BIOGRAFIA PATRICIA ENGEL SECCO
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Quando pensares que o mundo desabou e que todos te viraram as costas... Pára!! Pensa... deixa de ser egoísta e egocêntrico e deixa de pensar tanto em ti...Afinal não és a única pessoa no mundo com problemas... e se todos desistissem assim tão facilmente de resolver os seus problemas... qual era a piada em viver?? E os que te viraram as costas...caga neles!... porque eles também se tão a cagar para ti... eles não eram teus amigos, porque os amigos verdadeiros nunca abandonam... por isso procura bem dentro de ti e encontrarás um grande amigo (tu próprio(a)!)... e os teus verdadeiros amigos, esses sim, estarão ao teu lado (mesmo que não te apercebas disso) a apoiar-te... e quanto ao "mundo que desabou"...deixa lá... melhores dias virão, e aí sim, tu irás agradecer aos teus amigos por te terem apoiado e agradecerás também aos teus inimigos e aos cobardes que te abandonaram por te terem ajudado a ficar mais forte e a não errares outra vez nem cometeres os mesmos erros do passado...
E já agora... não dês tanta importância ás coisas mais insignificantes (por alguma coisa elas são insignificantes)! Sê tu próprio(a)! Quem não gosta...azar! Também não vais obrigar ninguém a gostar de ti...
Patrícia Silva
Albert Einstein foi um físico alemão de origem judaica, naturaliza-se suíço e, posteriormente, norte-americano. Educado em Munique e na Suíça, doutora-se em Zurique em 1905. Entre os anos de 1902 e 1909 está a trabalhar num escritório de patentes em Berna, até que em 1909 consegue incorporar-se no ensino universitário, que exerce em Zurique, Praga e Berlim.
Dirige o Instituto de Física Kaiser Wilhelm e é membro da Academia de Ciências Prussiana. Em 1905 publica os seus primeiros trabalhos sobre a análise matemática do movimento de Brown, o efeito fotoeléctrico, o estabelecimento da equivalência massa-energia e a exposição dos fundamentos da teoria especial (ou restringido) da relatividade.
Estes temas vão impulsionar uma mudança espectacular e revolucionária da concepção do mundo físico baseado na geometrização espácio-temporal da física moderna. A partir de 1910 aprofunda a teoria da relatividade e, em 1916, publica o resultado dos seus esforços. Recebe o Prémio Nobel de Física em 1921. A partir de então viaja pela Europa, Estados Unidos e Ásia.
Em 1933, pela sua condição de judeu tem que exilar-se da Alemanha e instala-se em Princeton (Estados Unidos). Em 1939 adverte o presidente Roosevelt, numa famosa carta, sobre o perigo de a Alemanha se ter adiantado na descoberta das possibilidades da energia nuclear, o que propicia a realização do Projecto Manhattan (criação das primeiras bombas atómicas).
Apesar da sua contribuição para a investigação bélica, foi um pacifista militante.
Biografia Albert Einstein
Sou... Ser...
Sou essência não descoberta envolta em aparência,
Sou presença sentida na própria ausência...
Sou corpo presente,
Ser fragilizado que se sente!
Sou parte de um pensamento,
Sou escrava do meu próprio sentimento...
Sou tudo aquilo que me transcende,
Ser indefeso que se prende!
Sou luz no dia que não realça,
Sou escuridão na noite que nada alcança...
Sou parte insignificante,
Ser à deriva numa busca incessante!
Patrícia Pinheiro
Estamos no presente para pagar e apagar os erros do passado!
patricia
Você!
Você me trás o sorriso quando eu quero chorar,
Você me dá alegria mesmo nos momentos em que eu desejo não estar aqui,
Você me diz as coisas certas, e me faz sentir confiante.
Me fez viajar em seu sorriso,
Em seu olhar encontrei a resposta pra tudo,
E no seu abraço eu encontrei mais uma parte de mim.
Tenho em minha mente, a lembrança de tudo que já passamos
Dos abraços que demos,
Das conversas que tivemos...
Tenho em meu coração teu nome escrito,
Tenho em meu olhar a sua lembrança,
Tenho em meu sorriso cada momento contigo.
Quero que guarde na memoria:
Que eu te amei, te amo e sempre te amarei...
Wellington Fernando Couto Pimentel, eterno.
Ana Patrícia
ETERNA PRESENÇA ...
Olha nos meus olhos ...
ou a realidade do seu sorriso ...
Abro e entrego para você o meu coração ...
Quero transformar em sonhos a sua vida ...
Os meus olhos procuram os seus ...
Eles querem apenas esperança levar a você ...
Minhas lágrimas são gotas de orvalho nascidas da minha emoção ...
Fazendo brotar o amor que está adormecido em seu coração ...
Quero receber o seu carinho ...
O seu abraço suave ...
E as caricias das suas mãos ...
Trazendo-me calor e fazendo-me viver ...
Quero em sua boca tocar ...
E receber seu beijo cheio de carinho ...
Fazendo os meus olhos brilharem de emoção ...
Somente assim em meu amor você vai acreditar ...
Eu não vou me afastar de você ...
