Casamento

Encontrados 203 com a expressão casamento

Uma coisa passageira é praticamente desnecessária para que um casamento seja bem sucedido.

Maria Goreti

Casamento:
Que o amor entre voces dois possa ser a testemunha que a felicidade é possivel.

Cledpe

Casamento: Soma de problemas, subtração de liberdades, multiplicação de pessoas e divisão de bens

Desconhecido

O casamento em si é muito bom. Em mim é que não é.

Desconhecido

A DIFERENÇA ENTRE O CASAMENTO E O DIVÓRCIO É QUE O CASAMENTO É A CRUCIFICAÇÃO E O DIVÓRCIO A RESSURREIÇÃO.

WILL ALVES

Casamento é igual a cabo de força: Cada um puxa para um lado!!! Se arrebentar e os dois cairem na risada é bom sinal.

Rosemira Guerreiro

Casamento de São Francisco de Assis

Vamos casar na praia?
Todo o céu abençoando?
O mar será nosso padre,
o sol e a lua os padrinhos,
Os peixes,os convidados.
As estrelas,os presentes.
A brisa será meu véu,
de conchas o meu bouquet.
As gaivotas num mergulho
nos trarão as alianças.
Nas areias nossas núpcias,
nas ondas do mar o nosso amor...
E num amanhecer glorioso
seremos eternamente um do outro.

Fernanda Jeanne

O casamento tem dentes e como dói a mordida.

Provérbio jamaicano

"sou diferente"


ñ faço sexo antes do casamento,me preservo p/alguém especial;
ñ utilizo drogas p/me esconder de problemas ou buscar felicidade instável;
ñ ouço música capaz provocar em mim sentimentos negativo;
ñ consumo alimento que possa causar algum mal ao meu corpo e/ou mente;
ñ faço uso de materiais pornográficos;
ñ leio páginas com baixo teor de intelectualidade e/ou espiritualidade;
ñ falo palavrão;
ñ desvalorizo os sábios conselhos dos mais experientes;
ñ bjo bocas só por se colocarem à disposição,já que considero o bjo uma manifestação muito íntima de amor;
ñ vejo o homossexualismo como uma opção natural de prazer,mesmo que eu ñ possua nenhum tipo de preconceito;

muitos jovens vivem em busca de novidades(todos são assim),querem ser diferentes,mas acabam sendo todos iguais...
DIFERENTE mesmo,poucos são!
'eu conheço JESUS e confio nELE'

danigoncalves

O casamento somente vai ser algo bom e duradouro, quando começarmos a tratar dele com amor e não como um negócio" (Rubens B. de Almeida)

Rubens Balbino de Almeida

Casamento? Não, não para mim! Oh! Talvez um casamento de meio-expediente; isso poderia servir-me, mas nada que me prendesse demais.

Lou Salome (do livro Quando Nietzsche Chorou)

O casamento é a união de um homem e uma mulher inseguros que procutam na exclusividade constituida refúgio para a falta de imaginação.

