[Alvares de Azevedo]

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Sandy e Junior
Desperdiçou

Você desperdiçou o amor
Partiu e nunca mais ligou
Você me complicou, usou
Fugiu com a minha paz

É assim, só ilusão
A sina de quem ama
E se entrega à paixão
Destinos que se atraem
Pra desencontrar
Segredos que se escondem
Pra tudo acabar

Você desperdiçou o amor
Partiu e nunca mais ligou
Você me complicou, usou
Fugiu com a minha paz

"Você desperdiçou
A sua indiferença calou a paixão
Você ainda vai me procurar
Mas eu não volto
Ah, não volto"

Foi assim, desilusão
A tua indiferença
Calou a paixão
Meus sonhos se perderam
Não pude evitar
Desejos se renderam
Pra nunca te amar

Você desperdiçou o amor
Partiu e nunca mais ligou
Você me complicou, usou
Fugiu com a minha paz

Eu vou desafiar
Seu coração
'Cê vai me procurar
Não volto não, não
Vou te desafiar
Provocação
Não quero mais te amar

Você desperdiçou o amor
Partiu e nunca mais ligou
Você me complicou, usou
Fugiu com a minha paz

Eu vou desafiar
Seu coração
'Cê vai me procurar
Não volto não, não

Composição Liah Dani Mônaco Rick Azevedo

“É preferível sofrer e ter se sentido amado uma vez, do que esconder os sentimentos e não se sentir indisponível para o coração de alguém”

Fernanda Azevedo by bolachadts

Nossas loucuras são as mais sensatas emoções. Tudo que fizemos e faremos,deixaremos de presente para aqueles que tentarem ser como a gente. Loucas sim, mas loucas felizes.!

Jayne Azevedo e Camille Marinho

O amor supera a distância e não se curva ao tempo. No entanto, a ausência da pessoa amada pode transformar em pedaços sonhos de amor que jamais serão reconstruídos...

Eliane Azevedo

Eu não quero ser prisioneira da eterna lembrança de que estarei para sempre em sua memória...

Eliane Azevedo

Sensação de pensar conhecer, mas não conhecer, entende?
Sensação de descobrir o que se tem medo, entende?
Por hoje, sensação de tempo perdido por pura confiabilidade ingênua, romântica...
Sensação de mentiras...Tudo mentira...

Eliane Azevedo

Sim. Nós sempre existimos. Eu e você. Entretanto, eu de um lado, e você de outro. Não existimos eu por você, tampouco, você por mim. Não existimos um pelo outro. Existimos por nós mesmos. E por orgulho, perdemos a única chance de sermos felizes, um com o outro...

Eliane Azevedo

São corredores da morte. São condenados que carregam a sentença cravada no próprio corpo, na própria carne. Na face, nos pulmões, no fígado, no pâncreas, na próstata, nas pernas, nos braços, enfim, onde o veredicto imposto pela cruel e desumana caneta da vida consegue alcançar. São olhos marejados que se perdem no espaço e, em silêncio, fazem perguntas, a maioria delas, sem respostas. Será culpa minha? Será um castigo? Será que sobrevivo? Será...Será...Será...E dor...Dor que faz questionar a própria essência, caráter...Os anjos? Os anjos são aqueles que acompanham os condenados por entre os corredores da morte...São aqueles que já conseguiram remissão se foram mesmo expulsos do céu pelo Criador...São aqueles para os quais não existe mais pecado, simplesmente por serem anjos...Anjos em momento de dor...Para estes e para os condenados, a vida não é somente vida, é presente, é perdão, é amor...E o Criador, por amor, desenha e redesenha o destino dos condenados...Somente por amor...

Eliane Azevedo

Sou alguém que de tão simples, às vezes é incompreendida. Não tenho medo da vida. Não tenho medo de perder. Não tenho medo de ganhar. Não tenho medo de sofrer. Não tenho medo de mudar. Não tenho medo de dar a cara à tapa, porque não nasci para ser unânime. Não tenho medo de contrariar, porque abrir mão do que eu quero pode me trazer conseqüências maiores. Não tenho medo de escandalizar, porque tenho o meu ponto de vista. Não tenho medo de violar algumas regras, porque regras são para serem quebradas. Não tenho medo de ser a menina má ou a boazinha, porque a vida assim requer. Não tenho medo de ser a mulher fatal ou a recatada, porque tudo vai depender do meu perfume, da minha roupa, da minha intenção, do meu dia, da minha noite, do meu humor, da minha vontade. Não tenho medo de ser a rocha intransponível ou a insegurança latente, porque tenho consciência das minhas fraquezas. Não tenho medo de ser a namorada perfeita ou a insuportável, porque tenho consciência que sou a melhor delas, mas posso também ser a pior. Não tenho medo de ser a filha generosa ou a ingrata. Às vezes, realmente não sei agradecer o que Deus me deu. Não tenho medo de ser a amiga presente ou a ausente, porque a amizade verdadeira é vitalícia, independentemente do tempo, das circunstâncias e da distância. E se estava condicionada a isso, não era amizade. Não tenho medo de ser a inconseqüente que abandona o País quando se sente sufocada, quando quer recomeçar do nada ou unicamente por mera curiosidade. Não tenho medo de mudar meus planos na última hora por algum motivo que considero mais importante naquele momento. Não tenho medo de amar, ser amada, ferir quando sou ferida, não ferir quando sou ferida, ferir quando não sou ferida, ir até o fim porque acredita ainda não ser o fim ou ir até o fim porque tudo somente se acaba apenas no fim. Mas, sobretudo, eu acredito. Eu acredito no amor, acredito na família, acredito em meus amigos, acredito na felicidade. E, justamente porque acredito no que realmente me importa e me é essencial, não preciso ter medo de ser eu.

