Crônicas de Luiz Fernando Verissimo
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SONETO DAS LOIRAS
(Luiz Islo Nantes Teixeira)
Adoro as loiras altas ou baixas, falsas ou verdadeiras
Aquelas acompanhantes discretas e educadas
E aquelas injustamente citadas nas grandes piadas
E nao escondo que as amo a ponto de defende-las
Adoro todas as loiras,mas que sejam brasileiras
Aquelas que pintam os cabelos, tao descuidadas
E esquecem de pintar as raizes, coitadas
Mas que importa este detalhe, se quero te-las
As loiras que sao chamadas de burras, mas adoradas
Simplesmente por serem loiras, lindas e saradas
No meio do julgamento dos ignorantes
Pois querendo ou nao, as loiras sendo feias ou beldades
Com certidoes de loiras, ou falsas e duvidosas idades
Todos as querem como suas amantes
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Luiz Islo Nantes Teixeira
EM NOME DE DEUS
(Luiz Islo Nantes Teixeira)
Em nome de Deus um sapateiro funda uma igreja
De acordo com a sua propria vontade
Confessa que nasceu de novo, mas que beleza!
E prega o evangelho da prosperidade
Por ter recebido alguns chamados
De Deus a suprema divindade
Mas extorque os fieis assalariados
Em nome de Deus os padres pregam o celibato
Mas amam de acordo com suas carnes
Sempre ajudam o povo , mas de fato
Vivem de olhos nos menores de idades
Pois sendo doutores de teologia
Se escondem atras da pedofilia
E esquecem os votos de castidades
Em nome de Deus os outros jogam bombas
Se suicidam sonhando com os altos ceus
Todos os dias ha renovo como ondas
E seguem usando o nome de Deus
Pois sendo todos extremistas
Usam todos os meios de escritas
Usam e abusam do nome de Deus
Em nome de Deus sei que nao devemos julgar
Pois so temos um soberano juiz neste mundo
Mas minha inspiracao divina veio de la
Do coracao que bate la no fundo
Pois tendo um pouco de visao
Sinto tamanha indignacao
Que nao posso calar por um segundo
Em nome de Deus fazemos tantas besteiras
De acordo com nossas vontades
Mentimos por simples e tolas asneiras
Bancamos os Messias pelas cidades
E o que pensa o Altissmo la dos ceus?
Ele anota no caderninho os pecados meus e seus
E nos dar a eternidade
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Luiz Islo Nantes Teixeira
SONETO DAS BUNDAS
(Luiz Islo Nantes Teixeira)
Admiro muito uma bunda, aquelas duas metades divinas
Sejam loiras, mulatas, negras ou brancas , as bundas favoritas!
Elas sao a melhor parte do traseiro das belas meninas
Que desfilam diante dos meus olhos com suas caras bonitas
Admiro muito uma bunda, mesmo das orgulhosas argentinas
Mas conheco bundas que deveriam ser enxertadas ou esquecidas
As bundas magras, desengoncadas , as chamadas bundas caidas
Que nao vejo nas duas preciosidades que sao as minhas primas
Acaricio e beijo todas as bundas de uma boa distancia
Mas so com os meus olhos e coracao que continua admira-las
Bundas perfeitas para acalmar a minha ansia!
Pois assim fico livre de sofrer um tapao no rosto
De mulheres ofendidas de bundas que quero aperta-las
E desfrutar destas duas metades divinas que tanto gosto
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Luiz Islo Nantes Teixeira
ALEM DA COR
(Luiz Islo Nantes Teixeira)
Por que te julgas o melhor
E bem superior ao teu vizinho?
Por que e a pele branca a cor
Que te cobre o corpo em desalinho?
Ou nao sabes que tudo que e vivo
Esta sujeito a decadencia e a morte?
Se na verdade es prisioneiro e cativo
No teu corpo que envelhece, apanha e sofre?
Por que nao aprendes ver alem da cor
Nos olhos de teus semelhantes?
