A persistência é o caminho do êxito

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Todos estes que estão aí
Atravancando o meu caminho
Eles passarão
E eu passarinho....

Mario Quintana

E daki pra frente eu caminho
firme, nesses 20 anos eu aprendi
que a minha familia é o chao que
piso, é minha base, é pra sempre
os amigos sao as estradas que
percorremos, sao como os lugares
que conhecemos, os verdadeiros
permanecem, e sempre devemos
estar prontos para novas
pessoas, elas fazem da vida
surpreendente.

O sofrimento e a felicidade
andam lado a lado, por isso
venho aprendendo a pensar mais
nas minhas escolhas, por que
afinal eu sei o que quero viver.

E o principal escolhi ser feliz, nao
apenas estar, nao ha nada
melhor do que ver gosto, ter
vontade, suspirar pelas coisas
simples da vida, é maravilhoso.

Agora pra mim o necessario é
suficiente, mas nao posso negar
que existem momentos que
quero abraçar o mundo, mas nao
posso eskecer que ele nao foi
feito em apenas um dia.

Eu nao procuro ser perfeita,
procuro ser melhor. *

desconhecido

Cristo e eu



Eu, peregrino. Ele o caminho.

Eu, a pergunta. Ele a resposta.

Eu, a água. Ele a fonte.

Eu, tão fraco. Ele a força.

Eu, as trevas. Ele a luz.

Eu, o pecado. Ele o perdão.

Eu, a luta. Ele a vitória.

Eu, o inverno. Ele o sol.

Eu, caindo. Ele a Rocha.

Eu, doente. Ele o milagre.

Eu, a pauta. Ele a sinfonia.

Eu, o grão de trigo. Ele o pão.

Eu, comungando. Ele a Eucaristia.

Eu, a gota. Ele o oceano.

Eu, a procura. Ele o endereço.

Meu passado e meu presente em suas mãos.

Meu futuro: todo Dele.

Eu, no tempo.....E Cristo a Ressurreição

Desconhecido

Eu agradeço à todas as pedras que estavam e estão presentes ao longo de meu caminho.
À algumas que me fizeram tropeçar e, muitas vezes, me ferir profundamente.
Outras que apenas estavam lá esperando que eu passasse por elas, almejando a queda e não contavam que houvesse, mais perspicazes que elas, desvios para o caminho correto.
Muitas das quais não valem sequer serem mencionadas, mas que também agradeço: àquelas pequeninas e inferiores pedrinhas que, às vezes, entram em nossos sapatos e provocam um pequeno corte. Mas são ponderáveis, são apenas “pedrinhas”.
Há! Agradeço às pedras gigantes, de caráter duvidoso, que muitas vezes num árduo e vão esforço tentavam se passar por flores. Mas eram medíocres e ignorantes o suficiente para acreditarem em seus próprios disfarces.
Agradeço à todas...
Às pedras invejosas que desejam ter asas como os pássaros e por isso se sentem prazerosamente bem utilizadas nos estilingues, alvejando e destruindo.
Às pedras maldosas que entram em nossas vidas sorrateiramente nas solas de nossos sapatos para causar incômodo e tomarem nosso precioso tempo tentando removê-las.
Às pedras preciosas e pontiagudas que pensam ter valor porque, aparentemente, brilham mais que as outras; no entanto, não têm valor senão adornar seres tão enfadonhos quanto elas. São apenas objetos de consolo para fúteis. Quando esbarram umas nas outras e lascam-se um milímetro podem cortar e ferir profundamente quem as carregou longo tempo.
Às pedras formadas de torrões de barro, que se consideram humildes e bondosas por enfatizarem que nenhum mal podem provocar à alguém, mas que, desesperadamente, se tornam vorazes e nas tempestades se fazem enxurradas que levam tudo, levam vidas, levam sonhos e levam até mesmo as outras pedras.
Agradeço à estas também, que todos os dias desejam, desesperadamente, pela chuva, para transformarem-se. Mal sabem que a mais triste das tempestades vem de seus próprios olhos, pelas lágrimas sentidas, por desejarem ser tão gloriosas e percebidas, mas terem a certeza que são e sempre serão apenas torrões de barro.

