Biografia de hebert souza
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Por mais longe que o sol esteja
Longe da lua nunca deixou de brilhar
Por mais longe que eu esteja longe de você
Nunca deixarei de te amar
Quando um lampião se apaga
Nas cinza fica o calor
Quando um amor se acaba
No coração fica a dor
O pombo perde a pena
O peixe perde a escama
E eu não vou perder meu tempo
Com alguém que não me ama
Eu queria ser poeta
Poeta não posso ser
Poeta pensa em tudo
E eu só penso em você
Rodrigo de souza pereira
Notar sua presença mto facil vc transpira a blz em suas variadas formas, viver a sua falta uma mistura de dor e saudade que nao se mede
Glemison Souza Lima
Você me deixa igual a um menino sem rumo que fica feliz ao oferecer a ele um doce e o enche de alegria, esse domínio me deixa a sorrir de alegria e de grandeza tu és a beleza e ternura que faz do meu dia, especial
Glemison Souza Lima
A má intenção nao está somente na boca de quem fala, está tambem nos ouvidos de quem ouve.
Italo souza
Viver é uma arte, amar é um dom e morrer é uma certeza.
Italo souza
Enquanto sonhar nos faz levantar vôo, ser realista nos prende ao chão.
Italo souza
Por mais pequena que seja as nossas ações, lembre-se: Uma gota d'agua tambem eleva o nivel do oceano.
Italo souza
Se amar é uma constante dor... sou masoquista por natureza!!
Italo souza
PERMITA – SE VIVER UM INSTANTE
Deixar o tempo passar sem se preocupar com a hora, os compromissos intransferíveis, as responsabilidades inimagináveis outrora...
A vida era bem mais fácil quando criança, mas na busca incessante do crescer, perdemos tempo em agir como adultos e na busca infindável do ser... Crescemos... aff É melhor nem pensar no tempo perdido, mas sim ensinar aos que ainda viverão essa expectativa louca de encurtar o presente e pular para o futuro que não tenha pressa... Pois quando mais se quer e se precisa de tempo é que ele foge da gente...
Então pare tudo. De um belo mergulho, se possível no mar... A natureza é fonte de vida, recicla a alma e rejuvenesce o corpo... Sinta o vento, respire pausadamente, sem pressa... Deixe a vida passar solta. Não perceba as horas, o tempo não existe... Por um dia... Ao menos por um dia em sua semana, delicie -se com a vontade do nada, nada fazer predeterminadamente... Libere-se o máximo que puder das amarras do tempo presente, da vida escrava do trabalho, dos horários, do monótono... Liberte-se... Permita -se viver um instante.
Regiara Souza
A vida é uma arte!
É uma arte sim
Feita só para mim
Egoísta que sou
Nem vejo bem o que é o amor!
A penas eu acho que sou
Uma arte divina.
Comente: pslima_1@hotmail.com
Patricia de Souza Lima
A escolha do verdadeiro amor
Sabe, às vezes sinto vontade de lagar tudo
Dar a vota no mundo,
Fazer coisas que nunca tive coragem de fazer
Só para ver mais uma vez você
Aproveitar e lhe dizer tudo que está aqui dentro guardado.
Nem posso dizer que tenho um coração amargurado ou frustrado
Pois eu achava que era feliz sem tê-lo ao meu lado.
Mais agora que aprendi um pouco mais da vida, em ser
Uma mulher resolvida, decidida em ter a certeza que você é a minha vida.
Comentem: pslima_1@hotmail.com
Patricia de Souza Lima
Para que agirmos de tal maneira em que uma pessoa não entenda,para que devemos ligar para o que os outros falam se menos damos ouvidos para ela , se a vida é tão facil de se viver por que estamos numa cituação tão critica no mundo ?
Lucas Costa Souza
éééé as vezes a pessoa que faz mais falta nessas horas ,é aquela que você ama tanto mais não admite, mais mesmo ela não estando com você, ela ainda podi sentir algo muito forte, mesmo ela não admitindo ela ainda te ama.
Lucas Costa Souza
Meu cansaço
Meu cansaço,
Não é do corpo, é da mente...
Culpa do coração,
Que apagou a chama da alegria,
Que antes em minha alma...
Era ardente!
Italo souza
Crônica de Mim Mesma
A manhã despe-se à minha volta. Uma nesga de sol espreguiça-se no balouçar da cortina, tentando talvez aquecer o frio de uma ternura, que não se faz esquecida, mesmo no cansaço do olhar.
O calendário anuncia mais um outono. Há no peito um sentimento que farfalha, ignorando todas as estações. Na brisa do amanhecer, uma esperança qualquer, que não se despede do meu olhar, embora todas as impossibilidades acenem nãos e senões.
Em algum lugar dentro de mim, ainda mora um sonho, como se sobrevivesse para escrever outra vez, capítulos da minha história lavrada pela eloquência da realidade e pelos ditames da razão.
Não me chega o tempo da quietude. Deserdaram-me a serenidade e a pretensa calmaria, tão anunciada com o advento da tal maturidade. Meus passos nunca reconheceram o caminho que apenas impõe o seguir em frente. Já nem sei, se chegar era meu objetivo precípuo. O que há e o que se faz, quando se cruza a linha de chegada?
Empilha-se mais um troféu na prateleira das nossas conquistas? Onde ficam as tantas pequenas vitórias que se saboreiam no decorrer de cada percurso, mesmo quando não se vence, se nos ensinaram que apenas é ganhador aquele que chega primeiro? Como relatar ao mundo, o momento que me detive em meu trilhar, observando apenas o acariciar do vento nas pétalas de uma flor?