E encontraras o teu interior
Pois a unica verdade e o amor
Que construira todas as pontes
Para que te libertes de tua dor
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Luiz Islo Nantes Teixeira
Ricardo Reis (Fernando Pessoa)
Sábio
Sábio é o que se contenta com o espetáculo do mundo,
E ao beber nem recorda
Que já bebeu na vida,
Para quem tudo é novo
E imarcescível sempre.
Coroem-no pâmpanos, ou heras, ou rosas volúteis,
Ele sabe que a vida
Passa por ele e tanto
Corta à flor como a ele
De Átropos a tesoura.
Mas ele sabe fazer que a cor do vinho esconda isto,
Que o seu sabor orgíaco
Apague o gosto às horas,
Como a uma voz chorando
O passar das bacantes.
E ele espera, contente quase e bebedor tranqüilo,
E apenas desejando
Num desejo mal tido
Que a abominável onda
O não molhe tão cedo.
Ricardo Reis (Fernando Pessoa)
SONETO DA AUSENCIA MAIOR
(Luiz Islo Nantes Teixeira)
Agora me acostumarei com a ausencia ,triste!
Dos toques de teus dedos acariciando o meu corpo
Viverei com meu olhar longe na distancia , morto
Sentindo ,por certo, a angustia mais cruel que existe
Acostumarei com a ausencia dos teus beijos
Que sempre se liberavam no ceu de minha boca
Sua lingua buscando a minha lingua ja quase louca
Que me queimava o corpo de tantos desejos
Agora me acostumarei com as noites mal dormidas
Tendo minha propria sombra como companheira
Que ainda danca nas paredes em formas distorcidas
Se perceber que meu coracao chora amargurado
Sentindo a ausencia de tua presenca verdadeira
Que me deixou completamente despedacado
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Luiz Islo Nantes Teixeira
SONETO DAS NEGRAS
(Luiz Islo Nantes Teixeira)
Olho-as nos olhos quando elas passam, hiponotizado!
No momento certo de meu olhar desejoso e sem pudor
E as desnudo na minha imaginacao deste imenso amor
Que sinto pelas mulheres negras que tenho encontrado
Aquelas duas negras lindas que me encantam os dias
Quando desfilam juntas sem ver as portas abertas
De meu coracao apaixonado que nas batidas certas
Sonha em te-las como a razao de todas minhas alegrias
Seja as anonimas ou famosas, vestidas ou nuas
Todas sao lindas, mulheres, brasileiras e interessantes
Que meu olhar deslumbrado persegue pelas ruas
E neste fulgor todo consigo ver o imortal interior
Que existe em cada uma destas mulheres fascinantes
Lindas obras primas do soberano Criador
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Luiz Islo Nantes Teixeira
SONETO DAS MULATAS
(Luiz Islo Nantes Teixeira)
Beldades do samba que aparecem faceiras,belas e atrevidas
Perolas mulatas que maravilham todos carnavais
Seus requebros e as elegem rainhas das avenidas
Mas onde elas se escondem durante o resto do ano?
Misturas de racas, sorrisos cativantes e seios duros e nus
Parecem sairem de paraisos distantes e irreais
Para enfeiticar os homens e quebrar todos os tabus
No grande desfile das escolas do povo suburbano
Sera que sao perolas negras de apenas quatro dias?
Ou elas se escondem no Brasil meu lindo e imenso pais?
Onde as mulheres ja nascem tao perfeitas!
Ou podemos sonhar acordado nas muitas alegrias?
De apenas um grande desfile na noite feliz?
Onde elas sao nossas rainhas legitamente eleitas!
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Luiz Islo Nantes Teixeira
Viver ou Existir
(Luiz Maia)
Um dia eu pude perceber que existe uma enorme diferença entre ver e enxergar, ter e ser, ouvir e escutar, andar e caminhar, desejar e querer.
Descobri também que viver e existir são coisas inteiramente distintas.
Algumas palavras podem ter o mesmo sentido ou finalidade quando incluídas em uma oração qualquer, parecendo a muitos uma questão de semântica ou de palavras afins.