Eliane Azevedo

Os 4 Gigantes


Dentro do homem existem quatro
gigantes,três deles são para o destruir
e apenas um para salva-lo.
Vivem em guerra constantemente,não é uma luta
justa,são três contra um.

O 1º gigante é o medo:
Sua principal arma é o fracasso,
colocando medo de tentar dinovo e mais
uma vez fracassar,que é capaz de destruir
os sonhos e acabar com todos os desejos.

O 2º gigante é a solidão:
Que te faz ficar só,que te abandona dos amigos.
Que te faz sentir sozinho em meio a multidão.
Que te aprisiona no cárcere de sua própria alma.

O 3º gigante é a tristeza:
Que se alimenta de suas lágrimas,da sua dor.
Que te joga em profundo abismo sem piedade.
que arranca sua alma e destrói seu coração.

O 4º gigante se senti abatido,
com medo,solidão e profunda tristeza,
não tem a quem recorrer,depende apenas
dele mesmo.
Não tem outra saída,só resta se levantar
e enfrentar,mesmo em profundo abismo ele
decidi tentar novamente,começa a olhar para
frente e caminhar firme,não tem mais medo do
fracasso,ele conquista.
...seus sonhos e desejos,deixou para trás
o medo e destruiu o 1º gigante...
Mas ainda ele se senti só,aprisionado dentro de um cárcere,mas aos poucos ele agarra as grades e os
arrebenta com ousadia,e procura o desfrute com os amigos
e as pessoas em sua volta,agora está livre de sua própria alma que antes o aprisionova,o 2º gigante não existe mais.
Mas ainda se encontra triste,em grande amargura,as lágrimas não param de cair,seu coração ja não aguenta mais a dor,o passado dói.
Mas decidiu esquece-los e ir enfrente,decidiu procurar
alegria aonde quer que esteja,achou a felicidade
dentro dele mesmo,porque ele se descobriu,achou
sua maior força,a força que destruiu os outros gigantes.
Este é o 4º gigante:
O amor.

Lipe Azevedo

Não me atraem as palavras rebuscadas...
Não me atrai o status do poeta...
Não me atraem as discussões filosóficas e poéticas...
Não me atrai o champagne sem morangos...
Não me atrai o protocolo do vinho...
Não me atrai a cerveja sem álcool...
Não me atrai o cigarro sem fumaça...
Não me atrai o sexo por obrigação...
Atrai-me a magia das palavras simples...
Atrai-me a audácia do poeta...
Atraem-me as discussões despretensiosas...
Atraem-me os morangos nas borbulhas dos champagnes...
Atrai-me o vinho entre amigos, o vinho entre amantes...
Atrai-me o álcool desinibidor da cerveja...
Atrai-me a fumaça de uma boca bonita. Melhor, a boca bonita...
Atraem-me os beijos da boca bonita a transformar em obrigação prazerosa tudo o que tão somente um único beijo pode reacender...

Eliane Azevedo

Palavras escritas, mal escritas. Mal ditas...

Eliane Azevedo

Liberdade é não ter limites para se fazer tudo o que não prejudique outras pessoas. Liberdade é ter respeito pelo espaço alheio. Liberdade é estar nos braços do meu amor, ainda que presa pelo seu abraço aconchegante. Liberdade é poder fazer o que se quer, no momento em que quiser, nos lugares e com as pessoas que se pode. Enfim, liberdade não é viver sem regras ou limites. Liberdade é saber conviver e não ser esmagado por elas…

Eliane Azevedo

O que fazer das sobras do amor?
O que fazer das lembranças do cheiro, da voz, do toque, dos olhos, das cócegas, dos risos, das viagens, das imagens?
O que fazer das lembranças do abraço, das mãos, do carinho sutil, do carinho voraz, do banho, do café à mesa, dos filmes vistos, criticados, admirados, inacabados?
O que fazer da música escolhida, do beijo prolongado, roubado, do amor no carro, na sala, no quarto?
O que fazer quando o telefone toca e do outro lado não se ouve mais a mesma voz?
O que fazer das mensagens gravadas, das cartas escritas, dos sentimentos impressos, dos presentes guardados?
Mas o que fazer também das ofensas do amor?
O que fazer das lembranças dos gritos, das afrontas, dos olhos marejados, decepcionados, das palavras cortantes, do filme repetido, dos sonhos ruídos, da sensação do desconhecido?
O que fazer com a sensação de culpa, fracasso, impotência, incoerência?
O que fazer dos sentimentos revirados, transformados, do ódio repentino, do amor estilhaçado, quebrado, tantas vezes remendado?
O que fazer da ausência que se sente? Ausência de paz, ausência da ausência, ausência de si mesmo?
O que fazer?
Talvez o tempo se encarregue de apagar as lembranças, de mudar o cenário, de reinventar o passado...Por hoje, não sei o que fazer com tudo isso...

Eliane Azevedo

Se quiseres chegar, chegue...Mas venha de mansinho, porque ando um tanto quanto machucada com essas coisas de amor, entende?

Eliane Azevedo

Hoje a felicidade bateu na minha porta amanhã pode ser na sua, portanto, sorria!

Felipe Azevedo

Quando se quer amar, a única coisa que necessita-se é um sentimento puro e verdadeiro.

Felipe Azevedo

Quando a felicidade toca a campainha da sua casa, não espere que ela faça mais de 3 ding dong, pois no 4 ela vai embora e não deixa recado.

Felipe Azevedo

Se andar fizesse bem, carteiro seria imortal.

Felipe Azevedo

Não sou o dono do mundo, mas sou o filho dele.

Felipe Azevedo
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