Ana Beatriz Figueiredo Mota

Amigos são luzes que iluminam nosso caminho quando só vemos escuridão.
Luzes que nos fazem enxergar com clareza o que nos parece tão confuso.
Luzes que depositam em nossos olhos o brilho de um abraço-irmão.
Amigos são luzes de fogos de artifício celebrando nossas vitórias.
Luzes que nos revestem de brilho diante das coisas mais singelas.
A nos embalar o sono, luzes diáfanas, refletidas na janela.
Amigos são luzes coloridas que nos convidam a sonhar.
Luzes enfileiradas adornando nossa árdua trajetória.
Luzes que se convertem em lágrimas para ao nosso lado chorar.
Amigos são luzes vindas do mar em forma de pérolas,
jóias reluzentes premiando a mais bela amizade.
Luzes de um palco encantado, que representa a verdade.
Amigos são luzes de vaga-lumes que voam alegres no quintal.
Luzes que iluminam nossa alma com seu belo cintilar.
Luzes mágicas, que convertem o mais rude casebre em palácio real.
Quem tem um amigo-luz é um ser abençoado.
Eu tenho você!

desconhecido

... presos num conto de fadas
apenas a dois encontraremos o caminho
presos num gobelino
que nós dois tecemos juntos
isolados de todos
com uma língua que apenas você e eu entendemos.

Jostein Gaarder

O sucesso nasce do querer, da determinação e persistência em se chegar a um objetivo. Mesmo não atingindo o alvo, quem busca e vence obstáculos, no mínimo fará coisas admiráveis.

José de Alencar

Eu quero te roubar pra mim
eu que não sei pedir nada
me caminho é meio perdido
mas se perder seja o melhor destino
Agora não vou mais mudar
minha procura por si só
já era o que eu queria achar
quando você chama meu nome
Eu que tbem não sei aonde estou
pra mim que tudo era saudade
agora seja lá o que for
Eu so quero saber em qual rua
minha vida vai encostar na tua
E sai que forte eu sei chegar
mesmo se eu perder o rumo
E saiba que forte eu sei chegar
se for preciso eu sumo.

Ana Carolina

A criança segue os passos da mãe, lhe confiando o caminho, porém eu sigo os passos de Cristo, lhe confiando minha vida.

Monique Frebell

Namorados

Há tempos...
quando estava a caminho, voltavam,
quando me virava, seguiam,
quando chegava, saiam,
quando saia, entravam...
quando parava, andavam
quando olhava, não viam
quando comia, bebiam...

Hoje...
vamos e voltamos juntos !

M. Kiffer

A impaciência é um grande obstáculo para o bom êxito.

Napoleão Bonaparte

"Talvez ninguém acredite.
Mas o tempo é o único caminho para mostrar as atitudes erradas.
A auto-suficiência e arrogância que tomamos do nada."

Edson Rufo

A útima crônica

A caminho de casa, entro num botequim da Gávea para tomar um café junto ao balcão. Na realidade estou adiando o momento de escrever. A perspectiva me assusta. Gostaria de estar inspirado, de coroar com êxito mais um ano nesta busca do pitoresco ou do irrisório no cotidiano de cada um. Eu pretendia apenas recolher da vida diária algo de seu disperso conteúdo humano, fruto da convivência, que a faz mais digna de ser vivida. Visava ao circunstancial, ao episódico. Nesta perseguição do acidental, quer num flagrante de esquina, quer nas palavras de uma criança ou num acidente doméstico, torno-me simples espectador e perco a noção do essencial. Sem mais nada para contar, curvo a cabeça e tomo meu café, enquanto o verso do poeta se repete na lembrança: "assim eu quereria o meu último poema". Não sou poeta e estou sem assunto. Lanço então um último olhar fora de mim, onde vivem os assuntos que merecem uma crônica.

Ao fundo do botequim um casal de pretos acaba de sentar-se, numa das últimas mesas de mármore ao longo da parede de espelhos. A compostura da humildade, na contenção de gestos e palavras, deixa-se acrescentar pela presença de uma negrinha de seus três anos, laço na cabeça, toda arrumadinha no vestido pobre, que se instalou também à mesa: mal ousa balançar as perninhas curtas ou correr os olhos grandes de curiosidade ao redor. Três seres esquivos que compõem em torno à mesa a instituição tradicional da família, célula da sociedade. Vejo, porém, que se preparam para algo mais que matar a fome.

