Coleção pessoal de marylife

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UM QUARTO FÚNEBRE

Um quarto lúgubre, escuro e vazio
Uma cama postada ao centro solitariamente
Suas roupas de uma cor morta e saturna
Deitava ali dois travesseiros frios que só de olhá-los
Sentia-se o gelo queimar a visão.
Nem os sorrisos prostrados em alguns lábios
Que ali estavam eram suficientes para reanimar aquela cama
E aquele quarto.
As paredes cinza, úmidas se entregando e se acabando
Sem forças para se sustentar ali em pé suas tintas gastas, carcomidas
Era como se tivessem lágrimas e que elas escorressem delas de todos
Os dias e todas as noites tanto era a tristeza alojada ali em suas costas
e ali estava impregnado todo o fracasso, desilusões, revoltas, de uma vida
que podia ser diferente, mas... o destino ou talvez a pouca força de vontade
De ir para a luta não permitiu, mas tentou amenizar com sonhos que foram
estupidamente interrompidos ficando só a viagem para a conquista através
da letargia. As pessoas que ali passavam suas noites de amor entre aquelas
quatro paredes quase sem vida, não tinham nenhum romantismo.
Aquele quarto e aquelas paredes seviciam pareciam estarem envolto
Na solidão e esses corpos mesmo no ato de amar eram abraçados por ela
Saio desse quarto olho a claridade em meu redor sem tirar da minha mente
A frieza e a dureza daquele quarto fúnebre! Vejo as nuvens pairar por entre
Um mundo ludibriável, por ter sempre que conviver na mendacidade de um ser.
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SE ME QUISER DE VOLTA!

Se me quiser de volta novamente, terá que vir
Por inteiro e solitário dessa vez para ficar
Pegar todo desentendimento, ofensas e magoas
Esmagar com suas próprias mãos até que se tornem
Cinzas lançá-las ao ar para que se espalhe para bem longe
Para que não sobre nenhum vestígio de toda lagrima
De toda a dor.
Se me quiser novamente, terá que denegar palavras
Profanas que saíram violentamente de sua mente
Sendo estupidamente talvez num ato impensável
Saído de sua boca. Denotar perante toda a sua platéia
E vir a mim e deprecar como eu fui uma deprecante.
Se realmente me quiser novamente terá que ver o quanto
Foi tão desagravo e descabido, me convencer que seus
Descasos se expiraram atenuar todos os seus erros,
Suas falhas como tentei atenuar os meus em vão
Por seus olhos estarem na escuridão do seu egoísmo,
Desprezo e orgulho. Prometer me amar como sempre
Desejei ser amada por você terá que acordar todo
Aquele desejo que adormeceram com o passar de cada dia
Terá também que ascender as chamas que ardia feito brasa
Só em te ver só assim poderei ir para você de corpo e alma
Totalmente sua, abrirei as portas do céu e te mostrarei o paraíso
Que você nunca conheceu e de onde nunca mais irá querer sair
Será amado por mim como nunca ninguém o amou.

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Seu amor, sua paixão, seu agradável embora melancólico
Anseio desaparecera como a maior parte de suas outras reações
Emocionais ainda tinha consciência de seus sentimentos por ela
Mas eram como outro aspecto de si mesmo que se destacara;
Como um espírito saindo de um corpo sem vida.”

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MEU CASAMENTO COM A ENTIDADE!
Sentia me envolta em meu percalço passando a libar
Meu pensamento sem nenhuma nume por estar em obsano
Sinto me imantar por alguém que acaba de chegar.
Meu coração começa então a lenir quando nossos olhares se cruzam
Começo a obnusilar ficamos nessa troca por muito tempo
De repente ele resolve vir a minha direção e para a minha frente
Percebo que ali esta uma entidade sobre irreal sobrenatural
Um medo invade o meu ser, e sem perceber começo a obtemperar
Sentindo que estava entrando em uma odisséia, minha ilação não estava errada
Gentilmente me convida a entrar em uma indossincrácia, mostrando-me seu idílio
Transportamos juntos para longe dali, ficamos a sós num local solitário e escuro
Iluminado apenas por algumas velas, a entidade senta-se ao lado de ma figura
Esdrúxulo, e ficando de frente para mim onde ele pega a minha mão esquerda,
Tirando-me o meu anel, falando coisas desconexa, o impulso de fugir dali era
Enorme mas sentia-me em igravo percebi que naquela hora me tornava uma pessoa nubente
Não estava errada! A entidade coloca o anel em minha mão esquerda balbuciando agora
Somos marido e mulher, meu rosto começa a esmaecer, meu corpo começa ilaquear
E esfalfar hipnotizada sem esperar que a entidade se vá, saio rapidamente dali sem saber
O nome da entidade que se casou comigo, em choque, entrasse noctívago sem parar.