Mas de fato há uma sutil distância entre entender e captar a essência daquilo que nos foi mostrado.
Os fatores subjetivos, aquilo que está subliminarmente compreendido, precisam ser melhor interpretados por quem não consegue enxergar o âmago daquilo que foi exposto.
Ninguém menospreze a força do "oculto" que reside nas "entrelinhas", por exemplo.
Portanto, quando alguém fala que viu não significa dizer que enxergou o que deveria.
Há distâncias infindas aí.
Quando andamos não quer dizer, necessariamente, que caminhamos.
Andamos às vezes sem ter o menor objetivo traçado, sem nenhuma meta a ser atingida.
E ao ouvirmos um som qualquer não implica jamais em afirmarmos que escutamos.
Escuta aquele que sente, aquele que busca ouvir o que não foi dito; o que ficou implícito.
Há muita gente ouvindo por aí sem escutar absolutamente nada.
Esses pequenos exemplos nos remetem à seguinte reflexão:
Viver e Existir são fatores completamente opostos. Existir é o mesmo que passar pela vida sem tê-la vivido de forma correta e intensa.
Aquele que apenas existiu esqueceu de se fazer presente no livro da história, digna e plenamente.
Simplesmente passou despercebido.
É lamentável vir ao mundo e ter perdido a chance de ter vivido satisfatoriamente.
Viver é realizar-se plenamente, sempre voltado às ações que engrandeçam o ser humano.
Vive aquele que se sente parte integrante do Universo.
Vive quem faz de tudo para ver a alegria estampada na face do outro.
Viver é sentir prazer em amar a Deus acima de todas as coisas.
Vive quem ama e respeita a natureza e todas as formas de vida.
Vive quem pratica só o bem.
Viver é amar sempre, sempre!
Vive aquele que estende a mão ao amigo que necessita.
E é certo que quando estendemos a mão ao nosso irmão,
Deus nos estende a d'Ele de imediato.
Viver e Existir são diferentes em essência.
Luiz Maia
Fernando Pessoa
Cancioneiro
Abdicação
Toma-me, ó noite eterna, nos teus braços
E chama-me teu filho.
Eu sou um rei
que voluntariamente abandonei
O meu trono de sonhos e cansaços.
Minha espada, pesada a braços lassos,
Em mão viris e calmas entreguei;
E meu cetro e coroa — eu os deixei
Na antecâmara, feitos em pedaços
Minha cota de malha, tão inútil,
Minhas esporas de um tinir tão fútil,
Deixei-as pela fria escadaria.
Despi a realeza, corpo e alma,
E regressei à noite antiga e calma
Como a paisagem ao morrer do dia.
Fernando Pessoa
Fernando Pessoa
Cancioneiro
Tomamos a Vila depois de um Intenso Bombardeamento
A criança loura
Jaz no meio da rua.
Tem as tripas de fora
E por uma corda sua
Um comboio que ignora.
A cara está um feixe
De sangue e de nada.
Luz um pequeno peixe
— Dos que bóiam nas banheiras —
À beira da estrada.
Cai sobre a estrada o escuro.
Longe, ainda uma luz doura
A criação do futuro...
E o da criança loura?
Fernando Pessoa
Fernando Pessoa
A Criança Que Pensa Em Fadas
A CRIANÇA que pensa em fadas e acredita nas fadas
Age como um deus doente, mas como um deus.
Porque embora afirme que existe o que não existe
Sabe como é que as cousas existem, que é existindo,
Sabe que existir existe e não se explica,
Sabe que não há razão nenhuma para nada existir,
Sabe que ser é estar em algum ponto
Só não sabe que o pensamento não é um ponto qualquer.
Fernando Pessoa
FESTA DA PIZZA
(Luiz Islo Nantes Teixeira)
Baseado no Hino Nacional Brasileiro
Ouviram pela nacao os choros das maes entristecidas
E os pais com seus coracoes nas dores agonizantes
E o mancha da impunidade, em passadas atrevidas
Brilhou no ceu de nossos dias em todos os instantes
Se o temor dessa criminalidade
Sentimo-nos cativos pela mafia forte
Em teu seio , o impunidade,
Sera ferido nosso peito por qualquer tipo de morte
Ó Patria abandonada,
Maltratada,
Chora! Chora!
