Allan Kardec
Allan Kardec, pseudónimo de Hippolyte Leon Denizard Rivail, (1804 - 1869) foi o codificador do Espiritismo. Nasceu em Lyon (França).
Encontrados 51 com a expressão Allan Kardec
Os Espíritos anunciam que chegaram os tempos marcados pela Providência para uma manifestação universal e que, sendo eles os ministros de Deus e os agentes de sua vontade, têm por missão instruir e esclarecer os homens, abrindo uma nova era para a regeneração da Humanidade.*
Allan Kardec
AFABILIDADE E DOÇURA!
A BENEVOLENCIA PARA COM O SEMELHANTE, FRUTO DO AMOR AO PRÓXIMO,PRODUZ A AFABILIDADE E A DOÇURA, QUE SÃO AS FORMAS DA SUA MANIFESTAÇÃO ENTRETANTO, NEM SEMPRE SE DEVE CONFIAR NAS APARENCIAS; A EDUCAÇÃO E A VIVENCIA DO MUNDO PODE DAR O VERNIZ DESSAS QUALIDADES, QUANTAS HÁ CUJA FINGIDA BONDADE NADA MAIS É DO QUE UMA MÁSCARA PARA O EXTERIOR, UMA ROUPAGEM, CUJA APARENCIA BEM TALHADA E CALCULADA DISFARÇA AS DEFORMIDADES ESCONDIDAS! O MUNDO ESTA REPLETO DE PESOAS QUE TEM O SORRISO NOS LÁBIOS E O VENENO NO CORAÇÃO; QUE SÃO MANSAS SOB AS NAS CONDIÇÃO DE NADA LHES MACHUCAR, MAS QUE MORDEM A MENOR CONTRARIEDADE; CUJA LINGUA DOURADA QUANDO FALAM FACE A FACE, SE TRANSFORMA EM DARDO ENVENENADO, QUANDO ESTÃO POR DE TRÁS.
ALLAN KARDEC
As palavras do poeta correram sobre esta assembléia como um sopro sonoro. Fizeram os Espíritos estremecerem; evocaram minh´alma, que ainda flutua incerta no éter infinito
(Revista Espírita1865 – Allan Kardec)
O Espiritismo abre a Arte um campo novo, imenso e inexplorado. E quando o artista trabalhar com convicção, como trabalharam os artistas cristãos, colherá nessa fonte as mais sublimes inspirações.
(Revista Espírita1860 – Allan Kardec)
O Homem de Bem
O verdadeiro homem de bem é o que cumpre a lei de justiça, de amor e de caridade, na sua maior pureza. Se ele interroga a consciência sobre seus próprios atos, a si mesmo perguntará se violou essa lei, se não praticou o mal, se fez todo o bem que podia, se desprezou voluntariamente alguma ocasião de ser útil, se ninguém tem qualquer queixa dele; enfim, se fez a outrem tudo o que desejara lhe fizessem.
Deposita fé em Deus, na Sua bondade, na Sua justiça e na Sua sabedoria. Sabe que sem a Sua permissão nada acontece e se Lhe submete à vontade em todas as coisas.
Tem fé no futuro, razão por que coloca os bens espirituais acima dos bens temporais.
Sabe que todas as vicissitudes da vida, todas as dores, todas as decepções são provas ou expiações e as aceita sem murmurar.
Possuído do sentimento de caridade e de amor ao próximo, faz o bem pelo bem, sem esperar paga alguma; retribui o mal com o bem, toma a defesa do fraco contra o forte, e sacrifica sempre seus interesses à justiça.
Encontra satisfação nos benefícios que espalha, nos serviços que presta, no fazer ditosos os outros, nas lágrimas que enxuga, nas consolações que prodigaliza aos aflitos. Seu primeiro impulso é para pensar nos outros, antes de pensar em si, é para cuidar dos interesses dos outros antes do seu próprio interesse. O egoísta, ao contrário, calcula os proventos e as perdas decorrentes de toda ação generosa.
O homem de bem é bom, humano e benevolente para com todos, sem distinção de raças, nem de crenças, porque em todos os homens vê irmãos seus.
Respeita nos outros todas as convicções sinceras e não lança anátema aos que como ele não pensam.