Passo a observá-los. O pai, depois de contar o dinheiro que discretamente retirou do bolso, aborda o garçom, inclinando-se para trás na cadeira, e aponta no balcão um pedaço de bolo sob a redoma. A mãe limita-se a ficar olhando imóvel, vagamente ansiosa, como se aguardasse a aprovação do garçom. Este ouve, concentrado, o pedido do homem e depois se afasta para atendê-lo. A mulher suspira, olhando para os lados, a reassegurar-se da naturalidade de sua presença ali. A meu lado o garçom encaminha a ordem do freguês.

O homem atrás do balcão apanha a porção do bolo com a mão, larga-o no pratinho - um bolo simples, amarelo-escuro, apenas uma pequena fatia triangular. A negrinha, contida na sua expectativa, olha a garrafa de Coca-Cola e o pratinho que o garçom deixou à sua frente. Por que não começa a comer? Vejo que os três, pai, mãe e filha, obedecem em torno à mesa um discreto ritual. A mãe remexe na bolsa de plástico preto e brilhante, retira qualquer coisa. O pai se mune de uma caixa de fósforos, e espera. A filha aguarda também, atenta como um animalzinho. Ninguém mais os observa além de mim.

São três velinhas brancas, minúsculas, que a mãe espeta caprichosamente na fatia do bolo. E enquanto ela serve a Coca-Cola, o pai risca o fósforo e acende as velas. Como a um gesto ensaiado, a menininha repousa o queixo no mármore e sopra com força, apagando as chamas. Imediatamente põe-se a bater palmas, muito compenetrada, cantando num balbucio, a que os pais se juntam, discretos: "Parabéns pra você, parabéns pra você..." Depois a mãe recolhe as velas, torna a guardá-las na bolsa. A negrinha agarra finalmente o bolo com as duas mãos sôfregas e põe-se a comê-lo. A mulher está olhando para ela com ternura - ajeita-lhe a fitinha no cabelo crespo, limpa o farelo de bolo que lhe cai ao colo. O pai corre os olhos pelo botequim, satisfeito, como a se convencer intimamente do sucesso da celebração. Dá comigo de súbito, a observá-lo, nossos olhos se encontram, ele se perturba, constrangido - vacila, ameaça abaixar a cabeça, mas acaba sustentando o olhar e enfim se abre num sorriso.

Assim eu quereria minha última crônica: que fosse pura como esse sorriso."

Fernando Sabino

O que vale na vida não é o ponto de partida e sim a caminhada. Caminhando e semeando, no fim terás o que colher.

Cora Coralina

Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo. E que posso evitar que ela vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um não. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir um castelo...

Fernando Pessoa

Apesar dos nossos defeitos, precisamos enxergar que somos pérolas únicas no teatro da vida e entender que não existem pessoas de sucesso e pessoas fracassadas. O que existem são pessoas que lutam pelos seus sonhos ou desistem deles.

Augusto Cury

Ninguém pode construir em teu lugar as pontes que precisarás passar, para atravessar o rio da vida - ninguém, exceto tu, só tu.
Existem, por certo, atalhos sem números, e pontes, e semideuses que se oferecerão para levar-te além do rio; mas isso te custaria a tua própria pessoa; tu te hipotecarias e te perderias.
Existe no mundo um único caminho por onde só tu podes passar.
Onde leva? Não perguntes, segue-o!

Nietzsche

Não devemos julgar a vida dos outros, porque cada um de nós sabe de sua própria dor e renúncia. Uma coisa é você ACHAR que está no caminho certo, outra é ACHAR que seu caminho é o único!

Paulo Coelho

De Tudo ficam 3 coisas:
1. A certeza de que estamos sempre começando,
2. A certeza de que precisamos continuar,
3. A certeza de que seremos interrompidos antes de terminar.
Portanto, façamos:
- Da interrupção, um novo caminho.
- Da queda, um passo de dança.
- Do sonho, uma ponte.
- Da procura, um encontro...

F. Pessoa

As decepções, as derrotas, o desânimo são ferramentas que Deus utiliza para mostrar a estrada.

Paulo Coelho
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