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O TRAPÉZIO DA MORTE!

Subir no alto do picadeiro Dante a sua espera o trapézio
Coligida ao mesmo dá seu impulso ao ar do outro lado
A candidez da morte a sua espera com as mãos estendida
E ela tantalizada pelo balouçar do trapézio que se faz
Mais e mais perto ao alcance das mãos frias e ambrosiacas
Na fascinação cabelos revoltos ela e a morte se entrelaçam num grande
Salto mortal, a morte em seu vento frio entra magistral e pontual.
Segurando o espírito dela, que jaz na sua imobilidade solene.

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AMEI E NÃO FUI AMADA!

Amei e não fui amada, intacta e estática vi esse amor.
Correr para os braços de um novo horizonte
Estive presente nesse amor vendo-o fortalecer e se multiplicar
Dia após dia, e eu lutava calma, paciente, acreditando que nessa
minha luta o vento, me devolveria esse amor de novo.
Fez se então o enlace, baixei então minha armas não tinha
Mais por que lutar tudo tinha acabado para sempre.
Sai em retirada não infeliz nem derrotada, estranho! Senti uma alivio,
um bem estar que a muito não sentia.
Meu coração não teve nenhuma reação
ficou ali quieto, frio, me veio uma alegria de dentro de mim, a paz veio
Acariciar-me e me fez desejar que fossem muito felizes, foi como se
estivesse desejando felicidades a um grande amigo.
Começo a querer voltar lá atrás, e pensar nos parcos e confusos
Momentos que vivi com esse amor, meu
pensamento então me diz que dessa relação nada restou
Meu coração insiste em me dizer que sim sobraram mágoas muitas
mágoas afinal eram três contra uma, decido ouvir meu coração
Saindo de tudo que me fizesse lembrar dele, mas... Ainda dá tempo
De ver que ele me leva em praça publica perante a sua platéia
E me esquarteja sem me dar o direito de defesa.

mágoa coração pensamento

ACREDITAR NA FORÇA DO AMOR!

É acreditar que o para sempre existe
Que a flores não morrem jamais
Que a rotina é apenas uma ilusão
Acreditar na força do amor!
É desejar que o sofrimento se torne inoperante
Que somos insubstituível e única
É fechar as portas do mundo para não deixar entrar,
As decepções, traições e as mágoas.
Acreditar na força do amor!
É desejar entrar numa letargia, para não ter,
Que ver a cara da realidade, uma realidade.
Que arranca sem dó lagrimas dos nossos olhos
De tristeza quando o amor se acaba.
Acreditar na força do amor!
É bater de frente com a dor, é querer fugir do acaso.
Para enganarmos que ainda existe amor e que se pode tentar.
É se revoltar depois contra o destino por que o amor não foi
Forte o bastante para perdurar, despejar toda a culpa no destino.
Por ter nos mostrado um mundo encantado, de sonhos e magia.
e nos acorda do sonho para nos mostrar o inferno do sofrer
Não há por que acreditar na força do amor! Por que o amor de amor
É fraco, ele se rompe, e ao menor deslize ele deteriora.
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há esperança é a ultima que morre!

Às vezes a sorte nos da uma bofetada
Deixando-nos em estado letal
A separação sempre é dolorosa difícil de entender
Mas... nem por isso podemos ficar chorando pelo
Ontem e esperar pelo dia seguinte.
Começamos por conta própria a nossa historias
E cabe somente a nós mesmo terminá-la, e não
Ser manipulada pela a espera da esperança,
Que ela resolva ou nos devolva tudo.
A esperança é a ultima que morre assim diz o ditado.
E por assim ser ficamos de braços cruzados, sendo conduzidas
Cada vez mais ao sofrimento e não percebemos que em muitas
Ocasiões ela já esta morta

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O DESFILE DA VIDA!

No desfile da vida por mais que se ande com elegância e altivez
Por mais que se tenha um jogo de cintura suave e sedutor ao
Mesmo tempo firme e por mais que se tenha classe, quando
O destino entra na passarela a queda é improrrogável ninguém
Está escape todos tem os seus momentos de melindres.

marylife

A REALIDADE!