Em todas as circunstâncias, toma por guia a caridade, tendo como certo que aquele que prejudica a outrem com palavras malévolas, que fere com o seu orgulho e o seu desprezo a suscetibilidade de alguém, que não recua à idéia de causar um sofrimento, uma contrariedade, ainda que ligeira, quando a pode evitar, falta ao dever de amar o próximo e não merece a clemência do Senhor.
Não alimenta ódio, nem rancor, nem desejo de vingança; a exemplo de Jesus, perdoa e esquece as ofensas e só dos benefícios se lembra, por saber que perdoado lhe será conforme houver perdoado.
É indulgente para as fraquezas alheias, porque sabe que também necessita de indulgência e tem presente esta sentença do Cristo: "Atire-lhe a primeira pedra aquele que se achar sem pecado."
Nunca se compraz em rebuscar os defeitos alheios, nem, ainda, em evidenciá-los. Se a isso se vê obrigado, procura sempre o bem que possa atenuar o mal.
Estuda suas próprias imperfeições e trabalha incessantemente em combatê-las. Todos os esforços emprega para poder dizer, no dia seguinte, que alguma coisa traz em si de melhor do que na véspera.
Não procura dar valor ao seu espírito, nem aos seus talentos, a expensas de outrem; aproveita, ao revés, todas as ocasiões para fazer ressaltar o que seja proveitoso aos outros.
Não se envaidece da sua riqueza, nem de suas vantagens pessoais, por saber que tudo o que lhe foi dado pode ser-lhe tirado.
Usa, mas não abusa dos bens que lhe são concedidos, porque sabe que é um depósito de que terá de prestar contas e que o mais prejudicial emprego que lhe pode dar é o de aplicá-lo à satisfação de suas paixões.
Se a ordem social colocou sob o seu mando outros homens, trata-os com bondade e benevolência, porque são seus iguais perante Deus; usa da sua autoridade para lhes levantar o moral e não para os esmagar com o seu orgulho. Evita tudo quanto lhes possa tornar mais penosa a posição subalterna em que se encontram.
O subordinado, de sua parte, compreende os deveres da posição que ocupa e se empenha em cumpri-los conscienciosamente.
Finalmente, o homem de bem respeita todos os direitos que aos seus semelhantes dão as leis da Natureza, como quer que sejam respeitados os seus.
Não ficam assim enumeradas todas as qualidades que distinguem o homem de bem; mas, aquele que se esforce por possuir as que acabamos de mencionar, no caminho se acha que a todas as demais conduz.
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Allan Kardec. Da obra O Evangelho Segundo o Espiri
Quando dizemos que a Arte Espírita será um dia uma arte nova, queremos dizer que as idéias e as crenças espíritas darão às produções do gênio um cunho particular, como ocorreu com as idéias e crenças cristãs
(Revista Espírita1860 – Allan Kardec)
“É indispensável manter o Espiritismo, qual foi entregue pelos Mensageiros Divinos a Allan Kardec, sem compromissos políticos, sem profissionalismo religioso, sem personalismos deprimentes, sem pruridos de conquista a poderes terrestres transitórios”.
Bezerra de Menezes
amei, quando mais precisei ser amado,
dei carinho quando mais precisei,
hoje triste vejo quantos amigos tenho,
e quantos me valorizam...pelo fato de não
querer minha perda
BrUnO AlLaN
O CORVO
Em certo dia, à hora, à hora
Da meia-noite que apavora,
Eu caindo de sono e exausto de fadiga,
Ao pé de muita lauda antiga,
De uma velha doutrina, agora morta,
Ia pensando, quando ouvi à porta
Do meu quarto um soar devagarinho
E disse estas palavras tais:
"É alguém que me bate à porta de mansinho;
Há de ser isso e nada mais."
Ah! bem me lembro! bem me lembro!
Era no glacial dezembro;
Cada brasa do lar sobre o chão refletia
A sua última agonia.
Eu, ansioso pelo sol, buscava
Sacar daqueles livros que estudava
Repouso (em vão!) à dor esmagadora
Destas saudades imortais
Pela que ora nos céus anjos chamam Lenora,
E que ninguém chamará jamais.
E o rumor triste, vago, brando,
Das cortinas ia acordando
Dentro em meu coração um rumor não sabido
Nunca por ele padecido.