Pois não saberia como viver ...
Sem a ternura e a alegria que você traz ao meu coração ...
E nunca quero ver você sofrer ...
Estarei sempre presente em seu jardim ...
Na beleza e colorido das flores ...
Na frescura da grama recém molhada ...
Pois eu sou o sonho e a esperança que moram dentro do seu coração ...
Basta que você cuide bem de mim ...
Patricia Montenegro
• No silêncio da noite •
No silêncio da noite,
Nenhuma voz humana,
Somente escuto o som dos animais,
E o barulho das árvores lá fora.
Eu estou pensando em ti, só em ti.
Quero escutar sua voz,
Sentir teu cheiro,
Encostar em teu corpo,
Admirar teu jeito.
Quero ver seu sorriso,
Odeio ti ver triste,
Nesta noite eu só desejo,
Ver você mais uma vez.
Patrícia
Eternize
Quero te ver sorrindo,
Ver a alegria em seu rosto,
E o brilho no seu olhar.
Quero ver você dançar,
Balançar, Agitar.
Quero extravasar,
Dançar até clarear,
Quero sentar ao teu lado e não mais soltar,
Quero que o momento eternize,
E ver o dia raia vendo seu sorriso.
Patrícia
Ensina-me, Sem Nome, a não querer como se perdesse, quando perdesse, se perdesse. Obriga-me a desaprender a só querer à beira do precipício, sempre num começo que não se faz, sempre com o gosto do fim na boca, sempre com o travo da imposibilidade na língua. Faz de mim, Sem Nome, a regeneração do que brota e não morre antes que a vida ascenda da terra, antes que do sol conheça o calor, ou que assim que o conheça volte ao útero da espera na escuridão. Dá-me, Sem Nome, o querer compossível, o não fugidio e efêmero, o que se perfaz além do instante, além do que a vista possa conceber como agora. Permita-me, Sem Nome, que eu queira o que anoiteça e amanheça, que eu saiba fazer a minha espera com mais que um vazio nos braços e um olhar no que não alcanço, que eu não me perca na memória do gesto que fica e reverbera, mais do que no toque que se personifica, nem no triste fio frágil do que não tece além do que foi. Alcança-me, Sem Nome, vira-me pelo avesso de mim, traz-me à terra, fere-me as asas, planta-me os pés, dá-me olhos para o mundo, esse que não quero, esse que não vejo com minha alma de fogo e cinzas.
Patricia Antoniete
Meus grandes momentos de felicidade não coincidem com grandes
momentos. Não se tratam de rituais de passagem, de grandes realizações, não têm holofotes, arranjos de flores, entradas triunfais, rufar de tambores. Poucos deles ficaram na memória associados a uma data e são muito mais sensações, frases soltas, pequenos gestos do que propriamente grandes momentos. Foram, na verdade, ordinariedades simples capazes de parar o tempo e me mostrar a perfeição do instante, de revelar milagrosamente, como quem tira um coelho da cartola, a felicidade irretocável que eu estava vivendo. Gérberas enroladas em papel pardo numa manhã de sábado. Café com empada e jornal na Rua da República. Banheira e sopa de abóbora temperada de lexotan. Saguão de aeroporto esperando amigos que conversavam fumando. A mão que brinca por debaixo das cobertas com a minha tornozeleira. Cadeiras lado a lado no salão de beleza com a irmã que vai casar. A subida da serra num carro 1.0 com Facelo de co-piloto e DJ. Amigos dividindo pão de queijo e café pra se despedir. Um quarto de hotel num fim de tarde fúcsia com os Morelembaum de trilha. A boca cheia de spaguetti. Calor, refrigerante, poeira e 8.000km num carro sem ar condicionado. Nininha fritando bolo de batata. Ser embalada aos pulinhos. Um anel escondido nos lençóis. "Ticcia, Ticcia, ó, não tê lua, tê estelinhas". O Frescão na chegada ao Rio. Roupa manchada de laranja 60 percebes depois. Chope do Liliput. O elogio de um cara genial. A escada rolante do desembarque. Sentir-me em casa.
Patricia Antoniete
SEM MEIO TERMO.
Não se vive aos cadinhos. Não se esmola vida. Não se pede licença para existir. Não se existe de favor. Viver é apoderar-se dos instantes, copular com os dias, apossar-se do estar sendo, emprenhar-se do mundo, dos sentidos, do agora. Viver é rasgar-se por dentro, deixar-se arranhar pelos cílios do medo, vibrar na alta freqüência do desmedido, enfiar a língua entre os dentes da insanidade, parir-se ao contrário todas as manhãs. Viver não é um exercício de preservação, mas de flagelo. Não há resguardo possível àqueles que estão vivos, nem prudência, nem moderação. Vida é o caminho que se faz todos os dias entre a loucura e a sanidade. Estar vivo é não ter medo de se perder nesse percurso.
Patricia Antoniete
Sou obscena.
Meus quereres são pequenos, e tão plenos, que absolutos.
Absolutizam-me a mim e a quem se deixa apanhar no dourado puçá do sonho que não é promessa: vislumbre.
Quando quero, quero o meu.