Marinho Guzman

É melhor (viver sozinha) do que ter um casamento sem amor

Cenas da Vida Conjugal

Casamento é um Estado de Espírito
Pra começar, casamento não deveria ser um divisor de águas na vida de uma pessoa, com uma data escolhida para separar definitivamente o antes do depois.
Em vez de decidir casar, deveríamos permitir que o casamento acontecesse espontaneamente, sem que a gente nem percebesse. Comigo, sortuda que sou, aconteceu assim. Estávamos juntos havia um tempão e cada um morava no seu apartamento. Aos poucos, a cumplicidade foi aumentando, nossas roupas e discos começaram a se misturar, já não queríamos dormir separados. Não fazíamos muitos planos para o futuro, curtíamos a companhia um do outro serenamente, sem pactos nem juras de amor eterno, até que um belo dia nos demos conta de que já estávamos casados, casadíssimos, a questão era oficializar ou não. Oficializamos, assinamos os papéis, e o que mudou a partir daí? Nada. Qual é a data do nosso casamento? 13 de janeiro, 30 de março, 23 de outubro, 8 de dezembro... escolha você. Em cada dia dos nossos quatro anos de namoro a gente casou um pouquinho. O que equivale a dizer que começamos a casar no dia em que nos conhecemos: não foi um crime premeditado.
Casamento é grude? Só se o casal ambiciona o ódio mútuo. Casamento é a união de duas pessoas que têm afinidades, que gostam muito de conversar uma com a outra, de transar uma com a outra e que resolvem morar juntas porque é mais econômico e porque facilita na hora de ter filhos, que é uma aventura deliciosa a ser compartilhada. Se ambos estiverem de acordo quanto a isso, aceitarão com naturalidade que cada um tenha os próprios amigos, os próprios passatempos, suas viagens, seu trabalho, enfim, que sejam donos de uma vida individualizada e inteira, e não mutilada. Leva-se um tempo até descobrir que esse é um arranjo que funciona. Pena que, antes que o casal amadureça e chegue a esse ponto, muitos desistem por puro apego às convenções.
Você deve estar pensando: muito bem, e agora? Ela vai continuar enrolando ou vai tocar naquele ponto nevrálgico que implode a maioria das relações?
Não, ela não vai continuar enrolando. É hora de falar na dolorosa. A questão da fidelidade.
Se Jennifer Aniston continuar casada com Brad Pitt por mais dez anos, até ela, com aquele monumento em casa, vai começar a bocejar e a olhar impaciente pela janela. Não porque Brad Pitt tenha dentes feios e espinhas no rosto (foi o Rubens Ewald que disse isso; pra mim Brad segue perfeito). A razão será outra: amor e sexo não são da mesma família. O amor é de família nobre e tradicional, enquanto o sexo vem da periferia e é chegado numa promiscuidade. Nem os sentimentos mais elevados por nosso parceiro conseguem evitar que tenhamos desejos secretos e fora de hora. Desejar é humano, meritíssimo, não nos condene. Estranho seria se a gente não tivesse nenhuma fantasia, nenhuma excitação pelo que acontece do lado de fora da cela.
Homens sentem vontade de transar com outras mulheres, e mulheres sentem vontade de transar com outros homens pelas mais diversas razões: para testar seu poder de sedução, para dar um up na auto-estima, para recuperar a adolescência perdida ou porque se apaixonaram por outra pessoa inadvertidamente - arrisco até a dizer: inocentemente. Ninguém tem controle absoluto sobre si mesmo, pode acontecer com qualquer um. E aí, como se resolve?
Quem é temente a Deus reprime. Quem é temente aos olhos dos vizinhos reprime. Quem é temente a si mesmo reprime. Mas quem não quer passar o resto da vida privando-se de sonhar, de se encantar, de namorar outra vez encara e assume os riscos, que não são poucos. Muitos acabam se separando, mesmo tendo um casamento que era satisfatório. No entanto, a tal "pulada de cerca" às vezes não gera maiores conflitos internos, é apenas uma necessidade paralela.
Não é assunto fácil, tampouco é novo. É um problema antigo e cabeludo. Envolve religião e seu subproduto: culpa. Sentimos culpa por tudo. Culpa por sermos avançadas demais, medrosas demais, galinhas demais, santinhas demais. Culpa pela nossa libido, pelas nossas fraquezas, pela nossa coragem. Culpa por estarmos mentindo, omitindo, enganando. Por ter permitido que o casamento chegasse a esse ponto de fragilidade - ou de segurança extrema, acreditando que tudo será perdoado e compreendido.
Casamento é um compromisso sério, mas não deveria significar prisão, submissão, anulação, obediência e tudo mais que caracteriza uma relação tirânica. Casamento deve significar amizade, sexo, respeito, diversão e companhia. Casamento tem que ser alegre, tem que ter sintonia, liberdade e muito jogo de cintura. Casamento não é brincadeira de criança, mas tem que ser leve, e é imprescindível que haja maturidade e - atenção - inteligência! A burrice é inimiga das relações, ela é que permite o surgimento de mesquinharias, preconceitos, implicâncias e ciúmes doentios. Casamento tem que ser aberto, não necessariamente no sentido sexual - isso é negociado caso a caso -, mas aberto para a renovação, para a conversa franca, para as necessidades de cada um, para a intimidade que vai além dos corpos, intimidade de almas, intimidade que permite a gente enxergar o outro, aceitar o outro e viver de maneira menos repetitiva e convencional. Cada casamento exige uma fórmula própria, cada casal inventa a sua, mas de uma coisa não se pode prescindir: da flexibilidade.
Parece facílimo, mas é um deus-nos-acuda. De tudo o que foi dito, a única conclusão a que chego é que os casamentos seguirão desmoronando se não houver uma compreensão do assunto que ultrapasse o romantismo. Amor é fundamental, mas não basta. É preciso um não-sei-quê que a gente não explica, mas sente. Algo que está no ar, no olhar, e que dispensa racionalizações.