Enfim, por aplacá-lo aqui no peito,
Levantei-me de pronto e: "Com efeito
(Disse) é visita amiga e retardada
Que bate a estas horas tais.
É visita que pede à minha porta entrada:
Há de ser isso e nada mais."
Minha alma então sentiu-se forte;
Não mais vacilo e desta sorte
Falo: "Imploro de vós - ou senhor ou senhora -
Me desculpeis tanta demora.
Mas como eu, precisando de descanso,
Já cochilava, e tão de manso e manso
Batestes, não fui logo prestemente,
Certificar-me que aí estais."
Disse: a porta escancaro, acho a noite somente,
Somente a noite, e nada mais.
Com longo olhar escruto a sombra,
Que me amedronta, que me assombra,
E sonho o que nenhum mortal há já sonhado,
Mas o silêncio amplo e calado,
Calado fica; a quietação quieta:
Só tu, palavra única e dileta,
Lenora, tu como um suspiro escasso,
Da minha triste boca sais;
E o eco, que te ouviu, murmurou-te no espaço;
Foi isso apenas, nada mais.
Entro co'a alma incendiada.
Logo depois outra pancada
Soa um pouco mais tarde; eu, voltando-me a ela:
"Seguramente, há na janela
Alguma coisa que sussurra. Abramos.
Ela, fora o temor, eia, vejamos
A explicação do caso misterioso
Dessas duas pancadas tais.
Devolvamos a paz ao coração medroso.
Obra do vento e nada mais."
Abro a janela e, de repente,
Vejo tumultuosamente
Um nobre Corvo entrar, digno de antigos dias.
Não despendeu em cortesias
Um minuto, um instante. Tinha o aspecto
De um lord ou de uma lady. E pronto e reto
Movendo no ar as suas negras alas.
Acima voa dos portais,
Trepa, no alto da porta, em um busto de Palas;
Trepado fica, e nada mais.
Diante da ave feia e escura,
Naquela rígida postura,
Com o gesto severo - o triste pensamento
Sorriu-me ali por um momento,
E eu disse: "Ó tu que das noturnas plagas
Vens, embora a cabeça nua tragas,
Sem topete, não és ave medrosa,
Dize os teus nomes senhoriais:
Como te chamas tu na grande noite umbrosa?"
E o Corvo disse: "Nunca mais."
Vendo que o pássaro entendia
A pergunta que lhe eu fazia,
Fico atônito, embora a resposta que dera
Dificilmente lha entendera.
Na verdade, jamais homem há visto
Coisa na terra semelhante a isto:
Uma ave negra, friamente posta,
Num busto, acima dos portais,
Ouvir uma pergunta e dizer em resposta
Que este é o seu nome: "Nunca mais."
No entanto, o Corvo solitário
Não teve outro vocabulário,
Como se essa palavra escassa que ali disse
Toda sua alma resumisse.
Nenhuma outra proferiu, nenhuma,
Não chegou a mexer uma só pluma,
Até que eu murmurei: "Perdi outrora
Tantos amigos tão leais!
Perderei também este em regressando a aurora."
E o Corvo disse: "Nunca mais."
Estremeço. A resposta ouvida
É tão exata! é tão cabida!
"Certamente, digo eu, essa é toda a ciência
Que ele trouxe da convivência
De algum mestre infeliz e acabrunhado
Que o implacável destino há castigado
Tão tenaz, tão sem pausa, nem fadiga,
Que dos seus cantos usuais
Só lhe ficou, na amarga e última cantiga,
Esse estribilho: "Nunca mais."
Segunda vez, nesse momento,
Sorriu-me o triste pensamento;
Vou sentar-me defronte ao Corvo magro e rudo;
E mergulhando no veludo
Da poltrona que eu mesmo ali trouxera
Achar procuro a lúgubre quimera.
A alma, o sentido, o pávido segredo
Daquelas sílabas fatais,
Entender o que quis dizer a ave do medo
Grasnando a frase: "Nunca mais."
Assim, posto, devaneando,
Meditando, conjecturando,
Não lhe falava mais; mas se lhe não falava,
Sentia o olhar que me abrasava,
Conjecturando fui, tranqüilo, a gosto,
Com a cabeça no macio encosto,
Onde os raios da lâmpada caiam,
Onde as tranças angelicais
De outra cabeça outrora ali se desparziam,
E agora não se esparzem mais.