O Brasil, um pesadelo intenso, um raio apagado
De temor e de desesperanca a terra gira
Se em teu perigoso ceu, tristonho e palido
A imagem do Cruzeiro ja nao brilha
Gigante pela propria natureza
Es duro, es temivel, impavido e perigoso
E o teu futuro espelha um prato de pizza
Terra ensanguentada
Entre outras mil,
Es tu, Brasil
O patria abandonada!
Dos filhos deste solo es cruel e vil
Patria abandonada
Brasil!
Derrubado eternamente em berco de sangue
Ao som de tiros que atravessam o ceu profundo
Criticas, o Brasil, o vilao da America,
Chegam de todo as partes do mundo!
Do que a terra mais sofrida
Teus tristonhos, grandes campos tem tantas dores
Nossos bosques enterram-se a vida
E em nossa vida perdemos nossos amores
Ó Patria abandonada,
Maltratada,
Chora! Chora!
Brasil, da dor da perda seja livre
O braco da justica alcance os culpados
E diga a todo o povo calado e triste
Paz no futuro, e cadeia para os condenados
Mas, se ergues da justica a clava forte
E convoca uma reuniao para uma festa da pizza
O Brasil continuara nesta agonizante morte
Terra ensanguentada
Entre outras mil,
Es tu, Brasil
O patria abandonada!
Dos filhos deste solo es cruel e vil
Patria abandonada
Brasil!
Luiz Islo Nantes Teixeira
A GENERAL DE BIGODE
(Luiz Islo Nantes Teixeira)
Nada pode abalar um coracao feliz
Que nos diga o felizardo do Adao
Que nao teve sogra,aquela megera infeliz!
Que nao cansa de dar sua opiniao
Aquela mesmo que mege e se sacode
Para torturar os bombinhos do amor
Aquela mesma sogra, a general de bigode
Que estudou na universidade do terror
Aquela mesma sogra que nem vizinho atura
Que ate a evita e a dar total desprezo
Aquela mesmo a sogra que ate se cair dura
Voce, coitado, e o primeiro a ser preso.
Aquela mesma sogra que diz
“Minha filha tinha um corpo de boneca”
E que tambem faz aquele comentario infeliz:
“Filha, seu marido esta ficando careca”
Nada pode abalar uma uniao perfeita
Que nos diga o egoista do Adao
Que nunca nos deu a receita
Para que tenhamos paz no coracao
Sogra e aquela mal intencionada
E quando voce casa com a filha ou filho
Fica te vigiando como onca pintada
Para ver ser voce sai fora do trilho
E ate para enterrar a defunta
A familia tem que estar la junta
Honrando a memoria daquela assombracao
Mas eu honro e tambem oro sim
“Deus afaste este calice de mim,
Finja que sou o seu novo Adao!
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Luiz Islo Nantes Teixeira
AS DUAS GEMEAS
(Luiz Islo Nantes Teixeira)
O sonho de todos os homens se assim posso dizer
E ter mais de uma mulher
Ah! Se eu pudesse tambem te-las
Nao que se sejam so para dar prazeres na cama
Mas que sejam como duas damas
Que todos possam respeita-las e reconhece-las!
