allan kardeck
Encontrado 1 pensamento de allan kardeck
AMOR, EGOISMO,ORGULHO & ODIO
Quando viemos ao mundo, aprendemos que devemos amar uns aos outros.
Viemos para amar nossos pais, nossos irmaos, nossos proximos
e ate mesmo aqueles que nos querem e nos desejam o mal ou
seja amar ate mesmo nossos inimigos.
Apartir do nosso crescimento aprendemos que
devemos perdoar principalmente,
a quem nos ofende, a quem nos julga, nos defama.
Aprendemos que devemos ajudar aqueles que nescessitam da
nossa ajuda
E que alem de amar devemos respeitar, ousar ser sincero.
Usar de honestidades e que nao devemos ser orgulhosos e,
egoista. mas na verdade, nunca seguimos, pois fazemos tudo
ao contrario, os nossos dez mandamentos que aprendemos sao eles
1 julgar, sem ter a certeza julgas apenas pelo que ouviu.
2 matar, por pouca coisa, por mulher, por dinheiro ou por drogas
3 roubar, ate mesmo aquele que considera seu amigo, seu irmao e seus pais
4 desejar a mulher de teu proximo mesmo quando ele esta proximo
5 cometer adulterio, pois um so nao satisfaz tem que ser muitos (as)
6 tomar em vao o nome do Senhor teu Deus,(a maioria usa e faz juramentos falcos
7 prestar falco testemunho contra o teu proximo, para conseguir o que 'e dele por que nao.
8 nao honrrar pai e mae, se puder mata-los melhor ainda
9 desejar a casa do teu proximo, desejar tudo que seja dele
10 nao perdoar, nao amar, nao ajudar o teu proximo, pois 'e
cada um para si. nao santificar aos sabados pois tem que trabalhar
temos que aumentar nosso dinheiro nossa riqueza.
O que fizemos com nossos mandamentos, nunca seguimos jogamos
ele no lixo da nossa arrogancia, do nosso orgulho, do nosso egoismo,
do nosso odio , da nossa sede de vinganca.
Havera maiores tormentos do que aqueles causados pela inveja e
pelo ciumes? O sucesso de seus rivais lhes causam vertigens,
seu unico interesse eo de menosprezar os outros e cuja cobica,
envenena suas vidas
E e sem razao que se aponta o fato de nao se lembrar das suas
vidas anteriores como a um obstaculo para que delas possa tirar
experiencias que nelas vivemos poderia em alguns casos nos
humilhar muito, ou ainda excitar nosso orgulho e ocasionaria invitavel
pertubacoes.
Se relacionados com a mesma pessoa a fim de reparar o mal
que os tenha feito, se reconhecessemos nelas que a odiamos
talvez nosso odio se revelasse outra vez, e sempre sentiriamos
humilhados diante daqueles que nos ofendeu.
As contrariedades da vida sao de duas origens bem diferentes.
Quantos homens caem por causa de sua propia culpa! Quantos
sao vitimas do seu desleixo, imprevidencia, orgulho e ambicao!
Quantas pessoas arruinadas pela desordem, desanimo, ma conduta
ou por nao limitarem seus desejos!
Quantas uniao infelizes, fruto do interesse e da vaidade e nas quais
o coracao nao serviu para nada! Quantos desentendimentos e
desastrosas disputas se evitariam com pouco mais de calma e
com menos melindres! Quantas doencas e enfermidades resultam
da imprudencia e excesso de toda ordem!
Quantos pais sao infelizes por causa dos filhos, por nao
combaterem neles desde pequenino as manisfestacoes de suas
mas tendencias! Por indiferencia e comodismo, deixaram desenvolver
neles os germens do orgulho, do egoismo e da tola vaidade que
ressecam o coracao, e depois mais tarde, ao colherem o que
semearam, espantam-se e aflingem-se com a falta de respeito
e a ingratidao deles.
E ao serem feridos no coracao pelas contrariedades da vida e as
decepcoes da vida interroguem friamente suas conciencias.
Que busquem primeiro a origem dos male que os afligem e sintam-se
na maioria das vezes, nao podem dizer ; Se eu tivesse feito isso ou
deixado de fazer tal coisa, nao estaria nessa situacao.
A quem culpar entao, por todas essas aflicoes, senao a nos mesmo.
Deste modo somos na maioria dos casos os autores dos nossos
propios infortunios, mas ao inves de reconhecermos, achamos mais
conveniente e menos humilhante para a nossa vaidade acusar a sorte.
a providencia, o azar, nossa ma estrela, quando na verdade nossa ma
estrela e a nossa negligencia.
Nem sempre podemos confiar nas aparencias a educacao e a
vivencia do mundo podem dar o verniz dessas qualidades.
Quantas ha cuja fingida bondade nada mais 'e do que uma,
mascara para o exterior, uma roupagem, cuja aparencia bem talhada
e calculada disfarca as deformidades escondidas! O mundo esta
repleto de pessoas que tem o sorriso nos labios e o veneno no coracao;
Que sao mansas sobre as condicao de nada nos machucar, mas...
que mordem a menor contrariedade, cuja lingua dourada, quando
falam face a face, se transforma em dardo envenenado, quando
estao por detras.
Sao pessoas benignas por fora e que tiranos, domesticos, fazem sua
sua familia e seus subordinados sofrer com o peso de seu orgulho e de
sua tirania, querendo compensar assim o constrangimento a que submetem
fora de casa, querem pelo menos ser temidos pelos que nao
podem resistir-lhes. Sua vaidade alegra-se por poder dizer; "Aqui eu mando e sou obedecido"; Sem se lembrar de que pderiam acrescentar com
mais razao; "E sou detestado".
"As pessoas viciosas sao aquelas que vulgarmente ama mais o corpo
do que a alma. O amor esta por toda a natureza e nos convida
a exercitar nossa inteligencia. 'E encontrado ate mesmo nos movimentos
dos astros. 'E o amor que enfeita a natureza com seus ricos tapetes
Ele se enfeita e fixa sua morada onde encontra flores e perfumes
'E ainda o amor que da a paz a todos nos, acalma ao mar o silencio os ventos e o descanso a dor".
Na lei do amor Deus quiz que os seres se unissem nao so pelos
lacos da carne mas tambem sim pelos lacos da alma! Afim de que
as feicoes mutua fossem dois ao inves de um, mas na maioria das vezes
esse sentimento 'e rompido, o que se procura nao 'e satisfacao do
coracao e, sim, a do orgulho a ambincao e da vaidade.
E que o juramento que se pronuncia nos pes do altar se torna
uma falsidade entao surgem as unioes infelizes.
Algumas vezes a experiencia vem um pouco tarde, quando a
vida ja esta pertubada e foi disperdicada, as forcas desgastada
e o mal ja esta pertubada nao tem mais remedio.
Todos os homens, desde a infancia, fazem mais o mal do que o bem
E a sabedoria esta em nao pensares que sabes o que nao sabes.
Isso se direge aos que criticam as coisas que muitas vezes
desconhecem.
allan kardeck