A realidade veio em minha direção
Subitamente tira a sua roupagem
Na sua nudez apenas a transparência
Nessa transparência deixa ver nitidamente
O que eu teimava em não querer enxergar
Foi como se tivesse levado um chacoalhar bem forte
Como a um robô fiquei ali cobrindo com os meus olhos
A nudez da realidade, enquanto minha mente seguia viagem
Para traz no tempo apresentando a mim imagens, momentos
Que se passaram frases e palavras ditas da qual passava por cima
Não querendo ver, nem entender massacrava a realidade por acreditar
Que a esperança viria e na ânsia me enganava que ela me traria a felicidade
Acreditamos, confiamos fervorosamente na esperança e em muitas ocasiões
Ela não mostra a sua cara já em outras ela morre no meio dôo caminho
E passamos, a saber, de sua morte quando a realidade vem como a uma
Mensageira dando-nos a noticia de sua morte.
Pego então todas as minas tralhas que juntei em meu pensamento
E em meu coração atiro para bem longe, me despeço então
Da minha realidade e caminho para frente deixando tudo para traz
E tentar construir novamente outra esperança, outra realidade.

realidade esperança

VIDA E DESTINO!

Hoje tiro um dia só para mim desligo todos os meus sentidos
Deixo ligado apenas o meu pensamento para pensar na minha vida
Nas pessoas que passaram por mim e permanecem até hoje, as que já se foram e as que a estão por vir, penso também nas surpresas que a vida ainda poderá me reservar
E em tantas que ela já me proporcionou boas ou ruins.
Fico imaginado tudo o que se escreve sobre amigos cegos a conclusão
Que não passam só de escritas e que tudo é uma ilusão da qual também sabemos
Que a na realidade é bem diferente não podemos esquecer nunca que amigos
São seres humanos e sendo humanos podem nos trair, fingir, mentir e nos magoar
A vida e o destino estão sempre juntos de mãos dadas, um é o complemento do outro
A meu ver á entre eles um amor incondicional, uma cumplicidade invejável quase surreal, a vida nos da muitas coisas da mesma forma ela nos toma, sem nenhuma explicação. O destino se encarrega de se fazer o acaso as coincidências, coloca-se pessoas em nossas vidas pode ser apenas por alguns momentos, por uns dias e ironicamente por estarmos felizes com a entrada dessa pessoas dizemos a vida é bela!
E de tanto sofremos ainda dizermos viver ainda vale a pena.
A vida é um faz de conta, vemos muitos rostos felizes por não
Podermos ver o avesso de cada um, o destino como a vida da mesma forma
Que o coloca tira abruptamente da forma que ele queira.
Ele vai encontrar a vida e ficam os dois se divertindo com os estragos que causaram
Muitas vezes são generosos para alguns, mas sempre da os momentos
Crucias de brinde, e hoje eu percebo como a vida o destino foram
Feitos um para o outro que podem fazer e desfazer conforme as vontades deles
Num egoísmo sem igual.

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AMAR É BATALHAR...