Todos os homens tem fantasias com duas femeas
Talvez duas irmas gemeas
Ah! Eu nunca pude esquece-las
Aquelas que brincaram um carnaval comigo
E que ate se desnudaram no meu abrigo
Ah! Como eu sonho um dia ve-las
As vezes sinto a animacao daquele passado
E e como se sentisse os labios daquelas mulheres
E quanto mais a saudade bate no coracao acelerado
Mais recordo aqueles mil prazeres
O sonho de todos os homens sao sonhos iguais aos meus
E todos somos filhos de Deus
Ah! Seu eu pudesse ter de volta minhas duas gemeas
Eu as amaria pelas horas que passei sozinho
Pelo meu corpo que sente a falta daqueles carinhos
E eu seria como um rei entre aquelas duas femeas
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Luiz Islo Nantes Teixeira
O PASSADO SEMPRE TEM SUA VINGANCA
(Luiz Islo Nantes Teixeira)
Contemplando este deserto de carcassas mortas
Podemos deduzir que havia aqui muitas matas
Grandes rios, exoticos animais e incriveis cascatas
Cenarios que hoje nem tu, inimigo da natureza suportas
O que mais te aflige, que te machuca tanto
E ainda ver aqueles animais que fracos padecem
Aquelas arvores que tentam ,mas secam e envelhecem
Por tua propria ignorancia que destruiu tanto encanto
A terra cantava antes nas sinfonias dos animais
Verdejava no carinhos do rios que desciam das serras
E corriam bem perto de teus quintais
Sempre se cobra os erros de um adulto ou crianca
Deus tem o controlo sobre todas as terras
E o passado sempre tem a sua vinganca
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Luiz Islo Nantes Teixeira
EU E MINHA SOGRA
(Luiz Islo Nantes Teixeira)
Sera que ha lugar para minha sogra no paraiso ? Claro que nao!
Senao ja nao seria mais um paraiso, mas o inferno verdadeiro!
E o diabo perderia o seu reinado e se tornaria um misero jardineiro
Cuidando dos jardins suspensos da nova e infernal mansao
A minha sogra espalharia suas garras sobre toda a terra, convencida
E se iludiria achando que o mundo estaria otimo, misera louca!
Ah! Se eu pudessemos cortar-lhe a lingua e costurar-lhe a boca
A flor , o vinho, a noite e a filha seriam os presentes em minha vida
Ah! eu respeito a minha sogra, mas nao lhe dou minha simpatia
Ja caiu tijolo de alto de um predio perto de minha cabeca
E tenho certeza que foi a desgracada que errou a pontaria
Mas eu ja decidi nao deixar que ela me destrua, nem a minha princesa
Quando ela morrer eu a cremo e a enterro por mais garantia
Sabe o que e, com minha sogra nunca se pode dar moleza
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Luiz Islo Nantes Teixeira
NASCEU UMA ESTRELA, CAROLINA!
(Luiz Islo Nantes Teixeira)
Nasceu uma estrela, Carolina!
Mas que eu esperava ansiosamente
Ela e tao pequena que delicadamente
E eu a seguro, oh! Bela menina!
Nasceu para reinar, sempre!
Ja que ela nao e menos do que uma princesa
E no mundo nao ha maior realeza
Que a possa vencer, sinceramente!
Ela me faz ficar flutuando, abobalhado,
Na alegria deste doce momento
Que acabo ate chorando, emocionado!
Bebe que dorme e dorme, minha amada!
Mas no seu primeiro atrevimento
Sempre me acorda de madrugada!
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Luiz Islo Nantes Teixeira
PRIMEIRO INSTANTE
(Luiz Islo Nantes Teixeira)
Veio com grandes pernas torneadas
E os seios apontando para mim em Ipanema
Ela era uma das mais bronzeadas
Aquelas curvas realcando a pele morena
E o sorriso mais lindo e branco
Encontrou com o meu no meio do caminho
E os meus olhos pararam um pouquinho
Ao ve-la sentar junto a mim no banco
Saiu do mar com aquele corpao
E com aquele cheiro de pecado excitante
Despudorado, para sempre adorada paixao
Conduziu minha vida a um novo horizonte
Escancarando as portas de meu coracao
E o habitando desde o primeiro instante
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Luiz Islo Nantes Teixeira
SEM AVISO ALGUM
(Luiz Islo Nantes Teixeira)
A vida inteira sempre pensei
Que tinha um amor verdadeiro
E me acostumei a ideia
De que era feliz por inteiro
Sentia a inveja dos amigos
Sentia o orgulho dos parentes queridos
Sentia o odio dos inimigos mortais
E me sentia um homem realizado demais
Tinha casa, carro e uma mulher bonita
E um coracao em paz
O que eu poderia querer mais
Do que eu ja nao tinha?