O meu cada vez mais meu, o meu tão meu que já não me pertence, alheou-se de tanto doar-se e virou-se no avesso de si mesmo.
Assim o quero, tripa e entranha, todas as infinitas e estranhas nuances e processos internos, brilhando opalescentes, jóias orgulhosas sob a luz do sol.
Sorrio condescendente após a emulação do desvelo.
Nada se desvenda, tudo é secreto.
Quanto mais exposto, menos se vê.
Contemplo.
E não quero respostas.
Patricia Antoniete
Tips da Obscena Sra. T.
Não vou mais tentar me convencer do que os outros querem que eu me convença ou do que os outros julgam que seja o melhor, o mais adequado, o recomendável. Eu não me convenço de nada; eu sei e sinto. E mudo de idéia quando me der na telha, a propósito.
Tem coisas que eu quero muito e não sei bem como elas se materializariam se acontecessem. Não consigo nem de longe prever a logística. Também tô pouco me importando. Se é algo que eu quero muito, se acontecer, eu dou um jeito (nem que seja reorganizando todo o resto). O nome disso é estar vivo e manter a capacidade de viver, com todas as suas melhores e mais drásticas conseqüências.
É bem verdade que tentar é arriscar a dar tudo errado. Em compensação, tentar também é arriscar a dar tudo muito mais certo do que já deu até aqui. Entre a tentativa e a resignação, há o que se construiu de si mesmo e a confiança que se tem de que se pode fazer ainda melhor (e que se merece mais). É precisamente o caso.
Não vou desistir. Nem hoje, nem amanhã, nem depois de depois de amanhã. Porque eu sei. Dentro da cabeça, em cada neuroninho, em cada célula, em cada terminação nervosa. Eu sei até o osso. Eu soube desde o instante zero e por mais que eu tenha pensado e repensado e meditado e sopesado, eu nunca tive dúvida. Eu sei que é isso. E que isso é o começo do que eu posso fazer. Não vou desistir.
Patricia Antoniete
'Não olhe seus estudos como uma obrigação e sim como uma oportunidade invejável"
patricia
Todos os dias quando acordo..
Sinto saudade de tua presença em minha vida
este beco sem saída,
que encontrou meu coração
criei uma muralha imensa,
difícil de destruir
flagelando-me pouco a pouco
sinto medo de sucumbir
pois procuro intensamente
teus braços para me enlaçar
e o que eu tenho é simplesmente
o teu eu a evaporar..
é insano degladiar-me assim
ferindo aos poucos
o que desta alma,ainda resta em mim
e o desespero se apodera,como fogo a inflamar
e vejo,não terei mais paz
enquanto este amor não solidificar..
espero qualquer dia,
um milagre,uma visão
que faça a alegria
se extender.. ao já dilacerado coração!
Patrícia da Rocha Carmona
O mundo gira e sua vida da voltas, mas nunca interrompa sua aventura do dia-a-dia por pequenas piruetas...
Patricia Moura
Porque a gente é tão estranho, tão incomum, tão mutante, tão diferente um do outro e tão semelhante...
Patricia Moura
Deixe-me viver a vida com um sorriso no rosto
Deixe-me viver a vida com o cabelo ao vento,
Deixe-me viver a vida com o meu oposto.
Deixe-me viver a vida sem nenhum desvio.
Deixe-me viver a vida com emoção.
Deixe-me viver a vida com um eterno arrepio.
Deixe-me viver a vida com meu coração.
Patricia Moura
Momentos de lucidez em um dia comum, a imensidão do mundo não cala os protestos, os manifestos... Momentos de lucidez em um dia comum, o mar grandioso, não cala o barulho das ondas... Momentos de lucidez em um dia comum, a desconfiança, não cala a esperança... Momentos de lucidez em um dia comum, o cansaço, não cala a energia que recuperamos a cada dia... Momentos de lucidez em um dia comum não passam de momentos que nos esquecemos de sermos loucos o tempo inteiro, mas completos só os dicionários espertos...
Patricia Moura
De que adianta sermos ricos...
só ter roupas caras e de marca...
se o melhor da vida nós fazemos pelados?!?!?...
patricia
Ser amigo é...
Guardar os segredos...
Dividir os sonhos...
Ignorar os defeitos...
Compartilhar a dor...
Ser amigo é simplesmete...
Confiar plenamente...
patricia
.. e nao adianta julgar ! em situações diferentes, poderíamos ter feito o mesmo !
Patrícia Ribeiro
Devoção
Molhados um do outro nossos corpos são,
Cansada, nos teus braços, queres me fazer dormir.
Não quero.
Não quero que se esfrie o meu suor no teu.
Não quero que se perca o teu cheiro em mim.
Entende, meu Senhor, eu não sou nada.
Mesmo que o queiras, nunca igual a ti.
Eu limpo em minhas roupas o suor do teu corpo,
Cuidadosa, seco o que deixei em ti,
Parte a parte tiro-te o suor do corpo,
Meu vestido enxuga o dorso, teus cabelos,
Tuas coxas, tuas pernas, teus quadris.
A calcinha limpa o teu sexo.
PATRICIA CLEMENTE