Supus então que o ar, mais denso,
Todo se enchia de um incenso.
Obra de serafins que, pelo chão roçando
Do quarto, estavam meneando
Um ligeiro turíbulo invisível;
E eu exclamei então: "Um Deus sensível
Manda repouso à dor que te devora
Destas saudades imortais.
Eia, esquece, eia, olvida essa extinta Lenora."
E o Corvo disse: "Nunca mais."
"Profeta, ou o que quer que sejas!
Ave ou demônio que negrejas!
Profeta sempre, escuta: Ou venhas tu do inferno
Onde reside o mal eterno,
Ou simplesmente náufrago escapado
Venhas do temporal que te há lançado
Nesta casa onde o Horror, o Horror profundo
Tem os seus lares triunfais,
Dize-me: "Existe acaso um bálsamo no mundo?"
E o Corvo disse: "Nunca mais."
"Profeta, ou o que quer que sejas!
Ave ou demônio que negrejas!
Profeta sempre, escuta, atende, escuta, atende!
Por esse céu que além se estende,
Pelo Deus que ambos adoramos, fala,
Dize a esta alma se é dado inda escutá-la
No Éden celeste a virgem que ela chora
Nestes retiros sepulcrais.
Essa que ora nos céus anjos chamam Lenora!"
E o Corvo disse: "Nunca mais."
"Ave ou demônio que negrejas!
Profeta, ou o que quer que sejas!
Cessa, ai, cessa!, clamei, levantando-me, cessa!
Regressa ao temporal, regressa
À tua noite, deixa-me comigo.
Vai-te, não fica no meu casto abrigo
Pluma que lembre essa mentira tua,
Tira-me ao peito essas fatais
Garras que abrindo vão a minha dor já crua."
E o Corvo disse: "Nunca mais."
E o Corvo aí fica; ei-lo trepado
No branco mármore lavrado
Da antiga Palas; ei-lo imutável, ferrenho.
Parece, ao ver-lhe o duro cenho,
Um demônio sonhando. A luz caída
Do lampião sobre a ave aborrecida
No chão espraia a triste sombra; e fora
Daquelas linhas funerais
Que flutuam no chão, a minha alma que chora
Não sai mais, nunca, nunca mais!
trad. Machado de Assis - 1883
Edgar Allan Poe
A diferença entre 'RISCO' e 'RICO' é apenas
uma letra 'S'... de SEGURANÇA. Aprenda a viver
sem segurança , ela não é essencial.
Allan Arantes
AMOR, EGOISMO,ORGULHO & ODIO
Quando viemos ao mundo, aprendemos que devemos amar uns aos outros.
Viemos para amar nossos pais, nossos irmaos, nossos proximos
e ate mesmo aqueles que nos querem e nos desejam o mal ou
seja amar ate mesmo nossos inimigos.
Apartir do nosso crescimento aprendemos que
devemos perdoar principalmente,
a quem nos ofende, a quem nos julga, nos defama.
Aprendemos que devemos ajudar aqueles que nescessitam da
nossa ajuda
E que alem de amar devemos respeitar, ousar ser sincero.
Usar de honestidades e que nao devemos ser orgulhosos e,
egoista. mas na verdade, nunca seguimos, pois fazemos tudo
ao contrario, os nossos dez mandamentos que aprendemos sao eles
1 julgar, sem ter a certeza julgas apenas pelo que ouviu.
2 matar, por pouca coisa, por mulher, por dinheiro ou por drogas
3 roubar, ate mesmo aquele que considera seu amigo, seu irmao e seus pais
4 desejar a mulher de teu proximo mesmo quando ele esta proximo
5 cometer adulterio, pois um so nao satisfaz tem que ser muitos (as)
6 tomar em vao o nome do Senhor teu Deus,(a maioria usa e faz juramentos falcos
7 prestar falco testemunho contra o teu proximo, para conseguir o que 'e dele por que nao.
8 nao honrrar pai e mae, se puder mata-los melhor ainda
9 desejar a casa do teu proximo, desejar tudo que seja dele
10 nao perdoar, nao amar, nao ajudar o teu proximo, pois 'e
cada um para si. nao santificar aos sabados pois tem que trabalhar
temos que aumentar nosso dinheiro nossa riqueza.