Mas como um vendaval
A ignorancia certamente
Acabou com a gente
E o amor que nos matinha!
De um hora para a outra
O amor se esfriou, eu nao sei
Voce de repente mudou
Eu eu tambem mudei
Voce saia com as amigas
Para qualquer lugar
Eu saia com meus amigos
Para qualquer bar
O carinho se esfriou
A distancia entre nos cresceu
O adeus chegou
E a gente se perdeu
O adeus chegou
Sem aviso algum
E se impos
O adeus arrasou
O que antes era um
Nos dois
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Luiz Islo Nantes Teixeira
REENCONTRO
(Luiz Islo Nantes Teixeira)
Tu chegas e e me abracas
E tuas lagrimas molham meu ombro
Eu fico todo sem graca
E te abraco neste nosso reencontro
Tuas maos pressionam as minhas costas
E sinto teu corpo tremendo junto ao meu
Nao sei o que tanto te desgostas
Mas isto ja e um problema teu
Tu me dizes certas palavras
Que ja nao entendo direito
Mas pelos testemunhos de tuas lagrimas
Deve ser alguma dor ardendo no peito
Mas sinto muito nao poder ajuda-la
A nao ser com minha mao
Posso te indicar um amiga
E ate chama-la
Para ver se tem vaga na pensao
Lembra como tu partistes
Atras de uma ilusao
Agora que voltas triste
Encontras alegre e ocupado meu coracao
Tu continuas chorando ainda
E tuas lagrimas correm tao gentis
Tua presenca e sempre bem vinda
Mas juro, eu queria ver-te mais feliz
Tu esquecestes os velhos amigos
Que guardam lembrancas que nao envelhecem
E hoje sao os mesmos que te oferecem abrigos
E ficam tristes porque te reconhecem
Mas sinto muito nao poder ajuda-la
A nao ser com minha mao
Posso te indicar um amiga
E ate chama-la
Para ver se tem vaga na pensao
Lembra como tu partistes
Atras de uma ilusao
Agora que voltas triste
Encontras alegre e ocupado meu coracao
Hoje sinto tremulas as tuas pernas
Neste estranho momento de aflicao
Chegastes tarde depois de tantas quedas
Pois nao ha mais carinho na minha mao.
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Luiz Islo Nantes Teixeira
A MULHER E AS PULGAS
(Luiz Islo Nantes Teixeira)
Sinto-te tocando o meu corpo, cobrindo-o de beijos
Descendo pelos meus cabelos ,meus olhos e boca
Te procuro delirante, me contorcendo, quase louca
No rocar de teu corpo, estou bem lucida de teus desejos
Vou despindo o meu corpo tremula e ansiosamente
Os olhos meus buscando os teus nesta louca aventura
E me mordes a carne, e me tocas um pouco mais dura
No oceano de minha cama quero achar-te imediatamente
Tens sido implacavel todo o tempo, mas me sinto posuida
E ate me sinto um pouco cansada, fraca dos joelhos
Mas eu vibro, grito , porque afinal te encontrei no fim da corrida!
E o meu coracao que tu nao sentes , nao conheces e nao julgas
Ordena-me a cantar que te expulsa dos meus pentelhos
E que te esmague com todas que estao contigo, malditas pulgas!
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Luiz Islo Nantes Teixeira
Crônicas da Vida - Quando eu envelhecer
Quando eu envelhecer meus cabelos serão brancos e brilhantes. Digo isso porque me dei conta que a vida passa rápido. Ela é de muitas sensações, um dia estou muito feliz e em outro estou muito triste, mas de uma coisa eu sei: “eu quero viver e me tornar imortal, pelo menos no meu mundo”.
Viver é um presente dos céus e cada pessoa é a estrela da sua própria vida. E cada vida dá uma vida!
Keidy Lee Jones