Matsuo Bashô
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E tu, aranha
como cantarias
neste vento de outono?
Matsuo Bashô
O grito do faisão -
Que saudade imensa
De meu pai e minha mãe.
Matsuo Bashô
Viagem de anciões,
Cabelos brancos, bastões
- visita aos túmulos.
Matsuo Bashô
Este caminho!
sem ninguém nele,
escuridão de outono.
Matsuo Bashô
Relvas de verão
sob as quais os guerreiros
sonham.
Matsuo Bashô
Trégua de vidro:
o canto da cigarra
perfura rochas.
Matsuo Bashô
A mesma paisagem
escuta o canto e assiste
a morte das cigarras
Matsuo Bashô
Uma velha sem dentes
que rejuvenece
cerejeira em flor
Matsuo Bashô
Quimonos secando
ao sol. Oh, aquela manguinha
da criança morta!
Matsuo Bashô
Quimonos secando
ao sol. E a pequena manga
da criança morta.
Matsuo Bashô
De que árvore florida
chega? Não sei.
Mas é seu perfume...
Matsuo Bashô
de tantos instantes
para mim lembrança
as flores de cerejeira.
Matsuo Bashô
Ao sol da manhã
uma gota de orvalho
precioso diamante.
Matsuo Bashô
Mesmo um velho cavalo
é belo de manhã
sobre a neve
Matsuo Bashô
Ruídos nas ramas.
Trêmulo, meu coração detem-se
e chora na noite...
Matsuo Bashô