Dar ás de vila-diogo
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Saudade
Não tenho percebido cores;
Não tenho sentido mais o néctar das flores;
Não sei mais o que é real e nem abstrato.
Talvez neste exato momento, não sonhasse com o futuro,
Nem vivesse no passado;
Há dias tenho vagado na mente distante, incessante,
Mas exatamente neste instante, tenho sido incoerente e não só com opiniões diferentes,
Mas também com pouca e muita gente.
Sou assim...Naturalmente!
“O que fazer?”.
Tenho medo da dor, tenho medo de sofrer,
Tenho medo de brigar com meu amor, de matar, de morrer...
Será que todos são assim?
Não sei mais quem sou!
Não tenho estado mais aqui comigo.
A saudade, engrandece a tristeza,
Que mesmo sendo de nossa natureza,
Não consigo aceitar!
Sinto falta de tudo, sinto falta de você!
Na memória, a lembrança tardia de um sorriso e um olhar de uma triste alegria, que glorifico!
É o que me faz despertar!
Diogo Sales
Um dia a maioria de nós irá se separar
Sentiremos saudades de todas as conversas jogadas fora, as descobertas que fizemos, dos sonhos que tivemos, dos tantos risos e momentos compartilhados.
Se isso acontecer, e cada momento for mais raro, teremos as lembranças.
E se um dia meus filhos, ou quem sabe meus netos me perguntarem, vendo aquelas fotos “antigas”, quem são estas pessoas? E estas roupas esquisitas?
Após um breve riso direi com orgulho:
- Foram meus amigos, com os quais vivi meus melhores momentos.
Neste instante a saudade vai apertar, doer de fato pela ausência.
Quem sabe algumas lagrimas de tristeza e felicidade cairão de meus olhos
Diogo Crescenti
“Existem tantas palavras e tantas certezas; que não sobra espaço para as verdades.”
Diogo fagundes
A trsiteza não existe. Quando estamos tristes, é porque a felicidade voltou a despistar-nos naquele longo caminho atrás dela.
Diogo Maia
Não sou nem menos, nem mais homem. Sou um homem melhor ...
Diogo Maia
Dar a luz
Não importa as dificuldades que a vida vai lhe impor
Não importa mais ser você...
Em ti, desdobra-se o mundo.
Faz-se o milagre da multiplicação,
da carne e do espírito.
Vem pra ti o encargo de criar, educar e amar.
Amar de forma inimaginável
Um amor sem cobranças
Um amor que nada pede
Amar por amar
Amar por ser mãe
Diogo Crescenti
Não se pode matar o que não se tem: vida
Diogo Maia
Não existem milagres. Existem momentos de sorte ...
Diogo Maia
Beija, Me Beija, Me Beija
Pela própria natureza
Ela é minha mulher
Tão pureza, tão fogosa
Um botão que virou rosa
Pra ser o meu bem-querer
Beija, me beija, me beija
Beija, me beija, me beija
Não é Amélia, mas lava roupa
Seca louça e me dá banho
Me enxágua, me enxuga, mas
se vende caro
Pois não é "preta de ganho"
Me come, se acaba, inda diz 'ora veja'
Beija, me beija, me beija
Beija, me beija, me beija
SIMONE
Zé Catimbamartinho Da Vila
Ex-amor
Gostaria que tu soubesses
O quanto que eu sofri
Ao ter que me afastar de ti
Não chorei
Como um louco até sorri
Mas no fundo só eu sei
As angústias que senti
Sempre sonhamos com o mais eterno amor
Infelizmente, eu lamento, mas não deu
Nos desgastamos, transformando tudo em dor
Mas mesmo assim, eu acredito que valeu
Quando a saudade bate forte é envolvente
Eu me possuo e é na sua intenção
Com a minha cuca naqueles momentos quentes
Em que se acelerava o meu coração
SIMONE
MARTINHO DA VILA
“O macaco aprendeu a andar ereto, inventou a fé e passou a acreditar em si mesmo.”
Diogo fagundes
“Sábio é quem renega todas as crenças; E do seu próprio ser, tem fé em ser ele mesmo”
Diogo fagundes
Penso que a família deve ser uma instituição bem estruturada, pois ela dará suporte para boa ou más escolhas.
Diogo Mali
O gênio sonha quando todos estão acordados e desperta quando todos estão dormindo.
Diogo Lopes
A ignorância é proporcional a felicidade que se sente.
Diogo Lopes
A trajédia na paixão de um homem por uma mulher acontece quando ela alcança a maternidade.
Diogo Lopes
neva lá fora
gato à lareira
silêncio na vila
Zezé Pina
Fernando Pessoa
Cancioneiro
Tomamos a Vila depois de um Intenso Bombardeamento
A criança loura
Jaz no meio da rua.
Tem as tripas de fora
E por uma corda sua
Um comboio que ignora.
A cara está um feixe
De sangue e de nada.
Luz um pequeno peixe
— Dos que bóiam nas banheiras —
À beira da estrada.
Cai sobre a estrada o escuro.
Longe, ainda uma luz doura
A criação do futuro...
E o da criança loura?
Fernando Pessoa