ripetta.
Dentro da Igreja de São Pedro, quieta,
As luzes funerais arquejam fracas...
O vento entoa cânticos de morte.
Roma estremece! Além, num rumor forte,
Recomeça o barulho das matracas.
A desagregação da minha idéia
Aumenta. Como as chagas da morféa
O medo, o desalento e o desconforto
Paralisam-se os círculos motores.
Na Eternidade, os ventos gemedores
Estão dizendo que Jesus é morto!
Não! Jesus não morreu! Vive na serra
Da Borborema, no ar de minha terra,
Na molécula e no átomo... Resume
A espiritualidade da matéria
E ele é que embala o corpo da miséria
E faz da cloaca uma urna de perfume.
Na agonia de tantos pesadelos
Uma dor bruta puxa-me os cabelos,
Desperto. É tão vazia a minha vida!
No pensamento desconexo e falho
Trago as cartas confusas de um baralho
E um pedaço de cera derretida!
Dorme a casa. O céu dorme. A árvore dorme.
Eu, somente eu, com a minha dor enorme
Os olhos ensangüento na vigília!
E observo, enquanto o horror me corta a fala,
O aspecto sepulcral da austera sala
E a impassibilidade da mobília.
Meu coração, como um cristal, se quebre
O termômetro negue minha febre,
Torne-se gelo o sangue que me abrasa,
E eu me converta na cegonha triste
Que das ruínas duma casa assiste
Ao desmoronamento de outra casa!
Ao terminar este sentido poema
Onde vazei a minha dor suprema
Tenho os olhos em lágrimas imersos...
Rola-me na cabeça o cérebro oco.
Por ventura, meu Deus, estarei louco?!
Daqui por diante não farei mais versos.
Augusto dos Anjos
Para iludir a minha desgraça, estudo
Intimamente sei que não me iludo!
Augusto dos Anjos
A desgraça é o vínculo mais estreito entre os corações.
La Fontaine
Há uma grande diferença entre desastre e desgraça.Desastre seria, por exemplo , se um inimigo nossa caísse num rio, desgraça seria se alguém o salvasse
Disraeli
Para conhecermos os amigos é necessário passar pelo sucesso e pela desgraça. No sucesso, verificamos a quantidade e, na desgraça, a qualidade."
Desconhecido
E DEUS LÁ CAMINHANDO ENTRE AS NUVENS...
o medo da desgraça é pior que a desgraça
- Leib Lazarov
Eis mais um dia de tristezas... Então, o olhar morto, dedos sujos de manteiga, fotos antigas espalhadas e, o vazio do nada.
O que houve agora? Onde dói? Na cabeça ou no coração? Fica sem resposta, mas sempre aparece no céu um rosto desconhecido e severo, usa uma coroa de ouro cheia de magníficos desenhos, talvez os melhores momentos da minha vida, poucos momentos mas bem relatados. Atrás deste rosto, ou rei, fica um enorme relógio transparente com asas; e avisando que é insensível aos meus gemidos, não vai parar o tempo. Será que vai dar tempo de recuperar todo o tempo perdido em tristezas?
O amor! Oh! O amor, o amor! Está força mágica que mistura vidas de forma tão delicada! Será o amor? Onde está ou foi o amor? O que é o amor então? Mas, agora vejo que o amor me trouxe a ilusão! Outra figura para complicar minha cabeça! Pego meu carro e acelero, e, acelero, então, mais rápido que as batidas do meu coração! Corro da ilusão, e do seu irmão gêmeo - o amor!
Sigo desesperado, tiro minhas roupas e corro nu entre as pessoas. O carro capotou lá atrás... Estamos pegando fogo. Estou morrendo por não saber mais como se morre. E aquele rosto desconhecido? Onde está o meu herói de infância mais morto e fracassado do que eu?
Escutem... Atenção! Uma voz de fada cantando na noite, a coisa mais linda que já ouvi! Ai que insiste em cantar de amor, e ai que a morte já me cairia bem. Mas a fada sorri, toca um delicado intrumento de cordas, e as vezes levanta os cabelos entre seus dedos por prazer, e o luar ilumina, ilumina...
Qual a diferença que existe entre o nada que vim, e o nada que eu vou? Era para ser aquela pessoa certa por quem me apaixonei, mas que se tornou incerta pelo capricho de me ver sofrer o sofrimento certo que irá sentir quando se lembrar de mim. E ninguem vai me tirar esta certeza porque é uma intuição de caranguejo.
Viva então a loucura mais louca que um louco inventou! Só assim para te arrancar do meu coração, vai levar junto com as raízes alguns pedaços de mim, mas não vou te jogar no lixo, não posso, não consigo, te amo! Nem a loucura mais louca que um louco inventou pode te expulsar da minha mente, talvez nem mesmo do meu coração sem causar completa ruína e destruição. Me falta criatividade para descrever o que sinto, preciso dizer que eu morreria por você que me trata com frieza e distanciamento?
Tragam imediatamente os meus cigarros! Tragam aqui agora todos os meus cigarros, tenho que fumar todos eles, um por um, se eu quiser fumo varios de uma só vez! Tenho que pensar, pensar! Sabe o que é pensar? Não, não é isso que chamam de pensamento. Meu pensamento vem como uma locomotiva desgovernada, atropelando os animais desajeitados, causando terror enquanto freia e é isso como um cavalo negro do demônio a relinxar.
Preciso cortar as unhas, pentear o cabelo, fumar, arrumar a cama para então desarrumar de novo. Preciso engordar todo esforço que emagreci e ter diante do espelho comigo, o velho de sempre que pensava ser um garotinho capaz de tudo outra vez! Sabe, digo ao espelho, ou ele me diz? Até que desta vez você se superou! Foi conseguir se apaixonar por uma pessoa que talvez ache que você é apenas... apenas... Foi quando secaram as minhas palavras e o espelho sumiu. Uma mágica! Lá está meu amor outra vez flutuando no ar, fazendo aquela cara de deboche, se achando o máximo, essa música tocando aqui no quarto, que isso? Zapp, Be all Right... Se meu amor tira a roupa nos meus pensamentos, ele tira na vida real, e não é para mim.
Madrugada, internet, msn, insanidade total, devo ir comprar cigarros? E das conversas com minha nova amiga saberei qual é o elemento mais forte? Terra ou Ar? Agua ou fogo? Não sei, a água não é um lago que apaga um foguinho ou um vulcão. Não é um oceano de grandezas, mas é sentimento não necessariamente correspondido, é carente e frágil. Agua é uma gota de lágrima abandonada no ar que segue flutuando no vento até se espatifar contra uma rosa branca no jardim de algum desses sonhadores apaixonados.
Alan Space
Dentre muitas coisas existe uma que é terrivel.
A desgraça daqueles que esperão melhorar
quando um tolo é prmovido;e pensa que as pessoas
precisão de esmola,e não de opurtunidade.
almeidaademir