O AMOR É UMA GUERRA, PARA SE CHEGAR A ELE TEMOS QUE LUTAR COM CORAGEM E CONQUISTAS SE NÃO FOR ASSIM NÃO HÁ AMOR, COMO PODE DIZER QUE É O HOMEM DA MINHA VIDA. DIZER QUEPODERIA ME AMAR COM INTENSIDADE E PROFUNDIDADE TUDO ESTA TÃO CONFUSO, NA MINHA MENTI SINTO ENTRAR EM DECADENCIA INDO DE ENCONTRO A SUA ADVERSIDADE. DANTES ESTAVA ALI NUTRINDO UM SENTIMENTO DE CARINHO E AMIZADE ESTAVA TUDO TÃO SINGELO E DERREPENTE TUDO FICA TÃO CONFUSO,. UM MISTO DE MEDO, DECEPÇÃO E TRISTEZA INVADE TODO O MEU SER. COMOPODE DIZER! QUE ME AMARIA SE NA MINHA INSEGURANÇA ENTREGAS AS SUAS ARMAS AO CHÃO, ESTENDE SEU LENÇO BRANCO E PREFERIU BATER EM RETIRADA COM SUA FACIL CONFORMAÇÃO NÃO QUIZ IR AVANTE E LUTAR POR UM AMOR QUE QUERIA PARA SI O AMOR QUE TANTO SONHOU NÃO FUGIRIA DA GUERRA. LANÇARIA SUA DINAMITE MANDANDO PARA OS ARES AS INCERTEZAS DE NÃO SER AMADO POR IGUAL VENCERIA TODOSOS OBSTACULOS DESATIVARIA TODAS AS ARAMADILHAS DO DESTINO CLAMUFARIA TODO SEU DESEJO DE AMAR PARA ATACAR DE SURPRESA TODA AS DESILUSÕES E O MEDO DE FRACASSAR A MEIO A BOMBAS E FOGOS E RESTOS DE SONHOS DESFEITOS NUNCA JAMAIS DEIXARIA MESMO ESTANDO EXAUSTO POR TANTO SOFRER SEU AMOR SER DESTRUTIVEL EM NOITES ALBAS E SOLITÁRIAS SEU PENSAMENTO PEDE UMA TRÉGUA PARA DESCANSAR REPOUSARIA SEU CORPO FEBRIL E CANSADO O FAZ A DEBLATERAR PELO SEU AMOR REAVIVENDO A ESPERANÇA DE SE SAIR VIVOPARA VIVER UM GRANDE AMOR ESPANTA DE SUA MENTE A QUE A VIDA NOS PÕE A PROVA EM MEIO A TANTAS DESTRUIÇOES COMEÇA A INTERPOLAR A ESPERANÇA NO SEU CORAÇÃO APONTA ENTÃO SUA METRALHADORA SEUS CANHÕES EM DIREÇÃO ATANTOS DESAMORES E TRISTEZA MUTILA-OS E OS -VE ADERNAR SUAS CABEÇAS. HEROICAMENTE VIRA-LHE AS COSTAS COMEÇANDO ANDAR EM MEIO A TANTOS DESTROÇOS,E DESTRUIÇÕES A SUA BATALHA ESTAVA GANHA LÁGRIMAS DE FELICIDADE ESCORREM POR SUA FAÇE POR SABER QUE A GUERRA PELO SEU AMOR ESTAVA VENCIDA E ESTARIA A TE ESPERAR PARA CONCRETIZAREM O SONHO DE SE AMAREM EM PAZ

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A "ESTRANHA"

Ainda um feto, inocente, indefeso e já tão missino Não era para estar incubada ali naquele lugar Alojada em uma bolsa de água impassível e inanimada Sentia-se sempre estar sendo no ato de impossibilitar Envolta em uma áurea de pavor por alguém a imolar Não queria sair dessa bolsa por sentir-se protegida por ela, Sentiu-se puxada em uma ablação, e na acrimônia cortou-se o cordão umbilical. Viu o passar do tempo sempre trancada em um óbice Seus dias sempre eram enfeitados por desventuras tinha-se apenas candongas que a tornava casmurra Sua infância conturbada, traumática sempre com ofídios do seu ladoPassou a mistificar a fazer de conta que tudo iria mudar mas não foi bem assim...O fado se tornava cada vez mais pesado e os carmas eram muitosGanhou de presente da vida do mundo apenas a morbidezEntão não quis mais reagir as suas dores cansou de gritar por socorro, a cada dor fugir é sempre melhor A cada grito que dava a vida lhe batia mais e mais apenas uma criança, ninguém a ouvia, ninguém a confortava,ninguém para segurar-lhe a mão ninguém lhe dava um ombro para chorar. Fez então da dor, da tristeza, do sofrimento e da rejeição suas companhias.Os desprezo de outrem duramente fizeram-na amadurecer muito cedo criada por um mundo onde não se admitia falhas, mas podiam falhar;E por querer um pouco de atenção passou a ser estranha aos olhos de algunsPor querer notar, ser notada, foi condenada de diferente das outras.A estranha queria um pouco de carinho e recebeu migalhas Quis um pouco de respeito, sinceridade obteve restos; Amar e desejar ser amada como nunca foi e deparou com a desilusãoA estranha queria apenas um pouco do que a vida lhe negou...