Como contabilizar isto em perda de tempo, se sequer imaginam os arrepios do meu olhar ou os sorrisos de prazer que aquela imagem me propiciou? Talvez, acusem-me de distraída e inadequada ao momento, que exigia que eu apenas continuasse e que subisse ao pódio. Era isto que esperavam de mim: vencer.
Outros ainda dirão que estou fora do padrão estabelecido pelas regras da sobrevivência. Ah, neste aspecto errei a vida inteira. Pequei sempre, quando preferi não tropeçar em meu sentir e escutei o pulsar do meu coração, não somente para constatar que eu vivia. Sempre fui amadora nestes rituais, em que se sacrificam as emoções. Onde a normalidade, quando se põe amarras no peito, calando o som de uma carícia?
Nunca compreendi histórias lineares, reações exatas ou gestos estudados. Bem que tentei aprender a disfarçar minha insegurança, o frio no estômago ou o rubor repentino, quando exposta ao espelho do cotidiano. Em quase todas as tentativas neste sentido, falhei. Talvez por isto, tenha me desencontrado muitas vezes de tantas pessoas.
Nunca amordacei minhas saudades, nem meu romantismo à flor da pele...sempre despi minhas máscaras, porque era em outro olhar, que eu desejava também encontrar-me e reconhecer-me. Mas meu olhar despido, vezes causou estranheza e constrangimento. Vezes, indiferença e tolos julgamentos.
Minhas palavras nunca souberam esconder o segredo de um amor, quando me habitava o corpo, a alma, o sonho. Nunca entendi, o porquê da grande maioria das pessoas entulharem tantos nós no coração. Se ainda fosse o pronome pessoal, mas não! Falo dos fios e, em alguns casos de verdadeiras cordas com amarrações complexas, que nem as próprias mãos sabem ou se dispõem a desatar.
E eu, com esta mania esquisita de falar do que sinto pelos lábios, mãos e olhares. E eu, com esta forma estranha de dar reconhecimento do que sinto e por quem sinto. Sempre foi inútil querer silenciar minhas confissões, mesmo se questionada sobre a certeza de um amor. Como se o amor tivesse que ser testado, discutido, dimensionado, adverbalizado e não apenas sentido.
Parece que saber de sua existência não basta. Tem que ter certificado de garantia, manual de instruções e, se bobear até posologia. Talvez seja por isto que grande parte de nós, sequer desconfie o que é viver um grande amor.
A noção mais próxima deste sentimento fica ladeando as histórias que nos contam, como as vividas por Abelardo e Heloísa, Tristão e Isolda e tantas outras ou nos livros de poemas que lemos no decorrer de nossas vidas.
De uma forma ou de outra, a expressão do que sinto fica meio desajeitada neste mundo. E como se não bastasse, ainda flagrei-me a poetisa. Mas quase sempre, a palavra ainda me parece pouca para compreender minha ignorância no universo da emoção.
Minha essência é mesmo desnuda. Coração exposto e sem labirintos. Ainda prefiro a minha ternura boba, um perfume de saudade em meu travesseiro, a minha voz entregue para as estrelas, do que viver desabitada de mim mesma.
Olimpia Souza
PENSO QUE NA MINHA VELHICE MINHAS IDÈIAS NÃO SERAM TÃO VELHAS QUANTO AS PROMESSAS DE MELHORIAS HOJE PREGADAS PELOS POLITICOS"
SOSTENES A SOUZA
Quando o luar cair deslizando pelos céus lembre de palavras que te disse; e quando você deitar, feche os olhos e recorde de mim, imagina meus braços pequenos te abraçando, te protegendo, e um leve beijo de boa noite pousando sobre sua buchecha, e todas minhas palavras voltarem feito flash's em sua cabeça, apenas sorria e adormeça, pois minha ausência pode não se passar de um simples pesadelo!
Priscianne de Souza
Eu não vou mentir dizendo que já passou e que não importa mais, que a sua falta tanto faz, pois o seu perfume ainda vive em mim, e todas as suas manias eu gravei em minha memória, e à todo o tempo os flash's invadem minha cabeça como um filme bom que assistimos, dizem qe fortes são aqueles que conseguem sentir saudade e não dizer nada, mas um dia eu vou cair no poço da solidão e vou ter que matar o orgulho que ainda existe em mim pra poder dizer: volta pra mim?!?
Priscianne de Souza
Posso mentir pra você dizendo que não te amo mais, mas meu coração insiste em dizer a verdade; nossos olhares se cruzam de uma maneira inexplicável, o seu jeito me fascina, como mentir, como dizer que 'não', por você eu daria o que fosse preciso, por você eu faria o que fosse necessário, por você, mas você disperdiçou todo o amor, partiu, e agora voltou, posso te amar, mas não dá!
Priscianne de Souza
Minhas mãos afagavam seus cabelos, nossos lábios se encostavam, nossos olhos fechados, sua respiração batia em minha face feito briza da tarde, mas tudo foi interrompido, no momento que eu acordei e percebi que não se passava de um mero sonho!
Priscianne de Souza
Não será fácil vencer os meus inimigos, mas eu peço ao meu bom Deus que esse confronto não passe de olhares fuminantes!
Priscianne de Souza
A ausência da pessoa amada não passa de uma simples prova; só quando sentimos falta, saudade, podemos perceber o quanto gostamos dessa pessoa!
Priscianne de Souza