O que fizemos com nossos mandamentos, nunca seguimos jogamos
ele no lixo da nossa arrogancia, do nosso orgulho, do nosso egoismo,
do nosso odio , da nossa sede de vinganca.
Havera maiores tormentos do que aqueles causados pela inveja e
pelo ciumes? O sucesso de seus rivais lhes causam vertigens,
seu unico interesse eo de menosprezar os outros e cuja cobica,
envenena suas vidas
E e sem razao que se aponta o fato de nao se lembrar das suas
vidas anteriores como a um obstaculo para que delas possa tirar
experiencias que nelas vivemos poderia em alguns casos nos
humilhar muito, ou ainda excitar nosso orgulho e ocasionaria invitavel
pertubacoes.
Se relacionados com a mesma pessoa a fim de reparar o mal
que os tenha feito, se reconhecessemos nelas que a odiamos
talvez nosso odio se revelasse outra vez, e sempre sentiriamos
humilhados diante daqueles que nos ofendeu.
As contrariedades da vida sao de duas origens bem diferentes.
Quantos homens caem por causa de sua propia culpa! Quantos
sao vitimas do seu desleixo, imprevidencia, orgulho e ambicao!
Quantas pessoas arruinadas pela desordem, desanimo, ma conduta
ou por nao limitarem seus desejos!
Quantas uniao infelizes, fruto do interesse e da vaidade e nas quais
o coracao nao serviu para nada! Quantos desentendimentos e
desastrosas disputas se evitariam com pouco mais de calma e
com menos melindres! Quantas doencas e enfermidades resultam
da imprudencia e excesso de toda ordem!
Quantos pais sao infelizes por causa dos filhos, por nao
combaterem neles desde pequenino as manisfestacoes de suas
mas tendencias! Por indiferencia e comodismo, deixaram desenvolver
neles os germens do orgulho, do egoismo e da tola vaidade que
ressecam o coracao, e depois mais tarde, ao colherem o que
semearam, espantam-se e aflingem-se com a falta de respeito
e a ingratidao deles.
E ao serem feridos no coracao pelas contrariedades da vida e as
decepcoes da vida interroguem friamente suas conciencias.
Que busquem primeiro a origem dos male que os afligem e sintam-se
na maioria das vezes, nao podem dizer ; Se eu tivesse feito isso ou
deixado de fazer tal coisa, nao estaria nessa situacao.
A quem culpar entao, por todas essas aflicoes, senao a nos mesmo.
Deste modo somos na maioria dos casos os autores dos nossos
propios infortunios, mas ao inves de reconhecermos, achamos mais
conveniente e menos humilhante para a nossa vaidade acusar a sorte.
a providencia, o azar, nossa ma estrela, quando na verdade nossa ma
estrela e a nossa negligencia.
Nem sempre podemos confiar nas aparencias a educacao e a
vivencia do mundo podem dar o verniz dessas qualidades.
Quantas ha cuja fingida bondade nada mais 'e do que uma,
mascara para o exterior, uma roupagem, cuja aparencia bem talhada
e calculada disfarca as deformidades escondidas! O mundo esta
repleto de pessoas que tem o sorriso nos labios e o veneno no coracao;
Que sao mansas sobre as condicao de nada nos machucar, mas...
que mordem a menor contrariedade, cuja lingua dourada, quando
falam face a face, se transforma em dardo envenenado, quando
estao por detras.
Sao pessoas benignas por fora e que tiranos, domesticos, fazem sua
sua familia e seus subordinados sofrer com o peso de seu orgulho e de
sua tirania, querendo compensar assim o constrangimento a que submetem
fora de casa, querem pelo menos ser temidos pelos que nao
podem resistir-lhes. Sua vaidade alegra-se por poder dizer; "Aqui eu mando e sou obedecido"; Sem se lembrar de que pderiam acrescentar com
mais razao; "E sou detestado".
"As pessoas viciosas sao aquelas que vulgarmente ama mais o corpo
do que a alma. O amor esta por toda a natureza e nos convida
a exercitar nossa inteligencia. 'E encontrado ate mesmo nos movimentos
dos astros. 'E o amor que enfeita a natureza com seus ricos tapetes
Ele se enfeita e fixa sua morada onde encontra flores e perfumes
'E ainda o amor que da a paz a todos nos, acalma ao mar o silencio os ventos e o descanso a dor".