Martha Medeiros

Casamento pega


Marilia contraiu febre amarela. Rosely contraiu estafilococo. Milton contraiu varíola. E Lizete, coitada, contraiu matrimônio.
Um amigo solteiro me perguntou esses dias: é doença? Bem, não está catalogado como tal, mas há aspectos em comum.
Primeiramente, casamento é contagioso. Os pais vão acostumando seus filhos com a idéia e são capazes até mesmo de estimular seu surgimento, como fazem em relação ao sarampo e à catapora: "melhor pegar de uma vez pra ficar livre". Então, entre os 25 e 35 anos, homens e mulheres vão se aproximando, se tocando, se lambendo e se arriscando a encontrar o par ideal para com ele contrair a coisa.
Casamento também leva todo mundo pra cama, invariavelmente. No começo dá calafrios, suores, palpitação, taquicardia, mas depois as pessoas vão se acostumando com os sintomas e eles desaparecem. O enfermo começa a ter menos paciência para ficar deitado. Começa a freqüentar mais o sofá, a poltrona e nem se dá o trabalho de tirar o pijama e vestir algum troço decente. Cama passa a ser um lugar apenas para dormir.
O automedicamento é desaconselhado. É prudente ter o nome de um psiquiatra de confiança anotado na caderneta de telefones.
Casamento pode ser fatal. Ao menos era, tempos atrás. As pessoas não tinham muita informação e a doença matava mesmo: matava a paixão, matava o sexo, matava a paciência, uma desgraça. O matrimônio, que é o nome científico dessa enfermidade, podia levar anos pra dar cabo do casal, mas os menos debilitados conseguiam resistir bastante tempo, às vezes até 50 anos, amparados pela fé. Hoje há cura. O remédio chama-se divórcio. Custa uma fortuna e não impede que haja reincidência.
Fora isso, casamento e doença não tem nada a ver um com o outro, a não ser o verbo e o grupo de risco: qualquer um pode contrair.

Martha Medeiros

MEU CASAMENTO COM A ENTIDADE!
Sentia me envolta em meu percalço passando a libar
Meu pensamento sem nenhuma nume por estar em obsano
Sinto me imantar por alguém que acaba de chegar.
Meu coração começa então a lenir quando nossos olhares se cruzam
Começo a obnusilar ficamos nessa troca por muito tempo
De repente ele resolve vir a minha direção e para a minha frente
Percebo que ali esta uma entidade sobre irreal sobrenatural
Um medo invade o meu ser, e sem perceber começo a obtemperar
Sentindo que estava entrando em uma odisséia, minha ilação não estava errada
Gentilmente me convida a entrar em uma indossincrácia, mostrando-me seu idílio
Transportamos juntos para longe dali, ficamos a sós num local solitário e escuro
Iluminado apenas por algumas velas, a entidade senta-se ao lado de ma figura
Esdrúxulo, e ficando de frente para mim onde ele pega a minha mão esquerda,
Tirando-me o meu anel, falando coisas desconexa, o impulso de fugir dali era
Enorme mas sentia-me em igravo percebi que naquela hora me tornava uma pessoa nubente
Não estava errada! A entidade coloca o anel em minha mão esquerda balbuciando agora
Somos marido e mulher, meu rosto começa a esmaecer, meu corpo começa ilaquear
E esfalfar hipnotizada sem esperar que a entidade se vá, saio rapidamente dali sem saber
O nome da entidade que se casou comigo, em choque, entrasse noctívago sem parar.

marylife

O casamento é um cárcere às avessas. No presídio, sempre se tem maior chance de liberdade, com o passar do tempo e por bom comportamento.

Dilson de Oliveira Nunes

Ao Fim do luar, O sol apadrinhará,
O Casamento de nossos Sonhos.

George Huxcley

Meu maior sonho? Olhar nos seus olhos e te pedir em casamento, e você aceitar,e fazermos a Luene juntinhos com amor e carinho, mais teremos que ficar pra sempre juntos , mais como eu te disse já uma vida com vc Lu vai ser pouco!!!! ( depois vc lê o e mail que te mandei e reflita, tenho certeza que vc vai achar a decisão certa) Beijos a vc Loirinha!!

Rick

O casamento é um edifício que deve ser reconstruído todos os dias.

André Maurois

Casamento: duas pessoas que vivem juntas na ilusão de que ainda são as mesmas.

Valter da Rosa Borges

O Leão Apaixonado
Fábula de Esopo

Certa vez um leão se apaixonou pela filha de um lenhador e foi pedir a mão dela em casamento. O lenhador não ficou muito animado com a idéia de ver a filha com um marido perigoso daquele e disse ao leão que era uma honra, mas muito obrigado, não queria. O leão se irritou; sentindo o perigo, o homem foi esperto e fingiu concordava:
_É uma honra, meu senhor. Mas que dentões o senhor tem! Que garras compridas! Qualquer moça ia ficar com medo. Se o senhor quer casar com minha filha, vai ter que arrancar os dentes e cortar as garras.
O leão apaixonado foi correndo fazer o que o outro tinha mandado; depois voltou à casa do pai da moça e repetiu seu pedido de casamento. Mas o lenhador, que já não sentia medo daquele leão manso e desarmado, pegou um pau e tocou o leão para fora de casa.

Moral da história:
Quem perde a cabeça por amor, sempre acaba mal.

Esopo
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