Luiz Eduardo
Encontrados 6 pensamentos de Luiz Eduardo
Sentir de Fada
Meu sentir é seu.
Seu sentir me sente
E nosso sentimento nos torna mais gente.
Luiz Eduardo
Sintonia é coisa de espírito
Veio do antes e pertence ao sempre.
Luiz Eduardo
Só queria um amor pra mim
Eu apenas queria ter um amor
Um amor de olhos
Um amor na pele
Um amor de alma
Poder confiar, me entregar
Ter confiança, ter entrega
Poder chorar, estancar um choro
Ter um ombro, dar o meu
Num pensamento sentir sua presença dentro de mim
E saber que estou verdadeiramente dentro de ti
Meu coração não quis ficar no castigo
Ele teima em buscar um amor que o arrebate
Que o roube de mim
É um romântico incorrigível
Apenas peço que você cuide dele
O abrace, afague, proteja
Quando ele pensa em tudo, o medo vem
Ele já tem muita cicatriz, muito sofreu
Será impossível ter um amor assim?
É muito, o que peço?
27.06.07
Luiz Eduardo
Um Barco...
Sou como um barco
Que acostumado com a mansidão do rio
Prepara-se pra navegar
As águas turbulentas do alto mar.
Conseguirei resistir às ondas dos desafios?
Suportarei os solavancos da solidão?
Sobreviverei às tempestades de angústia?
Terei que navegar tendo apenas a solidão
A ausência de meus marinheiros/amigos
Deixo-os no rio calmo das boas lembranças
Pra singrar sozinho, o mar de meu destino.
Li no horóscopo que sou como uma pedra
Que rola sem parar e não cria limo.
E agora estou rolando
Justamente quando no limo que se formava
Cresciam as flores de minhas amizades.
Mas sigo minhas estrelas
Com as ondas do “novo”
Arrebentando em meu peito
Venço a arrebentação da ansiedade com a proa reforçada
Pelas palavras de apoio e alegria de meus amigos/marinheiros.
Tendo o convés enfeitado com as flores
Que foram semeadas por seus corações.
Peço a Deus nessa aventura
Que eu saiba conviver com a solidão
E rezo pra que Ele me apresente pelos portos do futuro
Marinheiros/amigos tão competentes e corajosos
Quanto estes que deixo no Porto Seguro do meu coração
Inesquecíveis, verdadeiros Soldados da paz.
Que Ele nos guie!
02.02.2005
Luiz Eduardo
A indiferença de um celular
Que criatura cruel é um celular.
Permanece calado nos momentos
Em que mais preciso que fale.
Fala quando não deve.
Grita outro numero
Quando desejo que seja o seu.
Dorme nas minhas noites de insônia.
E berra, interrompendo meu sonho com você.
E nas horas de agonia,
Quando desejo ouvir tua voz...
Me oferece a voz metálica da caixa postal.
Click...
Fecho o flip.
Luiz Eduardo
A vida me ensinou a viver
Da pior maneira
No aprendizado da dor
Das lágrimas, da desilusão.
Aprendi a ter classe
A não ser impulsivo
A não ser exagerado
Mas quando passei a ser
Comedido, maduro, centrado
Esqueci a entrega
Desaprendi o voo cego
Esqueci como se ama.
21.10.07
Luiz Eduardo