Na lei do amor Deus quiz que os seres se unissem nao so pelos
lacos da carne mas tambem sim pelos lacos da alma! Afim de que
as feicoes mutua fossem dois ao inves de um, mas na maioria das vezes
esse sentimento 'e rompido, o que se procura nao 'e satisfacao do
coracao e, sim, a do orgulho a ambincao e da vaidade.
E que o juramento que se pronuncia nos pes do altar se torna
uma falsidade entao surgem as unioes infelizes.
Algumas vezes a experiencia vem um pouco tarde, quando a
vida ja esta pertubada e foi disperdicada, as forcas desgastada
e o mal ja esta pertubada nao tem mais remedio.
Todos os homens, desde a infancia, fazem mais o mal do que o bem
E a sabedoria esta em nao pensares que sabes o que nao sabes.
Isso se direge aos que criticam as coisas que muitas vezes
desconhecem.
allan kardeck
Ao se tirar um alicerce defeituoso de um edifício, devemos primeiro colocar um bom suporte para que todo o prédio não caia.
Allan Rodrigo de Oliveira
facil é dizer o quanto te amo,
dificil é dizer que eu te esqueci!
BrUnO AlLaN
hoje quero sumir
não tenho você do meu lado!
amanhã não sei se viverei
você me esqueceu!
BrUnO AlLaN
Jhon e Mary são primos, seus tios são cunhados dos seus pais e seus pais são irmãos dos seus tios.
Allan Pietro Garcia
Madrugada fascinante
A noite começar simples em minha constante
Rotina de todas as noites.
Noites em que se transformam em “Dias”.
Dias muitos prazerosos eu diria,
Mais uma vez de frente para meu computador,
Meu único amigo e conselheiro das minhas noites de insônias,
E conversando com ele, percebo que existe apenas uma razão.
A verdadeira explicação de minha existência,
Nasci pra te amar, pra te admirar e você nasceu para me fascinar.
Olhando suas lindas Fotos sustento o que sinto por você,
E me apaixono cada vez mais.
E posso dizer que tudo isso me faz muito feliz.
E vale a pena viver pra te amar,
Por você passaria os restos de minhas noites acordado,
Por que te amar e a única coisa que realmente sei fazer perfeitamente.
Amo-te de +.♥
Erick Allan
nem toda as desições são certas!
as vezes o destino escolhe assim!
estou perdido nesse mundo tão escuro!
onde nada mais vale a pena,onde crianças viram adultos muito cedo!onde armas viram brinquedos e matar vira hotina.
só depende de nois!
o sonho não pode acabar esqueça os outros e faça desse mundo, um mundo melhor!!
BrUnO AlLaN
Ninguém tenta ser perfeito por achar que a vida irá perder a graça. Mas por acaso alguém chegou a ser perfeito para poder afirmar isso???
Allan Rodrigo de Oliveira
nunca sonhei em ser um grande poeta
nem muito menos ser um escritor!
já fui um louco banido por varios
mais um louco com coração que espera de um mundo o que hoje não se acreditar existir mais...
"compaixão"
BrUnO AlLaN
Os humanos se dizem superores a tudo.
Mas sempre dizem que errar é humano.
Se errar fosse humano, meu cachorro também seria.
Mas a diferença é que o cachorro erra porque não sabe.
O humanos erram sabendo que estão errando .
Sei lá, mas as vezes parece os humanos tem mais conhecimento,porém os cachorros são mais sábios.
Allan Rodrigo de Oliveira
Os que sonham de dia são conscientes de muitas coisas que escapam aos que sonham apenas à noite.
Edgar Allan Poe
Tem seres ditos humanos que vivem fugindo de limites e responsabilidades, "vivendo" limitados há desejos e prazeres, deixando de utilizar a parte de cérebro que nos torna humanos. Enfim acabam presos a uma filosofia animal, deixando de lado a sua faculdade de humano.
Allan Rodrigo de Oliveira
Ver para crer é como esperar para que aconteça, é para mentes sem força.
Crer para ver é como fazer para acontecer, é a ação da força da mente.
Todo mundo diz que faz as coisas acontecerem, mas quantos realmente fazem isso.
Allan Rodrigo de Oliveira