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“VIDAS JOGADAS AO CHÃO”

O mundo em si é belo na sua formosura nos faz desejar cada
Vez mais tudo o que é belo, fechamos os olhos perante a dura realidade
Uma realidade nua e crua permeamos entre as calçadas fingimos não
Ver as mãos sujas estendida a nossa direção, pedinchando humilhando-se
Por migalhas ou míseros trocados. Formados em mendicância por falta de escolha
Sua profissão é viver a mendigar para poder sobreviver e quem é que se importa com isso
São excluídos por muito ninguém se importa com eles, ninguém lhes da um bom dia ou uma boa noite, não trocam dialogo com eles, e muitos os olham com desdém,
São invisíveis aos olhos da multidão chamada ser humano. São vidas jogadas ao chão como
Se fossem lixos pelas calçadas de uma rua qualquer. Olhos tristes e profundos
Imploram, pedem por socorro por um pouco de dignidade há muito tempo perdida.
Lutam com dificuldade pela sua sobrevivência saem do seu subterfúgio correm
Para os braços da humilhação enquanto passantes os olham como se fossem pejorativos
Não vemos com freqüência ou quase nunca brotar um sorriso dos seus lábios.
A rua é sua escola onde tem que aprenderem duramente as lições que ela lhe dá
As noites e as madrugadas são suas professoras cruéis órfãos da sociedade são obrigados
A revirarem lixos sem nenhuma vergonha para se manterem mais ou menos vivo
Seus destinos é viverem solitariamente, em um mundo só seu, um mundo tão plangente

marylife

Quando pensamos ter subido todos os degraus
Para chegar ao verdadeiro amor,
irônicamente percebemos que estamos pela metade.

marylife

Todos sonham e todos devem sonhar
deve se tomar cuidado em sonhar acordado
você passa a confundir sonhos com o faz
de conta, passa a viajar na loucura do desejar
da sua imaginação, de que as pessoas estão te
levando ao pedestal você passa a fazer de conta
que acredita e sai do seu estado normal
para agir com você mesma toda essa louca fantasia
saindo do sonho indo representar a todos se tornando
uma segunda pessoa, se auto elogiando, o sabe tudo.
Ao retornar para o mundo real a frustração estara ali
a sua espera.

marylife

Engulo todos os seus venenos por que eles
Fortalecem-me, um dia alguém lhe dará
A mesma dose e quando estiver lá agonizando
em dor, você se lembrará de todos os venenos
que me fizeste ingerir

marylife

Estendi o tapete do meu coração para você passar
E ficar, nele permaneceu por pouco tempo
Mas o suficiente para rasgá-lo em mil pedaços.

marylife

Por que pedes desculpas se sempre
Persiste em seus erros.
Querido os seus pedidos de desculpas
não vão apagar Por tantas vezes ter
me magoado

marylife e jack saints

Você me mediu com uma régua
Mas essa mesma régua irá medir
Você um dia

a.d

O amor é uma letargia, você dorme amando
profundamente ao despertar não se lembra
mais dele.

marylife

A melhor maneira de se esquecer um amor enganoso
é não manter mais nenhum contato, não vendo mais
a pessoa que se ama, no começo pode ser difícil
mas é como uma dose letal que vai fazendo efeito
e percebe que tudo que vem dele não mais surte
efeito, pois seus sentimentos por ele já estão mortos

marylife

Nunca diga eu te amo essas três palavrinhas
tem o dom de tornar a sua vida num mar de lagrimas
e de sofrimento se for dito para a pessoa errada

marylife

Quanto mais sente prazer em me ferir
Enquanto esta ocupado em cuspir toda
raiva seu ódio, estou indo cada vez
Mais distante sua irá me da forças para
chutá-lo de vez da minha vida

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“VOEJAR”
Sinto em mim um revel incontrolável, mecanicamente me enlevo
Para um pináculo, lá a brisa vem me receber dando-me boas vindas
Dirijo-me para o mural sento na extremidade contemplo a orgia que parece
Estar solitária passo então a retroagir viajando nas minhas vicissitudes e sinto
Em minha boca um ressaibo, pelos vilipêndios que me faz entrar numa odisséia
Sem bagagem e sem volta, despeço-me apenas do meu único e último cigarro, visar
A fumaça que dele sai em polimorfo, resmas sai dos meus s olhos, começo então
A revolutear sem suprir apenas postergar e olvidar de tudo e de todos.
Meu reverbero é ameno quando a adrenalina se faz tomando conta de todo o meu ser
O abismo estende suas mãos querendo me talar, é hora de desarraigar, sem olhar para trás
Fecho meus olhos paulatinamente sei que o vôo se fará rápido sem dor e sem sofrimento
Acabarei-me em um segundo com eles levaria todos os dissabores amargos
Aderno meu corpo para frente, começo a voejar, para então abalroar e fenecer
marylife

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